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Política MT

Com crítica a antecessores, Mendes entrega obra de infraestrutura e afirma que Estado era mal gerenciado

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Anel Viário de Rondonópolis foi entregue nesta sexta-feira [F-Christiano Antonucci]

O Governo do Estado entregou nesta sexta-feira (7) a recuperação dos 16 km do Anel Viário de Rondonópolis, que inclui as rodovias MT-483 e MT-270, nos entroncamentos da BR-163, margeando a cidade. A obra é uma reivindicação de anos, que levou apenas 60 dias para ser concluída e que contou com um investimento de R$ 7,1 milhões.

Durante a cerimônia de entrega, o governador Mauro Mendes também lançou outras três obras de infraestrutura que vão beneficiar o município: a implantação dos acessos da Ponte sobre o Rio Vermelho até a Avenida W14, a pavimentação de 23,9 km da MT-459, que liga o Terminal Ferroviário até o município de Pedra Preta, e a restauração de 45,4 km da MT-270, chegando até São José do Povo.

Na oportunidade, Mauro Mendes relembrou da situação em que pegou o Estado assim que assumiu a gestão, com inúmeras obras paralisadas. Mas que com medidas austeras e principalmente com o apoio da Assembleia Legislativa de Mato Grosso, iniciou um processo de “consertar o Estado” e, citou como exemplo a própria obra do rodoanel.

“Quando o Estado não funciona, quando ele está mal gerenciado, precarizado, o cidadão paga um preço muito caro. E este rodoanel é apenas um exemplo deste mau funcionamento do Estado de Mato Grosso. Mas graças à equipe da Sinfra, às mudanças que nós implantamos a partir do início desta gestão e ao apoio da Assembleia Legislativa mais de 200 obras foram reiniciadas em 2019 e algumas, como essa, estão sendo entregues”, pontuou Mendes.

Em seu discurso, o governador também lembrou da recuperação das finanças do Estado, da retomada das obras também na Educação e da regularização dos repasses da Saúde aos 141 municípios do estado.

“Fizemos essa obra em apenas 60 dias após seis anos sem condições de trafegabilidade dos motoristas neste local. Estamos atendendo a uma reivindicação das lideranças locais e, principalmente, uma determinação do governador Mauro Mendes, que hoje lança aqui novas obras que vão beneficiar ainda mais a população rondonopolitana”, destacou o secretário de Infraestrutura e Logística, Marcelo de Oliveira.

O deputado estadual Sebastião Rezende relembrou do anseio da população local por estas obras, mas que ao assumir o Governo do Estado, Mauro Mendes explicou aos parlamentares a situação real do Executivo e que os recursos para investimentos só seriam possíveis com a aprovação do novo Fethab.

“É uma obra aguardada há muitos anos e infelizmente em outros governos não foi feita. O governador Mauro Mendes foi muito firme e corajoso com os deputados ao assumir a gestão, explicando que os investimentos só se dariam com a aprovação do novo Fethab. E hoje ele está aqui em Rondonópolis honrando com o compromisso que fez conosco lá atrás”, destacou Rezende.

A recuperação do rodoanel foi aprovada pela população do município, como é o caso do taxista Elizeu do Nascimento, que atua há 15 anos na profissão e mora no bairro Jardim Atlântico.

“Graças a Deus isso daqui está maravilhoso. Isso daqui estava uma catástrofe, cheio de buracos, tinha vários acidentes, a gente não conseguia trafegar e agora com essa inauguração foi um presente maravilhoso do nosso governador para Rondonópolis. Nós taxistas e mototaxistas da região agradecemos por essa obra”, disse Elizeu.

A obra de recuperação do contorno viário foi tocada pela empresa ENPA Engenharia e Parceria Eirelli, que venceu o processo licitatório concluído em agosto de 2019. Conforme o edital, o prazo de execução da obra, iniciada em setembro do ano passado, era de oito meses (240 dias), com vigência contratual de 11 meses (330 dias).

Também estiveram presentes na cerimônia o vice-governador do Estado, Otaviano Pivetta, o secretário-chefe da Casa Civil, Mauro Carvalho, os secretários de Estado de Saúde, Gilberto Figueiredo, de Educação, Marioneide Kliemaschewsk, os deputados estaduais Sebastião Rezende e Thiago Silva, o ex-deputado federal Valtenir Pereira, a reitora da Universidade Federal de Rondonópolis, Analy Castilho, o prefeito Zé Carlos do Pátio e empresários locais.

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Bolsonaro sanciona projeto de Lei de senador de MT para reduzir as contas de energia elétrica

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O presidente Jair Bolsonaro sancionou nesta segunda-feira (27) durante solenidade no Palácio do Planalto, o projeto de lei do senador Fábio Garcia (União/MT), que vai permitir a redução nas contas de luz dos brasileiros a partir da regulamentação do uso dos créditos tributários. O PL 1280/2022 foi aprovado no Senado no dia 1º de Junho e na Câmara dos Deputados por unanimidade no dia 7, sem alterações e em tempo recorde nas duas Casas.

A partir da publicação da sanção presidencial, a regulamentação da compensação dos créditos tributários entra em vigor beneficiando consumidores de Mato Grosso e de todo o país.

