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Comissões da Aprosoja se reúnem para debater avanços do setor

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Fortalecimento Institucional

Comissões da Aprosoja se reúnem para debater avanços do setor

Dentre as principais pautas da comissão de Política Agrícola e Logística, a situação da BR 163 esteve em discussão


08/03/2019

Representantes das comissões de Sustentabilidade, Defesa, Política Agrícola e Logística da Associação dos Produtores de Soja e Milho de Mato Grosso (Aprosoja) se reuniram, nesta quinta-feira (07), para debater assuntos inerentes ao setor de produção de alimentos. As pautas das reuniões contemplaram temas como: problemas de logística e infraestrutura, aspectos econômicos, projetos de lei que impactam o setor, entre outros.

Dentre os assuntos debatidos durante a explanação da comissão de Defesa Agrícola estão o início da rodada técnica dedicada ao plantio de milho. Daniel Pasculli, gerente da área na Associação, enfatizou a importância da participação dos produtores que terão cinco oportunidades para participar. “Procurem os sindicatos rurais e participem dessa rodada técnica, essa edição se iniciará pelo município de Jaciara (11), depois vamos até Canarana (12), Lucas do Rio Verde (14), Diamantino (14) e Campos de julho (15)”, convocou.

Já a Comissão de Sustentabilidade abordou temas como decreto que regulamenta cota de reserva ambiental, status das comissões do Instituto Pensar Agro (IPA) e de todos os projetos que a Aprosoja participa dentro do IPA. Além disso, foi apresentado o cronograma do Circuito Tecnológico etapa milho, que será lançado na próxima segunda-feira (11) juntamente com a rodada técnica sobre doença do milho.

A gerente do setor na Associação, Marlene Lima, fez ainda apresentação de prestação e planejamento do projeto Guardião das Águas e do Programa Soja Plus, que é o programa de melhoria contínua da Aprosoja. As ações deste ano já iniciam em abril com os cursos de qualidade de vida no campo. Estão programadas 39 capacitações em todo estado. “Em parceria com o Senar, iniciamos por Diamantino, no dia 27 e quem tiver interesse procure o Sindicato Rural da sua cidade. É um excelente curso para que o produtor possa se preparar para uma possível fiscalização dos órgãos fiscalizadores, ambiental e trabalhista”, convidou Marlene

Dentre as principais pautas da comissão de Política Agrícola e Logística, a situação da BR 163 esteve em discussão. Previsão deste ano é que passe cerca de 12 milhões de toneladas pela rodovia, saindo de Mato Grosso com destino ao porto de Miritituba. Conforme os técnicos, principal preocupação é com o trecho não pavimentado.

Também foi discutido o Funrural, mas com olhar para o futuro, tratando do projeto de lei da redução do passivo e com a possibilidade de um novo decreto presidencial, sobre a postergação de prazo e um novo programa de repactuação de dívidas. Outro tema em discussão foi a alteração que foi feita no Fethab, em 2019.

De acordo com o gerente de Política Agrícola e Logística, Thiago Bras, o maior impacto causado com a mudança da cobrança é na produção de milho. “A análise realizada para fazer o novo cálculo foi equivocada e com certeza irá desacelerar a vontade do produtor de ampliar a produção de milho, que estava incentivando a indústria do etanol de milho no estado. Começaram se instalar indústrias aqui, mas essa notícia ruim gera instabilidade jurídica para os investidores”, explicou Bras.

 

Fonte: Ascom Aprosoja


Assessoria de Comunicação

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Agricultores iniciam colheita de pluma de algodão em Mato Grosso

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Os agricultores começaram a colher algodão em pluma, uma das culturas cultivadas em Mato Grosso. Nesta safra, a área plantada aumentou para 1,18 milhão de hectares e, em 2021, foram plantados 960 mil hectares.

A produção deve ser de 278 arrobas de algodão em caroço por hectare, apenas um arroba a mais em relação à temporada do último ano.

No entanto, como a área é grande, o volume de algodão colhido deve crescer e ficar próximo de 5 milhões de toneladas, cerca de um milhão a mais que no ano passado.

Na primeira safra, plantada em dezembro, os resultados são bons, enquanto a segunda safra, plantada em janeiro logo após a colheita da soja, não teve o mesmo efeito. O algodão foi cultivado durante o que foi considerado uma boa estação, mas o clima não colaborou com os produtores.

Em uma fazenda em Novo São Joaquim, a 487 quilômetros de Cuiabá, o resultado foi diferente nesta temporada. Segundo o gerente local, Jackson Ferreira, o algodão colhido ocupa 3.000 hectares, 15% a mais que na safra passada.

No início do ciclo, o clima afetou o crescimento da safra e a taxa média de produção foi de 5% em relação ao ano anterior.

“No ano passado choveu muito durante a janela de plantio e não executamos dentro do ideal. Já neste ano a chuva foi muito boa e conseguimos plantar dentro da janela. Durante o ciclo da cultura a chuva foi bem distribuída, mas a safrinha recebeu bem menos volume. Isso vai afetar um pouco na produtividade do algodão. Esperávamos colher 250 arrobas, mas vai chegar no máximo 230 arrobas”, disse Jackson.

Em uma fazenda em Campo Verde, a 139 quilômetros de Cuiabá, a colheita já começou. Segundo o agricultor Rodolfo Bertani Lopes da Costa, foram plantados mais de 1.500 hectares, sendo 580 em dezembro e o restante no mês seguinte.

“Esse ano choveu antes. Eu terminei o plantio do algodão safrinha em 20 de janeiro. Então foi dentro da janela e, com o preço do algodão, resolvemos aumentar as áreas de sarfinha. Só que tivemos um corte de chuva antecipado e isso ocasionou perda e a perspectiva de produção foi reduzida. A gente esperava produzir 120 arrobas de pluma e agora a produção vai ser por volta de 80 arrobas de pluma por hectare. Este ano estamos trabalhando com 40% de algodão safra e 60% de safrinha”, concluiu.

Fonte: Agroplus.tv  

Fonte: AgroPlus

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Exportações de grãos da Ucrânia caem 40% em maio

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As exportações de grãos da Ucrânia tiveram uma queda de 40% na primeira quinzena de junho, se comparada ao mesmo período de 2021, com 613 mil toneladas.

O país embarcava até 6 milhões de toneladas de grãos por mês, antes da invasão russa, que teve início no final do mês de fevereiro, desde então, os volumes diminuíram para cerca de 1 milhão de toneladas.

Isso porque a Ucrânia costumava exportar a maior parte dos seus produtores por portos marítimos e agora foi forçada a fazer o transporte de grãos por meio de trens pela fronteira ocidental.

Fonte: Agroplus.tv

Fonte: AgroPlus

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