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Condomínios são obrigados a denunciar violência doméstica. Na prática funciona?

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Espalhou-se no Brasil, de 2020 para cá, a criação de leis estaduais obrigando os responsáveis pelos condomínios a comunicarem às autoridades policiais situações de violência contra mulheres
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Espalhou-se no Brasil, de 2020 para cá, a criação de leis estaduais obrigando os responsáveis pelos condomínios a comunicarem às autoridades policiais situações de violência contra mulheres

Por Alice de Souza, da Revista AzMina

A briga começou por causa de uma chuteira. Ao se recusar a comprar o objeto para o então namorado, Juliana Guineli, 44 anos, foi agredida por ele com socos na cabeça. A primeira reação dela foi correr, tirar o interfone do gancho e gritar. “Chama a polícia, ele vai me matar.” Do outro lado da linha, a porteira de plantão atendeu ao pedido e acionou os agentes de segurança pública. O homem foi preso enquanto fugia correndo pela rua.

Esse caso aconteceu há alguns anos, mas ainda hoje o desespero de Juliana aparece nas estatísticas de violência doméstica. Em 2019, 30% dos homicídios contra mulheres ocorreram dentro de casa, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Em 2020, o cenário foi mais grave por conta da pandemia do coronavírus, e 54% dos feminicídios ocorreram no interior das residências, segundo o Fórum Brasileiro de Segurança Pública (FBSP).

Agressões verbais e ameaças transcendem as paredes, em gritos escutados da portaria e pelas janelas vizinhas. Com o isolamento social e todo mundo em casa, essas situações ficaram mais frequentes e expostas. Surgiram iniciativas para ajudar possíveis vítimas de violência, como recados nos elevadores que diziam: “Você não está sozinha”. A partir daí, cada vez mais síndicos, porteiros e vizinhos foram implicados a romper com a lógica de que “em briga de marido e mulher ninguém mete a colher”.

Espalhou-se no Brasil, de 2020 para cá, a criação de leis estaduais obrigando os responsáveis pelos condomínios a comunicarem às autoridades policiais situações de violência contra mulheres, crianças, adolescentes ou idosos. Alguns governos limitaram o vigor das regras durante o período de calamidade pública decorrente da Covid-19.

Pernambuco foi o pioneiro, aprovando um projeto desse tipo, antes da pandemia, em junho de 2019, mas outros 17 estados adotaram medidas semelhantes. Em cinco estados, havia projetos de lei em tramitação. Parte das novas legislações prevê multa – que pode chegar a R$ 10 mil – em caso de omissão. Também pode depender “das circunstâncias da infração, das condições financeiras e do porte do condomínio”.

Quando a lei foi aprovada em Pernambuco, a síndica Railene Fernandes, 42 anos, espalhou cartazes e orientou os funcionários dos dois condomínios que administra com mais de 500 unidades, em Jaboatão dos Guararapes, região metropolitana do Recife. Desde então, ela já enfrentou pelo menos quatro situações em que precisou ligar para a polícia para proteger uma mulher – mas não sabe se conseguiu acabar com a violência sofrida por elas.

Projetos sobre o tema no Brasil
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Proposta quer alterar código penal

Em âmbito nacional, tramita na Câmara dos Deputados o projeto de lei 2510/20, que adiciona os moradores também como atores que devem fazer a denúncia. O PL 2510/20 modifica o Estatuto dos Condomínios, o Código Civil e o Código Penal.

No mês de novembro, a lei estadual nº 17.406/2021 entrou em vigor em São Paulo. Os indícios de violência doméstica e familiar devem ser comunicados, por telefone ou aplicativo, quando estão acontecendo no momento da denúncia, ou por escrito, em até 24 horas, depois de saber do fato. Também há a determinação para a instalação de cartazes educativos. A multa de até R$ 2,9 mil, no entanto, foi vetada pelo governo estadual.

Em Pernambuco, onde regras já vigoram há mais de dois anos, os registros de casos de violência ocorridos dentro de apartamentos e condomínios aumentaram 13% entre 2018 e 2020, conforme dados da Secretaria de Defesa Social (SDS-PE).

Todos os entrevistados para esta reportagem lembraram de pelo menos um caso de violência ocorrido no prédio onde moram ou trabalham. Ouvimos três porteiros, uma governanta e quatro síndicos, assim como ativistas dos direitos das mulheres e dois representantes de sindicatos de administradores e funcionários de condomínios.

