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Internacional

Comércio exterior terá câmara de mediação de conflitos

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Os conflitos comerciais entre importadores e exportadores poderão ser solucionados por meio de uma câmara de mediação, em vez de serem necessariamente judicializados. O objetivo é dar velocidade aos processos que, na Justiça, podem ser dispendiosos e se arrastarem por muitos anos, e, com a mediação, beneficiar principalmente comerciantes médios e pequenos, que não dispõem de estrutura jurídica com musculatura suficiente para travar batalhas internacionais.

A novidade foi lançada nesta segunda-feira (26), pela Associação de Comércio Exterior do Brasil (AEB), que sediará a câmara, disponível para quem é associado, ou não, da entidade. Segundo o vice-presidente da AEB, Arthur Pimentel, existem milhares de casos de controvérsias relativas ao comércio exterior na Justiça brasileira, que leva anos para solucioná-las.

“O Brasil vive hoje uma mudança de cultura na área de resolução de controvérsias no comércio exterior. O mundo inteiro está se movimentando neste sentido. Tentar desviar o foco da Justiça, que tem muita demanda, e principalmente para atender as médias e as pequenas empresas, pois as grandes têm mais condições de procurar soluções lá fora”, disse Pimentel.

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Segundo Pimentel, a câmara será um espaço de confidencialidade, focada em empresas privadas, aqui no Brasil e no exterior, buscando rapidez e economia de recursos, tornando o processo muito menos oneroso do que o caminho judicial. Entre os casos que serão abordados pela câmara estão desde problemas na entrega de produtos, que podem ter algum tipo de defeito ou desconformidade com o pedido feito, até problemas com câmbio, pagamentos ou trâmites portuários, entre outros.

O acesso à Câmara AEB de Comércio Exterior poderá ser feito por meio da página da entidade na internet  ou pelo telefone (21) 2544-0048. Também haverá cursos de capacitação para pessoas interessadas em se especializarem na mediação de conflitos na área de comércio exterior.
 

Edição: Fábio Massalli

Fonte: EBC
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Internacional

MIke Pompeo: Irã é responsável por ataques na Arábia Saudita

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O secretário de Estado norte-americano, Mike Pompeo, disse que o Irã é responsável pelos ataques do dia 14 de setembro a instalações petrolíferas da Arábia Saudita. Ele fez o comentário durante visita ao Oriente Médio para investigar os ataques.

Em entrevista nos Emirados Árabes, após visita à Arábia Saudita, ele afirmou que os Estados Unidos (EUA) querem uma solução pacífica para a questão, mas que Washington deverá impor mais sanções contra o Irã.

Teerã tem repetidamente negado as alegações dos EUA. Os rebeldes houthi no Iêmen, que são contra o governo e apoiados pelo Irã, assumiram a responsabilidade pelos ataques.

O chanceler do Irã, Mohammad Javad Zarif, disse à CNN, nessa quinta-feira (19), que caso as Forças Armadas americanas ou sauditas ataquem o país, as consequências poderão ser “uma guerra em grande escala”.

As Nações Unidas planejam enviar uma equipe para investigar os ataques na Arábia Saudita e, por sua vez, o governo saudita disse que vai cooperar com essas investigações.

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*Emissora pública de televisão do Japão

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Fonte: EBC
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Internacional

Brasil condena ataques a instalações petrolíferas na Arábia Saudita

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O governo brasileiro considerou positiva a decisão da Arábia Saudita de convidar peritos internacionais para investigar o ataque a duas instalações petrolíferas da Saudi Aramco em Abqaiq e em Khurais, no último sábado (14). Com os ataques, o país chegou a anunciar a suspensão de metade da produção de petróleo.

De acordo com nota divulgada pelo Ministério das Relações Exteriores, o Brasil “congratula o governo saudita pela decisão de convidar peritos internacionais, ao amparo do Conselho de Segurança das Nações Unidas, para participar das investigações.”

No comunicado, o Itamaraty diz que o Brasil condena os ataques que “comprometeram seriamente o fornecimento internacional de petróleo”. “O Brasil se solidariza com a Arábia Saudita e manifesta confiança na capacidade das autoridades daquele país em controlar os danos causados pelos ataques, bem como no pronto reparo das instalações”, destaca a nota.

Ontem (18), a Arábia Saudita mostrou destroços que, segundo autoridades do país, são de mísseis de cruzeiro e drones utilizados no ataque de sábado a suas instalações de petróleo. O porta-voz do ministério da Defesa saudita, Turki al-Malki, declarou à imprensa que os destroços eram evidências inegáveis de agressão iraniana. O Irã nega as acusações. Rebeldes houthi do Iêmen assumiram a autoria dos ataques.

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A troca de acusações elevou a tensão na região. Em razão dos atritos entre os dois países, a Organização das Nações Unidas (ONU) decidiu enviar peritos internacionais para investigar os ataques.

 

Edição: Juliana Andrade

Fonte: EBC
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