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Comissão de Educação solicita reserva de vacina a professores de MT

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Foto: Ronaldo Mazza

A Comissão de Educação, Ciência, Tecnologia e Desporto da Assembleia Legislativa aprovou na manhã desta quarta-feira (7) uma indicação que será encaminhada ao governo do Estado com pedido de reserva de vacinas aos 32 mil profissionais da educação pública de Mato Grosso.

A ideia é garantir a imunização de técnicos e professores nos próximos meses para que seja garantido o retorno das aulas presenciais em Mato Grosso com a segurança sanitária necessária em meio a pandemia do coronavírus.

O deputado estadual Wilson Santos (PSDB), que preside a comissão, ressaltou que vai buscar até mesmo uma audiência com o governador Mauro Mendes (DEM) para garantir a imunização dos profissionais da educação pública.

“A Assembleia Legislativa, em sua maioria, defende o retorno às aulas presenciais com responsabilidade e precisamos destas vacinas aos técnicos e professores da educação. A Constituição Federal é clara de que a educação é um dos pilares da administração pública. Essa prioridade aos profissionais da educação pública já é uma realidade em outros Estados”, disse.

Na segunda-feira (5), o plenário da Assembleia Legislativa aprovou com 18 votos favoráveis o Projeto de Lei 21/2021 que inclui as atividades educacionais no rol de serviços essenciais enquanto vigorar a pandemia da Covid-19.

O projeto foi aprovado em primeira votação e retornará ao plenário na próxima semana para votação definitiva após um pedido de vistas do deputado estadual Thiago Silva (MDB).

Também votaram favoráveis  proposta de prioridade na vacinação aos profissionais de educação, os deputados Thiago Silva (MDB) e Faissal Calil (PV).

Mato Grosso deu início ao Plano Nacional de Imunização no dia 18 de janeiro, atendendo as regras do governo federal.

A vacina que está sendo utilizada é a Coronavac, produzida pelo Instituto Butantan, de São Paulo, em parceria com laboratório chinês Sinovac.

O governador Mauro Mendes (DEM) já anunciou a compra de 1,2 milhão de doses da vacina russa Sputnik V. O contrato com a fabricante foi assinado no dia 31 de março.

Os imunizantes serão entregues em dois lotes com o primeiro programado para chegar na segunda quinzena de abril.

Fonte: ALMT

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1 comentário

1 comentário

  1. Lima disse:

    Boas notícias!

    Principalmente para os Vigilantes da Educação, que não pararam de trabalhar desde o início da pandemia!

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Política MT

Mendes defende que vacinas Sputinik V compradas por governadores fiquem nos Estados

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Em reunião com o ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, o governador Mauro Mendes defendeu que as doses da vacina Sputnik V, adquiridas pelo Governo do Estado, sejam pagas pelo estado e aplicadas exclusivamente em Mato Grosso. Ao todo, o Estado adquiriu 1,2 milhão de doses da vacina contra a covid-19.

A reunião ocorreu na tarde desta terça-feira (20.04), por videoconferência, com a participação dos governadores do Norte, Nordeste e Centro-Oeste que compraram a Sputnik V.

De acordo com Mauro Mendes, o ministro da Saúde demonstrou intenção de requisitar as vacinas compradas pelos estados, pagar pelas doses, e incluí-las no Plano Nacional de Imunização (PNI).

“Eu tenho defendido que o Estado de Mato Grosso prefere, em primeiro lugar, pagar pelas vacinas para que nós fiquemos com essas vacinas aqui no estado”, afirmou o governador.

Mauro relatou que, caso não seja possível essa primeira alternativa, que o Ministério da Saúde inclua no PNI as doses, mas as entregue apenas aos estados que fizeram a compra, como forma de antecipar as doses que já o Ministério já iria entregar.

“Ou seja, nós recebemos as vacinas aqui, aplicamos na nossa população, e as futuras entregas do PNI seriam descontadas e mandadas para os demais estados para poder futuramente reequilibrar essa conta em todo o país”, explicou.

A proposta de antecipação das doses, com a compensação, foi defendida por todos os governadores que adquiriram a Sputnik V. Marcelo Queiroga adiantou que irá encaminhar a proposta para análise da procuradoria do ministério.

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Reintegrado ao TCE, Antonio Joaquim afasta carreira politico-partidária: “não vou me contaminar”

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O conselheiro do Tribunal de Contas do Estado (TCE), Antonio Joaquim, que foi reintegrado ao Pleno por decisão do STJ depois de afastado por três anos e meio da Corte de Contas, disse que não vai ‘contaminar’ e nem perder sua ‘autoridade’ por conta da política eleitoral de 2022.

“Como eu disse, não sou afeito à hipocrisia. Lá atrás, tentei.Neste momento, nada, zero de política, não vou contaminar, não vou perder a minha autoridade e a minha isenção como juiz de contas, como conselheiro, para discutir política eleitoral”, garantiu o conselheiro.

“Agora, veja bem, vai dizer não me interessa, acabou, não sei, isso lá no ano que vem, eu posso até avaliar, mas neste momento, com toda sinceridade, sem hipocrisia, não contamino minha atividade de conselheiro”, disse, acrescentando que “jamais imaginaria, com a minha história, que eu seria afastado três anos e meio do Tribunal”, declarou.

O conselheiro garantiu que está animado com o retorno no Tribunal de Contas do Estado. “Como eu estava em 2016, muito animado, eu continuo agora em 2021, cinco anos depois. Por outro lado, eu não sou afeito a hipocrisias de dissimulações. Eu sou uma pessoa transparente e as vezes pago um alto preço por essa transparência”, disse.

“Não posso negar que em 2018 eu me coloquei como pré-candidato a governador, e cheguei a assinar minha aposentadoria e protocolar no Tribunal de Contas. Eu não esperava e subestimei a capacidade de maldade do seu Pedro Taques, na época, em conluio com o Janot, que me tirou das eleições”, recordou Antonio Joaquim.

“Eu fui pré-candidato a governador, só que eu paguei um alto preço por essa ousadia. E hoje estou no tribunal e o assunto só pode ser as políticas de controle externo e de conselheiro. Eu não posso contaminar minha atividade com a discussão política eleitoral. Até porque, eu sou impedido legalmente, como a lei orgânica da magistratura impede o desembargador, e nós somos considerados, na condição de Estado, com as mesmas prerrogativas dos desembargadores, eu estou impedido por lei de discutir política eleitoral partidária”.

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