conecte-se conosco


Economia

Como saber se o Auxílio Brasil foi aprovado usando o celular

Publicado

Como saber se o Auxílio Brasil foi aprovado usando o celular
Janaína Dantas

Como saber se o Auxílio Brasil foi aprovado usando o celular

Após a inscrição no programa social do Governo é necessário esperar a aprovação por parte do Ministério da Cidadania. Segundo o órgão, o processo é feito mensalmente. Se já passou do prazo e ainda não recebeu nenhum retorno, você pode usar os canais oficiais de atendimento para saber se foi aprovado, ou não, para receber o Auxílio Brasil . Continue aqui comigo e veja como.

Índice

  • Como consultar usando o app Auxílio Brasil
  • Como consultar usando o Caixa Tem
  • Calendário de pagamento do Auxílio Brasil 2022

Como consultar usando o app Auxílio Brasil

Tempo necessário: 3 minutos.

Assim que a família é selecionada para receber o benefício, a Caixa envia uma carta comunicando a aprovação. Além disso, é possível checar essa informação pelo aplicativo Auxílio Brasil. É só seguir os passos abaixo:

Entre no  canal do Brasil Econômico no Telegram e fique por dentro de todas as notícias do dia. Siga também o  perfil geral do Portal iG 

  1. Faça o download do app

    Se o seu celular for Android, vá até a Play Store; se for um iPhone (iOS) vá até à App Store. Depois busque por Auxílio Brasil, confira se o desenvolver é a Caixa Econômica Federal e clique em “Instalar”; Baixando o aplicativo do Auxílio Brasil

  2. Acesse o aplicativo

    Abra o app e, em seguida, clique em “Acessar”; Botão "Acessar" no aplicativo

  3. Escolha a forma de login

    Se escolher entrar com a conta Caixa Tem, digite seu CPF, toque em “Próximo” e insira a mesma senha do app; se já tiver o acesso do Caixa Trabalhador , FGTS ou Bolsa Família também pode escolher a segunda opção (Auxílio Brasil) e usar o mesmo login desses apps; se preferir, clique em “Cadastre-se”, informe seu CPF e siga as orientações das próximas telas;

  4. Confira o status

    Logo que entrar no app, aparecerá a informação se você foi aprovado ou não para receber o Auxílio Brasil. Status do benefício

Como consultar usando o Caixa Tem

Se você recebeu o Auxílio Emergencial, por exemplo, com certeza já tem o aplicativo do Caixa Tem baixado no celular. Por isso, pode ser mais fácil usar o app para ver se teve o benefício aprovado:

  1. Faça login no Caixa Tem Procure pelo aplicativo no celular, clique nele e depois insira seu CPF e senha para continuar;
  2. Faça a consulta Role a tela até “Auxílio Brasil” e selecione a opção; na conversa com o chatbot, você saberá se foi aprovado. Consulta do Auxílio Brasil no Caixa Tem

Calendário de pagamento do Auxílio Brasil 2022

O benefício é disponibilizado de acordo com seu número de NIS. É importante lembrar que você pode sacar o Auxílio Brasil em até 120 dias após o depósito . Veja abaixo as datas de pagamento em cada mês deste ano:

FINAL DO NIS JAN. FEV. MAR. ABR. MAI. JUN. JUL. AGO. SET. OUT. NOV. DEZ.
1 18 14 18 14 18 17 18 18 19 18 17 12
2 19 15 21 18 19 20 19 19 20 19 18 13
3 20 16 22 19 20 21 20 22 21 20 21 14
4 21 17 23 20 23 22 21 23 22 21 22 15
5 24 18 24 22 24 23 22 24 23 24 23 16
6 25 21 25 25 25 24 25 25 26 25 24 19
7 26 22 28 26 26 27 26 26 27 26 25 20
8 27 23 29 27 27 28 27 29 28 27 28 21
9 28 24 30 28 30 29 28 30 29 28 29 22
0 31 25 31 29 31 30 29 31 30 31 30 23
App do Auxílio Brasil funciona sem internet?

