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Construtora pede registro para a realização de uma oferta inicial de ações (IPO)

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Com foco no segmento econômico, a Pacaembu possui mais de 130 empreendimentos espalhados por 40 cidades do estado de São Paulo arrow-options
Divulgação/HC Investimentos

Com foco no segmento econômico, a Pacaembu possui mais de 130 empreendimentos espalhados por 40 cidades do estado de São Paulo

Mais uma empresa do setor imobiliário pode ter seus papéis negociados na Bolsa de Valores. Isso porque, na quinta-feira (20), a Construtora Pacaembu registrou na Comissão de Valores Mobiliários (CVM) o pedido de abertura de capital . A empresa é especializada no programa habitacional federal Minha Casa Minha Vida, no interior paulista.

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O valor geral de vendas (VGV) da Pacaembu no ano passado somou 734,8 milhões de reais, um aumento de 8,65% sobre 2018. Mas a companhia teve queda de 28% no faturamento líquido em 2019, na comparação com o ano anterior, para 566 milhões de reais. O lucro ficou estável, em 111 milhões de reais.

A empresa possui mais de 130 empreendimentos espalhados por 40 cidades do estado de São Paulo. Entre eles, estão condomínios residenciais, conjuntos habitacionais verticais e horizontais, além de loteamentos.

De acordo com a Reuters, a transação, que será coordenada por Credit Suisse, XP Investimentos e Caixa Econômica Federal, envolverá ofertas primária e secundária de ações, segundo o prospecto preliminar protolocado na Comissão de Valores Mobiliários (CVM).

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A Pacaembu afirmou no documento que pretende usar os recursos da oferta primária, ações novas, cujos recursos para o caixa da companhia, para reforçar capital de giro e para desenvolver empreendimentos.

Wilson de Almeida Junior e Eduardo Raineri de Almeida, dois dos cinco sócios da empresa, serão acionistas vendedores na oferta secundária. O movimento amplia a corrida de construtoras ao mercado de capitais para financiar seus planos de expansão.

A decisão de pedir o registro para IPO, que é um sigla em inglês, que significa Initial Public Offering, ou, em português, Oferta Pública Inicial, é abrir portas para perações para venda de títulos, ações, debêntures e outros tipos de ativos.

É o primeiro passo para deixar de ser uma companhia limitada, tornando-se uma S.A (Sociedade Anônima). Ou seja, uma empresa de capital aberto e disponível no mercado de ações.

Fonte: IG Economia
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Show e festa cancelados por coronavírus? Consumidor pode pedir reembolso

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Foto: Reprodução/Carvalheira

Festas e shows cancelados deverão render reembolso a consumidores


Durante a pandemia do novo coronavírus , muitos serviços tiveram que ser cancelados ou adiados. E os shows , festas e eventos foram os primeiros a passarem por essas medidas, já que reúnem uma grande aglomeração de pessoas. 

Para quem já tinha ingressos comprados para eventos durante o período de isolamento social , nem tudo está perdido. Os consumidores têm direito a reembolso ou a participar do evento em questão em outro momento. 

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Antes de mais nada, porém, os órgãos de defesa do consumidor recomendam que este é um momento de negociação. A situação de pandemia do novo coronavírus é sem precedentes e excepcional tanto para empresas quanto para clientes e, por isso, entrar em um acordo é sempre a melhor solução. 


Show, festas e eventos cancelados

No caso de shows, festas e eventos, as empresas podem optar pelo adiamento ou cancelamento. Se o evento for cancelado, os consumidores têm direito a reembolso do valor já pago. 

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Caso o show ou festa seja adiado, o cliente pode permanecer com o convite para usar na próxima data. Se ele não puder comparecer, porém, ainda pode pedir pelo reembolso. O Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor ( Idec ) afirma que a escolha, nesse caso, é sempre do cliente. 

“Ainda que as empresas ofereçam apenas uma ou outra solução, é o consumidor quem escolhe a solução que mais lhe atende, conforme artigo 35 do Código de Defesa do Consumidor”, informa o órgão. A orientação também vale para festas de formatura e casamento , nos quais a promotora do evento pode adiar a comemoração ou reembolsar o consumidor.

Fonte: IG Economia
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Covid-19: para não quebrar, comércios oferecem voucher de R$ 100

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Com a recomendação do isolamento social para conter a propagação da Covid-19, os bares e restaurantes tiveram que fechar as portas, muitos aderiram ao sistema delivery para continuar atuando neste período.

Leia também: Homem gasta R$ 3 mil em restaurante e sai sem pagar

Apoie um restaurante arrow-options
Divulgação

Apoie um restaurante

Considerando a baixa nas vendas devido a Covid-19 , a cerveja Stella Artois e alguns de seus parceiros criaram o movimento “Apoie Um Restaurante”. O projeto tem como objetivo oferecer um voucher que vale R$ 100 com 50% de desconto, ou seja, o valor que será pago pelo consumidor é de R$ 50.

Leia também: Restaurante indenizará homem agredido por não pagar R$ 8 pelo uso do banheiro

O voucher , apenas poderá ser usado quando o restaurante reabrir. Todavia, o valor arrecadado será 100% revertido aos estabelecimentos participantes, a expectativa é injetar milhões no setor.

A ideia contaminou empresas e setores e acabou ganhando versões semelhantes por todo o País. O programa “Menu do Amanhã”, por exemplo, tem propósito parecido, com listagem de restaurantes, padarias e confeitarias de São Paulo e Rio, os estabelecimentos dão descontos para quem comprar antes – um voucher de R$ 120 que vale consumo de R$ 145.

Além dos dois citados, a Avec, plataforma de agendamentos para salões de beleza, barbearias e clínicas estéticas, também aderiu à solução para aquecer o nicho.

Com 25 mil estabelecimentos em sua plataforma, a Avec viu o volume de transações de pagamentos despencar 95% em duas semanas. Logo, a empresa se juntou a Wella e Gama para promover a campanha “Apoie um Salão”.

Assim como as outras iniciativos, o serviço é agendado para uma data futura, mas o valor é pago ao salão de imediato. Quem fizer uma assinatura de serviços, que garante esse fluxo futuro, tem bônus de até 50% ao mês.

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O isolamento social foi recomendado para conter a propagação da Covid-19 . Até a manhã desta terça-feira (31), as Secretarias estaduais de saúde contabilizavam 4.661 infectados em todos os estados e 165 mortos.

Fonte: IG Economia
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