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Como a parada na produção e a saída de fabricantes afeta o mercado automotivo?

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Algumas fabricantes seguem paradas no Brasil sem insumos para produzir, como é o caso da GM e da Honda
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Algumas fabricantes seguem paradas no Brasil sem insumos para produzir, como é o caso da GM e da Honda

Desde o início do ano até agora, ao menos 10 montadoras de automóveis, caminhões e ônibus anunciaram a paralização da produção de veículos no Brasil em decorrência da crise sanitária ocasionada pelo novo coronavírus. Vale ressaltar que a Ford continuará a comercializar carros no país, porém serão importados dos nossos vizinhos Argentina e Uruguai, e a Audi, que também suspendeu a produção nacional, estuda retornar em 2022.

Infelizmente, esse era um caminho que parecia provável. De acordo com dados da Fenabrave , o primeiro trimestre deste ano teve desempenho em vendas de veículos zero-quilômetro bastante reduzido, totalizando 527,9 mil unidades licenciadas – o que representa queda de 5,4% em relação aos mesmos meses do ano anterior.

A grande questão não é a comparação direta entre os períodos, mas quanto o mercado reduziu com relação ao último trimestre de 2020: uma queda de 23% no volume de vendas . Isso freou a recuperação do mercado que ocorria desde a metade do ano passado.

Se colocarmos na balança o alto custo para produzir um carro no Brasil versus quanto se está vendendo com o avanço da pandemia no país, veremos cada vez mais outras montadoras saindo do país, em especial as de veículos de luxo, que sofrem diretamente com o aumento do custo de produção devido à alta do dólar.

Conforme as fabricantes vão deixando de produzir no país, o mercado fica cada vez mais reduzido, e vão se criando nichos. Se há alguns anos comprar um carro novo era difícil, porém um sonho que poderia se realizar nos modelos populares que ficavam na casa dos R$ 30 mil, atualmente a mesma categoria de veículos se aproxima dos R$ 50 mil, o que acarreta um novo movimento no mercado .

Seminovos continuam em alta na pandemia

Vendas de carros usados continuam aquecidas com a falta de alguns modelos novos nas lojas e com preços nas alturas
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Vendas de carros usados continuam aquecidas com a falta de alguns modelos novos nas lojas e com preços nas alturas



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Essa alta nos preços faz com que até quem antes só comprava veículos zero-quilômetro migrasse para os usados . Trazendo o mesmo estudo que citei anteriormente da Fenabrave, em fevereiro deste ano o mercado de usados cresceu 15,1% quando comparado ao mesmo mês do ano passado.

Não há grandes saídas: a escolha consciente para o consumidor hoje é partir para os seminovos e esperar o Brasil voltar a um cenário de normalidade para entender quanto tempo demoraremos para ter um mercado de carros novos em alta novamente.

Ao passo que o mercado de novos está em queda , o de usados e seminovos está aquecido. Esse cenário deverá se manter até a produção de veículos ser normalizada e a insegurança causada pelo coronavírus passar, bem como as contratações serem retomadas e a taxa de desemprego melhorar.

Outro fator a se colocar na balança é a questão da concorrência. A falta de players no mercado entrega a quem tem o produto a possiblidade de ofertá-lo pelo preço que quer e não se preocupar tanto em ter o mais competitivo para vencer um rival.

Na categoria dita como “de entrada”, vivemos décadas com uma disputa de quatro grandes representantes: Volkswagen , Ford , Chevrolet e Fiat . A Renault remava pelas beiradas e nos últimos 10 anos a Hyundai conquistou o mercado das grandes.

A gama de veículos com preços semelhantes era benéfica ao consumidor, que podia escolher a melhor opção entre X fatores que lhe eram importantes. Com a saída da Ford , o Ka deixou de ser produzido, recentemente a Volkswagen anunciou que o Up! também deixará de ser vendido aqui. Veja só: a concorrência diminuiu, a produção diminuiu e os preços subiram. O prejudicado nessa equação é o consumidor.

Sendo pragmático, se pensarmos no ritmo de vacinação atual no Brasil, que desde o início do ano cobriu um pouco mais de 10% da população, e em como outros países estão voltando às atividades normais aos poucos após a imunização , não consigo prever um reaquecimento desse mercado antes do segundo trimestre de 2022.

Fonte: IG CARROS

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Saiba como deixar o carro mais esperto nas arrancadas e retomadas

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Instalado no pedal do acelerador eletrônico dos carros mais modernos, o Sprint Booster V.3 reduz o atraso na resposta
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Instalado no pedal do acelerador eletrônico dos carros mais modernos, o Sprint Booster V.3 reduz o atraso na resposta

Imagine a situação: você vai fazer uma ultrapassagem e pisa no acelerador até o final e o carro não dá a resposta exigida; desliga o ar-condicionado e nada. Além de frustrante, essa cena corriqueira pode até causar um acidente. Com o Sprint Booster V.3 , isso é página virada.

Instalado no pedal do acelerador eletrônico dos carros mais modernos, ele reduz o atraso na resposta, melhorando a aceleração. A sensação é a de um carro com mais torque e potência.