Frustrados

Durante seis anos trabalhando em um prédio na Zona Norte do Recife, Elias Campelo, 39 anos, já presenciou duas situações. A última ocorreu há cinco meses, quando um casal discutiu dentro de um carro, na garagem, e foi interrompido pela vizinhança. Moradores começaram a gritar depois de ver o homem puxar a mulher com força. Pediram para fechar a saída, mas Elias abriu o portão. Ele não conhecia a lei sancionada no estado, só foi instruído pelo síndico a “ligar para o 180” diante de qualquer situação, quando um flagrante, na verdade, é para ser comunicado ao 190.

“Ela estava batendo nele, e ele é um homem grande. Aí, ele se irritou numa certa hora e deu um empurrão nela. Eu abri o portão para cessar aquilo dentro do condomínio”, contou o porteiro. Ainda assim, os vizinhos chamaram a polícia. De imediato chegou uma viatura. “Aí, no outro plantão, os policiais estiveram lá, mas a mulher disse que não queria [denunciar] nada, já estava tudo certo”, comentou Elias, que se mostrava desapontado.

O ar de frustração também era perceptível na fala de Heleno Ribeiro, 42 anos, que presenciou uma situação de violência no dia anterior à entrevista para AzMina. O casal estava brigando na frente do prédio, e o homem entrou com o carro em alta velocidade na garagem. Heleno ligou para a síndica na hora e pediu orientação. “Quando parte para o lado da agressão, eu não vou me meter. Minha profissão é porteiro e não defender alguém de uma confusão”, argumenta Heleno.

A postura dele vem de outra experiência em um prédio onde trabalhou anteriormente. Um casal discutiu, a mulher começou a gritar e o homem saiu, arrancando o portão. “Meu amigo foi tentar ajudar. E, resumindo, a moradora, ao invés de ficar à favor do porteiro, ficou contra ele”, narrou Heleno, que tirou o fato como uma ‘lição’. “Nossa profissão não é valorizada”, complementou.

Desafios para colocar em prática

Engajar a comunidade condominial requer outros esforços, pois a normativa legal tem limites de execução. Na prática, há alguns entraves, como: a falta de formação de porteiros, síndicos e vizinhos em questões de gênero, o medo de represália trabalhista e o machismo. Tudo isso vira obstáculo para que as denúncias sejam realizadas e que as  vítimas e os denunciantes estejam realmente protegidos.

Na época da discussão do projeto de lei em Pernambuco, o principal receio do Sindicato da Habitação (Secovi-PE) era o de represálias aos síndicos. “Eles ficaram temerosos, porque além de síndicos são vizinhos. E estariam batendo de frente com uma pessoa que está demonstrando histórico violento”, afirmou Norberto Lopes, advogado da entidade que representa os síndicos e administradoras de imóveis.

A regra pernambucana foi alterada em setembro deste ano, retirando a necessidade de reportar o caso em até 48 horas do ocorrido, e diz que é preciso colocar cartazes informativos no prédio. De acordo com o Secovi-PE, o melhor seria fazer uma denúncia anônima. “Já tivemos caso de uma síndica agredida com uma bicicleta na cabeça depois de fazer uma denúncia”, exemplificou Lopes. Por conta disso, foram colocadas algumas orientações no site do sindicato.

Já o sindicato dos empregados de condomínios pernambucanos, o Sieec-PE, têm orientado a fazer a denúncia e registrar a violência doméstica e familiar no livro de ocorrências do prédio. “A entidade prega que o trabalhador não seja omisso, mas entende que a denúncia não pode cair no braço só do porteiro, é de toda a coletividade”, esclarece o presidente do Sieec-PE, Rinaldo Junior. Eles oferecem apoio jurídico a quem denunciar.

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A governanta Marina Tavares, 57 anos, foi demandada pela síndica do prédio onde trabalha, em Recife, para repassar orientações aos 9 funcionários quando a lei foi aprovada em 2019. No ano passado, foi necessário denunciar uma ocorrência e logo a retaliação quase chegou.

“Um casal começou a discutir. O porteiro chamou a polícia. Depois, a proprietária ficou querendo saber quem havia sido. Não quis prestar queixa e ficou zangada”, lembra Marina. Até hoje, mesmo diante das insistências, o prédio não revela quem fez a queixa.

