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Mato Grosso

Com auxílio de satélite, fiscalização embarga garimpo ilegal em Apiacás

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Uma operação integrada entre a Unidade Desconcentrada da Secretaria de Meio Ambiente de Alta Floresta e Polícia Civil no município de Apiacás embargou um garimpo ilegal e apreendeu uma escavadeira hidráulica e quatro motores. Cinco pessoas foram presas em flagrante.

A Fiscalização na região está sendo realizada desde o início da semana devido aos alertas emitidos pela Plataforma de Monitoramento da Cobertura Vegetal que utiliza Imagens de Satélite Planet. Um dos alertas indicava o desmatamento e foi verificado in loco que era uma área de garimpo.

A equipe de fiscalização aplicou uma multa de R$ 100 mil por atividade de empreendimento poluidor sem possuir licença do órgão ambiental. A multa pelo desmate ainda será aplicada pela equipe que se encontra em campo. Os equipamentos foram removidos do local e depositados no pátio da prefeitura de Apiacás.

Tolerância Zero

O combate ao desmatamento ilegal faz parte da política pública do Governo do Estado de Mato Grosso de tolerância zero para crimes ambientais.  A meta é que por meio da fiscalização em campo e da Plataforma de Monitoramento da Cobertura Vegetal que utiliza Imagens de Satélite Planet a pasta possa agir de forma preventiva, minimizando os danos e aumentando a celeridade na resposta.

O diretor da Unidade Desconcentrada (DUD) de Alta Floresta, Vinicius Rezek, destacou que a Plataforma de Monitoramento da Cobertura Vegetal que utiliza Imagens de Satélite Planet permitiu que a fiscalização nas regionais da Sema ficasse mais eficientes “É muito importante para acompanharmos em tempo real com imagens atualizadas. Com os alertas gerados pela ferramenta cruzamos com as informações que temos no banco de dados da secretaria. As imagens por satélites nos auxiliam muito”. 

Fonte: GOV MT

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Mato Grosso

Forças de segurança e reeducandos somam esforços no combate ao fogo e resgate de animais

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As forças de segurança pública de Mato Grosso somam esforços à força-tarefa de combate a incêndios florestais no Pantanal. Além do apoio operacional da Polícia Militar Ambiental, Corpo de Bombeiros Militar (CBM-MT), Centro Integrado de Operações Aéreas (Ciopaer), Perícia Oficial e Identificação Técnica (Politec) e Polícia Judiciária Civil (PJC-MT), 11 reeducandos estão atuando na construção de recintos para abrigar os animais resgatados.

Eles também fizeram a cerca do Posto de Atendimento Emergencial a Animais Silvestres do Pantanal (PAEAS Pantanal), montado na entrada da Transpantaneira, em Poconé (100 km de Cuiabá), e construirão outras unidades de suporte de trabalho para médicos veterinários e biólogos que prestam atendimentos aos animais. A estrutura do local foi apresentada pelo coordenador da força-tarefa, coronel BM Paulo André Barroso, a um grupo de diligência do Congresso Nacional que esteve na Transpantaneira no sábado (19.09).

Atualmente, o PAEAS Pantanal possui três recintos para abrigar os animais que são encontrados feridos pelo fogo. Os reeducandos ainda fizeram grandes caixas de madeira, próprias para o resgate e transporte de onças feridas. Um deles, D.K., de 29 anos de idade, é operador de máquinas e, por enquanto, está operando o caminhão-tanque do CBM-MT nas ações de combate ao fogo. Ele irá operar ainda uma máquina especializada na realização de aceiros que deve chegar nos próximos dias.

Segundo o recuperando, é motivo de satisfação auxiliar na conservação do meio ambiente. “É uma oportunidade boa para nós, e ver os animais sendo trazidos para cá, tendo um local para receber tratamento e depois podendo voltar para a natureza é uma alegria”. Junto aos demais, eles receberam treinamento dos bombeiros para fazerem aceiros e atuarem em incêndios urbanos e de pequena proporção que não comprometam a segurança deles. Para cada três dias trabalhados, é garantido um dia a menos de pena, em cumprimento à Lei de Execução Penal n° 12.433/11.

O secretário de Estado de Segurança Pública, Alexandre Bustamante, ressaltou a importância da integração entre as instituições e também o apoio de Organizações Não Governamentais (ONGs), Prefeitura de Poconé, entidades de turismo e outros integrantes da sociedade civil.

“O trabalho que está sendo feito é resultado da soma de esforços de várias pessoas, e empregar a mão de obra de reeducandos é uma das iniciativas da Sesp (Secretaria de Estado de Segurança Pública) que, além de contribuir com a causa, promove a ressocialização”.

As madeiras utilizadas nas construções, assim como alguns maquinários, são frutos de apreensões pela fiscalização. A secretária de Estado de Meio Ambiente, Mauren Lazzaretti, frisou que o PAEAS foi viabilizado graças a um trabalho conjunto.

“É uma ação que tem o emprenho do Governo do Estado, por meio de várias Secretarias, investimentos do Programa REM-MT (da sigla em inglês, REDD+ para Pioneiros), apoio das Ongs, Prefeitura, Sindicato dos Produtores Rurais, voluntários, e o trabalho dos reeducandos, que tem sido primordial neste momento”.

Na avaliação do coordenador da força-tarefa, coronel BM Paulo André Barroso, a mobilização dos parlamentares e de toda a sociedade em torno das ações de combate ao fogo no Pantanal “é motivo para acreditar que é possível mudar as coisas e fazer melhor”.

Fonte: GOV MT

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Mato Grosso

Escola indígena de General Carneiro passa por manutenção e readequação

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A Escola Estadual Indígena São José do Sangradouro, localizada no município de General Carneiro (a 442 quilômetros a Leste da Capital) recebe manutenção preventiva e corretiva por parte da Secretaria de Estado de Educação (Seduc). A unidade escolar terá readequação de piso, forro, portas, instalações elétricas, pintura e banheiros, uma vez que as instalações hidrossanitárias eram precárias.

“Temos agora banheiros decentes, tanto para nossos profissionais da educação como para nossos alunos, que agora estão com essa necessidade básica suprida”, comemora a assessora pedagógica Vanessa Alice Busanello.

Vanessa salienta que a comunidade está satisfeita com os trabalhos, porque há muito tempo não havia nenhum tipo de manutenção na escola. Além disso, aumentou a autoestima da comunidade que se sentiu valorizada.

“A manutenção e adequação veio num momento que a comunidade estava fragilizada também pela pandemia, pois perderam bastante pessoas importantes para a comunidade. A manutenção preventiva deu uma espécie de alento, pois a comunidade se sentiu incluída”, assinala.

Mais animado ainda está o diretor Bartolomeu Patira Pronhopa, pois as obras estão em ritmo acelerado e, com isso, o conforto para os alunos, assim que houver as aulas presenciais será imensurável. O diretor acredita que, com a reforma, a qualidade do ensino na unidade escolar vai dar um salto.    

“A cultura dos não indígenas é diferente. Precisamos continuar a questão do ensino básico. Nossas crianças xavantes precisam ter uma educação com respeito e ética dentro de nossa sociedade. Essa reforma está melhorando a escola em todos os aspectos”, ressalta.

A Escola indígena da comunidade Xavante atende a 475 alunos do 1º ano ao 9º ano do ensino fundamental e ensino médio. A unidade escolar tem 17 salas e é a maior de General Carneiro, tanto em número de alunos como de profissionais da educação.

Fonte: GOV MT

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