conecte-se conosco


Política MT

Com pauta trancada, deputados devem votar vetos esta semana

Publicado

Além das quatro sessões ordinárias, o Parlamento estadual realiza vários eventos durante esta semana. Nesta terça-feira (16), às 9 horas, tem audiência pública para discutir os impactos da tributação do Fundo Estadual de Transporte e Habitação (Fethab) na cultura do milho. O debate sobre a cobrança do fundo aos produtores mato-grossenses foi  requerido pelo deputado Ulysses Moraes (DC).

Segunda-feria (15)

Acontece daqui a pouco, às 9 horas, mais uma reunião da Câmara Setorial Temática – CST da Mulher. A mesma tem o objetivo de, durante 180 dias, levantar e propor legislação e políticas públicas que efetivem direitos para as mulheres em Mato Grosso. A reunião será realizada na sala das comissões Deputado Oscar Soares, 201- no 2° andar da Assembleia Legislativa.

Terça-feira (16)

O deputado Ulysses Moraes (DC) realiza audiência pública, às 9 horas, para debater a cobrança do Fundo Estadual de Transporte e Habitação – Fethab na produção do milho em Mato Grosso. A discussão será no Plenário das Deliberações Deputado Renê Barbour

À tarde, às 14 horas, os deputados membros da Comissão de Saúde, Previdência e Assistência Social fazem uma visita técnica ao Hemocentro de Cuiabá, localizado na Rua 13 Junho, 105, Bairro Porto.

Os deputados que compõem a Comissão de Constituição, Justiça e Redação (CCJR) realizam a 18ª reunião ordinária da 19ª Legislatura. A pauta do dia conta com 15 proposições, entre elas estão vários projetos de lei e um projeto de emenda constitucional. A reunião dos deputados será na sala das comissões Deputado Oscar Soares, 201.

Leia Também:  Governo anuncia investimento de R$ 115 milhões na Educação e convocação de 681 concursados

Duas reuniões de comissões permanentes estão marcadas para começar às 16 horas na sede da Assembleia Legislativa. A primeira reunião extraordinária é da Comissão de Meio Ambiente, Recursos Hídricos e Recursos Minerais, que será realizada na sala das comissões Deputado Oscar Soares, 201. A outra é reunião ordinária da Comissão de Defesa do Consumidor e do Contribuinte. Esse debate será na sala das comissões Deputada Sarita Baracat, 202.

Às 17 horas, de acordo com o regimento interno, os deputados devem iniciar a primeira sessão ordinária da semana. Na pauta para discussão e votação constam diversos vetos do governo a matérias de autoria de parlamentares.

Quarta-feira (17)

Às 8 horas, no Plenário das Deliberações Deputado Renê Barbour, os deputados realizam a 2ª sessão ordinária da semana.

Já às 14 horas, os deputados da Comissão de Trabalho, Administração e Serviço Público voltam a se reunir na sala de reuniões Deputado Oscar Soares, 201. Nesse mesmo horário, mas na sala das comissões Deputada Sarita Baracat, 202, a reunião é com a Comissão de Saúde, Previdência e Assistência Social.

Leia Também:  MPE abre nove inquéritos após PMs acusarem promotores de participação em grampos

Mais tarde, às 16 horas, a reunião é dos deputados da Comissão de Indústria, Comércio e Turismo. Eles vão se reunir na sala de comissões Deputado Oscar Soares, 201.

Em seguida, os deputados voltam ao Plenário das Deliberações, às 17 horas, para a 3ª sessão ordinária da semana.

Quinta-feria (18)

Às 8 horas, de acordo com o Regimento Interno, está previsto o início da 4ª reunião ordinária da semana, no Plenário das Deliberações.

