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Como ex-Chiquititas, descubra a melhor entre essas 8 praias de nudismo no Brasil

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Você provavelmente já ouviu falar das praias de naturismo ou nudismo. No último domingo (6), por exemplo, a atriz Francis Helena Cozta , ex-Chiquititas , publicou, em seu Instagram , uma foto em Tambaba, em Conde (PB), em que aparece bem à vontade. E se você tem vontade de conhecer um destino assim, saiba que há várias opções. 

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Braço e perna de pessoa sem roupa de costas em uma praia arrow-options
Reprodução/francishelenacozta

Ex-Chiquititas escolheu a praia de Tambaba, em Conde, para nadar mais à vontade; veja outros destinos para fazer o mesmo

De norte a sul, a costa brasileira tem oito  praias de naturismo oficiais para você aproveitar nos dias quentes da primavera e no verão. Nenhuma delas fica em São Paulo ou na região norte, mas estados como Santa Catarina e Rio de Janeiro têm mais de uma alternativa para você.

Então prepare-se para conhecer um pouco mais sobre as oito  praias brasileiras nas quais a prática do naturismo não só é bem-vinda, mas também permitida registrada junto ao governo, segundo informações da Federação Brasileira de Naturismo (FBrN).

As 8 praias de naturismo oficiais do Brasil

  1. Praia de Tambaba, Conde, Paraíba
  2. Praia de Massasrandupió, Entre Rios, Bahia
  3. Praia de Barra Seca, Linhares, Espírito Santo
  4. Praia Olho de Boi, Búzios, Rio de Janeiro
  5. Praia do Abricó, Rio de Janeiro, Rio de Janeiro
  6. Praia do Pinho, Balneário Camboriú, Santa Catarina
  7. Praia da Galheta, Florianópolis, Santa Catarina
  8. Praia de Pedras Altas, Palhoça, Santa Catarina

1. Praia de Tambaba, Conde, Paraíba

Praia de Tambaba e suas falésias arrow-options
shutterstock

Praias de naturismo oficiais: a Praia de Tambaba está entre as praias oficiais para esta prática desde 1989

A Praia de Tambaba, no município de Conde, na Paraíba, foi a escolhida pela ex-Chiquititas  para as fotos que viralizaram . Ela fica a cerca de 40 km da capital do estado, João Pessoa. Segundo o site oficial da Federação Brasileira de Naturismo, a praia é marcada por suas falésias, que chegam a 20 m de altura, e seu mar calmo.

Em 1989, ela foi a primeira praia nordestina a ser liberada para o nudismo, embora os nativos já a frequentassem sem roupa antes disso. Ela é dividida em três áreas: uma para famílias e casais, outra onde homens desacompanhados são permitidos e uma onde é possível ficar com a roupa de banho.

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Mas não espere por muito luxo quando for para lá: as pousadas, segundo a FBrN, são pequenas e rústicas, deixando que tome a atenção dos naturistas.

2. Praia de Massarandupió, Entre Rios, Bahia

Cabana e mesas com guarda-sol na Praia de Massarandupió arrow-options
Reprodução/Flickr/Fred Schinke

Praias de naturismo oficiais: a Praia de Massarandupió, na Bahia, se extende por uma área de 2 mil metros

A menos de 100 km de Salvador, Massarandupió é a segunda das praias brasileiras onde o naturismo é oficial. Chegar nela é um tanto complicado: é preciso sair da Linha Verde no km 88 no sentido Salvador/Aracaju, seguir por 7 km numa estrada de terra e ainda caminhar mais 20 minutos.

Mas todo esse esforço é recompensado com uma área isolada de 2 mil metros  na qual você poderá ficar à vontade para praticar o nudismo. Sua infraestrutura, de acordo com o site da FBrN, conta com dois bares e restaurantes rústicos.

3. Praia de Barra Sêca, Linhares, Espírito Santo

Praia de Barra Sêca durante o pôr do sol arrow-options
shutterstock

Praias de naturismo oficiais: a pequena Barra Sêca é a primeira praia da lista que fica na região Sudeste

A próxima integrante da lista de praias de naturismo brasileiras oficiais fica a cerca de 200 km de Vitória e a 1,1 mil km de São Paulo. É possível acessá-la com ônibus saindo de Linhares rumo a Pontal do Ipiranga.