Comunidade precisa se envolver

A síndica Railene Fernandes foi acionada duas vezes por causa dos gritos de uma mulher, ouvidos pelos condôminos. Na primeira, ligou para o apartamento, mas foi informada de que havia ocorrido apenas uma “discussão mais acalorada”. Uma semana depois, a mulher saiu correndo com o filho pequeno nos braços, pelos corredores, fugindo do agressor. Foi então que Railene chamou a polícia. “Depois, o condomínio ficou em cima da situação, notificando o barulho excessivo e eles se mudaram”, disse a síndica.

A tática de Railene é nunca ir ao encontro do agressor e da vítima em caso de flagrante. “Eu não chego perto quando tem briga, eu ligo para a polícia e fico aguardando na portaria”, relata. Ela faz questão de denunciar porque, observando experiências pessoais, sabe que a violência pode bater à porta dela a qualquer momento. “Como síndica, já precisei chamar a polícia para me defender três vezes de moradores homens que tentaram me questionar.”

Com as alterações na Lei Maria da Penha no Brasil, em 2012, já estava previsto que qualquer pessoa, ao saber de um caso de violência doméstica, pudesse denunciar. Porém, as novas leis são necessárias, na opinião da vice-presidente e diretora pedagógica do Instituto Maria da Penha, Regina Célia, porque os crimes entre quatro paredes geralmente têm o conhecimento da comunidade do entorno, que tem que se sensibilizar. “Não pode ser algo que você escuta e volta a dormir, a jantar. É um crime que deve incomodar a cada um de nós.”

Por outro lado, as falas dos porteiros Heleno e Elias revelam que a aplicabilidade da lei requer que a violência doméstica seja vista como uma questão complexa. “A oferta de ajuda é sempre importante, mas não deve se reduzir à notificação policial. Às vezes, a denúncia em si não garante a proteção da mulher e ainda pode agravar a situação”, pondera a socióloga e pesquisadora de violência contra a mulher Ana Paula Portella.

A lei é importante, reitera a socióloga, pois significa ampliar a compreensão do problema e a responsabilização social e coletiva. “Mas a mulher tem o direito, tem autonomia e agenciamento próprio para decidir o que quer fazer em relação à violência que vive.” A sugestão da socióloga é que os representantes do condomínio, ao notarem indícios de violência doméstica, busquem se aproximar da mulher, de preferência longe do agressor, para criar um espaço de confiança, antes que a situação piore. E, então, perguntar como ela gostaria de ser ajudada na questão.

Qualificação

Heleno trabalha para uma administradora de condomínios e conheceu a lei pernambucana em uma formação, mas ele foi uma exceção entre os porteiros ouvidos pela reportagem. Para que a legislação recente possa ser efetivada, especialistas em proteção de mulheres defendem que é preciso estabelecer uma política educativa e permanente de prevenção à violência dentro dos condomínios. De preferência, com a criação de um protocolo de acolhimento e cuidado.

A qualificação sobre como comunicar uma violência evitaria desgastes como os que citamos aqui. “Mostrar quais as possíveis estratégias para evitar problemas, mitigar riscos, garantindo a denúncia e inibindo o conflito”, aponta Regina Célia.

Caminhos para condomínios aplicarem a nova legislação

  1. Informar aos porteiros, síndicos e lideranças do prédio sobre a existência da lei;
  2. Mostrar como a lei deve ser aplicada, quem pode aplicá-la e quais são os riscos envolvidos em uma denúncia;
  3. Instalar cartazes nos elevadores e áreas comuns;
  4. Criar uma cartilha com uma política preventiva da violência doméstica e familiar para o prédio;
  5. Promover rodas de diálogo sobre violência doméstica com os moradores;
  6. Trazer o tema em reuniões mensais sobre questões administrativas;
  7. Criar um podcast, com serviços informativos sobre o condomínio;
  8. Acionar de imediato a polícia em caso de flagrantes;
  9. Registrar os casos nos livros de ocorrência;
  10. Criar uma rede de apoio e confiança para se aproximar de uma vítima de violência no prédio;

Fonte: Instituto Maria da Penha (IMP)

Meter a colher

A startup Mete a Colher lançou uma cartilha quando a lei foi aprovada. A diretora Renata Albertim propõe que os condomínios informem sobre o que é a Lei Maria da Penha, o que é uma medida protetiva e trazer isso em reuniões e palestras. “Mas os flagrantes devem ser casos de polícia”, diz.