Sexta-feira (19)

Em Cuiabá, às 9 horas, a Assembleia Legislativa realiza audiência pública para debater a situação da malha viária de 13 municípios da Região Sudoeste de Mato Grosso, formados pelos municípios de Tangará da Serra, Barra do Bugres, Nova Olímpia, Campos de Júlio, Porto Estrela, Santo Afonso, Arenápolis, Nortelândia, Campo Novo, Denise, Nova Marilândia, Brasnorte e Sapezal. O debate será no auditório Milton Figueiredo e foi proposto pelo deputado Dr. João (MDB).

Vale lembrar que as atividades definidas pelo Parlamento estadual podem ser alteradas ao longo da semana.

 

publicidade
Clique para comentar

Deixe um comentário

Please Login to comment
avatar
  Subscribe  
Notify of

Política MT

Presidente da AL debate solução para ‘Cota Zero’ ouvindo comunidades de Santo Antônio de Leverger e região

Publicado

Discussão segue em outras cidades nos próximos dias. Nesta segunda (26) será em Barão de Melgaço, na Colônia Z-5 de Pescadores

Preocupados com o futuro da pesca que sustenta milhares de famílias em Mato Grosso, os pescadores e comerciantes do segmento superlotaram a Câmara Municipal de Santo Antônio de Leverger, na noite desta quinta-feira (22), na audiência pública requerida pelo presidente da Assembleia Legislativa, deputado Eduardo Botelho (DEM), que pontuou questões importantes do Projeto de Lei 668/2019, aposto à Mensagem 107/2019 que dispõe sobre a Política Estadual de Desenvolvimento Sustentável da Pesca, regula as atividades pesqueiras e dá outras providências.

Um dos entraves, conforme o segmento, se refere à proibição do abate e transporte de peixes nos rios pelo período de cinco anos, também chamada de ‘Cota Zero’. Satisfeito com a participação maciça da população na audiência, o presidente Botelho informou que a proposta deverá sofrer alterações, após análise sobre os impactos que provocará, resultando num substitutivo para análise das comissões e do Plenário. Novas discussões seguem em outras cidades nos próximos dias. Nesta segunda (26) será em Barão de Melgaço, na Colônia Z-5 de Pescadores.

“Estamos tentando procurar o melhor caminho. E a Assembleia está fazendo isso buscando sugestões. Pois, não podemos simplesmente aprovar um projeto como esse e desprezar a necessidade das pessoas que vivem aqui, que vivem do peixe, que são pescadores profissionais que passam noites e noites pescando para sustentar suas famílias. Precisamos achar uma solução e por isso as audiências públicas para ampla discussão”, afirmou Botelho.

Para Lindemberg Gomes, presidente da Colônia de Pescadores de Acorizal e ex-presidente da Federação de Pescadores de Mato Grosso, o projeto não condiz com a realidade dos municípios. “Essa mensagem do governo veio de maneira indigesta. É totalmente nociva ao segmento pesqueiro amador e profissional. No artigo 18 por exemplo proíbe o transporte, armazenamento e a comercialização. Aí pergunto à sociedade: como o pescador vai capturar o peixe se não pode vender? Então, praticamente engessa a pesca. Outro ponto crucial é a questão do amador. Hoje pode pescar cinco quilos, mais um exemplar. Temos que estudar uma forma para dar condições do amador continuar indo pescar. Não podemos descarregar a culpa da falta de peixe aos pescadores. Temos vários fatores que contribuem para isso, como a construção de usina hidrelétrica; degradação do meio ambiente; agrotóxicos e esgoto a céu aberto”, destacou.

Leia Também:  CCJR aprova proposta que beneficia surdos e deficientes auditivos

Aos 67 anos de idade, o morador de Santo Antônio de Leverger, João Batista está preocupado com a situação. Pescador desde os 12 anos, explicou que essa atividade é a única fonte de renda. “Com esse projeto o que vai acontecer com os ribeirinhos? Uma catástrofe! Já não consigo mais dormir de tão preocupado. Como vamos sobreviver? Nesta audiência queremos fechar com chave de ouro para que os deputados nos apoiem e vejam nosso desespero, nosso clamor”, lamentou o trabalhador, que tem cinco filhos.

