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Política Nacional

Comissão debate projeto que classifica atentado contra policiais de terrorismo

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 A Comissão de Segurança Pública e Combate ao Crime Organizado realiza audiência pública nesta quinta-feira (6) para debater o Projeto de Lei 443/19, que classifica de ato terrorista o atentado contra a vida de policiais, bombeiros, militares e integrantes da Força Nacional ou de seus familiares até o terceiro grau. Ainda segundo o projeto, também será terrorismo portar fuzil, granada e demais armas de emprego coletivo.

O debate atende requerimento apresentado pelos deputados Santini (PTB-RS) e Capitão Alberto Neto (PRB-AM). O projeto é de autoria do deputado Gurgel (PSL-RJ).

Foram convidados para a audiência:

– Alexandre Abrahão Dias Teixeira, juiz-presidente do III Tribunal do Júri do Tribunal de Justiça do Estado do Rio de Janeiro;
– Luciano Vaccaro, promotor de Justiça e coordenador do Centro de Apoio Operacional Criminal e de Segurança Pública;
– Felipe Santa Cruz, presidente do Ordem dos Advogados do Brasil (OAB);
– Jayme Martins de Oliveira Neto, presidente da Associação dos Magistrados do Brasil (AMB);
– Deolindo Paulo Carniel, presidente da Federação Nacional dos Policiais Rodoviários Federais;
– Joselito Bandeira Vicente, diretor legislativo da Associação Federal dos Oficiais de Justiça do Brasil;
– Fernando Ferreira de Anunciação, presidente da Federação Sindical Nacional de Servidores Penitenciários;
– Marcos de Almeida Camargo, presidente da Associação Nacional dos Peritos Criminais Federais;
– Luís Antônio Boudens, presidente da Federação Nacional dos Policiais Federais;
– Cel. Marlon Jorge Teza, presidente da Federação Nacional de Entidade de Oficiais Militares Estaduais; e
– André Luiz Gutierrez, presidente da Confederação Brasileira de Trabalhadores Policiais Civis.

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Hora e local A audiência será às 9 horas, no plenário 6.

Fonte: Agência Câmara Notícias
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Política Nacional

Planalto diz que não vai se manifestar sobre citação nazista de secretário

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Roberto Alvim, secretário de Cultura do governo Bolsonaro arrow-options
Reprodução

Roberto Alvim, secretário de Cultura do governo Bolsonaro

O Palácio do Planalto afirmou, nesta sexta-feira (17), que não vai se manifestar sobre o pronunciamento do secretário especial de Cultura , Roberto Alvim, que citou em vídeo trechos de um discurso de Joseph Goebbels, ministro da propaganda do regime nazista. 

Em nota, a assessoria de imprensa do Planalto afirmou que não vai comentar e que o secretário “já se manifestou oficialmente”. Após a repercussão do vídeo, Roberto Alvim afirmou que houve uma “coincidência retórica”, mas disse que não há nada de errado com o discurso. 

“Houve uma coincidência com UMA frase de um discurso de Goebbles (sic)… não o citei e JAMAIS o faria. Foi, como eu disse, uma coincidência retórica. Mas a frase em si é perfeita: heroísmo e aspirações do povo é o que queremos ver na Arte nacional”, disse o secretário. 

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Além do trecho copiado do discurso de Goebbels, outra referência ao regime de Adolf Hitler é a trilha sonora do pronunciamento: a ópera “Lohengrin”, de Richard Wagner. O compositor alemão era celebrado pelo líder nazista e teve grande influência em sua formação ideológica.

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Política Nacional

“Talvez não esteja bem da cabeça”, diz Olavo após citação nazista de secretário

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Olavo de Carvalho arrow-options
Reprodução/TV Globo

Olavo de Carvalho comentou pronunciamento de Roberto Alvim

O ideólogo de direita Olavo de Carvalho criticou o secretário especial de Cultura, Roberto Alvim, após a divulgação de vídeo em que copia uma citação do ministro de propaganda da Alemanha nazista, Joseph Goebbels.

“É cedo para julgar, mas o Roberto Alvim talvez não esteja muito bem da cabeça. Veremos”, escreveu Olavo em sua conta no Facebook. 



Na noite de quinta-feira (16), Roberto Alvim gerou indignação nas redes sociais por causa de um vídeo criado para divulgar o Prêmio Nacional das Artes, projeto lançado horas antes em live com a participação do próprio presidente. No pronunciamento, o secretário copiou um discurso do ministro de propaganda da Alemanha nazista, Joseph Goebbels.

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Além do trecho copiado do discurso de Goebbels, outra referência ao regime de Adolf Hitler é a trilha sonora do pronunciamento: a ópera “Lohengrin”, de Richard Wagner. O compositor alemão era celebrado pelo líder nazista e teve grande influência em sua formação ideológica.

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Fonte: IG Política
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