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Economia

Condomínio reclama por choro de bebês com pneumonia e mãe desabafa na internet

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Após dias e noites cuidnado dos filhos gêmeos de dois anos e meio com pneumonia, a dentista Luciana Krull foi advertida pelo condomínio onde mora em Mesquita, região metropolitana do Rio de Janeiro, por excesso de barulho.

Luciana Krull e os filhos gêmeos arrow-options
Reprodução facebook.com/luciana.krull

Luciana Krull e os gêmeos Lucas e Gabriel



Ela recebeu, na última terça-feira, um e-mail da gestora do condomínio dizendo que os vizinhos estavam reclamando de “choros e gritos de crianças constantemente antes das 7h” e que “a referida prática é vedada pelas regras de conduta e boa convivência entre os condôminos”.

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“O que esperam que eu faça? Tampem a boca dos meus filhos? Os amordacem? Ninguém nos oferece ajuda, ninguém se coloca no nosso lugar… Empatia, será que sabem o que isso significa?”, afirmou Luciana em seu desabafo no Facebook, depois de receber a notificação.

A postagem tinha mais de 3.000 comentários e 1.500 compartilhamentos na tarde desta segunda-feira (23).

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Segundo a dentista, os dois filhos “recentemente foram diagnosticados com pneumonia , tossiam a noite até vomitar, tiveram otite, bronquite… Precisaram tomar antibiótico por 10 dias, corticóides que causam irritação e alteração de humor”, explicou na rede social.

e-mail recebido pela mãe arrow-options
Reprodução facebook.com/luciana.krull

Reprodução do e-mail publicado por Luciana Krull em rede social



O mensagem foi enviada por uma funcionária da gestora e síndica do condomínio, a BMC Gestão Predial. A diretoria da BMC, porém,  informa que “houve um mal entendido”.

Segundo a gestora, a advertência foi enviada por insistência dos vizinhos que não apenas solicitaram a advertência como cobraram uma solução da síndica.

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“Se soubéssemos que se tratava de dois bebês  e ainda mais com pneumonia, tentaríamos conversar com os vizinhos e não enviaríamos a mensagem”, afirma uma representante da BMC, que pediu para não ter o nome divulgado.

Segundo a BMC, o problema foi resolvido por uma atitude da própria Luciana. “Muito gentilmente, a Luciana retirou as crianças do quarto onde tem mais reverberação e passou para outro”, afirmou.

Controle

Para o advogado e presidente da  Associação dos Condomínios Residenciais e Comerciais  (Acresce), Adonilson Franco, o regulamento interno não justificaria a advertência dada a Luciana.

“O regulamento interno disciplina a convenção do condomínio e é direcionado para os casos sobre os quais há controle . Nesse caso, muito claramente, a mãe não tinha qualquer controle sobre o choro das crianças. E ainda tem o agravante que elas estavam doentes”, avalia Franco.

O advogado ainda salienta que a jurisprudência , em casos em que a Justiça é acionada para resolver questões em condomínio, tem priorizado o direito coletivo e não o direito individual. “No caso dessa mãe, o direito individual que é o de solicitar silêncio absoluto entre 2h e 7h não deve ser superior a tolerância com a presença de crianças˜, explica Franco.


Leia a íntegra do desabafo de Juliana Krull no Facebook

DESABAFO de uma mãe indignada! COMPARTILHEM POR FAVOR!

Gente,

tenho gêmeos que estão com apenas dois anos e seis meses, que recentemente foram diagnosticado com pneumonia, tossiam a noite até vomitar, tiveram otite, bronquite… Precisaram tomar antibiótico por 10 dias, corticóides que causam irritação e alteração de humor… E acabo de receber uma NOTIFICAÇÃO DE ADVERTÊNCIA DO CONDOMÍNIO por choro de criança!

O que esperam que eu faça? Tampem a boca dos meus filhos? Os amordacem?

Ninguém nos oferece ajuda, ninguém se coloca no nosso lugar… Empatia, será que sabem o que isso significa?

Mas, com certeza, acham que não estamos os educando “adequadamente”, que não estamos sabendo criá-los!

Gente, que mundo é esse ?

E o pior é que quem reclamou também tem filho pequeno.

Mas não vou me calar. Espero que outras pessoas, assim como eu, também achem isso um absurdo!

Mais empatia por favor!

Não vai demorar muito e vão querer proibir crianças no restaurante, no avião, na igreja…

#indignada

BMC Gestão Predial


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Economia

Formados no ensino superior perceberam melhora para conseguir emprego

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Um levantamento feito pela Semesp, entidade que representa mantenedoras de ensino superior do Brasil, mostrou que para 82,2% dos egressos das universidades houve melhora para encontrar uma colocação após a conclusão do ensino superior, enquanto 17,8% disseram que nada mudou. Entre os que disseram ter havido melhora, 75,6% eram de cursos presenciais e 24,4% do Ensino a Distância (EAD).

Segundo a 3ª Pesquisa de Empregabilidade, 64,4% dos egressos que ainda não conseguiram o primeiro emprego se formaram entre 2019 e 2021, período da pandemia de covid-19.