Conta com três modos de aceleração, operados por um controle colado no painel: Original – desativado; Sport (com nove níveis de ajuste) – para melhora de até 30% na redução da resposta do acelerador e Race (com nove níveis de ajuste) – até 60%.

Há ainda mais duas funções: Valet , limita a aceleração em até três níveis (55%, 65% e 75%) mantendo mais seguro em situações em que ele não é guiado pelo dono e Bloqueio de Pedal , impede de alguém não autorizado a sair com o carro. Vale lembrar que jamais deve alterar os modos enquanto pressiona o acelerador e/ou dirige o veículo.

Dispositivo foi testado no Honda Fit 2010 e mostrou que houve melhora no desempenho, mas  tem preço sugerido de R$ 1.290
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Dispositivo foi testado no Honda Fit 2010 e mostrou que houve melhora no desempenho, mas tem preço sugerido de R$ 1.290

Convocamos dois Honda Fit 1.4 2010 (mecânico e automático), cujos donos reclamavam constantemente do desempenho, e instalamos o Sprint Booster. O dispositivo é conectado ao cabo do acelerador e do controle, tudo plug and play. Avaliamos os dois carros nos modos Sport (led verde) e Race (led vermelho) , ambos no nível 5 de ajuste.

Nas subidas e ultrapassagens (cidade e estrada), era notória a melhora. No Race , alteramos para o nível 9 e as cantadas de pneus nas saídas dos semáforos nem sempre eram evitáveis.  Com isso, é preciso cuidado e se readequar ao novo “comportamento do carro”.

No caso do Fit na versão com transmissão automática, notamos um aumento de 10% no consumo médio. De acordo com André Lago, dono da importadora FW Performance , “isso é normal. O cliente se empolga com o resultado e acaba tendo uma condução mais esportiva o que acaba influenciando no consumo”.

No modo Valet, optamos pelo nível 3 (75% do limite de aceleração) e cadastramos três dígitos para ativá-lo. Numa rua tranquila, pisamos fundo e eles não passaram de 60 Km/h. Para alterar ao Bloqueio do Pedal , o processo é parecido, digitando três números para ativá-lo. Feito isso, pisamos no acelerador e nada de resposta!

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Realmente o Sprint Booster tem lá as suas vantagens àqueles que almejam um carro mais direto com até 36 programas de aceleração – 18 manuais e 18 automáticos – e Bloqueio de Acelerador e Valet. O produto é vendido por  R$ 1.290.

MÓDULO ELETRÔNICO SPRINT BOOSTER V.3

Preço médio: R$ 1.290

Onde comprar: www.fwperformance.com.br

Fonte: IG CARROS

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Projeção mostra como deverá ficar o Jeep menor que o Renegade

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Jeep SUV menor que o Renegade deverá ser lançado na Àsia e na Europa no ano que vem
Projeção/ Kleber Silva

Jeep SUV menor que o Renegade deverá ser lançado na Àsia e na Europa no ano que vem

Os frutos da aliança entre FCA e PSA vão aparecendo aos poucos. Agora é a vez do SUV menor que o Jeep Renegade que será fabricado sobre a mesma arquitetura CMP usada pela Peugeot e Citroën, informa o site Automotive News Europe .

Ainda conforme a publicação, o carro será fabricado na Polônia e vendido em alguns mercados, como o asiático e o europeu. No Brasil, porém, a Stellantis deverá ficar apenas com o Fiat Pulse e com o novo Citroën C3 no segmento de SUVs mais em conta, abaixo do Renegade.

Já existia a ideia de ter um SUV menor que o Jeep Renegade , uma vez que as tendências de mercado estão mudando e os hatches compactos tradicionais estão sendo substituídos por pequenas utilitários esportivos, entre os quais o Hyundai Venue .

Como mostram as projeções do designer Kleber Silva , o novo Jeep menor que o Renegade deverá ficar com linhas que seguem mais o estilo do Compass e do Commander , que será o novo SUV de sete lugares que a marca vai lançar no Brasil no fim do ano. 

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Jeep SUV deverá ter lanternas estreitas, seguindo o estilo do Commander que será vendido no Brasil a partir do fim do ano
Projeção/ Kleber Silva

Jeep SUV deverá ter lanternas estreitas, seguindo o estilo do Commander que será vendido no Brasil a partir do fim do ano

Porém, no caso da FCA , havia o problema do custo de produção com uma base que suportasse tração integral e eletrificação. Com a fusão com a PSA, isso foi resolvido, já que poderão utilizar a plataforma CMP .

Assim, o novo Jeep abaixo do Renegade , ainda conforme o Automotiive News Europe, deverá ser híbrido , fazendo o eixo dianteiro funcionar com motor a combustão e o traseiro com outro elétrico, como foi feito com as versões híbridas de Renegade e Compass que serão trazidas ao Brasil no segundo semestre.

Ainda há poucas informações sobre o novo SUV da Jeep menor que o Renegade, mas sabe-se que o carro terá menos de 4 metros de comprimento, assim como outros modelos do novo segmento, como o Nissan Magnite e o Renault Kiger , dois modelos que logo deverão chegar ao Brasil.

Fonte: IG CARROS

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