Barra Sêca, em si, é um trecho de areia grossa e mar bravo de 200 m reservado para a prática do naturismo, além de cozinha, churrasqueira, banheiros, chuveiros e área para camping com energia.

Na Praia de Urussuquara, a 1 km de Barra Sêca, há pousadas e áreas para camping adicionais para quem precisar ou quiser pernoitar por lá ou passar um feriado ou final de semana.

4. Praia Olho de Boi, Búzios, Rio de Janeiro

Vista aérea da Praia Olho de Boi arrow-options
Reprodução/Flickr/Rodrigo Soldon

Praias de naturismo oficiais: a Olho de Boi é bastante rústica, sem nenhum tipo de infraestrutura para turismo

Depois do Espírito Santo, chega a vez do Rio de Janeiro marcar presença com sua própria praia oficial de naturismo. Ela pode ser acessada a pé por meio da Praia Brava de Cabo Frio, sendo ideal para banhos.

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Diferentemente das outras praias de naturismo da lista, a Olho de Boi não tem infraestrutura turística, então pode ser mais bem aproveitada caso você só queira um lugar para passar uma tarde ensolarada em meio à natureza. 

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5. Praia do Abricó, Rio de Janeiro, Rio de Janeiro

Vista da praia do Abricó a partir dos costões de pedra arrow-options
shutterstock

Praias de naturismo oficiais: escondida no litoral da Cidade Maravilhosa, a Praia do Abricó é um refúgio naturista

A Praia do Abricó é única das praias brasileiras na região Sudeste que permite oficialmente a prática do naturismo. Isolada entre mar e montanha, é fácil se esquecer que a praia fica na Cidade Maravilhosa, logo após a Prainha.

Segundo a FBrN, foi justamente essa sensação de isolamento e privacidade que fez dela um destino popular entre os naturistas. Assim como a Praia Olho de Boi, a do Abricó não tem nenhuma infraestrutura própria para acomodar os turistas.

6. Praia do Pinho, Balneário Camboriú, Santa Catarina

Praia do Pinho em Balneário Camboriú, Santa Catarina arrow-options
Reprodução/Flickr/Otávio Nogueira

Praias de naturismo oficiais: a Praia do Pinho tem infraestrutura completa para acomodar todos os seus visitantes

Finalmente, a lista de praias de naturismo oficiais no Brasil chega à parada final: o estado de Santa Catarina. A primeira das três na região é a Praia do Pinho, no popular destino turístico de Balneário Camboriú.

De todas da lista, ela é a que conta com a infraestrutura mais completa, oferecendo pousadas de qualidade, restaurantes e área com estacionamento. Além de passar um tempo na areia ou nas águas limpas do mar que a cerca, você também pode explorar os costões de pedra da região.

7. Praia da Galheta, Florianópolis, Santa Catarina

Vista da Praia da Galheta em Florianópolis, Santa Catarina arrow-options
shutterstock

Praias de naturismo oficiais: a Praia da Galheta é um destino oficial para o naturismo desde 1997

A Praia da Galheta tornou-se destino oficial para a prática do naturismo ainda em 1997. Mas, como faz parte do Parque Municipal da Galheta, ela não tem infraestrutura turística e só pode ser acessada por trilhas.

A vizinha, Praia Mole, oferece serviços básicos para os turistas, como hospedagem e alimentação, além de ser o ponto de partida das trilhas que levam até a Praia da Galheta.

8. Praia de Pedras Altas, Palhoça, Santa Catarina

Praia de Pedras Altas por entre a mata arrow-options
Reprodução/Facebook

Praias de naturismo oficiais: a Praia de Pedras Altas é dividida em duas, recebendo naturistas e não-naturistas

Saindo de Florianópolis, a lista chega a seu destino final: a Praia de Pedras Altas, no município de Palhoça. Dividida entre o lado naturista e o não-naturista, ela tem uma infraestrutura simples, que conta com bares, restaurantes e espaços para camping e estacionamento.

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Ela pode ser acessada pela BR-101, 30 km após o sul da capital do estado. Seu mar é tranquilo e sem ondas, ideal para famílias ou para quem só quer se refrescar nas águas das praias de naturismo brasileiras.

