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Com recursos de R$ 22 milhões, Várzea Grande anuncia reestruturação na saúde pública

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Kalil Baracat recebeu dos senadores Jayme Campos e Wellington Fagundes o repasse de emendas parlamentares para implantação de leitos de 30 leitos de UT) e 20 Leitos Semi-intensivos no Hospital Pronto Socorro

Visando melhorar os serviços da Atenção Secundária, o prefeito Kalil Baracat vem se articulando junto à bancada federal de Mato Grosso no sentido de angariar recursos de emendas parlamentares com vistas ao fortalecimento do Sistema Único de Saúde (SUS) na cidade. Nesta segunda-feira (13), o senador Wellington Fagundes apresentou recursos da ordem de R$ 4,1 milhões que serão destinados à abertura de 30 Unidades de Tratamento Intensivo (UTI) e 10 Centros de Tratamento Intensivo (CTI).

Os recursos se somam à duas emendas parlamentares já apresentadas pelo senador Jayme Campos, de pouco mais de R$ 7 milhões, e do deputado federal Emanuel Pinheiro Neto, de mais de R$ 11 milhões. Juntas totalizam mais de R$ 22 milhões em recursos da União que serão destinados aos atendimentos de urgência e emergência do Município. O anúncio formal havia sido feito no dia 16 de maio, logo após o aniversário de 155 anos de fundação de Várzea Grande, destinados à construção de 20 leitos de UTI adulto e 10 infantil, além de 10 CTI.

Na ocasião, os senadores Wellington e Jayme Campos, presentes na entrega formal dos recursos ao prefeito Kalil Baracat, também se comprometeram em aportar recursos para construção do hospital materno-infantil. “Essas primeiras emendas irão reestruturar o Hospital e Pronto-Socorro de Várzea Grande. O próximo passo é a construção definitiva do hospital materno-infantil. Inicialmente retiramos a Rede Cegonha de dentro do Pronto-socorro, isso possibilitou avançar um pouco mais”, observou o prefeito.

Para se ter uma ideia, de maio do ano passado a maio deste ano foram realizadas mais de 2 mil cirurgias ortopédicas no Hospital e Pronto-Socorro de Várzea Grande. De modo que a gestão está trabalhando na reestruturação da unidade. “Na parte direita do prédio atual, de frente para Alzira Santana, teremos dois pisos. Em cima, 30 leitos de UTI e em baixo serão mais 10 semi-intensivos. Uma estrutura moderna, dois elevadores, com capacidade para melhor atender nossa população”, detalhou o prefeito Kalil Baracat.

De acordo com Wellington, esses recursos já estão liberados na conta da Prefeitura, para que a Administração Municipal possa atender essas obras de urgência e emergência. “Também é nosso compromisso trazer recursos para que a administração possa atender ainda mais a população de Várzea Grande, com a construção da maternidade em um futuro próximo”, pontuou o senador Wellington Fagundes.

Já o senador Jayme Campos enfatizou que o prefeito já requereu a área e está preparando o projeto. “Na medida em que o projeto executivo da maternidade for concluído, tem apoio dos senadores Wellington e Jayme com recursos suficientes para a construção que irá atender as mulheres várzea-grandenses”, comprometeu-se o parlamentar.

O secretário Municipal de Saúde, Gonçalo de Barros, afiançou que a reestruturação da área de saúde prevista pela Gestão do prefeito Kalil Baracat prevê além do Hospital e Pronto-Socorro, a construção de um hospital materno-infantil, que contará, ainda em 2022 com a construção dos gabinetes ginecológicos nas policlínicas, por região. “Serão seis no total, elas farão o pré-natal interligando à maternidade, é um passo a mais na humanização da saúde, ação que já estava prevista no plano de governo da atual gestão”, pontuou Gonçalo de Barros.

O prefeito ressaltou que administrar é diminuir o risco e o sofrimento da população, aplicando com lisura os recursos onde a população mais necessita. “E saúde é questão de primeira necessidade. Só temos a agradecer aos senadores Wellington Fagundes, Jayme Campos e ao deputado Emanuelzinho, que trazem esses recursos para que a gente consiga avançar no atendimento SUS. Agradeço em nome da cidade e de cada cidadão o compromisso dos senhores com o município”, exclamou Kalil.

 

 

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Festa de São Pedro terá procissão e concurso de maior comedor de peixe nesta quarta-feira em VG

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Tradicional festa acontece a partir das 8hs no distrito de Bonsucesso [Foto –Secom-VG]

Depois de três anos de espera devido à pandemia de covid-19, a tradicional Festa de São Pedro, no Distrito de Bonsucesso, será retomada nesta quarta-feira (29), em sua 41ª edição. A festa de santo começará às 8 horas com a procissão partindo da residência do Rei da Festa, seguida de café da manhã, missa na Igreja Divino Espírito Santo. No salão paroquial, ocorrerá o café da manhã e o almoço gratuito com mais de duas toneladas de peixe, apresentações culturais e feira de artesanato regional, como as redes de Limpo Grande. A expectativa é de que, em média, 10 mil pessoas prestigiem as comemorações em honra ao santo padroeiro dos pescadores.

As duas toneladas de peixes foram obtidas graças à parceria da comissão organizadora junto à Prefeitura de Várzea Grande, empresários, pescadores, entre outros. No local da peixada, haverá premiação de R$ 500 para a pessoa que comer a maior quantidade de peixe. Haverá ainda concurso de lambadão, com prêmio de R$ 300. A festa será animada com as apresentações do Corpo Musical da Polícia Militar, Sandrinho dos Teclados e bandas Signus, BigSom, Novo Som e ScortSom. A entrada é franca e, no dia do evento, haverá linhas especiais de ônibus partindo do Terminal de Integração André Maggi.