O levantamento foi feito em parceria com a Symplicity entre os dias 02 de agosto a 12 de outubro de 2021, com a participação facultativa de 3.086 egressos do ensino superior, que responderam o questionário por e-mail, mídias sociais e disponibilização na plataforma Symplic.

A pesquisa mostra que entre os que já estavam formados há até três anos, 27,7% conseguiram o primeiro emprego ou um novo emprego. Entre aqueles formados há mais de três anos esse percentual foi de 38,9%. A pesquisa mostra ainda que para 17% dos formados em até três anos o salário melhorou e 15,7% ingressaram em um curso de pós-graduação. Entre os formados há mais de três anos esses percentuais são de 29,2% e 27,3% respectivamente.

Segundo os dados, 49,6% daqueles que se formaram na rede privada trabalham na sua área de formação e da rede pública são 50,1%. Já 13,9% dos alunos da rede privada trabalham fora de sua área por falta de oportunidade e outros 12,4% por opção. No caso da rede pública esses percentuais são de 12,4% e 14,1%. Entre os alunos da rede privada, 39,1% disseram estar desempregados há mais de um ano e 30,9% há até um ano. Os da rede pública são 32,2% há mais de um ano e 28,9% há até um ano.

Entre os cursos com maior percentual de pessoas que trabalham na área de atuação estão medicina (100%), engenharia de computação (92,6%), ciência da computação (90,5%), farmácia (79,3%), odontologia (78,9%) fisioterapia (64,4%), arquitetura e urbanismo (63,5%), psicologia (61,1%), publicidade e propaganda (60,5%) e contabilidade (60,5%).

Já os cursos com maior percentual de respondentes que trabalham em área diferente da de formação por falta de oportunidade são o de relações internacionais (34,6%), engenharia ambiental (27,8%), engenharia de produção (27,6%), engenharia química e gestão financeira (ambos com 26,5%), matemática e engenharia mecânica (ambos com 26,1%), gestão de pessoas (25,4%), serviço social (23,1%) e economia (22,2%).

O levantamento da Semesp mostrou também que o percentual de empregados com carteira assinada passou de 58% na segunda edição para 63,8% na terceira. O percentual de autônomos e comissionados passou de 8,8% para 10,5% e o de funcionários públicos de 16,2% para 10,2%.

Foram questionadas ainda quais as dificuldades para entrar no mercado de trabalho e a maioria respondeu que a falta de experiência é um dos principais fatores, já que o mercado é muito exigente ao contratar um recém-formado, porque a maioria das vagas pedem alguma experiência profissional na área ao mesmo tempo que oferecem baixa remuneração. Foi citado ainda a falta de oportunidade, com a alta concorrência e o baixo número de vagas oferecidas, além de as habilidades exigidas e a falta de conhecimento nessas habilidades ter dificultado a obtenção da vaga.

Edição: Maria Claudia

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Economia

Estado dará desconto no IPVA para participantes do Programa Nota MT; veja regras para ter o benefício

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Benefício é limitado a um veículo e será gerado a partir de pontuação

Os consumidores cadastrados no Programa Nota MT terão mais uma modalidade de premiação a partir de 2022, um desconto no Imposto sobre a Propriedade de Veículos Automotores (IPVA). De acordo com a Secretaria de Estado de Fazenda (Sefaz) será concedido um crédito para desconto de até R$ 100,00 no valor do IPVA.

A Lei nº 11.586 que traz a novidade foi sancionada pelo governador Mauro Mendes e publicada na edição extra do Diário Oficial do dia 26 de novembro (sexta-feira).

Além de fornecer o desconto, o objetivo da medida é fomentar o hábito do consumidor em solicitar a nota fiscal durante suas compras. Ao exercer essa função social de exigir o documento, o cidadão contribui para a redução da sonegação fiscal e para o aumento da arrecadação, sem que haja um aumento de impostos.

Para ter direito ao abatimento, o cidadão deve estar cadastrado no Nota MT, ser o proprietário do veículo e solicitar o CPF nos documentos fiscais ao realizar qualquer compra dentro do território mato-grossense. O CPF pode ser incluído tanto nas notas fiscais, quanto nos bilhetes de passagem eletrônicos – utilizados no transporte intermunicipal, interestadual ou internacional de passageiros.

O benefício é limitado a um veículo para cada participante cadastrado no programa e deverá ser solicitado pelo site ou aplicativo do Nota MT. É importante ressaltar que nos casos em que a pessoa for proprietária de mais de um veículo, ela precisa escolher qual o automóvel que receberá o crédito no IPVA.

Em relação ao valor do desconto, esse será calculado por pontuação, a partir dos valores dos documentos fiscais emitidos com o CPF do consumidor, acumulados em determinados períodos. Os critérios, prazos, procedimentos para a nova modalidade de premiação do Nota MT serão definidos por meio de decreto, a ser publicado pela Sefaz.

A Secretaria de Fazenda ressalta que a funcionalidade ainda não está disponível no site e aplicativo do Programa Nota MT, o sistema está sendo parametrizado. A previsão é que a nova modalidade comece a funcionar após a publicação da regulamentação da Lei nº 11.586.

 

 

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