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Educação

Com novo modelo construtivo, prefeito inaugura escola da Canjica com obras em apenas seis meses

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Com quase 2 mil metros quadrados, escola terá perto de 400 alunos da região da Canjica

O prefeito Emanuel Pinheiro entregou à comunidade do Canjica e região, a meio norte da cidade, as novas instalações da EMEB Profª Elza Luiza Esteves. A reconstrução total da escola, no prazo recorde de seis meses, só foi possível graças a utilização de tecnologia de ponta.

.A escola Professora ª Elza Luiza Esteves possui 1.818,65 m2 de área construída, nove salas de aula, uma quadra coberta, biblioteca e sala de recursos, cozinha, refeitorio e pátio coberto além do setor administrativo e de serviços, novos mobiliários, paisagismo e muro.

Também foram instalados 17 novos aparelhos de ar condicionado do Programa Climatizar é Humanizar. A a unidade foi escolhida como piloto para receber a primeira cozinha climatizada da rede pública municipal de educação.

A escola atende 325 alunos do 4º ao 9º ano, com idades entre 9 e 14 anos.  São nove salas de aula, biblioteca e sala de recursos, além do setor administrativo e de serviços.

O secretário de Educação de Cuiabá, Alex Vieira Passos falou dos programas e ações que estão sendo implantados e ampliados na rede municipal de ensino, voltados para a melhoria das estruturas físicas e da área pedagógica, promovendo mudanças significativas na Educação no município. “A Educação não para na gestão Emanuel Pinheiro, são reconstruções, construções e reformas de unidades e quadras, ampliação de vagas na Educação Infantil, melhorias na Educação Especial, modalidade em que Cuiabá é referência, enfim, é humanização, para que possamos efetivamente entregar a população uma Educação de qualidade”.

A presidente do bairro Canjica, Tuca lembrou que ao longo dos mais de 30 anos da escola, só haviam sido feitas reformas paliativas, que não atendiam as necessidades da comunidade escolar. “Estamos profundamente agradecidos pela sensibilidade do prefeito Emanuel Pinheiro e o comprometimento da equipe da Secretaria Municipal de Educação que ouviram as nossas reivindicações e presentearam a nossa comunidade com essa escola”, disse ela.

A diretora da EMEB Profª Elza Luiza Esteves, Antônia Cursina Lima dos Anjos relembrou as condições precárias das antigas instalações da escola e lembrou o apoio da comunidade e da equipe da Secretaria de Educação, às iniciativas propostas pela equipe gestora, visando uma Educação de qualidade para os alunos. “Temos um desafio, fazer uma gestão verdadeiramente humanizada e, esse desafio se estende a toda a comunidade que apoia as iniciativas em favor dos nossos alunos. Com a sensibilidade do prefeito Emanuel Pinheiro e o apoio da equipe da Secretaria e da comunidade foi possível realizarmos esse sonho”, ressaltou a diretora Antônia.

Durante a solenidade, alunos da escola prestaram homenagens ao prefeito Emanuel Pinheiro e a primeira-dama Marcia Pinheiro, as equipes gestoras e da Secretaria de Educação, cantaram o Hino de Cuiabá e declamaram poesias.

Após a solenidade, o prefeito Emanuel Pinheiro e os presentes visitaram a nova unidade. Participaram do evento o presidente da Câmara Municipal de Cuiabá, vereador Misael Galvão, o vereador Adevair Cabral, o secretário-adjunto de  Relações Comunitárias, Jonail Costa; o secretário de Inovação e Comunicação, Fausto Alberto Olini, a secretária-adjunta de Educação, Edilene Machado, profissionais de educação e líderes comunitários e autoridades

O prefeito, a primeira dama, secretária-adjunta e o secretário de Educação, Alex Passos jogam na sala de lazer, com brinquedos e jogos para crianças e jovens

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Educação

Conselho Nacional de Educação prepara documentos para orientar escolas

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Aulas online contam ou não contam como dia letivo nas escolas? O conteúdo repassado por meio remoto pode ou não ser considerado dado pelos professores? Para orientar as redes de ensino e ajudar a responder a essas e outras questões, o Conselho Nacional de Educação (CNE) prepara uma resolução e um parecer sobre educação remota e retomada das aulas após a suspensão das atividades presenciais para o combate à pandemia do novo coronavírus (covid-19). 

