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Confira a programação da Rádio Justiça para esta quarta-feira (14)

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Confira a programação da Rádio Justiça para esta quarta-feira (14)

Revista Justiça
No quadro “Vida Acadêmica”, a pesquisadora e jornalista Mariella Oliveira estará nos estúdios da Rádio Justiça para falar sobre o programa “Future-se”, lançado pelo Ministério da Educação e que está sendo contestado por estudantes. No “Compreender Direito”, o colunista Lênio Streck comenta a decisão do ministro do STF Celso de Mello de que não cabe apelação do Ministério Público fundada em alegado conflito entre a deliberação absolutória do júri com a prova do processo. A advogada Andréia Scheffer fala sobre o pedido de uniformização de interpretação de lei sobre as notificações enviadas aos condutores de veículos, no quadro “Direito de Trânsito”. No “Dicas do Autor”, vamos conheça o livro “Engage for Business”, que explora o universo corporativo e revela como fazer negócios em rede e de forma colaborativa, inclusive aos operadores do Direito. O entrevistado é o coordenador da obra, Raphael Saddy. As diferentes bancas e o desenvolvimento das provas é o tema do quadro “Concursos” e o o convidado é Daniel Lustosa, coordenador de um curso preparatório. A Justiça do Distrito Federal decidiu, pela primeira vez na história, conceder a maternidade socioafetiva para a atual esposa do pai de uma criança, com necessidades especiais, mesmo sem o consentimento da mãe biológica. A decisão será repercutida pela advogada especialista em Direito de Família Alinne Marques. Outro assunto é a desmilitarização das polícias. O convidado é o tenente-coronel Marcos Vinicius da Silva Antunes, chefe da Comunicação Social da PMDF. Aplicativo e site permitem que o trabalhador recupere perdas no Fundo de Garantia não depositado pelas empresas. Só no Distrito Federal, quase 5 mil empregadores devem ao fundo. O presidente do Instituto Fundo de Garantia do Trabalhador, Mário Avelino, falará sobre o tema. Quarta-feira, às 8h.

Giro pelo Mundo
Nesta quarta-feira é destaque que, no México, dinheiro de mansão de traficante irá para atletas do Pan-Americano. Na Ásia, ONG alerta que Japão planeja despejar água radioativa de Fukushima no Pacífico. No Quadro Direito Comparado, o Giro pelo Mundo recebe a participação do professor e advogado Vladimir Feijó. Quarta-feira, às 11h.

Defenda seus Direitos
O Defenda seus Direitos desta quarta-feira é sobre Direito à Saúde e Acessibilidade. Na coluna Acessibilidade desta edição, o advogado Phellip Ponce fala sobre acessibilidade atitudinal. No Quadro Saúde e Bioética, a advogada Larissa Friedrich comenta sobre a Lei Antifumo, tendo por base o fato do Brasil ser o 2º país a alcançar as medidas de combate do tabaco da OMS. E, no quadro Entrevista, o advogado Jerônimo Agenor explica a decisão do Tribunal de Justiça da Paraíba, que condenou o estado a indenizar paciente que adquiriu a síndrome de Stevens-Johnson por conta de erro médico. Quarta-feira, às 13h.

Radionovela Justiça em Cena – “Pedrinho e o Lobo”
O Edgar era um grande amigo dos pais do Pedrinho. Mas, por um desses acasos do destino, o garoto ficou órfão do dia para a noite, tendo apenas o Edgar e o Eurico, um tio bem distante, para cuidar dele. Só que o Eurico não parece ter muito apreço pelo garoto da mesma forma que tem pela fortuna dele. E seu plano é mandá-lo no próximo avião para a Suíça. Agora que o Eurico recebeu a notícia de que o juiz lhe concedeu a tutela do Pedrinho, o Edgar terá que fazer de tudo e mais um pouco para revogar essa decisão e conseguir a guarda do garoto. Ouça a radionovela em diversos horários na programação e versão compacta aos sábados e domingos, às 20h30.

Rádio Justiça
A Rádio Justiça é sintonizada em 104,7 FM no Distrito Federal e pode ser ouvida pelo site www.radiojustica.jus.br. Acompanhe a programação e siga a Rádio Justiça pelo Twitter no endereço http://twitter.com/radiojustica. Participe dos programas! Envie dúvidas e sugestões sobre temas ligados ao Direito para nosso whatsapp: (61) 9 9975-8140.

Fonte: Rádio Justiça

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Jurídico

Mais três partidos enviam ao TSE critérios para distribuição do Fundo Eleitoral de 2020

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Mais três diretórios nacionais de partidos políticos encaminharam petições à Presidência do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) indicando os critérios fixados para a distribuição do Fundo Eleitoral de Financiamento de Campanha (FEFC) para as Eleições Municipais de 2020. São eles: Partido Verde (PV), Democracia Cristã (DC) e Patriota.

Até agora, dos 33 partidos registrados no país, apenas nove legendas encaminharam ao TSE os documentos com os critérios. As outras agremiações são as seguintes: Partido Liberal (PL), Republicanos, Partido Social Liberal (PSL), Partido Social Democrático (PSD), Progressistas (PP) e Solidariedade.

Os recursos do FEFC serão liberados às legendas, de acordo com a Resolução TSE nº 23.605/2019, somente após a definição dos critérios para a sua distribuição, que devem ser aprovados pela maioria absoluta dos membros do órgão de direção executiva nacional do partido.