Infelizmente, os aplicativos (Auxílio Brasil e Caixa Tem) só funcionam se estiverem conectados à internet. Neste caso, você pode fazer a consulta na Central de atendimento da Caixa. Basta ligar no número 111, escolher a opção Auxílio Brasil e digitar seu CPF ou número do NIS.

Quem tem direito de receber o Auxílio Brasil?

Famílias em situação de extrema pobreza que possuem renda familiar por pessoa de até R$ 105; em situação de pobreza onde a renda por pessoa da casa varia entre R$ 105,01 e R$ 210; ou beneficiários, em regra de emancipação, que conseguiram um emprego, mas a renda per capita não ultrapassa R$ 525.

Não fui aprovado, mas me enquadro nos requisitos — o que fazer?

Confira se suas informações pessoais estão atualizadas no CadÚnico. Se ficar 4 anos sem atualização, a família é excluída do programa. Se não for o caso, procure pelo gestor do Auxílio Brasil no seu município.

Com informações: Caixa

Como saber se o Auxílio Brasil foi aprovado usando o celular

Fonte: IG ECONOMIA

publicidade
Clique para comentar

Deixe seu comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado.

Economia

Cuiabá oferece mais de 500 vagas de emprego nesta sexta-feira com salários de até R$ 7 mil; veja funções e benefícios

Publicado

Para quem busca uma oportunidade no mercado de trabalho, o Sine Municipal, coordenado pela Secretaria de Agricultura, Trabalho e Desenvolvimento Econômico, encerra a semana disponibilizando 529 vagas de emprego nesta sexta-feira (12).

As oportunidades são para os cargos de administrador de recursos humanos, alinhador de pneus, atendente de lanchonete, auxiliar administrativo, auxiliar de linha de produção, babá, camareira de hotel, coletor de materiais recicláveis (vaga exclusiva para PCD), consultor de vendas, digitador, eletricista de instalações de prédios, funileiro de automóveis, motorista de caminhão, operador de caixa, pedreiro, repositor de mercadorias, técnico de manutenção elétrica, vendedor interno, vigia, entre outas vagas.

Para se candidatar basta baixar o aplicativo “Sine Fácil” ou acessar a página virtual do Emprega Brasil (empregabrasil.mte.gov.br). O candidato pode ainda se dirigir a unidade do Sine no Coxipó ou no Shopping Popular, com os documentos pessoais.

Canais de atendimento Sine Municipal de Cuiabá:

Sine Shopping Popular: das 9h às 17h

Telefone e Whatsapp: (65) 3664-1503/ 99251-7480

Sine Coxipó: das 7h às 17h

Telefone e Whatsapp: (65) 3675-3113/ 99337-2799

Sine da Gente (Sine móvel): toda semana em um bairro diferente de Cuiabá.

Os empregadores que desejarem anunciar suas vagas no Sine podem entrar em contato pelos telefones (65) 3645–7216 ou (65) 3645-7237, pelo whats (65) 99255–2450 ou pelo e-mail [email protected].

Continue lendo

Economia

Dieese: salário mínimo de uma família deveria ser de R$ 6.388 em julho

Publicado

Dieese: salário mínimo de uma família deveria ser de R$ 6.388 em julho
Redação 1Bilhão

Dieese: salário mínimo de uma família deveria ser de R$ 6.388 em julho

O salário mínimo ideal para atender as necessidades de uma família de quatro pessoas deveria ter sido de R$ 6.388,55 em julho, segundo a Pesquisa Nacional da Cesta Básica de Alimentos, divulgada nesta quinta-feira (11) pelo Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Econômicos (Dieese). O valor é mais do que cinco vezes superior ao piso nacional atualmente, de R$ 1.212.

