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Com Neymar apagado, Brasil fica no empate com Senegal

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Roberto Firmino abriu o placar para a Seleção, mas equipe africana empatou com Diédhiou

Gazeta Esportiva – Na manhã desta quinta-feira (10), em partida de caráter amistoso, aSeleção Brasileira enfrentou Senegalno Estádio Nacional de Singapura e a partida acabou empatada por 1 a 1. Realizando sua centésima partida com a camisa da Seleção, Neymar teve atuação apagada – sobretudo no primeiro tempo – e não conseguiu desenvolver o futebol que se esperava dele. Firmino abriu o placar aos oito minutos de jogo, após boa jogada de Gabriel Jesus. Aos 45, Diédhiou, de pênalti, empatou para Senegal.

Com isso, o Brasil chega a três jogos consecutivos sem vitória – antes, havia empatado em 2 a 2 com a Colômbia e perdido por 1 a 0 para o Peru – sequência essa que não ocorria desde 2013.

A equipe comandada pelo técnico Tite volta a entrar em campo já neste domingo, no mesmo estádio, novamente às 9h (horário de Brasilia), desta vez diante da seleção da Nigéria.

A equipe comandada por Tite começou com uma marcação alta, pressionando a saída de bola de Senegal e forçando os erros do adversário. Quando tinha a bola nos pés, as jogadas eram sempre pelo lado direito, onde apareciam Gabriel Jesus e Daniel Alves.

Aos oito minutos de jogo, foi justamente por esse lado do campo que saiu o gol brasileiro. Jesus recebeu na ponta, fez boa jogada individual derivando pelo meio e descolou uma grande bola enfiada para Firmino, que entrou fazendo o facão. Frente a frente com o goleiro, o atacante do Liverpool teve calma para dar uma cavadinha e abrir o placar.

Após o tento, a Seleção continuou com um ritmo parecido, mas acabava esbarrando no bloqueio defensivo senegalês e não conseguia finalizar. A equipe africana, por sua vez, aos poucos ia se soltando em busca de um contra-ataque promissor. Aos 18 minutos, em uma das primeiras chances, Gueye arriscou de fora da área e mandou por cima do gol.

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Realizando sua centésima partida com a Amarelinha, Neymar estava muito apagado e chegou inclusive a errar alguns passes. Com isso, o desempenho ofensivo do Brasil caiu, e Senegal começou a gostar do jogo, chegando a ter maior posse de bola já a partir da metade do primeiro tempo. Aos 25, Mané parou na defesa de Ederson, e aos 38, foi a vez do goleiro brasileiro segurar a tentativa de Diédhiou. Os africanos eram superiores no jogo, e o gol parecia questão de tempo.

Já aos 44 minutos, Mané recebeu pela esquerda, ainda no campo de defesa, e avançou. Após passar por Daniel Alves, o camisa 10 derivou para o meio da área, deu uma caneta em Marquinhos e, na sequência, foi derrubado. O árbitro marcou pênalti, e na cobrança, Diédhiou bateu rasteiro, no canto esquerdo, sem chances para Ederson. Logo na sequência, o Brasil ainda teve a chance de ir para o intervalo em vantagem, mas de dentro da área, Neymar parou no goleiro Gomis.

Na etapa complementar, a Seleção Brasileira continuava no mesmo marasmo, e aos 15 minutos, Tite promoveu a entrada de Everton Cebolinha na vaga de Roberto Firmino. Aos 22, foi a vez de Matheus Henrique entrar no lugar de Arthur, e logo na sequência, em uma das poucas participações que fez no jogo, Neymar cobrou falta com muito perigo.

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Em busca de novas alternativas de jogo, Tite começou a mexer mais na equipe, colocando Richarlison no lugar de Coutinho e Renan Lodi na vaga de Alex Sandro. As mudanças, contudo, não surtiram efeito, pois quem criou as melhores chances foi a seleção de Senegal. Aos 39, após boa troca de passes, Sidy Sarr chegou batendo da entrada da área e fez o goleiro Ederson trabalhar bem. Na sequência, foi a vez de Mané finalizar e carimbar a trave brasileira.

Aos 41, o Brasil respondeu com Neymar, que recebeu dentro da área, mas teve o chute bloqueado pela defesa adversária. Logo na sequência, o camisa 10 acionou Richarlison, que da entrada da área, bateu bem, mas a bola saiu à direita do gol. Dai para frente, a Seleção nada criou, e após cinco minutos de acréscimos, a partida acabou mesmo empatada em Singapura.