Fonte: IG Turismo
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Turismo

Estudo aponta que “jet lag” é culpa dos passageiros; veja como evitá-lo

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Organizando o primeiro voo com mais de 20 horas de duração no mundo, a Qantas Airways divulgou uma pesquisa nesta sexta-feira (18) em que cita que o “jet lag” (descompensação horária em decorrência da troca de fuso horário) é culpa do próprio passageiro.

Leia também: Jovens são mais afetados pelo ‘jet lag’, diz médico

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Os jovens são os mais afetados pelo “jet lag”

Segundo a companhia aérea, 500 passageiros foram estudados em voos de longa duração por uma equipe do Charles Perkins Center, da Universidade de Sydney, para analisar os efeitos do “ jet lag ” no corpo humano.

A conclusão do estudo foi que os motivos mais comuns do atraso de sono são causados pelo comportamento dos passageiros e maus hábitos de viagem. O especialista Dr. Yu Sun Bin disse ao The West Australian que a melhor forma de superar o “jet lag” é manter-se ao ar livre sob a luz direta do sol, porém somente “47% dos passageiros se esforçam para fazê-lo”.

Outras observações do impacto do fuso horário no ser humano serão realizadas no voo entre Nova York e Sydney, da Qantas Airways, no Project Sunrise.

E como se livrar dos efeitos do “jet lag”?

Além de apontar o responsável pela causa do “jet lag”, a Qantas também informou como você pode evitar esse tipo de problema. As dicas são de especialistas, tripulantes de voo e viajantes frequentes.

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1. Evite Álcool

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Não é recomendado viajar alcoolizado

Algumas pessoas tem o costume de beber antes de viajar porque tem medo de enfrentar um avião sóbrio. Porém, além da bebida piorar o efeito sobre o corpo ao mudar de fuso horário também pode causar desidratação, dores de cabeça e cansaço.

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2. Durma no avião

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É essencial escolher uma boa poltrona para dormir no avião e evitar o “jet lag”

Dormir na aeronave ajuda a diminuir o “jet lag”. O especialista em sono, Dr. Breus, disse ao site The Sun que os melhores assentos para relaxar são os próximos da janela, pois você pode “controlar sua exposição à luz”.

Importante: Escolha o mesmo lado do avião que você está acostumado a dormir na cama. Outra dica é chegar ao destino e tirar um cochilo de três horas. Com certeza você irá acordar revigorado.

3. Mude hábitos alimentares

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Investir em comidas leves é o segredo para o bem estar após voos longos

Para que o corpo se acostume com o fuso horário do destino escolhido, opte por se alimentar na hora do país que está indo e não no horário habitual de sua rotina.

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Leia também: 6 alimentos que ajudam a reduzir os efeitos do ‘jet lag’

O CEO da Qantas, Alan Joyce, também afirma que fazer refeições leves é uma ótima opção para evitar sobrecarga no trato digestivo durante o voo.

4. Corra

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Correr pode ajudar na produção de melatonina, o hormônio do sono

Atividade física é boa para tudo, inclusive para amenizar o “jet lag”. Um estudo do The Journal of Physiology aponta que se exercitar em determinados horários pode avançar ou atrasar o relógio biológico, o que pode ajudar a entrar no relógio do destino. Além disso, o exercício à luz do dia ajuda a liberar o hormônio do sono, a melatonina.

5. Use roupas confortáveis

viagem de avião arrow-options
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Roupas leves também ajudam a superar o “jet lag”

A melhor maneira de viajar em longas distâncias é utilizando roupas soltas e macias. Invista também em blusas (que você pode colocar e tirar a qualquer momento) e em peças de algodão, para evitar suar.

6. Ajuste o relógio

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Invista em colocar o relógio no horário do destino

Uma comissária de bordo chamada Kara comentou ao jornal The Sun que ajustar o relógio para o horário local, assim que você embarcar, é a melhor maneira de evitar se sentir mal.

Leia também: Comissária revela quais perguntas você não deve fazer numa viagem de avião

E você sabe como a Rainha Elizabeth combate o ” jet lag” ? Comendo açúcar de cevada, geralmente na forma de um doce. Isso é o que dizem os tabloides ingleses. Se até a Rainha sofre com a perturbação do sono durante viagens, por que nós não?