Entre no  canal do Brasil Econômico no Telegram e fique por dentro de todas as notícias do dia. Siga também o  perfil geral do Portal iG

A estimativa é realizada mensalmente pelo Dieese e leva em conta o rendimento mínimo necessário para que um trabalhador e sua família possam suprir as despesas com alimentação, moradia, saúde, educação, vestuário, higiene, transporte, lazer e previdência. 

O valor calculado para julho considera os preços dos produtos da cesta básica na cidade de São Paulo, que tem o custo mais caro entre as 17 capitais analisadas, de R$ 760,45.

Para adquirir os produtos da cesta básica na capital paulista no mês passado, o brasileiro precisou trabalhar pelo menos 120 horas e 37 minutos, tempo menor do que o registrado em junho, de 121 horas e 26 minutos.

Quando se compara o custo da cesta e o salário mínimo líquido, ou seja, após o desconto de 7,5% de contribuição à Previdência Social, verifica-se que o trabalhador que recebe o piso nacional comprometeu em média, 59,27% do seu salário, pouco menos do que no mês anterior, quando precisou usar 59,68%.

Cesta básica

De acordo com o Dieese, o valor da cesta básica caiu em julho em 10 das 17 capitais nas quais a pesquisa é realizada. As reduções mais expressivas aconteceram em Natal (-3,96%), João Pessoa (-2,40%), Fortaleza (-2,37%) e São Paulo (-2,13%). Sete cidades tiveram alta: Vitória (1,14%), Salvador (0,98%), Brasília (0,80%), Recife (0,70%), Campo Grande (0,62%), Belo Horizonte (0,51%) e Belém (0,14%). 

Como já mencionado, São Paulo foi a cidade com a cesta mais cara (R$ 760,45), seguida por Florianópolis (R$ 753,73), Porto Alegre (R$ 752,84) e Rio de Janeiro (R$ 723,75).

Entre os produtos que mais subiram de preço, destacam-se o leite integral e a manteiga, com alta em todas as capitais nos últimos 12 meses. Somente em Vitória, de junho para julho, o leite subiu 35,49%. O motivo, segundo o Dieese, é a extensão do período de entressafra, devido ao clima seco e à ausência de chuvas, somada ao aumento do custo de produção e à maior demanda por parte das indústrias de laticínios.

O preço do quilo do pão francês também aumentou em todas as capitais, com exceção de Aracaju. A farinha de trigo ficou mais cara em oito de 10 capitais onde é pesquisada. 

Em 12 meses, o preço do pão francês apresentou alta em todas as cidades. Em igual período, o valor médio da farinha de trigo acumulou aumentos entre 19,29%, em Florianópolis, e 41,24%, em Campo Grande. 

Apesar da queda no preço internacional do grão, internamente, as cotações do trigo e da farinha seguiram em alto patamar, consequência da baixa oferta e da taxa de câmbio desvalorizada. 

O quilo da banana também subiu em 15 de 17 municípios. Em 12 meses, a fruta chegou a uma alta de até 70,24% em Belo Horizonte. A menor oferta dos tipos de banana, diante de uma demanda firme, elevou o preço no varejo. 

Em contrapartida, houve queda em julho do preço da batata em todas as cidades na região Centro-Sul, onde o legume é pesquisado. A oferta foi normalizada em virtude da colheita da safra de inverno.

O tomate também apresentou recuo em todas as capitais de junho para julho. A maturação rápida dos frutos elevou a oferta, e os preços caíram.

A pesquisa captou diminuição no preço do óleo de soja no período em todas as cidades, exceto em Vitória. Os preços internacionais da soja caíram, em virtude da menor demanda dos EUA e da China. Internamente, a oferta maior e a menor demanda, devido aos altos patamares dos preços do óleo no varejo, explicaram o decréscimo do valor médio.

Fonte: IG ECONOMIA

Continue lendo

Política MT

Policial

Mato Grosso

Esportes

Entretenimento

Mais Lidas da Semana