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EXCLUSIVO! – Com base em pesquisa qualitativa, Wallace recua da disputa e deve apoiar Emanuelzinho em Várzea Grande

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Ex-prefeito de Várzea Grande, Wallace Guimarães (PV): recuo da disputa majoritária foi motivado após leitura de pesquisa qualitativa; agora, ele vai provavelmente apoiar o deputado federal, Emanuelzinho Pinheiro (PTB)

PRIMEIRA MÃO: O ex-prefeito de Várzea Grande, Wallace Guimarães (PV), após tomar conhecimento do resultado de uma ampla pesquisa qualitativa, decidiu recuar da disputa pelo comando do Paço Couto Magalhães.

A decisão foi tomada com respaldo da esposa, Jaqueline Guimarães, os dois filhos que também são médicos, além do irmão mais velho, empresário, Josias Guimarães, neste sábado (12).

O recuo será comunicado oficialmente ainda hoje a direção municipal do PV, partido do ex-prefeito. Segundo fonte do portal ODOCUMENTO, Wallace ainda está indeciso sobre seu posicionamento político nestas eleições, mas tem acentuada tendência em apoiar a candidatura do deputado federal, Emanuel Neto, o Emanuelzinho (PTB), filho do prefeito de Cuiabá, Emanuel Pinheiro (MDB).

De acordo com a mesma fonte, o fator rejeição pesou muito para a decisão irrevogável de Wallace. A pesquisa qualitativa mostrou a necessidade de mais tempo para o ex-prefeito tentar reverter o quadro conceitual desfavorável junto ao eleitorado várzea-grandense.

No entanto, mesmo com rejeição alta, Wallace é o líder no cenário quantitativo, o que o credencia a disputar eleições futuras, como por exemplo, uma vaga na Assembleia Legislativa, em 2022.

Ainda de acordo com a mesma fonte, o prefeito da Capital, Emanuel Pinheiro, ao tomar conhecimento da decisão do ex-colega de parlamento, já entrou no circuito na tentativa de solidificar o apoio de Wallace ao filho, Emanuelzinho.

Com a saída de Guimarães, o processo majoritário na “cidade industrial” se afunila para três nomes competitivos. São eles: Flávio Vargas (PSB), Emanuelzinho Pinheiro (PTB) e Kalil Baracat (MDB).

 

 

 

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“Em MT, sai Arcanjo e entram os financistas do agro”, dispara Euclides Ribeiro

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Candidato ao Senado pelo Avante criticou os “barões do agro” que tomam as terras dos produtores para financiar políticos

“Não quero tomar cerveja ou vinho com governador, quero tomar café no gabinete do Mauro Mendes. Quero uma relação institucional com ele, não essa relação pessoal e íntima que ele tem com outros políticos. Quero trabalhar pelo Estado, e não trabalhar para grupos políticos”, disparou o candidato ao Senado, Euclides Ribeiro (Avante) durante entrevista ao programa Passando a Limpo, do jornalista, Agnelo Corbelino, de Rondonópolis.

Euclides afirmou que a troca de poder entre os mesmos grupos políticos que se revezam mandato após mandato em Mato Grosso prejudica o Estado e principalmente municípios com grande potencial de crescimento, como aconteceu em Rondonópolis.

“Vários grupos políticos prometeram trazer progresso para Rondonópolis, com a vinda de indústrias e empresas e o sonho de geração de emprego e renda para a população. Mas na verdade eles levaram progresso para o bolso deles”, apontou Euclides.

“Em Mato Grosso saiu Arcanjo e entraram os financistas da agricultura, que praticam agiotagem com produtores, cobram juros abusivos e pedem a terra como garantia. Aqui os grupos que governam o Estado são bancados pela velha política para defender o interesse de um seleto grupo”, criticou Euclides.

Candidato ao primeiro mandato, Euclides defende a proteção e o incentivo tanto dos produtores rurais, como do trabalhador chefe de família. Para isso, o carro chefe de sua campanha é o Programa “Nome Limpo”, uma proposta de Lei que prevê a renegociação de dívidas de pessoas físicas.

“Quero trabalhar para tornar Lei o Programa Nome Limpo. No Brasil mais de 70 milhões de pessoas são escravas do sistema financeiro e não conseguem voltar para o mercado consumidor por causa de suas dívidas. Em Mato Grosso esse número chega a 1 milhão. Precisamos acabar com estes juros extorsivos que tortura a população e corrói a suada renda do dia a dia”, finalizou.

O candidato do Avante ainda criticou a atuação de seu adversário, o senador “tampão” Carlos Fávaro, que no primeiro mês de Senado foi ao Governo pedir subsídios para o setor do algodão. “São R$6 bilhões de subsídios para setor de algodão, isso está errado. Quem vai pagar essa conta? Mais uma vez o mato-grossense. Isso é o que a velha política faz e vem fazendo em Mato Grosso, defendendo interesses de poucos grupos e excluindo a população”, disparou.

 

 

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Mauro Zaque diz estar pronto para o TJ, mas lembra que vaga ainda não foi aberta

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De acordo com o promotor, ainda é cedo para se discutir sobre o assunto prematuro

O promotor Mauro Zaque, do Ministério Público Estadual (MPE), disse em entrevista com jornalistas nesta segunda-feira (19), que por conta das delações premiadas, de outubro do ano passado até agora, já foram investidos cerca de R$ 40 milhões na segurança pública. “Tudo executado”, garantiu.

Mauro Zaque também falou das nove novas vagas para desembargadores no Tribunal de Justiça do Estado de Mato Grosso, sendo duas dedicadas ao quinto constitucional, uma para membros do Ministério Público do Estado e outra para a Ordem dos Advogados do Brasil (OAB).

O promotor do MPE disse que está preparado para o desafio. “Lógico, mas também tenho colegas de grande valor e competência e estão preparados também. Mas temos que ter a vaga, não há o que se falar em eventual disputa se não houve a vaga”, disse.

“Primeiro tem que abrir a vaga. Enquanto essa vaga não for aberta, tudo que se fala é especulação. A gente não tem parâmetro para avaliar quando, mas torço para que isso aconteça logo”, declarou.

No Ministério Público, há pelo menos seis membros do órgão – entre promotores e uma procuradora – que estão interessados na cadeira de desembargador.  Além de Mauro Zaque, no primeiro grupo estão os promotores de Justiça Arnaldo Justino, Adriano Augusto Streicher, Wesley Sanches Lacerda, Lindinalva Rodrigues e Márcia Furlan. No segundo, a procuradora é Eunice Helena Rodrigues.

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