De acordo com a conselheira do CNE, que está à frente da discussão das medidas, Maria Helena Guimarães de Castro, a intenção é que uma primeira versão das normas seja finalizada ainda esta semana para serem submetidos a consulta pública. 

“Estados, municípios e conselhos [estaduais e municipais] estão tendo papel importantíssimo neste momento, que é inédito para Brasil e para o mundo. Ninguém sabe o que fazer”, diz a conselheira, que participou nessa quarta-feira (8) de seminário online, promovido pelo CNE, pelo movimento Todos pela Educação e o Banco Mundial. 

“A grande dificuldade que o Brasil, assim como os demais países, está enfrentando é a situação imprevisível em uma área que não tem tradicionalmente a cultura do digital, do trabalho remoto ou da educação a distância. Isso é novo e complexo para quem está trabalhando com educação básica nas escolas públicas e particulares”, acrescenta.

Segundo Maria Helena, os documentos levarão em consideração a desigualdade brasileira em termos, por exemplo, de infraestrutura e de acesso a meios digitais e à internet. O documento irá esclarecer quais são os meios remotos pelos quais a escola poderá atuar. Eles vão desde a entrega física de materiais para as famílias e aulas pela TV e rádio às vídeoaulas transmitidas pela internet. 

 

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A conselheira do CNE Maria Helena Guimarães de Castro (Marcelo Camargo/Agência Brasil)

Outra questão abordada deverá ser como as escolas podem atuar no retorno dos estudantes às aulas regulares, orientando o tipo de avaliação que deverá ser feita para verificar se o conteúdo, caso tenho sido disponibilizado, foi aprendido ou não pela turma. “Momento extremamente delicado, muito sensível. Todos tiveram uma fase difícil de ruptura em relação ao cotidiano. Então, estamos chamando atenção para o acolhimento, que é muito importante, e para avaliações diagnósticas. Caberá às escolas e redes de ensino definir instrumentos de avaliação diagnóstica para ver até onde alunos conseguiram avançar”, explica Maria Helena. 

O parecer e a resolução servirão como orientações para as redes e como regulamentação da medida do governo federal que autorizou que as escolas tenham este ano menos que 200 dias letivos, desde que cumpram 800 horas de ensino. A medida foi bem aceita pelos sistemas de ensino, mas deixou dúvidas sobre como esse calendário pode ser cumprido nas diferentes etapas. Os conselhos estaduais e municipais deverão também definir a melhor maneira de orientar as regiões em que estão inseridos.

Cronograma do Enem

Segundo Maria Helena, os documentos trazem um artigo específico sobre avaliações nacionais, como o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem). “No nosso entendimento, deverão esperar o fim dessa pandemia, desse distanciamento, do fechamento das escolas para que sejam revistas as avaliações nacionais, inclusive o Enem, que deverá ser repensado do ponto de vista de seu cronograma”, diz. 

O Ministério da Educação (MEC) decidiu manter as datas do Enem, divulgadas no ano passado. A edição impressa será aplicada nos dias 1º e 8 de novembro e a digital, nos dias 11 e 18 de outubro. De acordo com a pasta, o cronograma foi mantido para dar segurança aos estudantes de que o exame será realizado este ano.

O presidente do CNE, Luiz Roberto Curi, que também participou do seminário, ressalta que a resolução e o parecer do colegiado são temporários e devem ter vigência enquanto durarem os impactos do isolamento social e do fechamento das escolas. “Estamos falando de medidas temporárias, medidas que têm prazo para acabar”.

Prejuízos

A presidente do Conselho Nacional de Secretários de Educação (Consed), Cecilia Motta, defendeu que as escolas mantenham contato com as famílias e com os estudantes e que se esforcem para oferecer atividades, mesmo que não tenham a mesma qualidade das atividades presenciais e mesmo que depois seja necessário repor as aulas. “É uma maneira de minimizar as perdas que teremos, porque teremos, não há dúvida disso”. 

Segundo Cecilia, que é secretária estadual de Educação de Mato Grosso do Sul, cada estado está tomando as medidas possíveis para a região lidar com a suspensão das aulas. Em Mato Grosso do Sul, as escolas estão buscando ofertar aos alunos desde aulas online até materiais para que possam trabalhar em casa. “Dois por cento dos estudantes não estão sendo atendidos de maneira nenhuma. Isso, para nós, é muito preocupante porque vemos a questão da desigualdade. São alunos [para os quais] temos de nos preparar para receber no retorno à escola”. 

