conecte-se conosco


Tecnologia

Como assinar o Telegram Premium pagando menos

Publicado

Preço do Telegram Premium varia de acordo com o dispositivo utilizado
Unsplash/Christian Wiediger

Preço do Telegram Premium varia de acordo com o dispositivo utilizado

Telegram Premium  incrementa a experiência do mensageiro. Com assinaturas que vão de R$ 12,49 até R$ 24,90, a modalidade garante uma opção para transcrever mensagens de voz, o envio de arquivos de até 4 GB e outras melhorias. A seguir, saiba como contratar o plano Premium e descubra como economizar na mensalidade.

Quanto custa a assinatura do Telegram Premium?

Não há um valor fixo do Telegram Premium. O preço da mensalidade varia de plataforma para plataforma, e vai de R$ 12,49 até R$ 24,90. Confira as variações: 

Plataforma Mensalidade Forma de pagamento
Windows R$ 12,49 cartão de crédito (dados inseridos no app)
Mac (baixado pelo site do mensageiro) R$ 12,49 cartão de crédito (dados inseridos no app)
Android (baixado pelo site do mensageiro) R$ 12,49 cartão de crédito (dados inseridos no app)
Android (Play Store) R$ 23,99 cartão de crédito (sistema de assinaturas da Google Play)
iOS R$ 24,90 cartão de crédito (sistema de assinaturas da App Store)

Como podemos ver, os aplicativos instalados fora das lojas oferecem um preço mais amigável. Ou seja, se você tem um Mac e um iPhone e deseja assinar o plano pago, por exemplo, é mais interessante assiná-lo pelo computador. Afinal, você pode economizar R$ 12,41 ao mês, equivalendo a cerca de R$ 150 em um ano.

O mesmo acontece com o Android. Em vez de fazer a assinatura pelo aplicativo instalado via Play Store, também existe a possibilidade de contratá-lo através do software baixado pelo site do mensageiro. Neste caso, a economia é de R$ 11,50 ao mês. Em doze meses, essa diferença rende um total de quase R$ 140.

Mas… qual é o motivo dessa diferença de preço?

A diferença nos preços é fruto das taxas de serviços em lojas de aplicativos. Na Play Store, por exemplo, o Google tem um sistema que cobra até 30% dos desenvolvedores, a depender dos lucros com vendas em apps e serviços para Android. A App Store, da Apple, também possui um sistema similar.

Já quando a assinatura é feita diretamente com o Telegram, essas taxas não são aplicadas. Ou seja, o mensageiro recebe todo o valor pago pelos usuários. Com exceção, é claro, dos encargos da transação com o cartão de crédito

Como assinar o Telegram Premium

O Telegram Premium pode ser assinado em diversas plataformas. Mas nem todas oferecem a opção. Nos meus testes, por exemplo, não consegui contratar o pacote no Telegram para Mac instalado via App Store e pela versão web do mensageiro.

Confira os aplicativos que permitem a contratação do plano:

  • Celulares e tablets:  iOS e Android (via Play Store e APK);
  • Computadores:  Windows e Mac (download pelo site do mensageiro).

Descubra como fazer a assinatura do Telegram Premium no Windows, Mac, Android e iOS:

Pelo computador (Windows e Mac)

A opção está disponível nos apps para Windows e Mac. Se você tem o mensageiro instalado no seu computador, confira o passo a passo a seguir:

  1. Se estiver no Windows, abra o menu lateral no ícone de sanduíche e clique em “Configurações”;
  2. Se estiver no Mac, entre na aba “Configurações”;
  3. Clique em “Telegram Premium”;
  4. Aperte o botão “Subscribe for R$ 12,49 per month” (Mac) ou “Assine por R$ 12,49 mensais” (Windows);
  5. Na conversa com o “Premium Bot”, clique em “Pagar R$ 12,49”;
  6. Clique na opção “Método de Pagamento” e coloque os dados do seu cartão de crédito;
  7. Marque a caixinha “Aceito os Termos de Serviço de Premium Bot”;
  8. Aperte em “Pagar R$ 12,49” para concluir a compra.

Em celulares e tablets Android

O Telegram pode ser instalado através de duas fontes no Android: pela Play Store e pelo site do mensageiro. Ambas as opções oferecem a configuração para contratar o Premium pelo celular. Todavia, o plano é mais barato pelo app instalado via APK.

Saiba como fazer a assinatura a seguir:

  1. Abra o menu lateral, tocando no ícone de sanduíche no canto superior esquerdo;
  2. Escolha a opção “Configurações”;
  3. Toque em “Telegram Premium”.

A partir desse momento, o procedimento se diferencia pela origem de instalação do mensageiro. Se você baixou o aplicativo pela Google Play Store, basta tocar em “Assinar por R$ 23,99 mensais” e confirmar a compra. 

Se a instalação foi feita pelo site do Telegram, via APK, você precisa realizar os seguintes passos:

  1. Após entrar na opção “Telegram Premium”, toque em “Assine por R$ 12,49 mensais”;
  2. Na conversa com o “Premium Bot”, aperte no botão “Pagar R$ 12,49”;
  3. Aceite os termos e condições;
  4. Aperte em “Pagar R$ 12,49” para prosseguir.

Agora é só colocar os dados do seu cartão de crédito para concluir a operação.