O porteiro Elias já foi acionado por uma moradora para garantir o distanciamento estabelecido judicialmente, antes ele não sabia que o homem não poderia mais entrar no prédio. “Ninguém me falou. Quando vi, ele já estava puxando o braço dela. Aí eu fui lá e conversei com eles”, contou Elias.

Promover rodas de diálogo no condomínio também pode constranger possíveis agressores. “Assim como precisamos reunir todos para construir uma escada no prédio, temos como incluir um programa de cidadania ativa entre eles”, acrescenta Regina Célia, indicando o que considera ser “uma nova perspectiva de comunidade”.

A cultura da educação e prevenção ajuda também a romper as barreiras estabelecidas pelas relações de poder entre moradores e funcionários, o que muitas vezes inibe a denúncia. “Existe uma ordem de silêncio, pois nesses imóveis moram policiais, advogados, coronéis”, destacou Regina.

Ainda que haja um longo caminho, dúvidas e preocupações para enfrentar a violência contra a mulher nos ambientes privados, o empenho das pessoas no entorno em ajudar as vítimas – agora por força da lei – parece um bom começo.

Depois que a síndica Daniele Parisio, 41 anos, administradora de um conjunto de prédios em Jaboatão dos Guararapes, colou 27 cartazes e compartilhou informações sobre a lei, os casos esfriaram. “Nunca mais aconteceu nada. Eu sempre divulgo. E estamos sempre atentos.” O próximo passo será criar um grupo de diálogo entre as mulheres, disse ela. “Às vezes, a vítima não tem condições de sair da violência. E, assim, a gente pode estar evitando uma situação de chegar ao extremo, e salvar essa mulher.”

Publicação original em AzMina.

Fonte: IG Mulher

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Numerologia do Amor e Sexo

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Numerologia do Amor e Sexo
Liggia Ramos

Numerologia do Amor e Sexo

Cada pessoa possui um número que pode dizer muito sobre o jeito que se comporta no amor e no sexo . Você pode descobrir qual é o seu, somando os valores das letras do seu nome completo. Para isso, use a tabela alfanumérica (abaixo) até obter um só algarismo. Veja no exemplo como esse cálculo é feito. Em seguida, faça o mesmo com o nome de seu par.

JÁ CONFERIU O SEU HORÓSCOPO HOJE? NÃO?! DESCUBRA TUDO O QUE PODE ROLAR NO SEU DIA E AS TENDÊNCIAS ASTRAIS PARA O SEU SIGNO, AGORA!

TABELA ALFANUMÉRICA 

1 2 3 4 5 6 7 8 9 A B C D E F G H I J K L M N O P Q R S T U V W X Y Z

Exemplo:

Sílvia Costa

19349136121=40 = 4+0 = 4

Pelo cálculo da soma das letras do nome, no exemplo, o número da Sílvia Costa é 4. Agora, calcule o seu e do seu amor:

Melhores pares: pessoas de todos os números 

Mulher

Amor: não suporta a ideia de se sentir solitária, mas precisa de liberdade no relacionamento. Quando ama, sabe retribuir os carinhos e a atenção que recebe. Adora a conquista amorosa. 

Sexo: a rotina não faz parte da sua vida sexual. É um tipo insaciável, que não se cansa nunca! Curte aventuras eróticas para estimular a transa. Tem estilo provocante e sexy, mas nem sempre toma a iniciativa.

Homem

Amor: ao contrário de muitos, adora a mudança. Sua parceira precisa entender que, em alguns dias, está mais falante. Já em outros, pode estar mais voltado à sedução. Não gosta de se sentir “amarrado” à pessoa amada.

Sexo: fazer amor em locais inusitados é sua especialidade. Acredita que surpresas, como uma transa de última hora, são estimulantes. É desinibido na intimidade.

Melhores pares: pessoas dos números 1, 2 e 4

Mulher

Amor: é bastante discreta no amor e procura total entendimento com o parceiro. Seu coração está sempre pronto para viver a paixão e costuma valorizar bastante seu amado.

Sexo: apesar da aparente frieza, deixa fluir seus instintos eróticos quando está ao lado de quem ama. Gosta de partir em busca de novas experiências para se satisfazer sexualmente.