Autor de um substitutivo ao projeto, o deputado Eliseu Nascimento, saiu em defesa dos trabalhadores da pesca. “Tratar o pescador como predador é uma vergonha!”, definiu.

O presidente da Câmara Municipal de Santo Antônio, Dudu Moreira, que solicitou a Botelho a audiência, reforçou a necessidade de um substitutivo que atenda o setor. “Temos que sensibilizar os deputados para que façam um substitutivo nessa lei porque temos nossos pescadores, o que vão fazer se essa é a profissão deles? Então, se for aprovar, pelo menos é preciso pagar o seguro defeso a eles durante os cinco anos. Verificar o impacto econômico nos municípios. Não vi falar nada nesse projeto sobre tratamento de esgoto, captação de lixo nos rios e fiscalização. Se for aprovado da forma como está, o impacto negativo será muito grande em Mato Grosso”, alertou Dudu Moreira.

Leia Também:  Elizeu Nascimento apresenta projeto em que prevê fiscalização obras paradas em MT

O prefeito Valdir Pereira de Castro Filho, popular Valdirzinho, a iniciativa da Assembleia de ouvir a população é importante para melhorar a proposta. “Estou vendo uma Assembleia bem operante, vindo ouvir os anseios da sociedade. Parabenizo o presidente Botelho pela audiência pública. E somos radicalmente contra essa lei que vai deixar mais de 500 desempregados, extinguindo a pesca profissional. Sabemos que é o sustento de muitas casas. Temos que ter cuidado e pensar alternativas, pois nosso município vive do turismo da pesca, que fatalmente afetará o comércio também”, finalizou.

PONTOS SUGERIDOS – Em seu discurso, o presidente Botelho destacou alguns pontos sugeridos para melhorar o projeto, alertando sobre o forte impacto econômico. Dentre as sugestões, citou a da Associação dos Lojistas de Caça e Pesca de Mato Grosso, por exemplo, através de nota sugere outras alternativas tais como ROTATIVIDADE DE ESPÉCIES,  como foi feito com o dourado, mas que requer estudos e tempo; a de compra de alevinos de pequenos piscicultores para serem soltos de forma perene e constante das espécies nativas degradadas; destinação do dinheiro das multas ambientais e das carteiras de pesca amadora para compra de equipamentos para a polícia ambiental se equipar melhor e intensificar a fiscalização, bem como aumentar o efetivo e controlar o aumento de jacarés, um dos maiores predadores de cardumes de peixe.

“É um tema bastante complexo. Temos que analisar todas estas vertentes. Mas como é de nosso costume, a Assembleia legislativa do estado de Mato Grosso não foge de sua responsabilidade que é trazer os temas de interesse social para ser debatido, discutido junto à comunidade. Assim vamos priorizando a democracia e construindo soluções que atendam se não todos pelo menos parte importante da sociedade”, discursou o presidente.

Também participaram representantes de associações, empresários, o deputado federal Emanuelzinho Pinheiro e vereadores.

Continue lendo

Política MT

Incentivos fiscais: novos tempos!

Publicado

Foto: JLSIQUEIRA / ALMT

Mato Grosso manteve os mecanismos para fomentar as diversas atividades econômicas já em funcionamento e continuar disputando novos empreendimentos para o Estado. Essa é a conclusão que se deve ter em mente ao avaliarmos a reinstituição dos incentivos fiscais, aprovada pela Assembleia Legislativa em obediência à Lei Complementar Federal n° 160 e ao Convênio ICMS 190 do Conselho Nacional de Política Fazendária (Confaz), ambos de 2017.

A lei e o convênio permitiram a reinstituição de benefícios e incentivos fiscais concedidos pelos Estados por meio de atos normativos que foram criados sem a autorização do Confaz. 

