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Turismo

Conheça o novo modelo de viagem marítima: o superiate de luxo

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Você já imaginou viajar num superiate de luxo por destinos exóticos e intimistas? Essa é uma opção para quem procurar a Emerald Waterways. A empresa anunciou recentemente o iate de luxo Emerald Azzurra para viagens turísticas.

Leia também: Entenda como funciona a limpeza de um navio cruzeiro

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Divulgação

O superiate de luxo da Emerald Waterways passará pelo mar Adriático, Mediterrâneo e Vermelho

O iate tem 50 cabines e suítes com varanda, piscina de borda infinita, lounge, sky deck e centro de bem-estar com academia e Spa. Mais compacto do que outros navios de luxo que organizam viagens marítimas pela Europa, o Azurra tem 360 pés de comprimento e capacidade para até 100 passageiros. “Um atrativo é que como o Azzurra pode atracar em portos de pequenas cidades ou vilas”, explica o diretor geral da Velle Representações, Ricardo Alves.

O “superiate” passa pelos mares Adriático, Mediterrâneo e Vermelho. Ao todo são quatro opções de roteiro:

  • Espanha, França e Itália;
  • Slovenia, Croácia, Montenegro e Albania;
  • Grécia, Cyprus e Turquia;
  • Egito, Israel e Jordânia

Cada roteiro tem um preço específico. O mais barato oferecido no Azurra é o “Holy Land at Christmas Time” que sai por US$ 3.305 por pessoa (R$ 14.512,59 na cotação atual). São 8 noites de viagem passando por Cyprus, Egito, Israel e Jerusalém entre os dias 21 e 28 de dezembro de 2020.

Pratique esportes náuticos no superiate

Viagens de cruzeiro ou iate podem ser iguais pelos destinos, dias e conforto proporcionado. Mas e quando você pode praticar esportes náuticos enquanto navega? Essa opção está disponível no Azzurra.

“O navio foi pensado para oferecer lazer completo aos passageiros, por isso, conta ainda com uma plataforma projetada para a prática de esportes náuticos ”, reforça Flávio Policarpo, gerente de Desenvolvimento de Negócios do Grupo Scenic para a América Latina. 

Essa plataforma funciona como uma marina para embarque e desembarque dos botes que realizam as excursões. Em alguns portos também há equipamentos para que os hóspedes possam utilizar, como espuma de flutuação, pedalinhos e equipamentos de mergulho.

Veja algumas fotos das instalações do superiate:

O turista ainda tem disponível um sistema all inclusive com refeições e bebidas alcoólicas. Além de wi-fi, transfer de e para os aeroportos, taxas e impostos portuários sem custo adicional. Para fazer as reservas do iate é necessário entrar em contato com a Emerald Waterways.

*valor pesquisado em 20 de fevereiro de 2020 com o dólar a R$ 4,39

Fonte: IG Turismo
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Quarentena deixa Nova York e seus pontos turísticos desertos; veja vídeo

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Nova York , que costumava receber mais de 60 milhões de visitantes todos os anos, vive uma realidade totalmente diferente desde que se tornou um dos locais mais afetados pelo coronavírus nos Estados Unidos. Com mais de 36 mil casos confirmados da Covid-19, e mais de 790 mortes, a cidade está em isolamento social e quarentena. 

Brooklyn Bridge arrow-options
Reprodução

Brooklyn Bridge antes da pandemia e agora, em tempos de isolamento social

Leia também: Cidades e países se unem para divulgar o turismo após a pandemia do coronavírus

Com isso, suas ruas e pontos turísticos estão bem diferentes do que estávamos acostumados a ver em filme ou mesmo em viagens. Um vídeo no youtube feito pelo canal  Urbanist: History of Cities  mostrou a nova realidade da cidade, deserta .

O trajeto percorrido durante o vídeo começa na Brooklyn Bridge , passa pelo bairro de Chinatown e termina na Manhattan Bridge, mostrando como a quarentena afetou os locais.

Leia também: Brasileiras relatam caos para voltar ao país em meio a pandemia

Ao fim, o canal passa uma mensagem de esperança para os habitantes da cidade, dizendo que ”Nova York se reerguerá novamente”.