Pelo iPhone (iOS)

O Telegram Premium também pode ser assinado pelo iPhone. Mas isto significa que você irá pagar o valor mais salgado de todas as alternativas. Saiba como contratá-lo:

  1. Acesse a aba “Configurações”;
  2. Toque na opção “Telegram Premium”;
  3. Aperte o botão “Assine por R$ 24,90 / mês”;
  4. Confirme a assinatura.

O que muda no Telegram Premium?

Estreado ao público em junho de 2022, o Telegram Premium garante recursos extras ao mensageiro. Conheça algumas funções apresentadas no lançamento do plano:

  • Limites dobrados:  até 1.000 canais, 20 pastas, 10 fixados, 4 contas no mesmo dispositivo e mais;
  • Downloads mais rápidos e envios de 4 GB:  disponibilidade de envio de arquivos de até 4 GB com transferências sem limite de velocidade;
  • Conversão de voz para texto:  acesso à ferramenta nativa que transcreve mensagens de voz;
  • Sem anúncios:  nenhum anúncio será apresentado no aplicativo;
  • Gestão avançada de chats:  ferramentas para definir a pasta padrão de conversas, arquivamento automático, entre outras funções.

Segundo a equipe do mensageiro, “as contribuições dos assinantes Premium ajudarão a melhorar e expandir o aplicativo nas próximas décadas, enquanto o Telegram permanecerá gratuito, independente e manterá os nossos valores em primeiro lugar, redefinindo como uma empresa de tecnologia deve operar”.

Fonte: IG TECNOLOGIA

publicidade
Clique para comentar

Deixe seu comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado.

Tecnologia

Mark Zuckerberg posta selfie no metaverso e vira piada na internet

Publicado

Mark Zuckerberg posta foto no metaverso
Reprodução/Facebook

Mark Zuckerberg posta foto no metaverso

Mark Zuckerberg, CEO da Meta, virou motivo de piada nas redes sociais nesta semana depois de publicar uma selfie no metaverso. O ambiente digital foi criticado por ter design muito simples e nada imersivo.

A imagem foi postada por Zuckerberg na terça-feira (16) para anunciar a chegara da plataforma de metaverso da empresa, a Horizon Worlds, na França e na Espanha.

Na foto, Zuckerberg aparece na frente da Torre Eiffel, em Paris, e do Templo da Sagrada Família, em Barcelona. Nas redes sociais, a falta de recursos da imagem foi criticada.

“Não parece um produto real. Não há nada de ‘imersivo’ nisso. Quando seu produto principal se parece com as paredes pintadas de uma creche abandonada, você deve se perguntar”, escreveu um internauta. “Parece ótimo”, brincou outro.

“O que eles estão fazendo com todo esse dinheiro?”, questionou outro usuário, em referência aos US$ 10 bilhões que a Meta está investindo na criação de seu metaverso.


Fonte: IG TECNOLOGIA

Continue lendo

Tecnologia

Após denúncia de ONG, Meta proíbe anúncios que questionem as eleições

Publicado

Meta atualiza regras eleitorais no Brasil
Unsplash/Dima Solomin

Meta atualiza regras eleitorais no Brasil

A Meta afirmou nesta semana que vai proibir anúncios questionando a legitimidade das eleições deste ano em suas plataformas. A atualização apareceu em uma publicação da empresa a respeito das medidas que está tomando durante o período eleitoral brasileiro.

A decisão veio a público depois que a  ONG internacional Global Witness acusou a empresa de permitir a circulação de anúncios deste tipo no Brasil. Na segunda-feira (15), a organização divulgou um relatório mostrando 10 peças publicitárias que passaram pelos critérios da dona do Facebook, Instagram e WhatsApp.

Enquanto alguns anúncios tinham datas e locais de votação errados, o que poderia impedir cidadãos brasileiros de votarem, outros criticavam as urnas eletrônicas, questionando a legitimidade do pleito.

Na terça-feira (16), a Meta atualizou sua publicação confirmando a novidade. “Como parte do nosso trabalho para proteger a eleição no Brasil em 2022, vamos proibir anúncios questionando a legitimidade desta eleição”, afirmou a companhia.

A atualização aconteceu em um texto publicado na última semana que relata os esforços da Meta em relação às eleições deste ano. Entre as medidas, estão a parceria com checadores de fatos e a “remoção de conteúdos que violam as políticas voltadas para supressão de votos, ou seja, para conteúdos que desestimulam o voto ou interferem na votação”.

Esses conteúdos, que já são proibidos, também foram aprovados nos anúncios que a Global Witness publicou, o que mostra um baixo cumprimento das próprias regras da Meta. “O Facebook sabe muito bem que sua plataforma é usada para espalhar desinformação eleitoral e minar a democracia em todo o mundo”, disse Jon Lloyd, consultor sênior da ONG.

“Apesar dos autoproclamados esforços do Facebook para combater a desinformação, particularmente em eleições de alto risco, ficamos chocados ao ver que eles aceitaram todos os anúncios de desinformação eleitoral que enviamos no Brasil”, completou.


Fonte: IG TECNOLOGIA

Continue lendo

Política MT

Policial

Mato Grosso

Esportes

Entretenimento

Mais Lidas da Semana