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Confins voltará a receber voos da Copa Airlines em novembro

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Gabriel Araújo

Confins voltará a receber voos da Copa Airlines em novembro

CNF ao vivo – Após suspender as operações na rota Cidade do Panamá (PTY) – Confins (CNF) em decorrência da pandemia, a Copa Airlines já definiu uma data de retorno ao aeroporto mineiro.

A partir do dia 23 de novembro, a companhia panamenha voará três vezes por semana. Sendo assim, Confins será a quarta cidade brasileira a receber voos da Copa após a retomada das atividades.

“Estamos retomando as atividades no Brasil aos poucos e muito felizes por poder voltar à Minas Gerais, um mercado muito importante para nós. Queremos compartilhar com os nossos clientes que estamos tomando todas as medidas de biossegurança necessárias para garantir uma experiência de voo segura para nossos passageiros e colaboradores, do check-in até o desembarque”, destaca Carlos Antunes, Gerente Regional de Vendas.

Abaixo, veja os horários:

CMP765 PTY 17h40 – 00h30+1 CNF
CMP764 CNF 01h30 – 08h20 PTY

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Economia

Dólar fecha em leve alta em dia de feriado nos EUA

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Em um dia de poucos negócios por causa do feriado de Ação de Graças nos Estados Unidos, o dólar fechou em leve alta. A bolsa de valores operou em queda, mas fechou com pequeno ganho, mantendo-se acima dos 110 mil pontos.

O dólar comercial encerrou esta quinta-feira (26) vendido a R$ 5,335, com alta de R$ 0,015 (+0,28%). Sem a principal referência no mercado internacional, a divisa oscilou bastante. Abriu em alta, chegou a cair para R$ 5,29 por volta das 14h30 e reverteu a queda, até encerrar próxima da estabilidade.

O mercado de ações teve um dia semelhante. O índice Ibovespa, da B3, fechou o dia aos 110.227 pontos, com alta de 0,09%. O indicador operou em baixa durante quase toda a sessão, mas reagiu durante a tarde até entrar em território positivo nos 40 minutos finais de negociação.

Sem notícias no mercado externo, as negociações dependeram fundamentalmente de fatores internos. O déficit primário de R$ 3,56 bilhões em outubro, divulgado hoje pelo Tesouro Nacional, veio melhor que o esperado pelas instituições financeiras, que projetavam resultado negativo de R$ 44,1 bilhões.

As declarações do secretário do Tesouro, Bruno Funchal, negando divergências entre o Ministério da Economia e o presidente do Banco Central, Roberto Campos Neto, também ajudaram a dissipar parte das tensões. O secretário repetiu declarações dadas ontem (25) à noite pelo ministro Paulo Guedes e disse que o governo tem um projeto para conter o crescimento dos gastos públicos e desvincular parte das receitas

Segundo Funchal, o plano envolve a aprovação, nas próximas semanas, de propostas em tramitação no Congresso Nacional.

*Com informações da Reuters

Edição: Nádia Franco

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Economia

Plano para economia envolve aprovação de reformas, diz Funchal

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O plano para conter a dívida pública e alavancar o crescimento da economia em 2021 envolve a aprovação, nas próximas semanas, de reformas paradas na Câmara e no Senado, disse hoje (26) o secretário do Tesouro Nacional, Bruno Funchal. Ele negou qualquer divergência entre o Ministério da Economia e o Banco Central (BC) e informou que o projeto fiscal existe e está em andamento.

Segundo Funchal, a equipe econômica trabalha para que o Senado aprove, após o segundo turno das eleições municipais, as propostas de emenda à Constituição emergencial (PEC) e do Pacto Federativo. A primeira PEC introduz gatilhos para segurar os gastos públicos quando a dívida pública atinge níveis altos. A segunda descentraliza recursos da União para estados e municípios.

Na Câmara dos Deputados, informou o secretário, o ministério trabalha para a aprovação do projeto de lei que libera o uso de dinheiro parado em fundos públicos para o pagamento de despesas. Funchal também citou o projeto que concede autonomia ao BC e liberaliza diversos marcos regulatórios.

Alinhamento

Em relação ao Banco Central, Funchal reiterou que o Ministério da Economia está “totalmente alinhado” com a autoridade monetária. “Todos fazem parte do mesmo governo”, declarou Funchal em entrevista para explicar o déficit primário de R$ 3,56 bilhões em outubro.

Ontem (25), Campos Neto defendeu, em evento promovido por cooperativas de crédito, a necessidade de retomada das reformas estruturais e de um plano fiscal para controlar o crescimento da dívida pública depois do fim da pandemia de covid-19. Mais tarde, o ministro da Economia, Paulo Guedes, respondeu e disse que a equipe econômica já tem um plano e pediu que o presidente do BC apresentasse o seu, caso tivesse um.

Reformas

Em comunicado que analisa o déficit primário de outubro, o Tesouro Nacional voltou a pedir reformas fiscais para que os gastos com o enfrentamento da pandemia do novo coronavírus não transbordem para 2021. Na avaliação do órgão, somente com a continuidade das reformas estruturais – administrativa, emergencial e do Pacto Federativo – o Brasil conseguirá crescer de forma sustentável e com juros baixos a partir do próximo ano.

“Somente desta forma, a retomada do crescimento observada neste segundo semestre de 2020 e esperada para 2021 poderá se traduzir em avanço sustentável para 2022 em diante, baseado nos investimentos privados, que são geradores de emprego e renda. Sem reformas estruturais e com desgaste das regras fiscais, o cenário é oposto a este, com alta do juro e baixo crescimento”, ressaltou o texto.

Sem citar uma eventual extensão do auxílio emergencial para 2021, o comunicado reiterou que não existe espaço fiscal para medidas que criem brechas para furar o teto federal de gastos. “O país já parte de um endividamento elevado em relação aos seus pares. Não há espaço para medidas que dificultem o processo de consolidação fiscal e fragilizem a regra do teto de gastos”, concluiu a nota do Tesouro.

Edição: Liliane Farias

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