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Confira os 5 melhores SUVs médios que dirigimos nos últimos anos

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Os utilitários esportivos já representam 25% do mercado de automóveis e comerciais leves no Brasil.  Entre as categorias em que se subvidivem, a dos modelos médios é uma das que têm mais prestígio. Nos últimos três anos, a reportagem de iG Carros teve a oportunidade de experimentar alguns dos melhores SUVs.

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Na lista abaixo, escolhemos os 5 modelos SUVs médios que mais gostamos. levando em consideração itens como conforto, espaço, desempenho, nível de sofisticação, entre outros aspectos que são levados em conta na hora da compra. Confira a lista dos melhores SUVs que dirigimos ultimamente.

1 – Kia Sportage – a partir de R$ 137.990


Kia Sportage vermelho estacionado de lado com a cidade ao fundo
Caue Lira e divulgação

Kia Sportage 2019 faz parte da lista dos melhores SUVs disponíveis atualmente no Brasil

Estamos falando de um SUV com ótima posição de dirigir, combinado aos ajustes elétricos do banco do motorista e altura e profundidade do volante.

Por dentro, destacamos o novo volante, quadro de instrumentos e saídas de ventilação – que foram repaginadas por conta da nova central multimídia. O freio de estacionamento que era no pé foi integrado ao console central.

O Kia Sportage tem a força de seu 2.0 de quatro cilindros, com 156 cv de potência e 19,2 kgfm de torque. Os números são suficientes para andar com o SUV de 1.500 kg na cidade, mas poderia ser mais ágil em subidas ou retomadas. De acordo com a marca, ele vai de 0 a 100 km/h em 11 segundos, com velocidade máxima de 175 km/h.

LEIA MAIS:Kia Sportage renovado fica com visual mais arrojado, mas mantém parte mecânica

De acordo com dados fornecidos pelo Inmetro,  o Kia faz 6 km/l de etanol na cidade e 7,5 na estrada, ante 5,5 km/l e 7,2 km/l do Compass, respectivamente. E o tanque do Sportage é bem maior, o que acaba rendendo um pouco mais de autonomia (465 km, conforme a fabricante).

2 – Jeep Compass Limited Flex – (a partir de R$ 142.490)


Jeep Compass Limited Flex branco, anda pela rua
Divulgação

Jeep Compass Limited Flex, o mais sofisticado da linha, recebeu uma série de melhorias na linha 2019

 O Jeep Compass Limited Flex 2019 ganhou sistema que detecta uma vaga e ajuda a estacionar, girando o volante de um lado para o outro para fazer a baliza, restando ao motorista apenas a controlar o movimento do carro com os freios.

Além disso, o carro recebeu partida remota pela chave, o que é útil para ligar o ar-condicionado, evitando o desconforto de ter que entrar no carro que ficou parado sob sol quente por algum tempo. 

O que poderia melhorar no Compass Limited 2.0 Flex é a força do motor nas primeiras marcações do contagiros. Até 3.000 rpm, o carro esboça apenas uma reação bem discreta. Apenas a partir desse patamar é que começa a ganhar fôlego.

LEIA MAIS: eep Compass Limited 2019:  SUV líder de vendas no Brasil evolui

De acordo com os números do Inmetro, o SUV faz 6,1 km/l de etanol na cidade e 7,5 km/l na estrada. E o tanque de 60 litros não é dos maiores, o que acaba deixando a autonomia apenas razoável. Teoricamente, de cerca de 360 km na cidade e 450 km na estrada, com etanol.

3 – Toyota RAV4


Toyota RAV4 azul anda pela estrada
Divulgação

Toyota RAV4 está para mudar com a chegada da nova geração, mas a atual está entre os melhores SUVs

 O que faria uma pessoa comprar o SUV da Toyota? Depois de enfrentar alguns quilômetros na cidade e na estrada, dá para concluir que seriam os mesmos motivos que levariam alguém a optar pelo Corolla no lugar do Civic, em uma comparação simples.

O painel é simples e seu habitáculo, como um todo, foi feito para a praticidade e não para uma exibição artística. Alguns comandos poderiam estar mais bem posicionados, o que os deixaria mais fáceis de serem acionados.

A central multimídia de sete polegadas não tem o melhor dos toques e algumas funções que deveriam estar no menu principal parecem escondidas. Mas o bom porta-malas de 547 litros é suficiente para levar a bagagem de uma família com dois filhos sem nenhum aperto.

