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Com aumento de casos, município admite retomar medidas restritivas para conter avanço da covid

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Com mais de 80 casos confirmados em aproximadamente 30 dias, órgãos municipais se reúnem para viabilizarem novas medidas para serem implantadas no município localizado a 104 km da capital Cuiabá.

Com 97 óbitos, 82 casos confirmados e 15 suspeitos, a Prefeitura por meio da Secretaria Municipal de Saúde, vem estudando a possibilidade de decretar novas medidas para combater o avanço da COVID-19 em Poconé. Na manhã da última quinta-feira (23), em reunião via vídeo conferencia com o Promotor de Justiça da Comarca de Poconé, Mário Anthero Silveira de Souza, o Prefeito Municipal, Tata Amaral, juntamente com a Secretária Municipal de Saúde, Ilma Regina e a Dra. Viviane, analisaram a atual situação do município em meio a pandemia, na qual, vem constatando um aumento repentino dos casos de infectados pela covid no município.

Com isso, possivelmente nos próximos dias, a obrigatoriedade do uso de máscara de proteção facial em ambientes fechados, seja uma das medidas a serem implantadas novamente em todo o âmbito municipal. A Secretaria de Saúde, pontuou todo o trabalho que vem sendo realizado pelas equipes, tanto nas unidades de saúde dos bairros, como também, no laboratório municipal e na Unidade de Pronto Atendimento (UPA), na qual diariamente, vem disponibilizando e atendendo os pacientes, com testes para COVID-19 e doses do imunizante, de forma gratuita. Atualmente, o município já aplicou aproximadamente 68.683 (sessenta e oito mil, seiscentos e oitenta e três) doses da vacina.

Além do trabalho frequente das equipes de saúde, diariamente a Prefeitura por meio das redes sociais, vem divulgando o cronograma semanal de vacinação, com os horários, locais e grupos que poderão estar recebendo a dose do imunizante, de acordo com o intervalo recomendado entre uma dose e outra, de modo que a população possa se deslocar até o local e tomar a vacina. Mas segundo levantamento realizado pela Secretaria Municipal de Saúde, a procura pela imunizante estava em declínio até o início do mês de junho.

Após a reunião, o gestor municipal destacou que a colaboração da população é de suma importância neste momento, tendo em vista que as equipes estarão estudando quais as melhores medidas a serem adotadas neste primeiro momento, porém, se o aumento dos casos persistir, possivelmente, medidas mais severas deverão ser decretas no município.

 

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MT registra quatro novos casos positivos para varíola dos macacos e investiga outros 17 suspeitos

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Estado já tem 8 casos confirmados para a doença

A  Secretaria de Estado de Saúde (SES-MT) recebeu o resultado positivo de mais quatro casos de monkeypox vírus, popularmente conhecido como varíola dos macacos. Os casos envolvem uma mulher residente de Sorriso e três homens, sendo dois residentes em Cuiabá e um residente de Várzea Grande.

Até esta terça-feira (16), Mato Grosso registra o total de oito casos confirmados de varíola dos macacos, sendo três residentes de Várzea Grande, quatro residentes de Cuiabá e um residente de Sorriso. Os pacientes tem idade entre 26 e 50 anos. Todos apresentam sintomas leves.

Ainda há a investigação de outros 17 casos suspeitos em Mato Grosso, sendo seis em Cuiabá, três em Rondonópolis, um em Várzea Grande, um em Sorriso, dois em Barra do Garças, um em Comodoro, um em Nova Xavantina, um em Araputanga e um em Diamantino.

As amostras para a confirmação dos casos são encaminhadas para o Laboratório Central de Saúde Pública de Mato Grosso (Lacen-MT) e direcionadas para o Laboratório Central do Distrito Federal, unidade de referência nacional para a análise do material.

Sintomas e prevenção

Os principais sintomas da varíola dos macacos são linfonodos inchados, lesões na pele, febre, dor de cabeça, dores musculares e dores nas costas. Caso haja a manifestação destes sintomas, procure uma Unidade Básica ou de Pronto Atendimento.

Para a prevenção da doença, coloque em prática as medidas de biossegurança, como o uso de máscaras, distanciamento físico e higienização das mãos, e evite tocar em lesões ou compartilhar objetos com pessoas infectadas.

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PGR defende decreto de MT que requisitou hospital particular para regularizar serviços prestados pelo SUS

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Unidade hospitalar em Cáceres é referência em gestações e partos de alto risco e atende grande parte da população da região oeste do estado [Foto ilustrativa]

A requisição de bens e serviços de saúde privados pode ser feita por todos os entes da Federação em caráter excepcional. Esse é o posicionamento defendido pelo procurador-geral da República, Augusto Aras, na manifestação na Suspensão de Tutela Provisória (STP 890) do estado de Mato Grosso contra decisão da Justiça que devolveu a administração do Hospital São Luiz, localizado em Cáceres, à iniciativa privada. A unidade hospitalar foi requisitada pelo ente federado por meio de decreto estadual, em março deste ano, com o objetivo de regularizar a prestação de serviços de saúde pública na região.

Em parecer ao Supremo Tribunal Federal (STF), Aras esclarece que a medida adotada pelo estado está alinhada tanto à legislação federal quanto à jurisprudência da Suprema Corte. No documento, menciona a Lei 13.379/2020, que normatizou uma série de medidas passíveis de serem tomadas para o enfrentamento do coronavírus, entre elas, a requisição de bens e serviços de pessoas naturais e jurídicas, com pagamento posterior de indenização.

No mesmo sentido, o PGR lembrou de decisões do STF em julgamentos relacionados a atos do Executivo praticados no combate à pandemia da covid-19. Na Ação Direta de Inconstitucionalidade (ADI) 6.341, por exemplo, o Plenário decidiu que a competência para adoção de medidas de combate à pandemia é tanto da União, quanto dos Estados e dos municípios, ficando permitido aos entes federados requisitar bens e serviços de saúde da rede privada para tal.

Segundo o procurador-geral da República, a requisição de bens privados “não significa enriquecimento ilícito do Poder Público”, porque não houve confisco. A medida é “de caráter excepcional e temporário”, adotada dentro dos limites do poder discricionário e da lei, “em razão de situação de perigo iminente”.

No pedido, o ente federado aponta diversas irregularidades da gestão da unidade hospitalar relacionadas a questões de estrutura, pessoal, administrativa, sanitária e logística. Afirma ainda que a decisão do Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT) de anular o Decreto 1.320/2022 causará grave lesão à saúde pública, uma vez que a unidade hospitalar requisitada atende grande parte da população da região oeste do estado e é referência em gestações e partos de alto risco.

Para Augusto Aras, o ato administrativo do estado foi feito de acordo com as peculiaridades regionais e dentro da legalidade. “O Tribunal de Justiça local extrapolou os limites de sua atribuição jurisdicional, havendo risco de lesão à ordem pública na acepção jurídico-constitucional e à ordem administrativa no cumprimento da decisão impugnada”, aponta.

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