FICHA TÉCNICA

BRASIL 1 X 1 SENEGAL

Local: Estádio Nacional, em Kallang (Singapura)

Data: 10 de outubro de 2019 (Quinta-feira)

Horário: 9h (de Brasília)

Árbitro: Muhammad Taqi Alliaffari (Singapura)

Público: 20.621 torcedores

Renda: Não divulgado

Cartões amarelos: Marquinhos e Alex Sandro (Brasil); Kouyaté e Koulibaly (Senegal)

Gols: Brasil: Roberto Firmino, aos oito minutos do primeiro tempo. Senegal: Diédhiou, aos 45 minutos do primeiro tempo.

BRASIL: Ederson, Daniel Alves, Marquinhos, Thiago Silva e Alex Sandro (Renan Lodi); Casemiro, Arthur (Matheus Henrique), Phillipe Coutinho (Richarlison); Gabriel Jesus, Neymar e Roberto Firmino (Everton)

Técnico: Tite

SENEGAL: Gomis, Gassama, Koulibaly, Sané e Coly; Kouyate (Sidy Sarr), Gueye (Ndiaye) e Diatta; Sarr (Thioub), Mané e Diédhiou (Diallo)

Técnico: Aliou Cissé

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ARAGUAIA ATLÉTICO CLUBE

Virada na Arena Pantanal, gol primaz em Mutum e expulsão do Operário marcam a 2ª rodada

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Na Arena, Sinop tomou virada do Dom Bosco

O que faltou em gols na abertura, sobrou na segunda rodada do Campeonato Mato-grossense, encerrada neste domingo, 26, com mais três jogos. Foram 22 gols, mais que o dobro dos da abertura, em uma tarde em que teve gol histórico, duas viradas, portões fechados e uma expulsão a um minuto de partida. No final, o União, que chegou à sua segunda vitória, batendo o Poconé de virada, por 3 a 1, fechou jornada com os mesmos seis pontos de Cuiabá e Operário, mas sobra no saldo de gols.

Virada na Arena Pantanal

Abrindo a rodada, o Dom Bosco, que vinha de um empate com o Luverdense, recebeu o Sinop, tomou três gols, mas conseguiu a virada no fim, conquistando seus primeiros três pontos.  O Sinop abriu o marcador com Alan Júnior (2) e Robson fez de pênalti, mas na segunda etapa, deu um “”apagão” no Galo,  tomou o revés com um gol atrás do outro:  Fernando fez o primeiro, Odail Júnior empatou e virou e Juninho Soldado fechou a fatura. O resultado deixou o Dom Bosco em quarta posição e o Sinop despencou do segundo para o quinto.

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Virada-relâmpago em Barra

Na Barra do Graças, terra do Araguaia, jogando no Zeca Costa o Operário “mineiro”conseguiu o que parecia ser impossível, mesmo tendo o centro-avante Pilar expulso a um minuto do início, após uma cotovelada maldosa no seu marcador.

Depois de abrir o marcador com Kanté, aos 34 minutos da etapa final, o Araguaia vacilou e entregou o jogo nos acréscimos. Aos 45 minutos, João Guilherme empatou e Pikachu virou, empurrando o time da casa para a lanterna, sem vencer e com um saldo negativo de cinco gols.

Gol histórico em Mutum

Douglas teve a primazia do gol pelo Nova Mutum – no profissional

No duelo entre as equipes do Nova Mutum e o Luverdense, o time da casa se deu bem, vencendo por 2 a 0. Bem posicionado e agressivo, o Azulão pôs o Luverdense na roda nos dois tempos. No primeiro tempo, foi ataque local contra a defesa visitante e as jogadas só não foram mais emocionantes porque aa partida não teve público. Sem laudos de segurança emitidos a tempo, o Nova Mutum inaugurou seu estádio, o Valdir Wolz sem poder contar com sua torcida. Os portões foram fechados.

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O detalhe da partida é que o meia –atacante Douglas, que o técnico Willian de Mattia mandou para  o segundo tempo, fez o primeiro gol do estádio e do clube, que subiu no ano passado da segunda divisão e disputa seu primeiro campeonato profissional neste ano. Douglas abriu o placar aos 20 minutos, Gustavo e Uirapuã ampliaram aos 26 e 38 minutos.

O campeonato segue nesta próxima quarta-feira e quinta-feira, 29 e 30, com a terceira rodada, quando já será possível que algum clube se descole dos demais.

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Esportes

Astro da NBA, Kobe Bryant morre aos 41 anos em acidente de helicóptero nos Estados Unidos

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Estrela do Basquete estava com outras 4 pessoas; ninguém sobreviveu

Kobe Bryant morreu hoje (26) em um acidente de helicóptero em Calabasas, cidade da região metropolitana de Los Angeles, nos Estados Unidos. A lenda do basquete estava com outras quatro pessoas no helicóptero, que ainda não foram identificadas. Segundo informe da cidade em que ocorreu a queda, não houve sobreviventes.

