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Saúde

Com surto de sarampo em SP, bebês de seis a 12 meses devem tomar a vacina

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Bebês de seis a 12 meses devem ser vacinados contra o sarampo em 39 cidades paulistas ( veja lista abaixo ) a partir desta segunda-feira (12). Crianças nessa faixa etária que vão viajar para esses locais também devem ser vacinadas, com pelo menos 15 dias de antecedência, segundo recomendação da Secretaria Estadual de Saúde.

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São Paulo vive surto de sarampo e, por isso, a recomendação é que bebês recebam a imunização contra a doença

Os casos de sarampo entre menores de um ano representam 13,6% dos 967 existentes no Estado. Pelo menos 80% do total se concentram na capital, com 778. De acordo com a Secretaria, a relação das cidades com indicação será atualizada semanalmente. Se a situação epidemiológica exigir, novos municípios serão incluídos na lista.

Segundo informações da TV TEM, em Sorocaba, por exemplo, a prefeitura diz não ter doses suficientes para os bebês e que não foi notificada sobre essa campanha pela Secretaria Estadual de Saúde. Na cidade, são cinco casos confirmados e 39 estão em investigação. Já em Jundiaí, a prefeitura informa que há doses suficientes da vacina. 

A reportagem do G1 apurou que, de cinco clínicas procuradas em Sorocaba, apenas uma possuía a vacina contra o sarampo. Na sexta-feira (9), ainda não havia previsão para renovar os estoques. 

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Cuidados no dia a dia

Enquanto a pessoa não puder se vacinar, algumas medidas são importantes para diminuir os riscos de transmissão, que ocorre geralmente por tosse, espirros, fala e respiração. Documento elaborado pelo Centro de Vigilância Epidemiológica (CVE) recomenda cobrir o nariz e boca quando tossir e lavar as mãos com frequência com água e sabão. 

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Além disso, é importante não compartilhar alimentos, copos, talheres e outros utensílios, além de não colocar a mão na boca e nos olhos. Além disso, sempre que for possível, a recomendação é evitar locais com aglomeração ou que sejam pouco arejados. Deixar os ambientes sempre limpos e ventilados e evitar contato com pessoas doentes são outras dicas.

Campanha de vacinação

A campanha de vacinação focada em jovens de 15 a 29 anos em 15 municípios da Grande São Paulo continua. Segundo os dados da Secretaria, desde 10 de junho, quando a campanha começou, 1,2 milhão de pessoas nessa faixa etária foram imunizadas. A meta é vacinar 4,4 milhões até o dia 16 de agosto, data de encerramento da campanha.

A vacina tríplice viral protege contra sarampo, rubéola e caxumba. A aplicação da chamada “dose D” visa proteger as crianças e não será contabilizada no calendário nacional de vacinação, ou seja, os responsáveis deverão levar as crianças aos postos para receber a tríplice viral aos 12 meses e também aos 15 meses para aplicação do reforço com a tetraviral, que protege também contra varicela.

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Após a aplicação da “dose D”, é preciso aguardar pelo menos 30 dias para aplicação da tríplice aos 12 meses, como prevê o calendário. Para receber a vacina, a população pode procurar as Unidades Básicas de Saúde (UBS). Os endereços na cidade de São Paulo podem ser consultados neste link .

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O sarampo é uma doença infecciosa aguda, provocada por vírus, grave e transmitida pela fala, tosse e espirro. Ela é extremamente contagiosa, mas pode ser prevenida pela vacina. Os principais sintomas são febre alta, dor de cabeça, manchas vermelhas no corpo, tosse, coriza, conjuntivite e manchas brancas na mucosa bucal.

Veja a lista com as cidades:

  • Atibaia
  • Barueri
  • Caçapava
  • Caieiras
  • Campinas
  • Capital – São Paulo
  • Carapicuiba
  • Diadema
  • Embu
  • Estrela D’Oeste
  • Fernandópolis
  • Francisco Morato
  • Guarulhos
  • Hortolândia
  • Indaiatuba
  • Itapetininga
  • Itaquaquecetuba
  • Jales
  • Jundiaí
  • Mairiporã
  • Mauá
  • Mogi das Cruzes
  • Osasco
  • Peruíbe
  • Pindamonhangaba
  • Praia Grande
  • Ribeirão Pires
  • Ribeirão Preto
  • Rio Grande da Serra
  • Santo André
  • Santos
  • São Bernardo do Campo
  • São Caetano do Sul
  • São José do Rio Preto
  • São José dos Campos
  • Sorocaba
  • Sumaré
  • Taboão da Serra
  • Taubaté

Fonte: IG Saúde
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Saúde

Mioma, cisto e endometriose: entenda os problemas ginecológicos mais comuns

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Se você sofre com dores frequentes na região pélvica ou qualquer anormalidade no ciclo menstrual, deve ficar atenta aos sintomas dos miomas uterinos, cistos ovarianos e da endometriose, as doenças mais frequentes no sistema reprodutor feminino, segundo a Organização Mundial de Saúde. 

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shutterstock/Reprodução

Problemas ginecológicos são comuns

Embora, em geral, as doenças não representem danos graves, o grande problema é que o diagnóstico desses problemas ginecológicos pode demorar anos, o que afeta a qualidade de vida da mulher e causa complicações, como a infertilidade.

O que são cistos de ovário?

De acordo com o médico ginecologista e obstetra Wallace Viana, “muita gente acha que um cisto é uma doença e, na grande maioria das vezes, não é”. O profissional explica que cada ovulação nasce de um pequeno cisto que, por volta do 13º dia do ciclo menstrual, será liberado pelo ovário para fecundação. 