Homem

Amor: tem uma imaginação incrível e sonha com uma mulher que possa levá-lo a loucuras na paixão. É sensível e usa a intuição para encontrar seu grande amor. Sofre bastante com decepções amorosas.

Sexo: sua sexualidade é capaz de trazê-lo de volta à realidade. Gosta de tomar banho antes da transa, de preferência com a parceira. Acredita que o sexo é mágico.

Melhores pares: pessoas dos números 1 e 7

Mulher

Amor: adora fazer surpresas românticas para expressar todo o seu romantismo e sensibilidade . Preza pela lealdade. Se for preciso, perdoa uma falha, mas não gosta de ser passada para trás.

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Sexo: trata o seu homem de maneira especial na cama. Faz com que ele se sinta seguro e à vontade para satisfazer todas as suas fantasias. Curte transar e tem bastante energia entre quatro paredes.

Homem

Amor: curte passeios românticos e jantar à luz de velas. Pode parecer clichê, mas este homem realmente prefere ficar bem juntinho de sua amada. Gosta de dar e receber carinho, na mesma medida.

Sexo: esforça-se para deixar a parceira feliz e para manter a harmonia na vida sexual dos dois. Antes da transa, procura preparar todo o cenário de amor para deixá-lo mais acolhedor.

Melhores pares: pessoas dos números 2 e 8

Mulher

Amor: costuma ser fiel, mas precisa se sentir segura ao lado de quem ama. Seus relacionamentos, geralmente, são longos. Romântica e organizada, gosta de guardar lembrancinhas do amado.

Sexo: apesar de seu jeito calmo, é bastante sensual na intimidade. Sabe fazer a pessoa amada se sentir especial. Adora caprichar nas preliminares e faz com que o par fique muito à vontade.

Homem

Amor: segurança e amizade são fatores importantes para que se entregue a uma relação. A rotina, que para alguns é cansativa, é importante para sua vida. Preza pela harmonia a dois.

Sexo: é facilmente seduzido se tiver certeza de que sua parceira não tem mais ninguém em vista. Debaixo dos lençóis, gosta de brincadeiras, como arranhar ou morder, de leve.

Melhores pares: pessoas dos números 6 e 9

Mulher

Amor: como valoriza a monogamia, seu principal objetivo é estar em paz com seu parceiro. Entrega-se facilmente aos sentimentos. No relacionamento, é bastante criativa e carinhosa com ele.

Sexo: agrada o par, fazendo-o se sentir especial na hora da transa. Seu jeito gentil encanta e estimula o amado. É hábil nas técnicas amorosas e sempre deixa ele bastante excitado.

Homem

Amor: como é idealista, cria expectativas tão altas em relação à parceira que algumas chegam a ser irreais. É muito generoso, mas, às vezes, sufoca a mulher com tanto amor e beijos.

Sexo: sensual e romântico, para este homem, fazer amor depois de um jantar à luz de velas é o céu. Com instintos aguçados, gosta que a parceira seja ousada.

Melhores pares: pessoas dos números 2 e 4

Mulher

Amor: é generosa e compreensiva, mas exige o mesmo do parceiro. Gosta de desafios e de partir para a conquista. Usa todo seu charme para deixar o sexo oposto completamente seduzido.

Sexo: sabe se doar totalmente a quem ama, mesmo que em alguns momentos pareça um pouco insensível e egoísta. Detesta a rotina e adora receber elogios por sua performance na cama.

Homem

Amor: emana charme, carisma e é capaz de enfeitiçar a parceira, levando-a a fazer coisas que considerava impossíveis. Romântico, curte ouvir palavras picantes no momento certo. Gosta de agradá-la.

Sexo: o poder o excita. É uma maneira de mostrar a seu par quem manda, mas sem ser grosseiro. Curte brincadeiras ousadas, como amarrar a parceira.

Melhores pares: pessoas dos números 3 e 6

Mulher

Amor: está sempre apaixonada porque é romântica. Adora dividir seus sentimentos com a pessoa amada. Tem o lado emotivo e sensual bastante aguçados. É exigente com o parceiro.

Sexo: não tem preconceitos na cama. Adora inovações e não sente vergonha de experimentar atitudes ousadas na transa. Seu carisma faz com que seu par se sinta privilegiado ao seu lado.

Homem

Amor: gosta de dar e receber agrados, mas, às vezes, a parceira pode sofrer com suas crises de temperamento. Tem fama de ser um pouco rebelde. Quando ama, é apaixonado e criativo.