O helicóptero caiu em uma área descampada, por volta das 10 horas do horário local (16h de Brasília). Segundo a polícia do condado de Los Angeles, o acidente foi seguido de um foco de incêndio que precisou ser controlado pelos Bombeiros. Não houve vítimas no solo. A causa do acidente ainda é incerta.

Vinte temporadas na NBA, com 18 presenças no All-Star, cinco títulos da NBA, dois prêmios de MVP das finais e MVP da temporada de 2008. Os maiores feitos de Kobe Bryant são números impressionantes, mas mesmo assim não ficam à altura do que ele fez durante os 41 anos de vida. Fã de Magic Johnson, Michael Jordan e Oscar Schmidt, Kobe primeiro viveu as comparações com o próprio pai. Joe Bryant jogou oito anos na NBA, entre os Anos 1970 e 80, e foi seguir carreira na Itália. Lá o filho teve contato íntimo com o futebol, tornou-se fluente em italiano e se formou com sólidos fundamentos táticos de basquete, o que seria um diferencial importante naquela geração de atletas norte-americanos.

Kobe voltou aos EUA em 1992, magro e alto, para vestir o número 32 do ídolo Magic Johnson na escola de Lower Merion, na Filadélfia. Ali, no entanto, entrou dificuldade e só jogou poucos minutos. Foi apenas após quatro anos de trabalho duro que ele se tornou a estrela do colégio. Aí, em vez de defender alguma das faculdades de renome que disputavam seus talentos, o garoto de 17 anos resolveu ir direto para a NBA. Foi o 13º escolhido do Draft de 1996, pelo Charlotte Hornets, que cometeu o que seria um dos maiores erros estratégicos da história da NBA ao imediatamente cedê-lo aos Lakers. Em Los Angeles, Kobe se tornaria imortal.

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Seu espelho era Jordan, que na época era onipresente no basquete norte-americano. A estrela do Chicago Bulls virou a meta de Bryant, que passou a analisar incansavelmente as atuações do ídolo, adotar suas manias e inspirar-se no estilo de jogo aéreo e extremamente físico. “Sua obsessão por Michael era óbvia”, já disse Phil Jackson, técnico que conquistou seis títulos com Jordan em Chicago, depois mais cinco com Kobe nos Lakers. A dupla protagonizou a passagem de bastão no topo da NBA. Enquanto Jordan vivia os últimos anos de seu reinado, Kobe começou a escrever sua própria história e se apresentar, pelo estilo espetacular, sua vontade de vencer e sua insolência, como o sucessor óbvio.

Em 1999, Phil Jackson organizou um encontro entre Kobe e Jordan, na esperança de que o jovem jogador tomasse conselhos com o sábio ídolo, já aposentado. “A primeira coisa que Kobe disse foi: se jogarmos um contra um, eu acabo com você”, lembrou Jackson em sua autobiografia. A era Kobe Bryant teve uma parceria imparável com Shaquille O’Neal, com domínio sobre a NBA entre 2000 e 2002. Trabalhador incansável, varava a noite em longas sessões de arremessos após os treinos oficiais, lia análises de técnicos e tomava árduas sessões de preparação física. Daí a fama de monomaníaco que acarretou em vários desentendimentos com companheiros de equipe – incluindo O’Neal, que por isso trocaria de time.

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O sangue frio em quadra e as jogadas precisas lhe renderam o apelido de Black Mamba (uma cobra conhecida pelo veneno letal), mas ali por 2003 Kobe Bryant viveu o período mais obscuro da carreira. Acusado de estupro por uma funcionária de um hotel de luxo no Colorado, ele admitiu a relação, mas alegou consentimento da jovem de 19 anos – o processo foi abandonado após um acordo com a vítima. Jogador de basquete mais famoso e bem pago do mundo, Bryant empilhou conquistas impensáveis como os 81 pontos em uma única partida (contra os Raptors, em 2006). Venceu cinco títulos da NBA, duas medalhas de ouro olímpicas e esteve no All-Star Game 18 vezes em uma carreira de 20 anos.

Na reta final da carreira Kobe viveu anos deprimentes em quadra, marcados por lesões graves e péssimas campanhas dos Lakers. Sua última temporada, porém, motivou agradecimentos que fizeram ressurgir o mito: foram várias homenagens em jogos fora de casa, em uma espécie de última turnê de um astro. No último jogo, aos 37 anos, Kobe deu adeus ao basquete marcando incríveis 60 pontos contra o Utah Jazz, em um Staples Center que estava ali só para se despedir.

No final de tudo, Kobe Bryant se tornou um dos melhores jogadores de basquete da história por viver uma única obsessão: vencer. Por isso nem sempre foi bem visto por companheiros, imprensa ou torcedores, mas ao mesmo tempo se torna eterno justamente pela mente enigmática, bem longe da compreensão dos meros mortais.

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