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Com alta de casos e risco de internações, MT convoca idosos a buscarem 4ª dose de vacina contra covid

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Até o momento, apenas 16% da população elegível de idosos estão com o esquema vacinal completo, sendo que 216.543 pessoas já podem receber a quarta dose

Neste Dia Nacional da Imunização, a Secretaria de Estado de Saúde (SES-MT) reforça a orientação para que pessoas com 60 anos ou mais, que já receberam a dose de reforço há mais de 4 meses, procurem de forma imediata os Postos de Saúde para receberem a 4ª dose da vacina contra a Covid-19. A recomendação é devido ao aumento na positividade dos casos e potencial risco de elevação das internações por Covid-19 em Mato Grosso.

De acordo com o Painel de Distribuição de Vacinas contra a Covid-19, mantido pela SES-MT, até o momento apenas 16% da população elegível de idosos estão com o esquema vacinal completo, sendo que 216.543 pessoas já podem receber a 4ª dose.

“É importante que a população idosa entenda a necessidade de receber a 4ª dose, passados 4 meses da aplicação da dose de reforço. Já é perceptível um aumento de casos positivos em algumas regiões e em alguns públicos. Houve um crescimento de cerca de 20% na positividade das testagens por PCR em relação ao mês anterior”, aponta a secretária de Estado de Saúde, Kelluby de Oliveira.

A orientação é feita também ao grupo de idosos, que receberam apenas a 1ª e 2ª doses. Mais de 91 mil idosos precisam receber a dose de reforço, para depois completarem o esquema vacinal com a 4ª dose.

“Todos os idosos com mais de 60 anos, que tomaram a sua última dose há mais de 4 meses, têm uma chance maior de desenvolver a doença, mesmo que de forma mais leve. Dependendo das condições físicas e epidemiológicas, pode evoluir para uma forma mais grave”, explica o secretário Adjunto de Vigilância em Saúde, Juliano Melo.

Dados

Quando analisados os dados dos últimos 14 dias, Mato Grosso registrou 2.461 casos acumulados, que indica incidência – ou seja, a velocidade com que a infecção está propagando – de 69 casos por 100 mil habitantes.

Em relação à população vacinável de Mato Grosso, 3.352.220 pessoas, o equivalente a 72% recebeu as 1ª e 2ª doses. No estado, 1.329.141 pessoas ainda precisam receber a dose de reforço.

Já referente às notificações, a SES registrou na quarta-feira (8) 741.708 casos confirmados da Covid-19 em Mato Grosso, sendo 14.929 óbitos em decorrência do coronavírus no Estado. Já a taxa de ocupação está em 18% para UTIs adulto e em 8% para enfermaria adulto.

O ranking de desempenho de cobertura vacinal está disponível no Painel de Distribuição de Vacinas contra a Covid-19 da SES.

 

 

 

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Pintado entra na lista nacional de espécies ameaçadas de extinção

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A proibição de captura refere-se apenas ao peixe da espécie Pseudoplatystoma corruscans, que ocorre nas Bacias Hidrográficas do Rio São Francisco, Paraguai, Paraná e Uruguai

A Portaria do Ministério do Meio Ambiente nº 148, de 7 de junho de 2022,  incluiu a o Pseudoplatystoma corruscans, popularmente conhecido como “Pintado”, na Lista Oficial das Espécies Brasileiras Ameaçadas de Extinção, na categoria Vulnerável (VU).

Pseudoplatystoma corruscans refere-se apenas ao peixe da espécie de Pintado que ocorre nas Bacias Hidrográficas do Rio São Francisco, Paraguai, Paraná e Uruguai. No entanto, as proibições se aplicam para todo o território nacional.

Para outras espécies popularmente conhecidas como Pintados e Surubins (Pseudoplatystoma punctifer e Pseudoplatystoma tigrinum) não houve proibição de pesca, devendo ser respeitados apenas as legislações vigentes quanto ao defeso e ao tamanho mínimo de captura.

As espécies constantes da Lista ficam protegidas de modo integral, incluindo, entre outras medidas, a proibição de captura, transporte, armazenamento, guarda, manejo, beneficiamento e comercialização. A nova Lista, bem como as proibições associadas, entra em vigor a partir de 6 de setembro de 2022.

A imagem apresenta os seus aspectos fenotípicos para identificação do Pseudoplatystoma corruscans.

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MP aciona município para mudar traçado de estrada em área de preservação às margens do rio Cuiabá

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Órgão quer que Santo Antônio de Leverger apresente projeto com novo traçado da estrada situada às margens do rio Cuiabá, na Comunidade de Porto do Engenho

A 5ª Promotoria de Justiça Cível de Defesa do Meio Ambiente Natural de Cuiabá ajuizou Ação Civil Pública (ACP) contra o Município de Santo Antônio de Leverger (a 34km da capital) requerendo, em caráter liminar, que seja apresentado projeto com novo traçado da estrada situada às margens do Rio Cuiabá, na Comunidade de Porto do Engenho. Conforme a inicial, a equipe técnica do “Projeto Verde Rio” constatou a reabertura da estrada de aproximadamente 900 metros de extensão próxima à encosta do rio, dentro de Área de Preservação Permanente (APP).

O Ministério Público pede ainda que o cronograma de execução da obra não seja superior a 180 dias, bem como que seja retirado todo o lixo e entulhos da APP com isolamento, controle de processos erosivos e plantio de vegetação nativa. No julgamento do mérito, requer a recuperação da área mediante a execução de Plano de Recuperação de Área Degradada, a realocação da estrada vicinal para fora dos limites da APP e o pagamento de indenização pelos danos morais coletivos ocasionados em valor a ser arbitrado pelo juízo.

“A utilização da estrada nessa localidade representa grave fator de degradação à área legalmente protegida, uma vez que contribui para a ocupação das áreas em seu entorno, intensifica o trânsito de pessoas, animais e veículos nas proximidades do barranco, contribuindo para o agravamento dos processos erosivos”, argumentou a promotora de Justiça Ana Luíza Ávila Peterlini de Souza.

O MPMT requisitou informações ao Município sobre possível autorização para reabertura da estrada, existência de Projeto Técnico e licença ambiental, e possibilidade de definir outro traçado para a via em maio de 2020. A Procuradoria do Município respondeu somente em fevereiro de 2021, sem propor solução do problema. “O requerido apenas se limitou a apresentar uma imagem com a proposta de novo traçado para a via de acesso à comunidade, sem qualquer estudo ou de detalhamento técnico que indique a viabilidade da realocação da estrada”, narrou a ação.

Segundo a promotora de Justiça, como o Município não implementou as ações emergenciais sugeridas pelo “Projeto Verde Rio” e a manutenção da estrada continua agravando os danos ambientais, o Ministério Público propôs a ACP.

 

 

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