“Esta é um vitória de todos os consumidores que já não suportam tantos aumentos de preços da energia, além dos combustíveis, do gás de cozinha e dos alimentos. Estou muito feliz pois em menos de 60 dias no Senado, conseguimos propor, articular e aprovar no Senado e na Câmara este projeto importante que beneficia todos os brasileiros com a redução na conta de luz.  Com a sanção presidencial,  estamos garantindo através de uma solução prática e viável,  que o consumidor de energia elétrica usufrua do benefício de forma imediata, o que certamente promoverá um alívio nas suas despesas”, disse Fábio Garcia.

Sancionado, o PL 1280 define os procedimentos para que a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) devolva aos consumidores, via redução da tarifa de energia, um crédito de R$ 60 bilhões gerado pelos tributos recolhidos a mais nos últimos anos. O projeto altera a Lei nº 9.427, de 1996, para assegurar a destinação integral, em proveito dos consumidores, dos valores retidos pelas distribuidoras em razão de recolhimento indevido.

Uma decisão do STF determinou a exclusão do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços – ICMS da base de cálculo das contribuições para o PIS/PASEP e COFINS, gerando o crédito tributário que pertence, segundo o STF, aos consumidores de energia elétrica.

Segundo a nova legislação aprovada pelo Congresso e sancionada pela Presidência da República, a Aneel deve fazer a compensação integral dos valores que constituíram o crédito, no primeiro processo tarifário subsequente à habilitação perante a Receita Federal.

BANDEIRAS TARIFÁRIAS

O Senado também deve analisar em breve o Projeto de Lei Complementar do ex-deputado federal e atual senador Fábio Garcia, já aprovado na Câmara, que proíbe a incidência do ICMS sobre o adicional das bandeiras tarifárias. O PLC 62 foi apresentado em 2015, em coautoria com o deputado Hildo Rocha (MDB-MA).

Os autores calculam que o adicional seja de até R$ 15 para cada 100 kW. Com a aprovação do projeto, o consumidor economizará até R$ 4 a cada 100 kW consumidos. “O consumidor não tem culpa, mas vem sendo punido por pagar uma tarifa mais cara e ainda acrescida de tributos. Esta é uma injustiça que estamos corrigindo e os consumidores não vão mais pagar essa bitributação absurda”, disse o senador.

Criadas pela Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) para situações de escassez hídrica, as bandeiras tarifárias sofreram mais um reajuste. Na terça (21), a Aneel aprovou alta de até 64% no valor das bandeiras, cobrança extra aplicada às contas de luz quando aumenta o custo de produção de energia no país. Os novos valores entram em vigor em 1º de julho e serão válidos até meados de 2023.

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Senador consegue incluir técnicos e administrativos de IFs para receber bolsas de pesquisa e extensão

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Medida foi tomada pelo MEC após gestão do senador Wellington Fagundes diante da enorme demanda registrada nos IFs de Mato Grosso

A partir de agora, técnicos e administrativos do Institutos Federais de Educação já podem receber a concessão de bolsas de estudo em pesquisa, desenvolvimento e inovação. Portaria nesse sentido foi publicada nesta segunda-feira, 27, pelo Ministério da Educação, após gestões realizadas pelo senador Wellington Fagundes (PL-MT), líder do Bloco Parlamentar Vanguarda, a pedido da reitoria do Instituto Federal de Mato Grosso, o IFMT.

A medida, de acordo com o senador Wellington Fagundes, atende uma demanda dos próprios IFs. “Principalmente – ele enfatizou – porque corrige uma grave distorção, já que os institutos poderiam ofertar bolsas, mas seus próprios servidores estavam impossibilitados de se aperfeiçoarem”. O comunicado da decisão foi feito sexta-feira, 24, pelo secretário de Educação Profissional e Tecnológica do MEC, Thomas Dias Sant’Ana.

Com a decisão, as bolsas serão classificadas de acordo com o perfil profissional do beneficiário e as funções e responsabilidades exercidas em projetos e programas. Além das bolsas de pesquisa, de desenvolvimento e de inovação, os técnicos dos IFs poderão também acessar bolsas de intercâmbio, que devem ser concedidas no âmbito de programas e projetos institucionais que envolvam a troca de experiência ou conhecimento em ações de ensino, de pesquisa aplicada, de extensão ou de inovação.

Ao festejar a decisão do MEC na ação desenvolvida pelo senador do PL de Mato Grosso, o reitor Júlio César dos Santos fez questão de observar que os técnicos e administrativos do IF lotados no Estado tem buscado a capacitação por meio de cursos de pós-graduação lato e stricto sensu. Em especial o nível de mestrado, com vistas ao aperfeiçoamento técnico e acadêmico, bem como à ascensão na carreira profissional. Os números atuais no IFMT mostram um crescimento de capacitações na qualidade do corpo técnico administrativo.

“Quem ganha com isso é a educação brasileira, sobretudo, os estudantes que passam a ser melhor preparados para os desafios em suas profissões” – frisou o reitor do IF, ao agradecer o empenho do senador Wellington.

Ao comunicar a decisão do MEC, o senador Wellington Fagundes confirmou que a matéria deverá ser tratada também no âmbito da legislação. Nos próximos dias deve ser votado na Comissão de Educação do Senado o projeto de lei 5649/2019, de autoria da deputada Professora Dorinha Seabra Rezende. O projeto altera a Lei nº 11.892/2008  para proporcionar acesso a bolsas de pesquisa, desenvolvimento, inovação e intercâmbio a alunos, docentes, ocupantes de cargo público efetivo, detentores de função ou emprego público e pesquisadores externos ou de empresas efetivamente envolvidas nessas atividades.

 

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