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O problema surge quando existe alguma falha nessa liberação, fazendo com que o cisto permaneça no ovário e cause desconforto e riscos para a mulher, além de atrapalhar a ovulação . O principal sintoma, nesse caso, é a irregularidade menstrual. 

 “A dor só aparece caso eles aumentem muito de tamanho ou ocorra algum sangramento em função do rompimento desses pequenos cistos”, indica o médico. 

Com funciona o diagnóstico e o tratamento dos cistos?

Apesar de não apresentarem grande risco, “existem cistos que inspiram cuidados e precisam ser observados”, ressalta Wallace. Nesse caso, é preciso fazer o acompanhamento periódico com o ginecologista, com exame físico e ecográfico. 

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Na maioria dos casos, os cistos simples de ovário tendem a se dissolver sozinhos, mas há a possibilidade de se fazer um tratamento clínico com anticoncepcionais, dependendo do caso. 

O que é um mioma uterino? 

Também conhecidos como fibromas, miomas são nódulos que se formam nas paredes do útero, atingindo também a parte muscular do órgão. De acordo com a OMS, cerca de 40% das mulheres desenvolvem o problema em algum momento da vida mas, assim como no caso dos cistos, os miomas não são necessariamente perigosos. 

O principal sintoma desse tumor benigno é o sangramento excessivo durante a menstruação, com coágulos. Caso não tratado, o mioma pode fazer com que a mulher permaneça mais dias menstruada do que sem o sangramento durante o mês.

Além disso a doença causa cólicas, dor pélvica e no momento da relação sexual, e – em casos extremos –  pode levar a um quadro de anemia pelo alto volume de sangue perdido. 

Com funciona o diagnóstico e o tratamento dos miomas?

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Acompanhamento é fundamental para diagnóstico

O mioma não possui formas de prevenção e, justamente por isso, o acompanhamento de rotina com o ginecologista é altamente recomendado. O diagnóstico definitivo é feito com o exame ultrassom.

“A retirada ou do mioma ou do útero é o tratamento definitivo, mas não é indicado para todas as pacientes. Vai depender da idade, da resposta aos tratamentos clínicos e do desejo de ter filhos”, explica Wallace. 

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O que é endometriose? 

A endometriose se caracteriza pela presença de focos de células menstruais fora do útero. “Ao invés do sangue descer para o absorvente, ocorre um refluxo, o que faz o sangue voltar pelas trompas e se depositar nos ovários , nas próprias trompas e até mesmo nas paredes intestinais ou na bexiga”, explica o ginecologista. 

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Entre os sintomas da doença que atinge cerca de 10% da população mundial estão cólicas menstruais muito fortes. Entretanto, é importante destacar que existem outros sinais importantes, como dor ao evacuar, dor durante a relação sexual e, em alguns casos, infertilidade. 

Como funciona o diagnóstico e o tratamento da endometriose?

Uma das maiores dificuldades de diagnóstico da endometriose é que ela leva, em média, 10 anos para ser identificada. “Muitas vezes a doença é silenciosa, mas existem casos em que a reclamação da paciente não é ouvida ou é menosprezada”, explica o médico obstetra Rafael Pazzelo. O profissional reforça a importância de buscar um médico que analise os sintomas associados.

Após o diagnóstico, o tratamento é cirúrgico, feito por videolaparoscopia, e consiste na completa retirada dos focos de endometriose que estão danificando tecidos de outros órgãos como os ovários e a bexiga, por exemplo.

Fonte: IG Saúde
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Saúde

Família de brasileiros está internada nas Filipinas por suspeita de coronavírus

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RIO — Uma família de brasileiros que viajou a Wuhan, cidade chinesa onde surgiu o surto do coronavírus , está internada nas Filipinas sob suspeita de terem contraído a nova doença.

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A doença respiratória causada pelo coronavírus já atinge 13 países

Os pacientes seriam um casal e uma criança de 10 anos, que apresentou febre e dificuldade para respirar na madrugada na madrugada de sábado. As informações foram divulgadas pela rede filipina ABS-CBN News.

Os pais também foram isolados por precaução, mas não apresentam os mesmos sintomas — o pai manifestou apenas dor de garganta. Os três estão internados em um hospital na cidade de Palawan.

Segundo o jornal Estado de S. Paulo, o Ministério das Relações Exteriores tenta contatar a família via embaixada brasileira em Manila , a capital do país asiático, para acompanhar a situação. Procurado pelo GLOBO, o Itamaraty não respondeu se obteve êxito até a publicação desta matéria.

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No Brasil, cinco casos suspeitos foram apurados e descartados pelo Ministério da Saúde. Na última quinta-feira, a pasta anunciou a instalação um Centro de Operações de Emergência (COE) para tratar do surto. O comitê trabalha, por enquanto, no nível mais baixo de emergências. Até o momento, nenhum cidadão brasileiro está entre os mais de 2 mil casos confirmados de infecção pelo coronavírus ao redor do mundo.

Em entrevista ao GLOBO, o pesquisador da Fiocruz Rivaldo Venâncio disse considerar provável a chegada do vírus ao Brasil. Na última sexta-feira, a instituição anunciou a criação de uma “sala de situação” para monitorar o caso.

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— Considerando a grande circulação de pessoas entre os continentes, é bastante provável que esse vírus chegue ao Brasil. Mas é importante que a população saiba que a identificação do novo coronavírus no país não deverá ser motivo para alarde ou pânico — afirmou Venâncio.

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Fonte: IG Saúde
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