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Internacional

Com variante do coronavírus, Europa e Ásia reforçam fronteiras

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Autoridades globais reagiram com alarme nesta sexta-feira (26) a uma nova variante do novo coronavírus detectada na África do Sul. A União Europeia (UE), o Reino Unido e a Índia estão entre os que anunciam controles de fronteira mais rigorosos, enquanto cientistas tentam determinar se a mutação é resistente a vacinas.

O Reino Unido proibiu voos da África do Sul e de países vizinhos e pediu que os viajantes britânicos que voltam desses locais entrem em quarentena. A chefe da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen, disse que a UE também pretende deter o tráfego aéreo da região.

Cientistas estudam a variante identificada nesta semana, mas a notícia derrubou os mercados de ações e o petróleo em meio aos temores do que proibições de viagens fariam às economias já abaladas do sul africano.

A variante tem uma proteína de espigão que é dramaticamente diferente daquela do coronavírus original, no qual as vacinas contra covid-19 se baseiam, disse a Agência de Segurança da Saúde britânica, o que aumenta o receio de como as vacinas atuais, bem-sucedidas contra a mais familiar variante Delta, sersairão.

“Como os cientistas descrevem, esta é a variante mais significativa que encontraram até hoje”, disse o secretário dos Transportes britânico, Grant Shapps, ao canal Sky News.

A Organização Mundial da Saúde (OMS) realiza hoje uma reunião em Genebra. Especialistas debaterão o risco que a variante apresenta e se ela deveria ser designada como de interesse ou preocupante, disse o porta-voz da OMS, Christian Lindmeier.

Quase 100 sequências da variante já foram relatadas, e uma análise inicial mostra que ela tem “um número grande de mutações” que exigem mais estudo, acrescentou Lindmeier.

Um epidemiologista afirmou que já pode ser tarde demais para endurecer as restrições de viagem.

“Acho que temos que admitir que muito provavelmente esse vírus já está em outros lugares. Então, se fecharmos a porta agora, provavelmente será tarde demais”, disse Ben Cowling, da Universidade de Hong Kong.

A África do Sul conversará com autoridades britânicas para tentar convencê-las a reconsiderar a proibição, disse o Ministério das Relações Exteriores em Pretória.

A variante, batizada de B.1.1.529, também foi encontrada em Botsuana e Hong Kong, de acordo com a Agência de Segurança da Saúde do Reino Unido.

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Internacional

Mais de 220 pessoas morrem em protestos no Cazaquistão

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Protestos Cazaquistão
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Protestos Cazaquistão

Os violentos protestos da semana passada no Cazaquistão, que se iniciaram com protestos pacíficos contra o aumento do preço da conta de luz, resultaram em 225 mortos, informou no sábado (15) a promotoria, com base nos relatórios que aumentaram drasticamente o número de vítimas.

“Durante o estado de emergência. 225 corpos foram recebidos pelos necrotérios, 19 deles de membros das forças de segurança ou militares”, afirmou Serik Shalabaev, representante da Procuradoria-geral deste país da Ásia Central, durante uma coletiva de imprensa.

Outros eram “bandidos armados que participaram de ataques terroristas”, acrescentou. “Infelizmente, os civis também se tornaram vítimas de atos terroristas.”

O Cazaquistão já havia reconhecido menos de 50 mortes: 26 “criminosos armados” e 18 agentes de segurança no conflito que destacou discussões internas na alta cúpula do governo.

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Uma contagem mais alta de 164 mortes – que apareceu em um canal oficial do Telegram na semana passada – foi rapidamente retirada.

Asel Artakshinova, porta-voz do Ministério da Saúde, disse que mais de 2.600 pessoas foram a hospitais para tratamento e que 67 estão em estado grave.

As autoridades cazaques atribuíram a violência a bandidos e “terroristas” internacionais que, segundo eles, controlam os protestos, cujo epicentro se mudou do oeste para a maior cidade do país, Almaty.

Tropas da Organização do Tratado de Segurança Coletiva, liderada por Moscou, ajudaram a conter a violência no país da Ásia Central, iniciaram uma retirada gradual na quinta-feira.

Fonte: IG Mundo

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Internacional

VÍDEOS: Tsunami atinge Tonga após erupção de vulcão submarino

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Zona costeira de Tonga foi atingida por tsunami
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Zona costeira de Tonga foi atingida por tsunami

A erupção de um vulcão submarino causou um tsunami em Tonga, no Oceano Pacífico, neste sábado. A capital do país, Nuku’alofa, teve partes inundadas por ondas que chegaram a 1 metro. Imagens nas redes sociais mostram casas e edifícios situados em frente à praia sendo invadidos pela água. Toda a zona costeira ficou inundada rapidamente.

O tsunami ocorreu após o Hunga-Tonga-Hunga-Ha’apai ter entrado em erupção. O vulcão fica a cerca de 65 km ao norte da capital tonganesa. Um alerta para todo o país foi emitido pelo Serviço Meterológico de Tonga, neste de sábado.

Ainda na sexta-feira, cientistas já haviam observado explosões maciças, trovões e relâmpagos perto do vulcão Imagens de satélite mostraram o vulcão Hunga-Tonga-Hunga-Ha’apai entrando em erupção por volta das 18h30 deste sábado, no horário local.

Um serviço privado de meteorologia da Nova Zelândia registrou o início da atividade vulcânica com imagens infravermelhas. Elas mostram como o céu claro deu lugar a uma nuvem gigante de fumaça sobre em Tonga.

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Moradores de Tonga também gravaram vídeos após a erupção, nos quais mostram como o céu ficou escuro com a nuvem de fumaça emitida pelo vulcão.

Nova Zelândia, Fiji e Samoa Americana também sentiram o impacto da erupção vulcânica. A imprensa neozalandeza relatou que foi possível ouvir o estrondo da erupção vulcânica no país, que fica a mais de 2.300 km de distância.

Em Fiji, situada a 800 km de distância, as autoridades locais informaram que a erupção de oito minutos foi tão forte que “sons altos de trovão” puderam ser escutados.

Alertas de tsunami também foram emitidos nesses locais. Na Nova Zelândia as autoridades alertaram para as tempestades decorrentes da erupção. Fiji pediu para os moradores evitarem as zonas costeiras “devido às fortes correntes e ondas perigosas”.

Fonte: IG Mundo

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