Fonte: IG Turismo
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Turismo

Natureza, arte e educação: Instituto Inhotim é opção cultural no turismo mineiro

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Aberto ao público em 2006, o Instituto Inhotim foi responsável por inserir Minas Gerais no mapa mundial da arte contemporânea. Ele não só gerou uma fonte de renda para os habitantes da região de Brumadinho, mas também deu aos turistas brasileiros e estrangeiros uma nova opção para curtir as férias ou um feriado prolongado.

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Visitantes caminhando pelo Instituto Inhotim arrow-options
William Gomes

Desde sua abertura ao público em 2006, o Instituto Inhotim já atraiu 3 milhões de visitantes

Seus 140 hectares de galerias, jardins e restaurantes já receberam 3 milhões de pessoas e têm potencial para fazer muito mais. “O Instituto Inhotim virou um destino de desejo pelas bonitas paisagens e composições coloridas, fundos perfeitos para as fotos dos viajantes e virou até palco de grandes festivais recentemente”, observa Eduardo Martins, diretor nacional do buscador de viagens Viajala.com.br.

Para que isso continue, contudo, é preciso que os turistas não se esqueçam da atração por receio de que a tragédia em Brumadinho se repita ou de que o lugar não seja mais o mesmo após os acontecimentos do começo do ano.

“É importante saber que o destino continua lá, que a vida no local segue, como tem que seguir. Inhotim continua lindo, continua sendo um espaço sem igual no Brasil e o retorno do turismo é importante para que a região possa se reerguer”, lembra Eduardo.

E para você entender por quê o instituto é tão importante para o turismo em Minas Gerais , o iG Turismo separou os principais atrativos de lá segundo Eduardo e o próprio Instituto Inhotim.

Natureza, paisagens e o Jardim Botânico do Instituto Inhotim

Flores no Jardim Botânico do Instituto Inhotim arrow-options
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42 dos 140 hectares do Instituto Inhotim são dedicados à conservação de cerca de 4,5 mil espécies de plantas

Localizado entre a Mata Atlântica e o Cerrado, o museu proporciona aos artistas criarem exposições únicas para o local, bem como a exibição permanente de obras em grande escala.

Segundo o Instituto, seu território também é lar de aproximadamente 4,5 mil espécies de plantas vindas de todo o planeta, inclusive tipos raros ou ameaçados de extinção.

Elas fincam suas raízes nos 42 hectares do Jardim Botânico do Inhotim e têm sido usadas também para a composição de jardins temáticos. Atualmente, são sete jardins do tipo, cada um propondo reflexões sobre temas como a utilização dos recursos naturais e a preservação do meio ambiente de uma maneira diferente.

Dessa forma, o Jardim Botânico exerce uma função não apenas estética para agradar e impressionar os visitantes, mas também cumpre um papel importante em estudos científicos visando a conservação do meio ambiente.

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O lugar da arte no Instituto Inhotim

Além da importância de suas belezas naturais para o turismo em Minas Gerais e Brumadinho, o Instituto Inhotim também abriga 560 obras que vão de pinturas, esculturas e desenhos a fotografias, vídeos e instalações. Ao menos 60 artistas de 38 países diferentes têm obras em exposição lá.

Curadas e criadas desde os anos 1960, elas ficam expostas ao ar livre ou em alguma das 23 galerias do museu, das quais 19 trazem exposições permanentes de artistas como Miguel Rio Branco, Hélio Oiticica & Neville d’Almeida, Adriana Varejão, Doris Salcedo, Matthew Barney, Cristina Iglesias e William Kentridge.

As outras quatro ficam disponíveis para exibições temporárias, renovadas periodicamente com a colaboração do Instituto e dos artistas para manter o Museu sempre em movimento em evolução, segundo o Inhotim.

De acordo com o Viajala.com.br, veja algumas exposições de destaque no Instituto Inhotim:

  1. Pavilhão Sônico – criado por Doug Aitken, o espaço com paredes de vidro permite aos visitantes ouvirem os sons do subterrâneo graças a microfones instalados a 200 metros de profundidade;
  2. Troca-Troca – esta é uma das obras mais fotografadas do Instituto, feita por Jarbas Lopes. Ela consiste de três fuscas com as latarias permutadas entre si e um sistema de som interligando-os. Ocasionalmente eles ficam parados, mas podem circular para outras áreas do parque;
  3. Lama Lâmina – idealizada por Matthew Barney, esta estufa de vidro espelhado e ferro abriga um trator enlameado no momento em que arranca uma árvore do chão.

