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Política MT

Com equilíbrio fiscal, Mato Grosso apresenta superávit financeiro histórico e prevê grandes investimentos em 2021

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Mauro Mendes entregou ao TCE-MT o balanço das contas de 2020 do Executivo Estadual [Fotos – Mayke Toscano]

O governador Mauro Mendes (DEM) afirmou que o bom desempenho econômico das contas do Executivo relativas a 2020 vai permitir a execução de uma série de investimentos previstos no programa Mais MT. O balanço das contas do ano passado foi entregue pelo gestor ao Tribunal de Contas do Estado (TCE-MT), na tarde desta quarta-feira (3).

Um dos pontos positivos do relatório está na manutenção do superávit financeiro já conquistado em 2019, ou seja, o Estado cortou despesas, aumentou receitas e fechou novamente “no azul”. Até então, há praticamente uma década o Governo de Mato Grosso gastava mais do que arrecadava.

“Nós tivemos em 2020 mais receita do que despesa. Arrecadamos mais do que gastamos. E isso vai significar em 2021 o maior programa de investimento da história do Estado de Mato Grosso. Hospitais serão reconstruídos, estradas recuperadas, estradas construídas, pontes, escolas, recuperação da infraestrutura em todas as áreas, e a própria administração pública vai receber grandes melhorias, que vai traduzir em maior qualidade de vida aos mato-grossenses”, relatou o governador.

Mauro Mendes também destacou que esse equilíbrio fiscal conquistado, e o fato de o Estado ter passado a pagar em dia os servidores, fornecedores, Poderes e municípios, trouxe maior credibilidade ao Executivo e deve resultar na melhoria da nota de Mato Grosso junto ao Tesouro Nacional quanto à Capacidade de Pagamento (CAPAG).

“Esse resultado deve nos colocar com nota máxima, o que poucos estados têm. Isso é fruto de muito trabalho conjunto entre nossa equipe, servidores e o apoio fundamental que recebemos da Assembleia Legislativa, Poder Judiciário, Tribunal de Contas e da sociedade”, registrou.

O presidente do TCE-MT, conselheiro Guilherme Maluf, pontuou que o balanço trouxe “excelentes resultados”. “O Governo está trazendo uma capacidade de investimento para o Estado de Mato Grosso que há muito não se via. Fechava os balanços sempre no negativo, e hoje temos um superávit importante”, opinou.

Para o secretário de Estado de Fazenda, Rogério Gallo, essa conquista nas finanças do Executivo permite que Mato Grosso faça “investimentos históricos” esse ano, que giram em torno de R$ 3 bilhões. “Só com os investimentos previstos para 2021 e 2022, o Estado vai gerar – por meio das empresas contratadas – 53 mil empregos. Em um momento de pandemia, o Governo de Mato Grosso está fazendo a diferença”, citou.

Também participaram do ato os conselheiros Valter Albano, José Carlos Novelli, Antonio Joaquim, Campos Neto, Luiz Henrique Lima, Luiz Carlos Pereira; o procurador-geral de Contas, Alisson Carvalho; e o controlador-geral do Estado, Emerson Hideki.

 

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Política MT

Mauro Carvalho rebate críticas e cobra deputado para que deixe as redes sociais e trabalhe por Mato Grosso

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Chefe da Casa Civil lamenta que prefeito não tenha trabalhado para trazer benefícios para MT

Em entrevista na rádio CBN Cuiabá (95,9 FM), nessa segunda-feira (20), o secretário-chefe da Casa Civil de Mato Grosso, Mauro Carvalho (DEM), criticou a postura do deputado federal José Medeiros (Podemos), de promover acusações infundadas, de ‘baixo nível’ nas redes sociais contra o Governo do Estado.

“É lamentável, vejo com tristeza. Se o deputado Medeiros pegasse toda essa energia que ele tem nas redes sociais e se dedicasse a ajudar o povo de Mato Grosso, realmente as coisas estariam diferentes. Eu pergunto: o que o deputado José Medeiros fez?”, questionou o secretário-chefe da Casa Civil.

O secretário acrescentou que Medeiros destinou poucos recursos para o estado de Mato Grosso no combate da pandemia, e fez questão de destacar que todos os parlamentares da Bancada Federal e da Assembleia Legislativa também destinaram. “O que ele fez de diferente? Então pegue toda essa energia e traga em benefício”, disse Mauro Carvalho.

Sobre o fato de o parlamentar federal ter declarado que a compra da vacina russa, a Sputnik, pelo governador Mauro Mendes (DEM), é uma jogada política, o secretário Mauro Carvalho afirmou que “espero que ele ajude Mato Grosso a realmente adquirir e ficar com essas vacinas, que interfira junto ao presidente Jair Bolsonaro, junto às Embaixadas, ajude Mato Grosso. Porque se ele pegar toda essa energia no sentido de ajudar, com certeza vai ser diferente, mas ele usa toda essa energia para criticar, vir com coisinhas baixas, para fazer embate sem valor nenhum, sem conteúdo nenhum”, disparou Carvalho.

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Política MT

Projeto de lei incentiva vacinação em empresas privadas

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Foto: JLSIQUEIRA / ALMT

O Projeto de Lei 249/2021 cria o programa “Empresa Livre de Covid” para incentivar a vacinação de trabalhadores no setor privado de Mato Grosso. Mas vincula a implantação da proposta à oferta de vacina para aquisição na rede particular, em hospitais e clínicas.  

Conforme o autor da proposição, o deputado estadual Dr. Gimenez (PV), o objetivo é estimular o envolvimento de todos os setores da economia na disponibilização da vacina contra a Covid-19, pois esta é uma das únicas maneiras de vencer efetivamente a pandemia.

“Sabemos que os empreendedores sofreram um forte abalo econômico em razão de medidas restritivas impostas pelos governos estaduais e municipais, por isso o programa propõe atuar na solução do problema ao permitir que as empresas credenciadas voltem a funcionar normalmente”.

O projeto de lei não desobriga os empregadores, empregados e clientes de adotarem as demais medidas de prevenção à Covid-19, como a utilização de máscaras, álcool em gel, distanciamento social e redução da capacidade de atendimento. “Essa é uma forma de cuidar da saúde, mas também manter emprego e renda à população”.

Entre os setores que poderão se beneficiar da nova legislação estão: comércio atacadista, supermercados, bares e restaurantes, serviços de saúde, construção, bancos e lotéricas, abastecimento e logística, combustíveis, autopeças, hotelaria, indústria, transporte de passageiros, telecomunicações, serviço de beleza, lavanderia, funerários, limpeza, segurança pública e privada, academias, entre outros.

“As micro e pequenas empresas respondem por mais de 30% do PIB do país, são as que geram mais da metade dos empregos diretos. Mas ao contrário das grandes corporações, não possuem capital de giro suficiente para manter o negócio aberto durante as restrições de funcionamento, por isso precisamos encontrar um meio de ajudá-las”, afirma Dr. Gimenez.

Números – No Brasil, desde o início da pandemia, mais de 30% dos bares e restaurantes decretaram falência, o que, segundo um levantamento feito pela Associação Nacional dos Restaurantes (ANR), soma mais 300 mil estabelecimentos, dos quais 75 mil lojas. Com a segunda onda da pandemia, esse percentual deve aumentar em 2021 e acentuar a crise.

Fonte: ALMT

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