Ela defende, mesmo que não cheguem a 100% dos alunos, as atividades remotas. “Estamos preocupados com a aprendizagem. Mas o fato de a criança e o jovem, que ficavam oito horas, dez ou quatro horas na escola, chegarem em casa e não ter nada de atividade é uma questão muito delicada e perigosa. Mesmo não tendo a qualidade que a gente espera, existe a questão social. Os estudantes estão dentro de casa com atividade que está sendo cobrada pelo professor”. 

Enquanto os estados são responsáveis prioritariamente pelo ensino médio, aos municípios cabe o ensino infantil e o fundamental. Com estudantes mais jovens, o presidente da União Nacional dos Dirigentes Municipais de Educação (Undime), Luiz Miguel Martins Garcia, defende que, no processo de reorganização do calendário escolar, é necessário, primeiramente, esgotar todos os esforços para cumprir as 800 horas de maneira presencial.

“Não somos contra a EaD [educação a distância], somos a favor de encontrar elementos que respeitem os alunos no seu estágio de desenvolvimento e na forma de aprender”, diz Garcia, que ressalta a necessidade de apoio tecnológico, técnico e metodológico da União e dos estados às cidades brasileiras.

No Brasil, há suspensão de aulas em todos os estados para conter o avanço da pandemia do novo coronavírus. A medida não é exclusiva do país. No mundo, de acordo com os últimos dados da Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco), que monitora os impactos da pandemia na educação, 188 países determinaram o fechamento de escolas e universidades, afetando cerca de 1,6 bilhão de crianças e jovens, o que corresponde a 91,3% de todos os estudantes no mundo.

Edição: Graça Adjuto

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Educação

Alunos de SP podem usar R$ 55 do programa Merenda em Casa

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Os valores determinados para uso do programa Merenda em Casa já estão disponíveis para uso a partir de hoje (8), disse o governador de São Paulo, João Doria. Pelo programa, 732 mil alunos da rede pública estadual, em situação mais vulnerável, irão receber R$ 55 por mês, durante 60 dias.

O valor estará disponível para uso por meio do aplicativo PicPay, que pode ser baixado no celular. Terão direito a receber o benefício as famílias com renda mensal de até R$ 89 por pessoa cadastradas no CadÚnico e famílias beneficiárias do Programa Bolsa Família com alunos nas redes estadual e municipal que não sejam da capital paulista. 

Com o aplicativo, as pessoas poderão utilizar o valor em estabelecimentos comerciais. O investimento do governo estadual é de R$ 40 milhões por mês.

“São R$ 80 milhões de investimento [abril e maio] para distribuição do Merenda em Casa com pagamento de R$ 55 em cada mês. E os repasses poderão ser estendidos enquanto as aulas estiverem suspensas nas escolas”, disse o governador João Doria. “O pagamento será feito por meio do aplicativo PicPay. Basta fazer o download em qualquer smartphone ou em lojas virtuais, permitindo o acesso a partir de hoje aos R$ 55″, acrescentou.

Segundo o secretário estadual de Educação, Rossieli Soares, o programa é temporário e emergencial e, com o valor, será possível comprar uma cesta básica.

Ele disse ainda que o valor será complementado pela iniciativa privada, que deve acrescentar mais R$ 55 para 113 mil alunos que não têm acesso aos recursos do Bolsa Família.

“O aplicativo PicPay a pessoa vai baixar [no celular]. Não precisa ir a lugar algum. A conta deve ser criada no nome do responsável no CadÚnico. Tem que estar com o mesmo nome e CPF [Cadastro de Pessoa Física]. O recurso cai em até quatro horas”, explicou o secretário.

Dúvidas sobre o programa podem ser solucionadas por meio do telefone 0800 025 8000 ou pelo site.

Defesa do Consumidor

Doria anunciou hoje a nomeação do diretor-geral do Procon, Fernando Capez, como secretário especial de Defesa do Consumidor, pelo período de 120 dias. “Isso dará a ele mais força e mais capacidade deliberativa e de ação”, disse o governador, ressaltando que a medida foi tomada para defender o interesse do consumidor e para tentar impedir o aumento abusivo de preços durante a pandemia do coronavírus, principalmente de produtos como gás e de álcool gel.

Edição: Kleber Sampaio

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