conecte-se conosco


Economia

Compra e venda de imóveis têm alta de 5,97% no estado de São Paulo

Publicado

A compra de venda de imóveis aumentou 5,97% no estado de São Paulo no acumulado de 12 meses em comparação com o período anterior. É o que revela balanço do registro de imóveis divulgado nesta segunda-feira (30) pela Associação dos Registradores de Imóveis de São Paulo (Arisp) em parceria com a Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe). Entre julho do ano passado e junho de 2019, foram comprados e vendidos 613, 3 mil imóveis no estado.

Os dados a partir das informações de cartórios mostram ainda que foram feitas 919,1 mil transferências de registro de imóveis em 12 meses até junho deste ano. Neste total estão incluídas as heranças, doações e partilhas de bens. A maior parte das transferências foram de terrenos, respondendo por 32,9%, e de apartamentos (31%).

O setor vem demonstrando melhora contínua desde 2016, quando as negociações chegaram ao nível mais baixo da crise. “Nós estávamos em uma curva ascendente em 2012 e em 2013, 2014, por conta da crise política e econômica, o mercado imobiliário sofreu. Então, tivemos uma curva descendente que só começou a ser revertida em 2016”, explicou a coordenadora de pesquisas da Arisp, Patrícia Ferraz. Em 2016, foram feitas 741,3 mil transferências de registro e 499,5 mil operações de compra e venda.

Inadimplência

Outro indicador que mostra melhora do ramo imobiliário, de acordo com Patrícia, é a queda no percentual de execuções nas alienações fiduciárias, transação em que o imóvel é dado como garantia de um empréstimo ou para financiamento do próprio bem. “As estatísticas da alienação fiduciária de imóveis mostram que tivemos um pico, um número muito grande de execuções em financiamentos imobiliários e empréstimos com base em imóveis, que cedeu. Cedeu com muita força desde o ano passado. O número de execuções iniciadas despencou”, enfatizou Patrícia.

Em outubro do ano passado, chegaram a ser registrados 166,5 mil processos de execução, quando a instituição financeira inicia a tomada de posse do imóvel devido ao não pagamento do empréstimo. No mês anterior, setembro, para cada 100 imóveis registrados após a compra com esse modelo de financiamento, 77 eram executados pelos bancos. Em junho de 2019, essa proporção caiu para 52,3%. Naquele mês, foram feitos 222,8 mil registros de imóveis comprados por alienação fiduciária.

“É muito importante a gente olhar se o mercado está bom pagador”, ressaltou Patrícia sobre os reflexos da queda da inadimplência no mercado de crédito e no custo dos financiamentos. “Quando a inadimplência cai, quando o mecanismo de recuperação de crédito é eficiente, a população. de modo geral, que precisa do financiamento para a aquisição da casa própria é beneficiada”, acrescentou.

Edição: Nádia Franco
publicidade
Clique para comentar

Deixe seu comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Economia

Mega-Sena sorteia prêmio de R$ 25,6 milhões; confira os números

Publicado


source
Mega-Sena pode pagar R$ 25,6 milhões
Agência Brasil

Mega-Sena pode pagar R$ 25,6 milhões

A Caixa sorteou hoje as seis dezenas do Concurso 2447 da Mega-Sena. A premiação de R$ 25.693.704,41 vai ser distribuída entre quem apostou nos números 13 – 19 – 29 – 42 – 49 – 52.

O número de ganhadores ou o prêmio acumulado ainda não foi divulgado. O sorteio aconteceu às 20h, com transmissão ao vivo nas redes sociais.

O sorteio de hoje é o primeiro da Mega-Semana de Verão, que promove sorteios às terças, quintas e sábados. O próximo está agendado para o dia 27. Durante o ano, estão programadas nove Mega-Semanas.

Os sorteados tem até 90 dias para retirar o valor. Passado esse período, o dinheiro é repassado ao Tesouro Nacional para aplicação no FIES caso não seja resgatado.

Continue lendo

Economia

Dólar cai para R$ 5,43, com fluxo estrangeiro para países emergentes

Publicado


Na véspera da reunião do Banco Central norte-americano, o dólar caiu pela primeira vez após duas altas seguidas e voltou a aproximar-se de R$ 5,40, beneficiado pelo fluxo estrangeiro para países emergentes. A bolsa de valores teve forte valorização e encerrou no maior nível desde o fim de outubro.

O dólar comercial encerrou a terça-feira (25) vendido a R$ 5,435, com recuo de R$ 0,068 (-1,24%). A cotação chegou a abrir em pequena alta, mas passou a cair após a abertura do mercado norte-americano.

A divisa fechou no segundo menor nível do mês, só perdendo para o último dia 20, quando encerrou a R$ 5,417. A moeda norte-americana acumula queda de 2,52% em janeiro.

O dia também foi marcado por ganhos no mercado de ações. O índice Ibovespa, da B3, fechou aos 110.204 pontos, com alta de 2,1%. O indicador está no maior nível desde 20 de outubro do ano passado.

A bolsa conseguiu descolar-se dos mercados norte-americanos, que fecharam em forte baixa na véspera da reunião do Federal Reserve (Fed, Banco Central norte-americano). Hoje houve migração de fluxo de capitais para países emergentes, em um dia de recuperação das turbulências de ontem (24) por causa do agravamento das tensões entre Rússia e Ucrânia.

No encontro de amanhã, (26) não está previsto que o Fed anuncie aumento dos juros norte-americanos, que estão no menor nível da história desde o início da pandemia de covid-19. A reunião, no entanto, fornecerá indicações se o Fed pretende começar a subir os juros em março e sobre o ritmo da retirada do programa de compra de títulos pelo Banco Central norte-americano.

Taxas mais altas em economias avançadas estimulam a fuga de recursos de países emergentes. Parte dos investidores, no entanto, começa a acreditar que o efeito da retirada dos estímulos monetários nos Estados Unidos já está precificado (incorporado aos preços dos ativos).

*Com informações da Reuters

Edição: Nádia Franco

Continue lendo

Política MT

Policial

Mato Grosso

Esportes

Entretenimento

Mais Lidas da Semana