Mas estas não são as únicas obras que ficam espalhadas pelo parque. Segundo o Viajala.com.br, além das 23 galerias, Inhotim conta com um total de 23 obras ao ar livre para os turistas apreciarem. 

Projetos educativos do Instituto Inhotim

Vista aérea do Centro de Educação e Cultura Burle Marx no Instituto Inhotim arrow-options
Marcelo Coelho

Com o Centro de Educação e Cultura Burle Marx e parcerias com várias instituições, o Inhotim leva educação à região

Mas essa estrutura toda do Inhotim não fica disponível apenas para ser apreciada com os olhos. O instituto também promove ações educativas para escolas, universidades e diversas instituições públicas e privadas da região de Brumadinho e de outros cantos de Minas Gerais.

As atividades são realizadas no Centro de Educação e Cultura Burle Marx, edifício aberto ao público que também abriga o Teatro Inhotim, com capacidade para 214 pessoas, a Estação Educativa, uma biblioteca, e diversas salas para estudos e workshops.

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Além das parcerias com as instituições citadas anteriormente, o Inhotim também oferece duas opções de atividades abertas aos visitantes com horários e locais preestabelecidos: a visita panorâmica e a visita temática.

A primeira propõe uma conversa sobre o Instituto Inhotim e seus acervos ao longo de vários percursos possíveis, partindo da recepção da instituição. Com início às 11h e às 14h, ela dura cerca de 1h30 em todos os dias de visitação.

Já a segunda tem uma dinâmica semelhante, mas gira em torno de temas específicos que envolvem o acervo ou o jardim botânico. Ela é realizada às quartas, sábados, domingos e feriados com saída às 10h30 da recepção do Instituto.

A gastronomia no Instituto Inhotim

Visitantes comendo no Bar do Ganso arrow-options
Reprodução/Facebook/Inhotim

Além de atrações culturais e educativas, o Instituto Inhotim também oferece muita gastronomia para seus visitantes

Fora toda a sua estrutura de exposição e educação, o Inhotim também traz uma experiência gastronômica variada para quem vai explorar o turismo em Minas Gerais. As opções de cardápio vão desde lanches até pratos sofisticados em estabelecimentos pensados para todos os gostos.

Um deles é o Restaurante Tamboril, que serve saladas e pratos quentes a preço fixo num ambiente integrado aos jardins e ao acervo de arte contemporânea da instituição. Outros de seus destaques são sua carta de vinhos e suas sobremesas variadas.

E para quem gosta de misturar comida com arte, o Bar do Ganso, idealizado pelo designer Paulo Henrique Bicalho, pode ser uma boa alternativa. Funcionando quase como uma extensão do Tamboril, o Bar serve suas refeições num ambiente decorado por obras de arte de diversos artistas brasileiros e com uma vibe que remete às décadas de 1950 e 1970.

Além dessa dupla, o Inhotim conta também com o Restaurante Oiticica, um pouco mais amplo que os anteriores e com um cardápio self-service que serve de saladas a caçarolas quentes.

Por fim, na hora de encerrar sua tarde no instituto, vale passar no Café das Flores ou no Café do Teatro. O primeiro é ideal para experimentar o pão de queijo da Chef Dailde Marinho, servido sozinho ou com pernil. Já o segundo, localizado no Centro de Educação e Cultura Burle Marx, tem um cardápio variado de bebidas, sanduíches, salgados e doces.

Mais informações sobre o Instituto Inhotim

Agora que você já conheceu um pouco mais sobre este marco de Brumadinho, vale descobrir algumas informações úteis para programar sua visita ao local, as quais pode conferir no infográfico abaixo:

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Com isso, tudo o que lhe resta é organizar uma viagem para Minas Gerais para visitar o Instituto Inhotim e conferir de perto as contribuições da instituição para a cultura e turismo nacionais e da região.

Fonte: IG Turismo
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