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Comissão do Governo Federal se reúne Cuiabá para discutir viabilidade do VLT

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Secretário Marcelo Padeiro aguarda a reunião para o fim do mês

O governo de Mato Grosso aguarda para o final deste mês a vinda a Cuiabá de um grupo de trabalho de Brasília, para tratar sobre o Veículo Leve sobre Trilhos (VLT).  O grupo faz parte da comissão criada pelo governador Mauro Mendes (DEM), com a Secretaria Nacional de Mobilidade Urbana, do Ministério de Desenvolvimento Regional, e pela Caixa Econômica Federal. É a primeira vinda dos representantes de Brasília que integram a comissão.

A informação é do secretário de Infraestrutura do Estado, Marcelo Oliveira, o Marcelo Padeiro. “Nós vamos ter no final do mês um grupo de trabalho de Brasília aqui em Cuiabá, e nós estamos aguardando essas pessoas. Estamos fazendo a nossa parte e eu acredito que no prazo de 120 a 150 dias nós teremos uma resposta para o VLT”, disse Padeiro.

Do governo de Mato Grosso compõem a comissão os secretários Marcelo Oliveira (Infraestrutura e Logística), Rogério Gallo (Fazenda), Emerson Hideki Hayashida (Controladoria Geral), Carlos Fávaro (Escritório de Representações) e o procurador Lucas Schiwinden Dallamico (representando a Procuradoria-Geral do Estado).

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O modal que foi pensado para a Copa do Mundo já consumiu R$ 1,066 bilhão dos cofres públicos e ainda não saiu do papel. O prazo de entrega era 13 de março de 2014, para facilitar a mobilidade dos turistas durante a Copa do Mundo de 2014, já que Cuiabá foi uma das sedes do mundial, e até a presente data não foi terminado.

Apenas seis km dos 22 km dos trilhos do VLT foram concluídos. Enquanto isso, os 42 vagões vão se deteriorando no Centro de Controle Operacional e Manutenção, que fica próximo ao Aeroporto Marechal Rondon, em Várzea Grande.

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Por redução de gastos, servidores propõem unificação de eleições ao Senado com as municipais de outubro em MT

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Servidores lembram crise nas finanças estaduais para justificar a mudança

O Sindicato dos Trabalhadores do Sistema Agrícola, Agrário, Pecuário e Florestal de Mato Grosso (Sintap/MT), que representa servidores do Indea e Intermat, enviou um oficio ao presidente do Tribunal Regional Eleitoral de Mato Grosso (TER-MT), Gilberto Giraldelli, solicitando mudança na data de eleição suplementar ao Senado, marcada para ocorrer no próximo dia 26 de abril.

A sugestão do sindicato é unificar a eleição ao Senado com as municipais de outubro de 202. A proposta visa reduzir gastos com pleito, já que o poder público tem enfrentado dificuldades financeiras, entre elas, o não pagamento da Revisão Geral Anual (RGA) ao funcionalismo público.

“Em virtude da insuficiência financeira que o Estado de Mato Grosso se encontra, alegadas constantemente pelo Governo e com isso o não pagamento do RGA para os servidores públicos do Poder Executivo, sugerimos como proposta para minimizar os gastos da máquina pública, que a eleição suplementar para o Senado Federal ocorra na mesma data das eleições municipais, ou seja, em outubro de 2020”.

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Para a presidente do Sintap/MT, Rosimeire Ritter, com isso, “além da medida diminuir o impacto financeiro do Estado, reduzindo gastos, também facilitará para os eleitores, tendo em vista que poderão cumprir com suas obrigações eleitorais numa única data”, afirma.

A diretoria do sindicato ainda propõe de que forma o recurso que pode ser economizado com a possível eleição em abril pode ser utilizado. “Sugerimos que o  valor destinado para esta finalidade seja revertido para investimento na saúde, educação e segurança pública”, diz o documento.

RESPOSTA – O documento foi protocolado no TRE/MT na manhã desta segunda-feira (27). A diretoria do Sintap/MT aguarda resposta do presidente do órgão nos próximos dias.

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Reforma da Previdência e Cota Zero são prioridades na volta dos trabalhos da Assembleia Legislativa

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De acordo com o presidente Eduardo Botelho, as discussões já têm inicio a paritr desta segunda-feira, com a volta do recesso

O presidente da Assembleia Legislativa, deputado Eduardo Botelho (DEM), afirmou na manhã desta segunda-feira (27), que a expectativa é grande para o retorno dos trabalhos em plenário, na próxima semana, com uma sessão solene na segunda-feira (3) e sessões ordinárias na terça, quarta e quinta-feira.

“A expectativa é muito grande. Vamos instalar o retorno dos trabalhos numa sessão solene na próxima segunda-feira (3). Depois disso, as sessões serão normais na terça, quarta e quinta-feira. Essa semana já vamos iniciar as discussões com as categorias em torno das regras da aposentadoria. Temos várias agendas esta semana para iniciarmos os debates”, disse Botelho.

Conforme o presidente do Legislativo, além da questão da previdência, existem alguns projetos pendentes e vetos que não foram votados no ano passado. “Temos também o Cota Zero, que não foi votado no ano passado e as regras da aposentadoria. Também precisamos fazer a votação em redação final do projeto de aumento da alíquota de 11% para 14%. Não acredito em mais alterações, acho que o projeto está encerrado e será votado em última votação sem problemas”, disse.

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“Quanto ao Cota Zero, estamos contratando uma empresa para fazer estudos e iniciarmos as discussões, mas realmente é um projeto polêmico”, disse o presidente.

Quanto ao fato de duas eleições este ano, a suplementar ao Senado e as eleições municipais, “se tivermos deputados candidatos, isso altera um pouco, se não tiver, não altera muito. Então nós vamos trabalhar para ver como vai ficar essa questão aqui no Parlamento. Inicialmente não altera nada. A eleição de prefeito o deputado participa mais porque é uma exigência da base, mas a de Senado, não”, explicou.

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