Sexo: faz tudo para agradá-la. A transa, para quem é desse número, tem uma forte ligação espiritual. Adora beijos profundos e uma boa dose de preliminares.

Melhores pares: pessoas dos números 2, 4 e 7

Mulher

Amor: o seu jeito independente e ousado faz com que goste de tomar iniciativa na conquista. Quando se apaixona, entrega-se totalmente. Não abre mão de receber atenção e elogios de seu par.

Sexo: adora estimular a transa com novidades. Tem disposição de sobra para fazer amor a qualquer momento do dia ou da noite. Usa toda a sua ousadia e criatividade na relação sexual.

Homem

Amor: é muito atencioso, generoso e tem disposição para conseguir o que quer na conquista. Quando encontra a mulher de seus sonhos, nada o detém. Em geral, não existe “não” para esse homem.

Sexo: Se estiver em um relacionamento sério e a vida sexual ficar monótona, pode se sentir estimulado a procurar novas aventuras. Costuma ser prático e tem enorme poder de sedução.

Melhores pares: pessoas dos números 6 e 9

Mulher

Amor: tem espírito jovem e está sempre em busca de novidades. Faz tudo para ter a atenção de quem ama. Mesmo sendo otimista e extrovertida, mostra uma certa timidez na intimidade .

Sexo: é ardente e sensual debaixo dos lençóis. Coleciona muitos casos amorosos, pois conquista e seduz como ninguém. Tem um charme irresistível na hora do sexo e sabe agradar a quem ama.

Homem

Amor: em todas as situações da sua vida, não abre mão de fazer uma piada e manter o bom humor, inclusive nos relacionamentos. Confiante, pode usar seus dotes culinários para conquistar seu par. 

Sexo: é seduzido pela aparência física, mas o afeto também o atrai. Encara o sexo com naturalidade e coloca em prática suas fantasias. É bastante ativo e tem prazer em tomar a iniciativa na transa.

Além da Numerologia do Amor e Sexo, quer saber como será seu ano? Então faça o seu Mapa Numerológico Anual !

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Fonte: IG Mulher

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Baratos de verão: produtos de beleza que valem a pena por até R$ 50

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Confira as resenhas de produtos bons e baratos para usar nesse verão
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Confira as resenhas de produtos bons e baratos para usar nesse verão







O ano novo chegou e a fatura das despesas de final do ano, mais as contas de janeiro também. Então, nada como um produto de beleza no precinho para se cuidar sem estourar o orçamento . Selecionamos algumas novidades testadas e aprovadas que custam menos de R$ 50 e que possuem ótimo custo benefício. Tem maquiagem, produtos de skin care, cabelo e muito mais. Confira as resenhas a seguir. 




Hidratante Calmante (Creamy) 

Hidratante Creamy
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Usar hidratante deveria ser um dos passos obrigatórios das rotinas de skin care, especialmente para quem faz uso de ácidos, já que eles deixam a pele mais sensível. O hidratante da Creamy é perfeito para esse fim. Com uma textura super leve, o produto hidrata sem pesar, não escorre e nem deixa a pele oleosa, preparando a pele para receber produtos de tratamento ou acalmando-a após ressecamento ou exposição ao sol. Contém vitamina E e rende bastante: um pouquinho é suficiente para cobrir o rosto todo.

Preço : R$ 49

Batom Líquido Avon Ultra Color Lip Paint (Avon)

Batom líquido Lip Paint, da Avon
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Para quem não aguentava mais o craquelado ou ressecamento dos batons matte, uma boa notícia: os batons cremosos estão de volta. Neste lançamento da Avon, as cores são bem parecidas com as da linha Power Stay, que ficou famosa pelo tom Vermelhaço, muito usado pela Juliette no BBB 21. Dessa vez a formulação é ultrahidratante, efeito semi matte e excelente cobertura e durabilidade. A desvantagem é que ele borra mais que os batons líquidos bem secos, mas nada impossível de lidar se você estiver habituada a usar batons cremosos. Disponível em seis lindas opções de cores, que vão agradar das discretas às mais ousadas. Contém óleo de abacate, manteiga de karité, óleo de coco e vitamina E. 