Fonte: IG Turismo
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Turismo

Brasileiras relatam caos para voltar ao país em meio a pandemia

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Desde o dia 11 de março, quando a Organização Mundial de Saúde declarou o novo coronavírus uma pandemia, turistas do mundo inteiro começaram a se mobilizar para voltar para casa.

Leia também: Intercambista fala sobre quarentena na Espanha: “alerta total”

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Arquivo pessoal/Maria Clara Farias

Em Auckland a situação parecia tranquila, mas em pouco tempo os casos explodiram e as fronteiras fecharam

Em alguns casos, esse retorno em meio a pandemia foi cheio de incertezas e estresse. Como o caso da intercambista Maria Clara Farias que viajou para a Nova Zelândia no dia 5 de março, quando a situação ainda estava tranquila.

“Não havia nenhum caso no país [Nova Zelândia], estava começando a aparecer no Brasil, mas não tinha nem indício de quarentena ou nada”, explica Maria Clara em entrevista ao iG Turismo .

Porém, o cenário mudou depois de duas semanas. A situação mundial se agravou e a mãe de Maria resolveu comprar as passagens para o seu retorno ao Brasil, mas encontrou dificuldades. “Começaram a subir os casos muito rápido e meu voo foi cancelado, então a Latam me recomendou remarcar o voo por meio de um formulário para quem estava preso no país, mas não tive nenhum auxílio a partir deste ponto”, conta.

Com o documento em mãos ela conseguiu um novo voo na companhia aérea para o dia 22 de março que fazia conexão em Santiago, no Chile. Ao chegar na cidade, o voo até o Brasil foi adiado e a intercambista passou 20 horas no aeroporto porque as fronteiras estavam fechadas.

“A Latam não ofereceu nenhum auxílio, só recebi o e-mail notificando que o voo foi adiado. Nem comida, nem estadia foram oferecidas pela companhia”, reclama a brasileira. Ela conseguiu retornar ao Brasil no dia 24 com a ajuda do Itamaraty.

Procurada pela reportagem, a Latam enviou o seguinte comunicado:

O Grupo LATAM Airlines informa que houve uma forte redução em sua malha aérea devido à crise global de saúde causada pelo Coronavírus (COVID-19), que também provocou restrições de acesso a diversos países e queda da demanda.

Devido a essa situação, a companhia não tem medido esforços para oferecer assistência aos seus passageiros, além de flexibilidade a todos os clientes impactados por essa crise sem precedentes. Todas as regras de alterações de viagens flexibilizadas pela LATAM estão disponíveis no site.

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Arquivo pessoal

Marina Gabai enquanto estava no Uruguai encontrou comércios abertos em meio a pandemia

Quem também teve dificuldades em retornar ao país foi a paulista Marina Gabai. Ela foi passar férias em Buenos Aires e Montevidéu no início de março e foi pega de surpresa pelo fechamento da fronteira argentina.

“Para voltar de Montevidéu eu precisava pegar um voo com escala em Buenos Aires. Eu ia chegar no aeroporto regional de manhã e só pegaria o voo para o Brasil de noite, do aeroporto internacional. Mas dois dias antes eles fecharam as fronteiras e fiquei desesperada”, explica.

Mesmo com a indecisão, ela esperou até o dia do seu voo marcado e conseguiu com a Aerolíneas Argentinas um encaixe direto para o aeroporto internacional de Buenos Aires, assim conseguiria retornar ao Brasil sem problemas. 

“Quando cheguei aqui não recebi nenhuma informação sobre ficar em isolamento, eles só mencionam isolamento para quem retornou da China, Japão e Europa. Só precisei preencher um formulário com informações de saúde para entrar na Argentina”, esclareceu Marina. 

Leia também: Sem conseguir voltar ao país, brasileiros temem ficar sem dinheiro e hospedagem

Em isolamento voluntário desde o dia 24 de março, ela também contou ao iG Turismo que tanto Buenos Aires como Montevidéu ainda mantinham comércios e demais locais abertos após a declaração de pandemia do novo coronavírus. A quarentena só se iniciou nesses países em 20 de março (Argentina) e o Uruguai só recomenda isolamento para idosos acima de 65 anos.

Fonte: IG Turismo
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