A segurança jurídica é um dos pontos a ser destacado como grande ganho obtido com a convalidação desses atos normativos, hoje regularizados.  Precisamos lembrar que sem passar pelo crivo do Confaz muitos incentivos concedidos foram alvos de discussões judiciais entre os Estados, o que acirrou mais ainda a guerra fiscal.

Outro ponto a ser destacado é o cumprimento do prazo para que todos os incentivos concedidos aos empreendimentos não caíssem por terra. Mato Grosso ficaria sem atrativos e correria o risco de presenciar uma debandada de empresas para outros Estados.

Depois de passar por trâmites e procedimentos internos o governo do Estado, enfim, encaminhou o projeto de lei à Assembleia Legislativa. Mas o envio foi feito em cima da hora. A mensagem chegou no dia 27 de junho e o projeto dois dias depois.

Leia Também:  Projeto “Idosos Órfãos de Filhos Vivos” tramita na AL

 O dia 31 de julho de 2019 foi o prazo final dado, na LC nº 160, para que os atos normativos fossem convalidados.

Por envolver uma estrutura complexa contendo anos de atos normativos implantados, a pedido de 24 estados o Confaz estendeu o prazo de entrega das reinstituições para 31 de agosto.

Em Mato Grosso como não houve solicitação de adiamento por parte do Governo, os parlamentares precisaram correr contra o tempo para que os empreendimentos mato-grossenses não ficassem sem os incentivos ao desenvolvimento.

O prazo foi curto e eu critiquei a demora do Executivo Estadual em enviar o projeto de lei para o Legislativo, na prorrogação do jogo.

Diante do projeto apresentado pelo Governo, um substitutivo integral foi assinado por mim e mais quatro deputados visando discutir a reinstituição dos incentivos dentro do prazo estipulado e deixando a reforma fiscal para o segundo semestre, o que foi rejeitado pela Comissão Especial da Assembleia Legislativa.

Então demos início às conversas com as federações do Comércio, da Indústria, da Agropecuária e associações e sindicatos de diversos segmentos. Realizamos audiências públicas e reuniões para entender e ajustar a mensagem enviada pelo governo do Estado, que causou surpresa e perplexidade ao inserir uma reforma fiscal no projeto das reinstituições dos incentivos fiscais.

Leia Também:  Elizeu Nascimento apresenta projeto em que prevê fiscalização obras paradas em MT

O Parlamento coeso conseguiu avançar em muitos pontos. Um exemplo disso é o incentivo dado à geração de energia solar, que obteve 22 votos a favor para a isenção do ICMS até 2027.

Avançamos muito em outros pontos corrigindo as distorções. Não foi o ideal, mas certamente foi o melhor em favor da geração de emprego e renda e do desenvolvimento econômico do Estado.

Nosso entendimento sempre foi o de que as negociações são o melhor caminho para alcançarmos o objetivo maior, que é continuar oferendo as condições necessárias ao crescimento e desenvolvimento socioeconômico de Mato Grosso.

Depois de finalizarmos mais essa missão recebemos de entidades representativas dos setores econômicos várias manifestações de agradecimento quanto ao trabalho desempenhado pelo Parlamento.

Tais manifestações nos dão a certeza de que o caminho traçado foi o correto e a firmeza para seguirmos adiante trabalhando juntos em prol de Mato Grosso, com empresas de portas abertas gerando trabalho e renda para a população mato-grossense.

Ainda na esteira desse caminho, a preocupação com o setor do Comércio me levou a solicitar a criação da Frente Parlamentar em Defesa do Comércio, Serviço e Empreendedorismo. Vamos trabalhar para diminuir os efeitos causados ao setor, que foi o mais impactado com as novas regras vigentes.

Carlos Avallone é deputado estadual pelo PSDB

Fonte: ALMT
Continue lendo

Envie sua denúncia

Clique no botão abaixo e envie sua denuncia para nossa equipe de redação
Denuncie

Política MT

Policial

Mato Grosso

Esportes

Entretenimento

Mais Lidas da Semana