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Internacional

Com aumento de mortes por covid-19, Austrália terá mais restrições

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A Austrália notificou nessa quarta-feira (4) 15 mortes, o número mais alto até agora em um dia, todas no estado de Vitória, que se preparava para fechar grande parte de sua economia, a fim de controlar uma segunda onda da infecção que ameaça se espalhar pelo país.

O segundo estado mais populoso da Austrália relatou um crescimento recorde de 725 novos casos de covid-19, apesar de ter restabelecido o lockdown em Melbourne, capital estadual com população de 5 milhões de pessoas, quatro semanas atrás.

Os estados de Nova Gales do Sul e Queensland estabeleceram novas medidas para limitar a disseminação do novo coronavírus, que causou 247 mortes ao redor do país.

Em Vitória, o governo estadual impôs toque de recolher noturno e apertou as restrições à movimentação de pessoas na Grande Melbourne, no domingo (2), determinando que a maioria dos negócios parasse de funcionar a partir da noite de hoje, o que é considerado um golpe à economia nacional.

O primeiro-ministro de Vitória, Daniel Andrews, disse que mais restrições incluiriam o fechamento de creches e a expansão da proibição de cirurgias eletivas em todo o estado com o objetivo de aliviar os recursos médicos para casos do novo coronavírus.

“A noção de mais de 700 casos não é sustentável. Precisamos reduzir os números e essa estratégia tem o objetivo de fazer justamente isso”, disse Andrews a repórteres, em Melbourne.

O vice-médico-chefe da Austrália, Michael Kidd, pediu que o povo do estado de Vitória cumpra as restrições mais rígidas.

“Espero que não seja o caso, mas pode ser que os números cresçam ainda mais nos próximos dias antes de começarem a cair pelo impacto das restrições”, disse Kidd em Camberra.

As medidas mais rígidas de lockdown atrasarão o inquérito independente sobre o programa de quarentena de hotéis em Vitória. As audiências que deveriam ter começado ontem serão iniciadas em 17 de agosto, com o relatório final previsto para 6 de novembro.

Autoridades sanitárias estaduais acreditam que a mistura entre seguranças e viajantes, infectados em quarentena em hotéis, foi o principal fator para o ressurgimento do vírus em Melbourne nos últimos dois meses.

Vitória representa aproximadamente um quarto da economia do país e cerca de dois terços dos quase 19,5 mil casos de covid-19 da Austrália.

No estado de Queensland, no Nordeste, a primeira-ministra Annastacia Palaszczuk afirmou que viajantes procedentes de Nova Gales do Sul e da capital Camberra serão barrados a partir de sábado. O estado já está próximo de Vitória.

“Vimos que Vitória não está melhorando e não vamos esperar Nova Gales do Sul ficar pior. Precisamos agir”, disse Palaszczuk, em entrevista em Brisbane.

Após dois meses sem transmissão comunitária no estado, Queensland agora tem pelo menos três casos assim. Queensland relatou uma nova infecção na quarta-feira, enquanto Nova Gales do Sul, estado mais populoso, registrou 12.

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Internacional

Museu sobre acidente nuclear de Fukushima abre suas portas

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O primeiro museu público sobre o acidente nuclear de Fukushima abriu suas portas neste domingo (20) na província, que fica localizada no nordeste japonês.

O Museu do Grande Terremoto do Leste do Japão e Memorial do Desastre Nuclear ficam em Futaba, cidade que teve sua recomendação de evacuação suspensa parcialmente em março.

Junto com a cidade de Okuma, Futaba abriga o complexo da usina nuclear Fukushima 1, palco de um dos piores acidentes nucleares da história. Três reatores da usina derreteram após um enorme terremoto e um tsunami atingirem a região em março de 2011.

O museu da província é repleto de enormes telas que mostram como as comunidades estavam quando o acidente aconteceu, e como os moradores evacuaram em meio e após a tragédia.

O local ainda exibe aproximadamente 150 objetos e vídeos para explicar a confusão inicial causada pelo acidente, os esforços de descontaminação e o enorme impacto do acidente. Estima-se que, em  razão da tragédia, houve 1.600 mortes, notadamente entre idosos que viviam em casas de repouso, devido às más condições de evacuação.

O museu também conta com residentes e moradores da região, que compartilham suas experiências pessoais com visitantes.

 

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Internacional

Carta com substância letal considerada arma química é enviada à Casa Branca

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casa branca eua
Martin Falbisoner/Wikipedia Commons

Casa Branca, sede do governo americano, era destino de carta com substância letal

A Casa Branca, sede do governo norte-americano, recebeu um envelope contendo uma substância química letal, interceptado pelo serviço postal, revelou neste sábado (19) o jornal The New York Times . Segundo a publicação, fontes do FBI confirmaram a presença de ricina no interior do envelope. A substância de origem vegetal pode ser extraída naturalmente da mamona, é letal e considerada uma arma química.

Endereçada ao presidente norte-americano Donald Trump , a correspondência foi interceptada pelo serviço postal antes mesmo de chegar à sala de correio da Casa Branca , e não há confirmação sobre pessoas que possam ter tido contato com a substância letal, para a qual não há antídoto. No Texas, agências do governo Trump receberam cartas semelhantes. O ex-presidente Barack Obama também já foi destinatário de uma correspondência com potencial letal, mas à época a carta foi interceptada pelo serviço de controle de postagens do Capitólio.

Não foi revelada a data do episódio, e investigadores seguem em busca do remetente, possivelmente localizado no Canadá, segundo as atuais informações. O FBI garante que “não há ameaça ao público”, mas trabalha para descobrir se outras correspondências similares foram enviadas para a Casa Branca ou outros endereços de figuras públicas.

ricina , substância presente na correspondência, é listada como arma química pela Convenção de Armas Químicas, de 1997. Ela é apontada como menos letal do que outras substâncias como os gases sarin e soman, mas ainda assim pode causar a morte. A Casa Branca ainda não comentou o caso.

Trump já havia sido alvo de um potencial envio de correspondência com ricina. Em 2018, foi enviada ao Pentágono uma carta contendo traços da substância e tinha o presidente entre os destinatários. 

Fonte: IG Mundo

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