LEIA MAIS: oyota RAV4: versão 4×2 TOP revela seus valores tangíveis

O motor 2.0 entrega apenas 145 cv e 19,5 kgfm de torque a 3.600 rpm. Aliado ao câmbio automático CVT,  que simula sete marchas, o RAV4 acelera de 0 a 100 km/h em longos 12,6 segundos. O gerenciamento, por outro lado, é inteligente o suficiente para reduzir as marchas em ultrapassagens. Bem escalonada, a caixa automática é uma das responsáveis pelo bom consumo de 9,5 km/l na cidade e 10,9 km/l na estrada, de acordo com o Inmetro.

4 –  Chevrolet Equinox


Chevrolet Equinox laranja depois de contornar uma curva na estrada
Chevrolet Equinox

Chevrolet Equinox tem sobra de espaço e desempenho surpreendente entre suas principais qualidades

Não é que o Chevrolet Equinox Premier (R$ 149.900) aparece como uma grata surpresa? Feito sobre a mesma base do Cruze e com motor 2.0, turbo, o carro provou que vai além de levar as crianças à escola ou marcar presença no shopping.

A tração integral também ajuda a tornar a viagem mais animada ao pisar no acelerador, distribuindo bem os 262 cv de potência e os nada desprezíveis 37 kgfm de torque a 4.500 rpm. Ouse a pressionar no pedal da direita com vontade e o Chevrolet Equinox dispara como um esportivo empolgante, inclusive, deixando um ronco grave no ar.

Pois é, meu amigo, que tal um SUV de 1.693 kg conseguir fazer de 0 a 100 km/h em apenas 7,6 segundos? Nada mau. Entretanto, o SUV também mostrou que tem outras qualidades além do bom desempenho.  Por outro lado, a distância livre do solo um tanto baixa acaba fazendo a parte de baixo do para-choque raspar em valetas, lombadas e rampas com certa facilidade.

LEIA MAIS: Chevrolet Equinox Premier:  SUV supersônico

E para um carro com tanta potência e bom porte, o tanque de 59 litros acaba limitando um pouco a autonomia, em torno de 590 quilôletros considerando o consumo médio de 10 km/l de gasolina na estrada, de acordo com o Inmetro, que também diz que o carro faz 8,4 km/l na cidade. 

5 – Peugeot 5008


Peugeot 5008 azul roda na estrada ao por do sol
Divulgação

Peugeot 5008 também pode ser incluída na lista dos melhores SUVs médios que guiamos nos últimos anos

 O modelo da marca francesa é marcado pelo estilo arrojado, mas conta com soluções sofisticadas que nem sempre dão certo. Como os controles climáticos integrados ao sistema multimídia, a situação acaba ficando mais complicada.

Mas  há outros itens que agradam, como o carregador de celular por indução. O popular cockpit digital também está disponível e pode ser configurado de várias maneiras, de acordo com o gosto do freguês.

LEIA MAIS:Peugeot 5008 chega com sete lugares e boa dose de sofisticação

A posição de dirigir vai depender do gosto do cliente, pois o 5008 aposta em um ponto H (que determina a altura da base do assento) mais baixo e esportivo. Além disso, o volante multifuncional achatado é pequeno, fazendo com que o motorista observe o painel de instrumentos por cima.  

O bom gerenciamento de câmbio faz com que o Peugeot 5008 seja mais elástico na cidade, ainda que falta um pouco mais de força. São razoáveis 25,5 kgfm a meros 1.400 rpm, o que é suficiente para acelerar de 0 a 100 km/h em mediados 10,5 segundos. Além disso, o acerto de suspensão também é um ponto a favor do modelo francês, sendo mais rígido e estável.  Entretanto, o 5008 pode ser incluído a lista dos nossos melhores SUVs .

Fonte: IG Carros
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Coronavírus: VW, Audi e Citroën mudam logo temporariamente pelo afastamento

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Com o alastramento da COVID-19 , doença causada pelo novo coronavírus , campanhas de conscientização criativas começam a surgir em todo o mundo. Em alguns países, o tradicional logo de duas esferas em intersecção da Mastercard foi substituído pelas mesmas afastadas uma da outra. Da mesma forma, a simpática sereia do logotipo da rede de cafeterias Starbucks ganhou uma máscara no estudo proposto por um designer.

