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Economia

Confiança empresarial tem primeira alta desde janeiro, diz FGV

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Agência Brasil

Empresário confiante
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A confiança dos empresários é medida pelo Índice de Expectativas

O Índice de Confiança Empresarial (ICE), medido pela Fundação Getulio Vargas ( FGV ) subiu 0,6 ponto de maio para junho deste ano e chegou a 92,6 pontos, em uma escala de zero a 200 pontos. De acordo com as informações da FGV divulgadas nesta segunda-feira (1) essa foi a primeira alta do indicador , que mede a confiança de empresários da indústria, serviços, comércio e construção, desde janeiro deste ano.

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A confiança dos empresários no futuro, medida pelo Índice de Expectativas , subiu 1,1 ponto para 99,3 pontos. Já a percepção sobre a situação atual dos negócios, medida pelo Índice da Situação Atual, subiu 0,3 ponto em junho, para 89,9 pontos.

Entre os setores pesquisados, apenas a indústria recuou: -1,5 ponto. Os demais setores tiveram alta na confiança: serviços (2,2 pontos), comércio (1,2 ponto) e construção (2,1 pontos). Em junho, a confiança avançou em 65% dos 49 segmentos que integram o ICE.

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De acordo com o pesquisador da FGV Aloisio Campelo Jr., a primeira alta desde janeiro deve ser interpretada como uma acomodação e não como um marco de reversão da tendência declinante dos meses anteriores. Segundo ele, “somente uma mudança no quadro atual, que combina nível de atividade fraco e incerteza elevada, levará a uma recuperação consistente da confiança”.

Fonte: IG Economia
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Economia

Com coronavírus, dólar recua a R$4,19 nesta terça e mercados tentam se recuperar

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MARCELLO CASAL JR./AGÊNCIA BRASIL

Dólar voltou a recuar nesta terça-feira


O dólar comercial recuou 0,26% nesta terça-feira (28), valendo R$4,198. O Ibovespa (índice de referência da Bolsa de São Paulo ) avançou 1,47%, chegando aos 116.230 pontos. Os mercados, tanto brasileiro como internacional, buscam se recuperar do tombo de ontem, quando os principais indicadores globais fecharam em forte queda após a Organização Mundial da Saúde (OMS) ter elevado o alerta para o coronavírus .

Na Europa , o índice FTSE (Londres) sobe 0,48%. Em Paris, o CAC 40 tem ganhos de 0,49%, ao passo que o DAX (Frankfurt) tem ganhos de 0,35%. Na véspera, eles fecharam com queda superior a 2%.

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Já na Ásia , os mercados chineses seguem fechados por conta da prorrogação do feriado do Ano Novo Lunar . No Japão , porém, o índice Nikkei ainda fechou em queda, recuando 0,55%.

“O que observamos nesta terça é uma tentativa de os mercados se recuperarem após terem despencado na véspera. Os impactos na saúde e a rápida disseminação do coronavírus estão longe de serem resolvidos. Porém, ainda não há dados que demonstrem de que forma a doença atrapalhou a economia”, avalia Victor Beyruti, economista da Guide Investimentos.

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Ainda no cenário externo, o barril de petróleo tipo Brent é negociado perto da estabilidade, com leve alta de 0,07%, valendo US$ 59,36.

A commodity apresenta essa recuperação após a Organização dos Países Exportadores de Petróleo (Opep) estudar a prorrogação seus atuais cortes na produção de petróleo ao menos até junho, com a possibilidade de reduções adicionais na oferta caso a demanda por petróleo na China seja significativamente impactada pela disseminação de um novo coronavírus .

Fonte: IG Economia
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Economia

Mais de mil pessoas foram resgatados em condições análogas à escravidão em 2019

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O número é menor que o registrado em 2018, quando 1.745 trabalhadores foram resgatados nessa situação arrow-options
Foto: Divulgação/MPT-MS

O número é menor que o registrado em 2018, quando 1.745 trabalhadores foram resgatados nessa situação

Em 2019 , 1.054 trabalhadores foram encontrados em condições análogas à escravidão em 276 estabelecimentos em todo o país. O número é menor que o registrado em 2018, quando 1.745 trabalhadores foram resgatados nessa situação.

Mas a quantidade de estabelecimentos fiscalizados pelos auditores fiscais do trabalho aumentou – no ano passado, foram 252 locais inspecionados.

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Os dados, divulgados pelo Ministério Público do Trabalho (MPT) e pelo Ministério da Economia nesta terça-feira, mostram ainda que 87% das ocorrências foram registradas no meio rural, em atividades agropecuárias.

Ainda segundo dados da Subsecretaria de Inspeção do Trabalho (SIT) da Secretaria Especial de Previdência e Trabalho, do Ministério da Economia, os trabalhadores resgatados ao longo do ano passado receberam cerca de R$ 4,1 milhões em verbas salariais e rescisórias, e 915 contratos de trabalho foram regularizados.

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Entre os estados, Minas Gerais foi mais fiscalizado em 2019, com 45 ações fiscais, e o maior número de trabalhadores encontrados em situação de trabalho análogo ao escravo – 468 pessoas.

Em seguida, aparecem São Paulo e Pará, que passaram por 25 ações fiscais cada. Em São Paulo, foram resgatados 91 trabalhadores, no Pará, 66.

O maior flagrante de uma situação do tipo em um único estabelecimento, porém, foi no Distrito Federal:79 pessoas estavam trabalhando em condições degradantes para uma seita religiosa.

O setor agropecuário lidera o ranking do trabalho escravo em 2019: 87% das ocorrências vieram do meio rural. Foi na produção de carvão vegetal que mais trabalhadores foram encontrados nessa situação – 121 foram resgatados.

Em seguida, aparece o cultivo de café, onde 106 pessoas estavam nessas condições. Na criação de bovinos de corte, foram 95 pessoas, e no cultivo de milho, 67 trabalhadores.

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O comércio varejista também se destacou negativamente, com 79 trabalhadores encontrados em condições degradantes. O chamado trabalho escravo urbano fez 120 vítimas no setor de confecção de roupas, na construção de edifícios e rodovias, e em serviços ambulantes e domésticos.

Fonte: IG Economia
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