Programação

8h – Procissão saindo da residência do Rei da Festa, na Rua Joaquim leite de Magalhães, s/n, Bonsucesso

9h – Café da manhã no salão paroquial

10h – Missa na Igreja Divino Espírito Santo

12h às 14h – Almoço e apresentações culturais no salão paroquial

 

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Cuiabá é a 2ª capital com menor índice de mortes violentas, afirma Anuário de Segurança

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Estado destinou mais de R$ 274 milhões em obras e ações para reforçar a segurança na capital mato-grossense [Foto – Christiano Antonucci]

Cuiabá é a segunda capital do Brasil com o menor índice de mortes violentas, segundo o Anuário Brasileiro de Segurança Pública, divulgado nesta terça-feira (28) pelo portal G1. Nos últimos três anos, o Governo de Mato Grosso fez investimentos de R$ 274 milhões em segurança pública no município.

O Anuário Brasileiro de Segurança Pública define como morte violenta aquelas que resultaram de homicídios, latrocínios, lesões corporais seguidas de morte e mortes cometidas pela polícia. Cuiabá possui uma taxa de 10,6 mortes a cada 100 mil habitantes, ficando atrás apenas de São Paulo, que tem um índice de 7,7.

A posição da capital no ranking é reflexo de R$ 274 milhões em investimentos realizados no setor da segurança pública em Cuiabá nos últimos três anos. Desse montante, R$ 92 milhões são em obras e ações concluídas ou em andamento. Entre esses R$ 92 milhões, R$ 88 milhões é referente apenas a obras e ações concluídas.

O secretário de Estado de Segurança Pública, Alexandre Bustamante, afirma que nunca houve tantos investimentos na história da segurança pública de Mato Grosso. O Estado investiu mais de R$ 621 milhões em recursos ao longo da atual gestão.

“Tudo é planejado e executado seguindo as determinações do governador Mauro Mendes com um único objetivo: dar segurança a toda população mato-grossense”, afirmou o responsável pela pasta.

Outro investimento que se destaca é a construção dos raios 3 e 4 da Penitenciária Central do Estado (PCE), além do raio de segurança máxima que será entregue pelo governador Mauro Mendes nesta quarta-feira (29). As novas instalações dispõem de 54 celas, sendo 46 individuais e 8 duplas, totalizando 62 vagas, além de celas especiais para receber presos com curso superior.

Confira a reportagem do G1 na íntegra:

Macapá tem maior taxa de mortes violentas, e São Paulo, a menor; veja ranking das capitais, segundo Anuário

Capitais das regiões Norte e Nordeste lideram o ranking baseado na taxa de mortes. 21 das 27 cidades tiveram queda no número de casos entre 2020 e 2021. Levantamento do Anuário considera homicídios, latrocínios, lesões corporais seguidas de morte e mortes cometidas pela polícia.

Por Clara Velasco, g1

Das 27 capitais do país, 21 tiveram queda no número de mortes violentas entre 2021 e 2020. É o que mostram dados do Anuário Brasileiro de Segurança Pública divulgados nesta terça-feira (28).

De forma geral, o país teve uma queda de 6% no número de mortes violentas, que incluem homicídios, latrocínios, lesões corporais seguidas de morte e mortes cometidas pela polícia.

Entre as capitais, apenas seis tiveram alta: Manaus (48,9%), Macapá (31,2%), Boa Vista (9,9%), Porto Velho (8,6%), Teresina (9,5%) e Salvador (3,4%). Chama a atenção que, das seis, quatro estão no Norte, única região do país que teve aumento na violência no ano passado (9%).

Como o Monitor da Violência já havia antecipado em fevereiro, alguns fatores estão por trás dos altos índices da região Norte:

Associação do narcotráfico com crimes ambientais, como grilagem, garimpo ilegal e desmatamento
Falta de integração das autoridades estaduais e federais no combate aos crimes na Amazônia Legal
Disputa de territórios entre facções criminosas

A intensificação dos conflitos entre grupos criminosos tem causado o aumento dos casos de violência na região amazônica, como o recente assassinato do indigenista Bruno Araújo Pereira e do jornalista inglês Dom Phillips.

Mesmo com a diminuição generalizada, a maioria das capitais registrou taxas de mortes violentas mais elevadas que a média nacional, considerando todos os municípios: de 22,3 mortes a cada 100 mil habitantes.

A menor taxa entre as capitais foi registrada por São Paulo: 7,7 mortes por 100 mil habitantes. É a única entre as 27 a ter menos de 10 mortes violentas por 100 mil habitantes.

Na outra ponta está Macapá, com uma taxa oito vezes maior: 63,2 mortes por 100 mil habitantes.

Veja abaixo o ranking das capitais do país pela taxa (mortes por 100 mil habitantes):

  1. Macapá – 63,2
  2. Salvador – 55,6
  3. Manaus – 52,5
  4. Teresina – 37,0
  5. Boa Vista – 34,8
  6. Fortaleza – 34,3
  7. Recife – 33,1
  8. Porto Velho – 32,4
  9. Maceió – 29,8
  10. Aracaju – 29,4
  11. João Pessoa – 28,1
  12. Natal – 24,0
  13. Rio Branco – 23,1
  14. São Luís – 22,8
  15. Palmas – 22,3
  16. Belém – 22,3
  17. Vitória – 21,1
  18. Porto Alegre – 20,0
  19. Rio de Janeiro – 19,2
  20. Curitiba – 16,7
  21. Goiânia – 16,6
  22. Campo Grande – 15,3
  23. Distrito Federal – 11,2
  24. Florianópolis – 10,8
  25. Belo Horizonte – 10,8
  26. Cuiabá – 10,6
  27. São Paulo – 7,7
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