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Agro News

Com baixa oferta, preços da laranja e lima ácida tahiti seguem em alta

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Mesmo que a demanda não esteja tão aquecida, a oferta, no geral, está menor, e, com isso, os preços dos cítricos seguem em alta nesta semana. Como exemplo, no caso da laranja, os meses de seca acabaram reduzindo a qualidade das frutas que ainda estão nas árvores, fazendo com que elas não atinjam o padrão exigido pelo mercado e precisem ser redirecionadas às indústrias.  

Além desse fato, mais produtores têm priorizado os contratos com as processadoras. 

Na parcial desta semana (de segunda a quinta-feira), a laranja pera teve alta de 2,01% na comparação com o da semana anterior, fechando em R$ 35,71/cx de 40,8 kg, na árvore. Já a rubi, por sua vez, está sendo comercializada à média de R$ 30,08/cx, com aumento de 0,84% na mesma comparação.

No caso da lima ácida tahiti, como as valorizações semanais têm sido mais expressivas, na parcial desta semana a tahiti teve média de R$ 30,38/cx de 27 kg, colhida, elevação de 45,32% em comparação com a da semana passada. Para a fruta, a previsão é de que os preços continuem subindo de semana a semana, uma vez que não há expectativa de recuperação da oferta no curto prazo. 

Fonte: AgroPlus

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Preços dos ovos registram alta na primeira semana de agosto

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Com a oferta mais controlada somada à demanda aquecida, devido ao recebimento dos salários, as vendas e os preços dos ovos comerciais estão em alta neste início de agosto. Diante desse cenário, o preço da caixa com 30 dúzias de ovos brancos tipo extra, para retirar, em Bastos (SP), registrou um aumento de 2,7% frente à quinta anterior, 28 de julho, fechando a R$ 146,47, maior patamar nominal da série histórica em mais de três meses. 

Já para os ovos vermelhos, a valorização foi de 2,8% no mesmo período, para R$ 165,62/cx no dia 4.  

Fonte: AgroPlus

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Agro News

Para evitar falta de nutrientes, produtores de banana apostam em fertilizante mineral de sulfato de cálcio granulado

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Sendo a fruta mais consumida no Brasil – conforme o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), a produção nacional em 2021 foi de 7 milhões de toneladas em uma área de 465,9 mil hectares – após ser implantada no campo, a banana deve ser conduzida com a adoção de um manejo adequado, que atenda às exigências de água, luz, nutrientes e o controle de pragas. As condições do solo também são um aspecto determinante para a produtividade de um bananal. 

Diante disso é fundamental que os produtores se atentem a nutrição e adubação do solo, a fim de evitar falta de nutrientes, como cálcio e enxofre, ou a presença de alumínio tóxico, por exemplo. Principalmente, visto que a banana, independente da variedade, exige uma demanda muito alta de nutrientes, sendo o cálcio o terceiro mais importante e indispensável para o crescimento de raízes e folhas. 

Posto isso, produtores de banana apostam no uso do fertilizante mineral, SulfaCal, uma vez que o mesmo é fonte de cálcio e enxofre solúvel e que, se aplicado corretamente, tende a reduzir a toxidez por alumínio no perfil do solo. Sendo, então, uma  solução multifuncional.

Com alta tecnologia no grânulo, com liberação ajustada no tempo da necessidade da cultura, o SulfaCal é um fertilizante que permite que a planta absorva os nutrientes necessários ao longo de todo o ciclo da cultura. Além disso, o produto ainda ajuda na arquitetura e volume do sistema radicular, fazendo com que as raízes das plantas se aprofundem no perfil do solo auxiliando em momentos de estiagem, já que a planta atinge uma área maior para buscar nutrientes e água.

Fonte: AgroPlus

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