LEIA MAIS: Saiba como deixar o carro parado no período de quarentena

O mesmo já está acontecendo na indústria automotiva, onde algumas fabricantes se mobilizam para substituir seus logos temporariamente. Confira o que já foi feito abaixo:

1 – Audi

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Argolas da Audi se afastam uma das outras para estimular a quarentena

Talvez você não saiba, mas cada argola da Audi representa uma das empresas que compõem a Auto Union: Audi , DKW (lembra dela?), Horch e Wanderer. Os primeiros registros do logo datam de 1932, quando a parceria entre as montadoras ainda não havia sido comprometida pela Segunda Guerra Mundial e a separação da Alemanha ao fim dela.

Na campanha de conscientização, as argolas da Audi se separaram temporariamente, fazendo uma alusão clara ao afastamento proposto pela Organização Mundial de Saúde e diversas autoridades mundiais. Interessante, não?

2 – Citroën

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Concessionária brasileira afastou os “chevrons” em campanha divulgada nos stories

Além de ter nomeado a marca com seu sobrenome, o engenheiro francês André Citroën também criou o logo da marca. Em 1900, ele adquiriu a patente para o desenvolvimento de engrenagens que tinham um “chevron” (formato de V) em seu acoplamento. Entre 1919 e 1921, o logo da Citroën surgia nas cores amarela e azul, disposição usada (com modificações) até 1984. 

LEIA MAIS: Saiba o que mudou na legislação e serviços com a pandemia

Em 1985, surgiu o logo com os “double-chevrons” vazados em um quadrado vermelho. Apenas em 2009, a marca decidiu focar mais nos “chevrons”, onde eles ganharam acabamento “metalizado”. Uma concessionária brasileira fez um post nos stories do Instagram, onde os “chevrons” se afastam temporariamente.

3 – Volkswagen

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O clássico simbolo da Volkswagen sofreu mais uma alteração temporária pelo afastamento

O logo da Volkswagen é tão simples que chega a ser autoexplicativo. Trata-se de um V e um W, unidos em suas arestas dentro de um círculo. Talvez você já esteja cansado de saber, mas o nome da marca é traduzido como “carro do povo”. (Volks significa povo; Wagen é carro).

LEIA MAIS: GM do Brasil vai consertar respiradores do SUS contra COVID-19

Ao longo de sua história, o logo sofreu algumas variações, como as engrenagens que apareceram nos arredores do círculo durante a Segunda Guerra Mundial. O símbolo como conhecemos hoje veio após o fim da guerra, ganhando a coloração azul característica em meados dos anos 70. Unidos desde o início da marca, o V e o W se separaram na campanha de conscientização contra o COVID-19. Bela iniciativa.

O novo coronavírus, causador da doença COVID-19, saltou recentemente de animais para seres humanos. Apesar de ter seus sintomas constantemente relacionados com a gripe (nos casos mais leves), está mais próximo de uma pneumonia. Confira todas as informações sobre a pandemia que parou o mundo no iG Saúde

Fonte: IG Carros
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O novo coronavírus vai mudar os paradigmas da mobilidade?

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Novo coronavírus já contaminou mais de 520 mil no mundo, deixando 23 mil mortos até o momento da publicação desta matéria

A indústria automotiva brasileira ainda está para sentir os impactos do que será a quarentena causada pelo novo coronavírus. A nova síndrome respiratória promete deixar os cidadãos de várias cidades do mundo em confinamento por tempo indeterminado. Conforme o pronunciamento do Ministério da Saúde, a rede do SUS deverá colapsar em meados de abril, com rápida ascensão dos casos de COVID-19 no país.

LEIA MAIS: Veja o que muda na legislação e serviços com o surto de COVID-19

Todos os países olham com esperança para a China, já que o gigante asiático conseguiu conter o alastramento em Wuhan após medidas muito duras de “lockdown”. Enquanto a economia do país volta a girar aos poucos, as pessoas já retomam os debates sobre o controle de doenças. 

Com exceção da MERS – síndrome respiratória do Oriente Médio, também causada por um coronavírus – todas as outras epidemias recentes surgiram na China. Este é o caso da SARS , em meados de 2003, e da H1N1 , pandemia que se alastrou em 2009.

Eis a razão pela qual é tão normal ver pessoas de máscaras em países asiáticos, mesmo quando não há um surto em andamento. No continente, é comum que algumas nações tenham até ministérios voltados à prevenção de doenças. Cingapura e Coreia do Sul, países em que SARS e MERS se tornaram enfermidades problemáticas, estão se dando bem contra a COVID-19 . Afinal, são mais preparados.