Preço: R$ 32,00

Blush Dailus
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Blush Dailus









Novas cores de blush Dailus 

Segundo as tendências de maquiagem de 2022, o contorno Kardashian e os blushes terrorosos estão com os dias contados. A vez agora é das bochechas coradas, com blushes em tons rosados e vermelhos fazendo o efeito “sun kissed”. aquele coradinho típico dos dias ensolarados. Dentro desta tendência, a Dailus traz quatro novas cores que ficam bem em todos os tipos e tons de pele. O produto possui dois diferentes tipos de acabamento: acetinado com partículas de brilho e matte. As cores possuem nomes super divertidos: Tô Bege; Fazendo a Pêssega; Era Sol Que Me Faltava e Dá uma segurada. As cores são super pigmentadas e a fixação do produto é bem boa também. 

Preço:  R$ 20,18

Máscara Dove Poder das Plantas
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Máscara Dove Poder das Plantas



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Durante muito tempo os produtos Dove eram evitados pelas adeptas do cronograma capilar, por causa da fórmula com os tais “ingredientes proibidos” (silicones, sulfatos e parabenos). A nova linha da marca resolve esse problema, com lançamentos dentro do conceito “clean beauty”, a tendência de produtos de beleza mais sustentáveis. A linha Poder das Plantas é composta por três versões: Força + Bambu (cabelos frágeis e quebradiços), Purificação + Gengibre (cabelos oleosos) e Nutrição + Gerânio (cabelos danificados).

Usei tosos os produtos dessa última e gostei muito do resultado, mas a máscara realmente conquistou meu coração. Na aplicação você já sente aquele efeito de cabelo “desmaiado” e após o enxágue o cabelo fica muito macio e perfumado, resultado que durou até a lavagem seguinte, dois dias depois. Além do gerânio, a fórmula é enriquecida com óleo de coco, o que garante maciez extra aos fios.

Preço : 22,90

Coleção Dailus
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Coleção Dailus “Devendo e Luxando”










Coleção “Devendo e Luxando” (Dailus)

A Dailus mais uma vez entregou tudo o que as loucas por esmalte querem. Depois da coleção assinada por Gkay, a marca segue dentro da trend das unhas coloridas e vem com mais uma coleção completinha. Dá pra fazer uma unha de cada cor, inglesinha, filha única, degradê… O esmalte seca rápido e a dura bastante. A única coisa que poderia melhorar é que a cobertura. É preciso três mãos para obter uma cor bem intensa como nos vidrinhos. 

O nomes das cores são inspirados em memes: A MÃE TÁ ESTOURADA (Azul), AÍ QUE MORA O PERIGO (Verde), TÁ PASSADA? (Bege Rosado), TRAVA NA POSE (Rosa Chiclete), É SOBRE ISSO (Magenta), MANDA PIX (Laranja) e EXQUÉEECI (Amarelo Manga). A fórmula é vegana e cruelty-free.

Preço: 7,90 cada 

Óleo em creme Maria Natureza Nutrição Extraordinária (Salon Line)


Óleo em creme Maria Natureza Nutrição Extraordinária (Salon Line)
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Preço: 13,89 (venda apenas pelo e-commerce da marca)

Máscara Facial Antioxidante (Vult)


Máscara Facial Antioxidante (Vult)
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A Máscara Facial Antioxidante contém argila branca, argila Verde, extrato de chá verde e óleo de café verde, ingredientes que combinados resultam numa máscara de fácil aplicação, refrescante e que em 15 minutos deixa a pele bem macia e sequinha. Pode ser usada de de 1 a 2 vezes na semana.

Preço:  em média R$ 26

Bruma Facial Girassol BruAzevedo Natural Beauty (Unevie)

 Bruma Facial Girassol BruAzevedoNatural Beauty (Unevie)
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As brumas faciais podem ser usadas diariamente para hidratar, nutrir, revitalizar e iluminar. Se aplicadas com a pele limpa, tem efeito primer, deixando a pele pront para receber a makeup. Se aplicada depois da maquiagem, ajudam na fixação. 

A Bruma Facial Girassol BruAzevedo Natural Beauty contém ácido hialurônico, fitoblend fresh (refrescância), fitoblend purificante (ativos antioxidantes auxiliam na limpeza dos poros), colágeno vegano, hidrolatos e extratos naturais. É perfeita para refrescar e hidratar nos dias mais quentes. De quebra, ainda deixa partículas douradas e peroladas na pele, deixando-a super iluminada, a cara do verão.

Preço: R$ 49,12


Fonte: IG Mulher

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