A norma obriga a aplicação do total recebido do Fundo de modo proporcional ao número de candidatas do partido ou da coligação, observado o mínimo de 30%. Além disso, os critérios devem ser fixados, em valores absolutos ou percentuais, de modo a permitir o controle da Justiça Eleitoral quanto à sua distribuição. A lei determina ainda que as definições sejam amplamente divulgadas pelos partidos.

Critérios

A Lei das Eleições (Lei nº 9.504/1997) prevê que os recursos do FEFC devem ser distribuídos, em parcela única, aos diretórios nacionais dos partidos, observados os seguintes critérios: 2% divididos igualitariamente entre todas as agremiações com estatutos registrados no TSE; 35% divididos entre aquelas que tenham pelo menos um representante na Câmara dos Deputados, na proporção do percentual de votos por elas obtidos na última eleição geral para a Câmara; 48% divididos entre as siglas, na proporção do número de representantes na Câmara dos Deputados, consideradas as legendas dos titulares; e 15% divididos entre os partidos, na proporção do número de representantes no Senado Federal, consideradas as legendas dos titulares.

Em recente julgamento, o TSE revisou os critérios para a divisão do Fundo nas Eleições 2020. Para o cálculo de distribuição, a Corte Eleitoral decidiu considerar o número de representantes eleitos para a Câmara e para o Senado na última eleição geral, bem como o número de senadores filiados ao partido que, na data do pleito, estavam no primeiro quadriênio de seus mandatos.

Documentação exigida

Os critérios fixados para a distribuição do FEFC devem ser enviados à Presidência do TSE juntamente com as seguintes informações: ata da reunião, subscrita pelos membros da executiva nacional do partido, com reconhecimento de firma em cartório ou certificação digital; prova material de ampla divulgação dos critérios de distribuição do Fundo; e indicação dos dados bancários de uma única conta corrente, aberta exclusivamente em nome do diretório nacional da agremiação para movimentação dos recursos.

Após o envio dos documentos, cabe à Presidência da Corte certificar que as petições dos partidos contêm todos os requisitos exigidos para a liberação do FEFC, determinar a transferência dos recursos do Fundo às contas bancárias informadas pelas legendas e publicar os critérios fixados pelos partidos.

Na hipótese de não apresentação dos documentos exigidos ou de renúncia, o saldo remanescente do Fundo será devolvido à conta única do Tesouro Nacional. Também serão restituídos ao erário os recursos do FEFC que não forem utilizados nas campanhas eleitorais.

IC/LC

Fonte: TSE

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Aplicação de multa a advogado que abandona processo é constitucional

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Aplicação de multa a advogado que abandona processo é constitucional

Por maioria de votos (6×5), o Plenário do Supremo Tribunal Federal (STF) julgou constitucional o dispositivo do Código de Processo Penal (CPP) que fixa multa de 10 a 100 salários mínimos para o advogado que abandonar o processo sob sua responsabilidade. Na sessão virtual concluída em 4/8, o Plenário julgou improcedente a Ação Direta de Inconstitucionalidade (ADI) 4398, ajuizada pelo Conselho Federal da Ordem dos Advogados do Brasil contra a alteração no artigo 265 do CPP promovida pela Lei 11.719/2008, que prevê a aplicação da multa.

Figura indispensável

Prevaleceu o entendimento da relatora, ministra Cármen Lúcia, de que a aplicação da multa não é desproporcional ou desarrazoada. Ao contrário, para ela, trata-se de um meio razoável de evitar o comportamento prejudicial à administração da justiça e ao direito de defesa do réu, tendo em vista a imprescindibilidade da atuação do advogado para o regular andamento do processo penal.

Segundo a ministra, o texto constitucional (artigo 133) reconhece no advogado uma figura indispensável para a administração da Justiça, e o Estatuto da Advocacia reconhece que ele presta serviço público e exerce função social. Na sua avaliação, essa função é ainda mais relevante no processo penal, que pode resultar na privação da liberdade do cliente. Tanto que o direito à defesa técnica por advogado habilitado é prevista no artigo 261 do Código de Processo Penal (CPP), sob pena de anulação absoluta do processo.

A ministra observou ainda que a multa pode ser aplicada sem prejuízo das demais sanções cabíveis. Ela lembrou que o artigo 265 do CPP prevê sanção processual pelo abandono do processo, sem impedir que a OAB possa punir administrativamente, se for o caso, o profissional que compõe os seus quadros.

Acompanharam o voto da relatora os ministros Alexandre de Moraes, Gilmar Mendes, Luís Roberto Barroso, Luiz Fux e a ministra Rosa Weber.

Procedência

Os ministros Marco Aurélio, Edson Fachin, Ricardo Lewandowski, Dias Toffoli e Celso de Mello votaram pela procedência da ação para declarar o dispositivo questionado inconstitucional. O ministro Marco Aurélio não reconhece legitimidade na imposição de multa que tenha como base de cálculo a vinculação com o salário mínimo.

Já o ministro Edson Fachin salientou que sua discordância não pretende “oferecer uma salvaguarda geral do abandono”, mas explicou que o sistema constitucional brasileiro, em razão de sua regulação do trabalho, admite a possibilidade de aferição de responsabilidades pelo mau exercício profissional, notadamente pelas entidades de classe. “Se há dolo ou má-fé, devem ser atribuídas as consequências legais compatíveis com os direitos fundamentais”, afirmou.

AR/CR//CF

23/3/2010 – OAB questiona multa para advogados prevista no Código de Processo Penal

Fonte: STF

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