Mudança nos paradigmas da mobilidade?

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Ao menos na China, interesse pelo transporte público se mostra em queda pelo medo de novas contaminações

Uma pesquisa feita pelo Instituto Ipsos na China após a queda na curva de contaminações pelo novo coronavírus mostra que a população já dá preferência ao automóvel, e não o transporte público. Dos mais de 1,6 mil entrevistados, 72% se mostram dispostos a comprar um carro para reduzir o risco de contaminações.

Em tempos de car-sharing, Uber e de estímulos para utilizar o transporte alternativo, os chineses se mostram assustados com a possibilidade de contrair uma nova doença. Será que este fenômeno terá reflexo no mercado brasileiro?

O vírus veio para ficar

Antes de tudo, é importante dizer que o coronavírus dificilmente será erradicado no mundo. Trata-se de mais uma espécie, assim como a H1N1, que veio para ficar. Especialistas já antecipam que, nos próximos anos, teremos que tomar vacinas anuais que estejam adaptadas às suas mutações. 

Neste cenário, você entraria no veículo que outro usuário acabou de deixar estacionado na rua por um aplicativo de compartilhamento de carros? A empresa que disponibiliza o serviço terá funcionários suficientes para fazer a higienização dos veículos após o uso, ou isso é uma tarefa do usuário que já paga caro pelo serviço?

LEIA MAIS: COVID-19: Fabricantes aumentam prazos de garantias e revisões

O doutor Daniel Berliner, da plataforma de avaliações médicas online PlushCare, afirma que, enquanto a pandemia durar, tocar em qualquer coisa que tenha sido utilizada por muitas pessoas é perigoso. O mais importante é lavar bem as mãos e utilizar álcool gel quando isso não for possível.

O que está sendo feito no Brasil?

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BeepBeep disponibiliza frota de veículos elétricos na zona sul de São Paulo; confira as novas medidas

A beepbeep, principal plataforma de car-sharing de São Paulo, publicou em seu Instagram que novos procedimentos de higiene estão sendo tomados. “Aumentamos a frequência de limpeza de nossos veículos nas regiões de maior contato com álcool”, diz a nota oficial da empresa, que também orienta hábitos de higiene por parte dos usuários. “Antes de depois de utilizar nossos veículos, lave muito bem as mãos com sabonete líquido e/ou utilize álcool em gel. Não toque os olhos, nariz e boca”.

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Uber anuncia novas medidas de higiene para a proteção do usuário e do motorista parceiro

A ABLA, Associação Brasileira das Locadoras de Automóveis, ressalta que os serviços para a locação de carros continuam ativos, com agendamento online. Paulo Miguel, presidente do órgão, ressalta que novos procedimentos de higiene estão sendo tomados para proteger o cliente e os colaboradores em todas as locadoras.

Pelo Instagram, o Uber também divulga novas diretrizes de higiene, recomendando que os passageiros sentem no banco traseiro. Lavar as mãos antes e depois de utilizar o app, cobrir a boca e nariz com o braço ao tossir e andar com as janelas abertas são ações recomendadas.

A Grin, plataforma de patinetes elétricos compartilhados, não revelou qualquer procedimento de higiene novo, mas orientou que seus usuários fiquem em casa durante a quarentena. “Nós sempre encorajamos nossos usuários a descobrirem seus bairros, suas ruas, para andar de um jeito diferente e divertido”, informa o app pelo Instagram. “Em nosso caminho, temos desafios que nunca imaginamos enfrentar. Hoje, encorajamos você a viver no seu próprio lar. Vamos diminuir a curva”. 

COVID-19: assunto sério

Independentemente da decisão sobre o compartilhamento de veículos e as diretrizes de higiene, é muito importante que a quarentena seja respeitada. “Dizer que a COVID-19 é uma gripezinha que só mata idosos é falácia”, afirma Felipe Bueno, médico linha de frente de Curitiba (PR). “O isolamento social, neste momento, nos prepara para a guerra. Faz com que as perdas sejam menores”.

LEIA MAIS: Saiba como fazer a higienização do seu carro, por dentro e por fora

Acompanhe a cobertura completa sobre a COVID-19, doença causada pelo novo coronavírus SARS-CoV-2, no iG Saúde .

Fonte: IG Carros
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