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Como atualizar o WhatsApp? Aprenda a manter seu app protegido no Android e iOS

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O jornal The Financial Times informou na segunda-feira (13) que o WhatsApp detectou uma falha  que permite ataques de hackers. Além de conseguir instalar códigos maliciosos em sistemas iOS e Android, os invasores podem acessar as informações dos aparelhos. Segundo porta-voz do aplicativo, a melhor forma de se proteger é ao atualizar o WhatsApp. 


aplicativo whatsapp
shutterstock

Depois de falha que permite ataque de hackers, a recomendação é atualizar o Whatsapp para uma versão mais segura

Mas, afinal, por que atualizar o WhatsApp ? Além de te ajudar a  proteger as suas informações pessoais que estão armazenadas no celular ou na nuvem, manter o app atualizado permite que você acesse as últimas configurações lançadas. 

“Nós encorajamos que os usuários sempre usem a última versão do WhatsApp. As últimas versões contém novos recursos e correções de bugs”, diz o site do empresa. A recomendação é atualizar sempre que surge uma nova atualização ou se você receber qualquer mensagem suspeita que não confere com a versão atual do seu aplicativo

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Como atualizar o WhatsApp?

Como os ataques hackers têm sido focados em celulares do Google e da Apple, é importante saber como acessar as atualizações nas lojas de aplicativos desses sistemas operacionais; aprenda: 

Android


atualizar whatsapp no Android
Reprodução

Pra atualizar o WhatsApp e todos os outros aplicativos no sistema Android acesse a Play Store e selecione ‘atualizar todos’

Se você tem um celular com sistema Android :

  1. Vá até a Play Store, clique em selecione a opção “Meus apps e jogos”
  2. Toque no botão “Atualize todos” para dar um update em todos os aplicativos instalados no celular de uma vez só ou no “Atualizar” ao lado do ícone do WhatsApp.

iPhone


Atualizat Whatsapp no Iphone
Reprodução

Para Atualizar o WhatsApp no Iphone é só ir até a App Store e clicar no botão ‘atualizar’ ao lado do ícone do aplicativo

Se você tem um celular com sistema iOS :

  1. Clique no ícone da App Store e vá em “Atualizações”;
  2. Selecione “Atualizar” ao lado do ícone do Whatsapp ou procure o aplicativo na barra de buscas e clique no botão “Atualizar”.
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Viu, pode ser bem fácil atualizar o WhatsApp para manter sua segurança e os  recursos em dia !

Fonte: IG Tecnologia
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Tecnologia

Google Maps passa a mostrar pontos de aluguel de bicicletas

Publicado

Olhar Digital

Bicicleta elétrica da Yellow arrow-options
Divulgação/Yellow

Bicicleta elétrica da Yellow


O Google Maps é um dos recursos mais utilizados para auxiliar na gestão de caminhos e alternativas para se chegar a algum local. Pensando nisso, o Google  está integrando ao Maps uma outra opção para que os usuários se locomovam: o aplicativo vai mostrar a localização em tempo real de estações de compartilhamento de bicicletas.

Leia também: Google Maps vai começar a informar se ônibus e trens estão cheios

A novidade está chegando aos poucos em 24 cidades do mundo. São Paulo e Rio de Janeiro estão inclusos na rota de implementação da funcionalidade. Algumas pessoas começam a receber a modificação em seus aplicativos do Maps a partir desta quarta-feira (17).

Além de identificar onde se localiza cada uma das estações de aluguel de bicicletas da região, a função mostra a quantidade de bicicletas disponível em cada uma delas. Também é possível descobrir se há um espaço vazio onde a bicicleta poderá será deixada em uma estação perto do seu destino.

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A função está sendo disponibilizada tanto no app para smartphones Android e iOS quanto na versão web. Para acessá-la, basta entrar no Google Maps , digitar “bike” e clicar em “Pesquisar”. Será mostrado uma lista de estações próximas e a quantidade de bicicletas disponíveis no momento.

Leia também: Como usar o Google Maps quando estiver sem internet

Reprodução

Essa mudança está se tornando possível graças a uma incorporação de um novo feed global de dados de compartilhamento de bicicletas diretamente no Google Maps. A iniciativa se originou de uma parceria do Google com a empresa Ito World.

