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Congresso integra setor produtivo e gestores federais e municipais

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O 1º Congresso Brasileiro de Gestores da Agropecuária encerrou suas atividades nesta quinta-feira (7). O evento reuniu mais de 1.100 gestores, especialistas e autoridades, no Centro Internacional de Convenções do Brasil (CICB) em Brasília, dos dias 5 a 7 deste mês.

Nesses dias, os participantes debateram iniciativas para aprimorar a gestão agropecuária nos municípios e apoiar o pequeno produtor, além da troca de experiências e orientações técnicas. O encerramento foi marcado com a leitura da carta do congresso pelo primeiro tesoureiro da Confederação Nacional de Municípios (CNM), Jair Souto.

“O Mapa, a CNA e a CNM concluem que o Congresso Brasileiro de Gestores da Agropecuária alcançou seus objetivos de promover a integração do setor produtivo com as gestões federal e municipais da agropecuária, a divulgação das políticas públicas relevantes para o setor e a troca de experiência para o aperfeiçoamento delas, comprometendo-se em planejar outras iniciativas conjuntas para o fortalecimento do agronegócio, pois ‘É nos municípios que se produz o desenvolvimento’”, diz trecho da carta.

A ministra Tereza Cristina (Agricultura, Pecuária e Abastecimento) participou da abertura, no dia 5, e destacou que a oferta de assistência técnica para o pequeno produtor será prioridade do Ministério em 2020. “Não podemos ter uma agricultura comercial que está no mundo, é 4G, daqui a pouco 5G. E temos ainda a pobreza do pequeno produtor, aquele que produz pouco, um produtor que ainda precisa de ajuda. Vocês são importantíssimos nos municípios para que nos ajudem, nos orientem na política pública para essa agricultura”, disse a ministra. 

O secretário de Agricultura Familiar e Cooperativismo do Mapa, Fernando Schwanke – que integrou a organização do evento -, destacou que o congresso foi importante por reunir as bases produtivas do país para discutir políticas mais eficientes. “Foi um primeiro grande passo para se tornar um evento rotineiro para os municípios que discutem as políticas para a agropecuária”, afirmou, agradecendo o apoio das demais organizações participantes.

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Durante o congresso, foram debatidos os mais diversos temas relacionados à agropecuária, como políticas públicas, financiamento, selos de certificação, agricultura familiar, uso racional da água, acesso a mercados, agregação de valor aos produtos e regularização fundiária, com a participação de secretários, assessores, diretores e coordenadores do Mapa.

O congresso foi promovido pelo Ministério, pela Confederação Nacional dos Municípios (CNM) e pela Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), com o apoio do Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae), do Serviço Nacional de Aprendizagem Rural (Senar), da Organização das Cooperativas Brasileiras (OCB), da Associação Brasileira das Entidades Estaduais de Assistência Técnica e Extensão Rural (Asbraer) e da Organização das Cidades Brasileiras do Patrimônio Mundial (OCBPM).

Informações à imprensa[email protected]

Fonte: MAPA GOV
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Tereza Cristina pede apoio do BID para Plano AgroNordeste

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A ministra Tereza Cristina (Agricultura, Pecuária e Abastecimento) pediu nesta terça-feira (19) apoio do Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID) para o Plano AgroNordeste e para o desenvolvimento de projetos de agricultura de baixo carbono no Brasil. Segundo ela, o Ministério da Agricultura está elaborando uma Carta Consulta de Apoio ao Plano AgroNordeste, que é voltado para inclusão produtiva de pequenos e médios produtores na região do semiárido brasileiro. 

“Investimentos serão necessários, principalmente no desenvolvimento e disseminação de tecnologias que deem escala à agricultura sustentável no Brasil. Precisamos avançar não só em Planos como o de Agricultura de Baixo Carbono, mas no desenho de outros projetos como o AgroNordeste, e em um novo que fortalecerá os sistemas sanitários nos estados brasileiros”, disse a ministra, ao participar de seminário na sede do BID, em Washington (EUA).

A ministra também ressaltou a parceria com o BID para a modernização do sistema de defesa agropecuária brasileiro. Segundo ela, além da cooperação financeira, é preciso avançar em projetos de cooperação técnica nos temas ligados à sustentabilidade, como adaptação climática, seguro rural e inovação.

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A ministra lembrou que o BID é parceiro do Brasil desde sua criação, em 1959. “Ao longo desse período, foram diversos projetos de alta relevância social e econômica. Apenas conosco, no Ministério da Agricultura, foram muitas iniciativas exitosas, como as operações de apoio à defesa agropecuária, à irrigação e à Embrapa”, disse.

Tereza Cristina destacou que o BID tem sido um importante parceiro na disseminação de tecnologias de agricultura de baixa emissão de carbono, como por exemplo o Projeto Rural Sustentável, aprovado pelo Banco em 2013, que atuou nos biomas Amazônia e Mata Atlântica. Neste ano, o Ministério iniciou o Rural Sustentável nos biomas Caatinga e Cerrado, que juntos impactarão 350 mil hectares e 3.500 propriedades rurais, evitando a emissão de 4.5 milhões de toneladas de carbono equivalente.

Informações à imprensa[email protected]

Fonte: MAPA GOV
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Nota sobre novos resultados de análise de pescados do Nordeste coletados em SIF

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Novos resultados de amostras de pescado capturado na costa do Nordeste afetada pelas manchas de óleo revelam níveis baixos de Hidrocarbonetos Policíclicos Aromáticos (HPA) – indicadores para, entre outros, contaminação por derivados de petróleo.

As coletas foram realizadas nos dias 28 e 29 de outubro em estabelecimentos registrados no Serviço de Inspeção Federal (SIF) e analisadas pelo Laboratório de Estudos Marinhos e Ambientais (LabMAM) da PUC-RJ, por solicitação do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa).

No total, já foram analisadas 20 amostras de pescado pelo LabMAM/PUC-RJ. Os valores de HPAs encontrados em todas as amostras testadas estão abaixo dos níveis de preocupação definidos pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), não representando, até o momento, riscos para o consumo humano.

Os exames foram realizados em amostras de peixes (Ariacó, Budião, Dourado, Garoupa, Pargo e Saramonete), lagostas (Verde e Vermelha) e camarões (Rosa e Sete Barbas) coletadas em estabelecimentos sob Inspeção Federal nos estados da Bahia, Ceará, Pernambuco e Rio Grande do Norte.

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Detalhes sobre as amostras coletadas e seus resultados são indicados na tabela.

Amostras para monitoramento da segurança do pescado recebido em estabelecimentos registrados no Serviço de Inspeção Federal (SIF) continuam sendo colhidas e analisadas.  

O Mapa informa ainda que iniciou coletas de moluscos bivalves de cultivo e capturados na natureza (sururus, berbigões, amêijoas, lambretas, sernambis, mexilhões, ostras etc) e camarões de cultivo localizados na área afetada para teste de HPAs. Os resultados das análises serão divulgados pelo Mapa tão logo obtidos.

Fonte: MAPA GOV
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