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Começa hoje prazo pare selecionados no Sisu se matricularem em faculdades

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enem
Valter Campanato/ABr

Aqueles que não foram selecionados no Sisu poderão participar da lista de espera de 11 a 17 de junho

As matrículas dos selecionados no Sisu devem ser realizadas a partir desta quarta-feira (12). Os estudantes terão até o dia 17 de junho para comparecer na instituição de ensino em que foi aprovado. O Ministério da Educação ressalta que o candidato precisa entrar em contato com a faculdade para verificar o local, horário e procedimentos para a matrícula.

A lista dos selecionados na chamada única foi divulgada na segunda-feira (10) , no site do programa. Ao todo, nesta edição, são ofertadas 59.028 vagas em 76 instituições públicas de ensino em todo o país. Aqueles que não foram selecionados poderão participar da lista de espera de 11 a 17 de junho. A convocação desses estudantes ocorrerá após o dia 19 deste mês.

Para participar da lista de espera é preciso acessar o site do Sisu e indicar para qual a opção de vaga escolhida na fase de inscrição se deseja pleitear uma vaga. Podem participar do Sisu os estudantes que fizeram prova do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) em 2018 e obtiveram nota na redação acima de zero.

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Mais concorridos

Os cursos mais concorridos desta edição são medicina, com 169.711 inscrições para 1.446 vagas, uma relação de 117,37 inscrições por vaga. O curso foi seguido por direito, com 64.933 inscrições para 1.459 vagas, uma relação de 44,51 inscrições por vaga; e por administração, com 60.156 inscrições para 1.996 vagas, ou seja, 30,14 inscrições por vaga.

Já a maior nota de corte da edição foi do curso de direito da Universidade Federal Fluminense (UFF), campus Aterrado, com 838,68 pontos. O número é o para a ampla concorrência. Em seguida, está o curso de engenharia Química da Universidade Federal da Paraíba (UFPB), pela lei de cotas, com 837,5 e o curso de direito da Universidade Federal Fluminense (UFF), campus Aterrado, também pela lei de cotas, com 825,41.

Pela Lei de Cotas (Lei 12.711/12), 50% das vagas das universidades federais e das instituições federais de ensino técnico de nível médio devem ser reservadas a estudantes de escolas públicas. Dentro da lei, há a reserva de vagas para pretos, pardos e indígenas, de acordo com a porcentagem dessas populações nas unidades federativas.

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Fonte: IG Nacional
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“Estamos preocupados”, diz Dallagnol sobre avanço da lei do abuso de autoridade

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Deltan Dallagnol
Marcelo Camargo/ABr

Deltan Dallagnol mostra preocupação com possível aprovação do projeto de abuso de autoridade


A Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado aprovou nesta quarta-feira (26) o projeto conhecido como dez medidas da corrupção, que inclui a punição ao abuso de autoridade de magistrados e integrantes do Ministério Público. A intenção é votá-lo no plenário ainda nesta quarta-feira. Caso aprovada, a proposta terá que retornar à Câmara dos Deputados, porque foi modificada pelo Senado. Líder da força-tarefa da Lava Jato, o procurador Deltan Dallagnol mostra preocupação com o projeto.

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As dez medidas contra a corrupção foram propostas inicialmente pela força-tarefa da Operação Lava Jato, mas foram alteradas pela Câmara em votação no fim de 2016. Naquela ocasião, os deputados inseriram a definição de  abuso de autoridade  justamente para restringir o poder dos investigadores.

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“Estamos preocupados pode significar um obstáculo à luta contra a corrupção. Ele muito deturpado vai ser um grande retrocesso. Somos contra esse projeto. Somos a favor de uma punição adequada do crime de abuso de autoridade, consistente com aquela apresentada em 2017 no Senado Federal, que não tem pegadinhas e que avança nesse sentido. Nós da Lava Jato queremos continuar prestando um bom serviço à sociedade brasileira e vamos precisar do apoio dos senadores”, falou Deltan em vídeo publicado em seu Twitter.

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A Lava Jato enfrenta uma crise após o site The Intercept Brasil ter publicado reportagens com conversas entre o juiz Sergio Moro e procuradores, entre eles, Deltan Dallagnol. Com isso, a aprovação do projeto de abuso de autoridade como retaliação á operação ganhou mais força.


Fonte: IG Nacional
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Dinheiro do crime organizado será usado para equipar Polícia Civil em São Paulo

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polícia
Divulgação/Flickr/Polícia Civil de São Paulo

Projeto foi aprovado nessa terça-feira (25) pela Assembleia Legislativa

A Assembleia Legislativa de São Paulo aprovou um projeto que destina bens e valores provenientes da prática de crimes de lavagem de dinheiro para equipar a Polícia Civil do Estado. O projeto, que cria um Fundo Especial para o Combate do Crime Organizado e a Lavagem de Dinheiro (FEPCCOLD), foi aprovado nessa terça-feira (25) e tem como autor o deputado Delegado Olim (PP).

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O Sindicato dos Delegados de Polícia do Estado de São Paulo (SINDPESP) informou, em nota, que os recursos devem ser usados para melhorar a infraestrutura das unidades policiais especializadas, para a compra e aprimoramento de tecnologia e na capacitação de agentes e autoridades da Polícia Civil .

De acordo com a presidente do sindicato, Raquel Kobashi Gallinati, o objetivo do projeto é o fortalecimento e a modernização do serviço. “Com uma polícia melhor preparada e equipada, o combate ao crime organizado é mais eficaz e o retorno para sociedade, maior”, afirmou.

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A verba recuperada ainda poderá ser usada para o custeio de passagens, deslocamentos e estadias quando agentes da Polícia Civil forem participas de fóruns – nacionais e internacionais – sobre prevenção e combate à lavagem de dinheiro.  

Fonte: IG Nacional
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