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Economia

Comércio e serviços geram 28 mil vagas em setembro em São Paulo

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Em preparação para o período de final de ano, os setores do comércio – varejista e atacadista – e de serviços em São Paulo geraram, no mês de setembro, 27.721 empregos formais. Foram 296.820 contratações ante 269.099 desligamentos.

No total, os dois setores fecharam o nono mês do ano com estoque de 10.192.080 vínculos trabalhistas, o melhor resultado desde 2014 para os meses de janeiro a setembro.

Os dados foram divulgados hoje (8) pela Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (FecomercioSP).

“Foi consolidado o processo ainda existente de recuperação de vagas formais no comércio e em serviços. Isso, porque houve aumento do consumo das famílias, o que permitiu ao empresário ampliar o quadro de funcionários diante do aumento da demanda, reflexo da inflação controlada, queda dos juros e crédito menos custoso”, disse, em nota, a entidade.

O levantamento da FecomercioSP analisa o nível de emprego do comércio varejista, atacadista e de serviços por meio de dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados do Ministério do Trabalho (Caged).

Edição: Maria Claudia

Fonte: EBC Economia
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Pacote de Guedes penaliza desempregados e pode gerar demissões em massa

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IstoÉ Dinheiro

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Marcelo Camargo/Agência Brasil

Pacote de Paulo Guedes para geração de empregos penaliza desempregados e pode gerar demissões em massa

Ao menos no que tange a ideia de incentivo à geração de empregos, o novo pacote anunciado na semana passada com pompa por Bolsonaro e o czar Paulo Guedes foi algo assim como um tiro pela culatra. Ao se fixar em novas facilidades para as empresas, a equipe econômica abriu margem para um efeito às avessas.

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As mudanças nas jornadas, no FGTS , nas multas e nos registros incentivam e aceleram um processo de reestruturação de quadros que levará, de saída, com razoável previsibilidade, a um fenômeno de demissões em massa. Há ainda distorções de natureza distributiva e um viés claramente intervencionista nas medidas.

O Governo vai, por exemplo, taxar o seguro-desemprego para bancar os empregos dos mais jovens. Em outras palavras, vai tirar de quem mais precisa naquele momento para incentivar a contratação de outra mão de obra mais barata. É algo assim como o rabo balançando o cachorro. Nunca se viu nada igual.

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O profissional mandado embora que tenha direito ao benefício pagará 7,5% de tributo, que servirá como compensação ao desconto dado às empresas que contratarem pessoas entre 18 e 29 anos para o primeiro emprego. O governo, naturalmente, não perde nada nesse jogo de puxa do lado mais fraco para bancar um incentivo.

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O grave é que a Medida Provisória avança perigosamente nas regras trabalhistas , ferindo, com essas mudanças, os dispositivos previstos em lei. Economistas e o mercado em geral se surpreenderam, principalmente, com o grau de intervenção imposto na proposta. Na opinião da maioria, há um desastre do ponto de vista distributivo em curso quando o seguro-desemprego, hoje isento, é onerado para compensar incentivos.

A tendência é que muitos vão acabar gastando os 7,5% do que recebem para incentivar o emprego de poucos. Por essa ótica, trata-se de uma espécie de gambiarra para o Estado arrecadar mais.

A ideia de permitir a convocação – e o termo é esse mesmo – de profissionais de todas as categorias para trabalhar aos domingos e feriados, sem pagamento de horas extras ou qualquer benefício, em troca apenas do descanso em outro dia da semana, também é mais uma medida claramente inconstitucional.

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Significaria, caso aprovada pelo Congresso, um novo sistema de homologação de acordos trabalhistas , com toda a burocracia decorrente dessa operação. Sindicatos de classe e entidades representativas já se mobilizam para protestar e resistir às ideias. O ministro, por sua vez, tentou embalar a espetada com a promessa marqueteira de “melhorar o ambiente de negócios”. Não vai. Na hipótese de seguir adiante, os conflitos e desarranjos operacionais serão inevitáveis.

Fonte: IG Economia
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Mais de 4 mil vagas de emprego são ofertadas em São Paulo

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É necessário apresentar RG, CPF, número do PIS e carteira de trabalho

A Prefeitura de São Paulo oferece 4.589 oportunidades de emprego , no início desta semana. As vagas podem ser consultadas nas 24 unidades da rede, administradas pela Secretaria de Desenvolvimento Econômico e Trabalho.

Oportunidades para vendedor lideram o ranking com 536 vagas. Os candidatos precisam ter ensino médio completo e experiência minima de seis meses – os salários variam entre R$ 1.490 a R$ 1.665.

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O cargo de telemarketing conta com 157 postos no segundo lugar do ranking. A empresa contratante exige ensino médio completo e experiência comprovada em carteira – com salário de R$ 998 a R$ 1.150 por mês.

Costureiras com experiência de seis meses comprovada na área podem concorrer a uma das dez vagas. Neste caso, o salário oferecido é de R$ 1.653.

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Quem não tem o ensino médio completo pode se candidatar a uma das 10 oportunidades para vigilante com vencimento de R$ 1.547,12 e pede-se experiência de seis meses. Já fiscais de loja com ensino médio completo podem concorrer a um dos 20 postos disponíveis.

De acordo com a distribuição regional, a Zona Central apresenta o maior número de oportunidades , com 871 vagas, seguida pela região Leste com 276. A região Sul apresenta 239 ofertas de emprego e a região Norte dispõe de 202. Já a Zona Oeste da cidade conta com 80 possibilidades de contratação.

Todas as oportunidades de emprego podem ser consultadas de segunda a sexta-feira, das 8h às 17h, em qualquer uma das 24 unidades do Centro de Apoio ao Trabalho e Empreendedorismo da Secretaria Municipal de Desenvolvimento Econômico e Trabalho (Cate).

É necessário apresentar RG, CPF, número do PIS e carteira de trabalho. Os endereços podem ser  acessados pelo site da prefeitura da capital.

Fonte: IG Economia
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