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Política Nacional

Comissão sobre ações contraterroristas reúne-se na quinta-feira para votar parecer

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Fred Loureiro/Governo do Espírito Santo
Forças armadas atuam em comunidade
Forças armadas atuam em comunidade

A comissão especial da Câmara dos Deputados que analisa projeto de lei que trata de ações contraterroristas (PL 1595/19) reúne-se nesta quinta-feira (16) para nova tentativa de votar o relatório apresentado pelo deputado Sanderson (PSL-RS).

Na última segunda-feira (13), Sanderson leu o substitutivo ao texto principal, que  foi alvo de críticas e obstrução, e um pedido coletivo de vista adiou a votação, a fim de que os parlamentares tivessem mais tempo para analisar o texto.

A proposta original, do deputado Vitor Hugo (PSL-GO), cria o Sistema Nacional Contraterrorista (SNC) e a Política Nacional Contraterrorista (PNC), sob supervisão do Gabinete de Segurança Institucional da Presidência da República. Há previsão de treinamento e qualificação de profissionais e a preparação de unidades militares, policiais e de inteligência para ações preventivas e repressivas, “sigilosas ou ostensivas”, para desarticular ou enfrentar grupos terroristas.

Sanderson acatou algumas das sugestões apresentadas durante seis audiências públicas na comissão, entre elas, a alteração da Lei de Acesso à Informação para permitir que as autoridades responsáveis pela execução de ações contraterroristas tenham acesso irrestrito às informações de infraestrutura e a informações classificadas como sigilosas.

A reunião será realizada às 9 horas, no plenário 7.

Da Redação – RL

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Política Nacional

PSDB faz prévias neste domingo e Doria e Eduardo Leite disputam preferência para candidatura ao Planalto

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As prévias tucanas começam neste domingo com o governador de São Paulo, João Doria, à frente de seu principal adversário interno, o governador do Rio Grande do Sul, Eduardo Leite. A vantagem se dá pelos apoios já anunciados ao paulista em viagens feitas pelo país nos últimos meses. Até aqui, Doria soma, em tese, um terço do eleitorado do PSDB. Outros 10% fecharam com Leite — o restante segue em aberto, assim como a disputa interna, que promete ser acirrada.

“Se tivermos oportunidade de vencer, além de dialogar com vários outros partidos, vamos buscar uma mulher para ser vice na chapa do PSDB na Presidência da República”, garantiu Doria. No mesmo evento, ele assinou um compromisso para ampliar a participação das mulheres na política.

Na última semana, o governador de São Paulo intensificou sua agenda, com participações em eventos cada vez mais frequentes. Ele tem adotado uma postura pública com discursos mais firmes contra a corrupção e a favor de privatizações. Amanhã (20), Doria estará em Brasília para oficializar sua candidatura à Presidência nas prévias do PSDB.

Rejeição menor

Ainda que atrás de Doria no momento, Eduardo Leite tem menos rejeição dentro e fora do partido, o que o coloca, segundo aliados, com chances reais de crescimento. Prefeitos tucanos de Santa Catarina, por exemplo, foram até o gaúcho para incentivá-lo. O estado é considerado o mais bolsonarista do país.

De perfil mais discreto e menos crítico a Jair Bolsonaro, Leite tem, ao menos por enquanto, mais aliados no Congresso. Dos sete senadores, dois são considerados bolsonaristas — Roberto Rocha (MA) e Rodrigo Cunha (AL) — e, por isso, mais avessos a Doria.

Entre os demais, apenas Izalci Lucas (DF) declarou apoio ao paulista. Ele receberá Doria em almoço após o ato de inscrição, amanhã, em Brasília. Se Tasso desistir, a tendência é que apoie Leite e leve com ele os votos de Plínio Valério (AM) e Mara Gabrilli (SP).

Pelo calendário definido pela Executiva Nacional, os postulantes a presidenciável em 2022 terão pela frente dois meses de campanha. O primeiro turno está marcado para 20 de novembro.

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Política Nacional

Doria tem reprovação de 38% como governador de São Paulo, diz Datafolha

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 Governador de São Paulo João Doria (PSDB)
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Governador de São Paulo João Doria (PSDB)

Nova pesquisa do  Datafolha indica que 38% da população reprova o governo de  João Doria (PSDB) em São Paulo, considerando a gestão ruim ou péssima, enquanto 24% classificam como ótima ou boa. Outros 38% avaliam o governo como regular. Segundo o levantamento de dados, a nota média do governo Doria, entre 0 e 10, foi de 4,7.

Para a pesquisa, foram ouvidas presencialmente 2.034 pessoas, em 70 cidades do estado de São Paulo, de segunda-feira (13) até quarta (15) da última semana. A margem de erro é de dois pontos para mais ou menos.

Segundo o Datafolha, no interior do estado, os índices de aprovação, regular e reprovação de Doria são, respectivamente, 25%, 37% e 37%. Já na capital, são de 24%, 37% e 39%. Por outro lado, na região metropolitana, é de 22%, 38% e 39%.

Além disso, o governador varia de 4% a 6% na intenção de votos para a Presidência da República, a qual disputará ainda neste ano a vaga do PSDB. De acordo com a pesquisa eleitoral, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) lidera a corrida até o momento, com 44%, seguido de Bolsonaro, com 26%.

Doria e Lula têm taxa de rejeição dos eleitores parecida, com 37% contra 38% do ex-presidente. O candidato mais rejeitado é Bolsonaro , que tem taxa de 59%. ​

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A pesquisa eleitoral nacional colheu depoimento de 3.667 eleitores também presencialmente, em 190 cidades do país, entre 13 e 15 de setembro. A margem de erro é de dois pontos para mais ou menos.

Eleitores

Entre os eleitores de Doria, a pesquisa mostra que 70% o consideram ótimo ou bom e apenas 2% o classificam como ruim ou péssimo. Outros 28% acham o governador regular.

Já entre os eleitores de Bolsonaro, o cenário é desfavorável. Doria tem apenas 13% de aprovação, 60% de reprovação e 26% de regular. Entre os eleitores de Lula , os índices são 27% de aprovação, 29% de reprovação e 44% de regular.

A média de reprovação de Doria, que é de 38%, é maior entre homens (42%), funcionários públicos (46%), desempregados (43%) e evangélicos (45%). Também cresce entre quem tem de 35 anos a 44 anos (45%) e entre quem ganha de cinco a dez salários-mínimos (44%).

No entanto, a avaliação de ruim ou péssimo cai entre quem tem ensino fundamental (31%), quem ganha até dois salários-mínimos (33%), empresários (33%) e homossexuais ou bissexuais (28%).

Já o índice de aprovação, que é de 24% na média, cresce entre aposentados (30%), entre donas de casa (32%) e entre católicos (26%). A taxa cai entre estudantes (21%) e entre quem tem entre 16 e 24 anos (18%).

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