As primeiras cidades a receber a função são: Barcelona, Berlim, Bruxelas, Budapeste, Chicago, Dublin, Hamburgo, Helsinque, Kaohsiung, Londres, Los Angeles, Lyon, Madri, Cidade do México, Montreal, Nova cidade de Taipei, Nova York, Rio de Janeiro, área da Baía de São Francisco, São Paulo, Toronto, Viena, Varsóvia e Zurique.

E aí, você já testou a novidade? 

Fonte: IG Tecnologia
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Tecnologia

Faceapp: aplicativo da moda pode roubar dados que você não imaginava

Publicado

Faceapp arrow-options
Instagram/Reprodução

Famosos, impulsionados por onda da internet, aderiram às brincadeiras

A não ser que você estivesse isolado e sem energia em uma caverna ou no meio do nada sem nenhum sinal de celular, você deve ter visto na internet uma infinidade de “rostos velhos”, resultados da brincadeira proposta pelo aplicativo Faceapp, que através de filtros aplicado em fotos consegue envelhecer, maquiar e mudar diversos aspectos faciais de quem usa o app.

Apesar da brincadeira aparentemente inocente de brincar com fotografias, o aplicativo desenvolvido pela empresa russa Wireless App é capaz de recolher diversos dados de seu celular que não são óbvios em um primeiro momento.

Leia também: Postagens com localização e apps terceiros colocam usuário do Twitter em risco

Ao aceitar os termos e condições do aplicativo, o usuário não libera apenas a utilização da fotografia, mas também rastros de sua atividade na web, informações do aparelho, seu IP e metadados.

“Usamos ferramentas de análise de terceiros para nos ajudar a medir o tráfego e as tendências de uso do serviço. Estas ferramentas reúnem informação enviada pelo seu dispositivo ou pelo nosso serviço, incluindo as páginas web que visita, add-ons, e outra informação que nos ajude a melhorar o serviço. Reunimos e usamos esta informação analítica juntamente com informação analítica de outros utilizadores, para que não possa ser usada para identificar qualquer utilizador individual em particular”, diz a política de privacidade do aplicativo .

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O texto também que explica que o Faceapp não irá alugar ou vender nenhuma informação para terceiros, e que estas só serão usadas pelas empresas que fazem parte do grupo da Wireless Lab. O problema é que a empresa russa é de difícil acesso, e não na internet nenhuma informação sobre outras companhias do grupo. Nem mesmo na Wikipedia há mais detalhes sobre o grupo por trás do Faceapp.

Leia também: Era dos aplicativos? Veja como esses softwares tornaram-se indispensáveis

É importante notar que apesar do alto número de informações coletados pelo app, elas não são muito diferentes daqueles coletados pelo Facebook, porém diante do massivo volume de informação enviado para o Faceapp nos últimos dias (é atualmente o aplicativo mais baixado no Google Play e App Store da Apple), é útil mostrar a facilidade que empresas de tecnologia tem hoje de obter nossos dados sem ao menos nos darmos conta.

Quero privacidade de dados. O que fazer?

A questão de privacidade de dados é um problema latente no mundo, e ainda não foi encontrada uma solução mundial para garantir a usuários que suas informações não serão vendidas e utilizadas de maneira errada. Porém o Brasil tem vantagem no assunto graças a Lei Geral de Proteção de Dados , aprovada em 2018 (mas que só entrará em vigor em 2020), que garante ao usuários o controle de suas informações coletadas em território brasileiro.

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“Quando a lei entrar em vigor, os controladores precisarão solicitar por explícito a autorização de uso dos dados pessoais e não poderão usar para outros fins, diferentes daqueles que foram autorizados a trabalhar. Outro ponto importante é a possibilidade do titular revogar o uso de seus dados e solicitar ser esquecido. Isso significa que o controlador da ferramenta tem a obrigação de apagar os dados fisicamente,” explica Diego Nogare, Chief Data Officer da Lambda.

Ele também explica que os termos para uso de dados precisarão ser claros e diretos segundo a LGPD a fim de deixar claro para os consumidor para onde vai suas informações. Além disso, a lei garante ao usuário que ele possa pedir um relatório detalhado de onde e como seus dados foram usados pela empresa. Em caso de infração, a LGPD pode aplicar multa de até 2% do faturamento, podendo chegar a até US$ 50 milhões.

Fonte: IG Tecnologia
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