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Política Nacional

Com 77% dos votos, Frota ganha prêmio de ‘maior arrependido com Bolsonaro’

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Reprodução/Twitter

Com 77% dos votos, Frota foi escolhido como o ‘maior arrependido’ por página no Twitter

Nesta terça-feira (3), durante sessão na Câmara, o deputado federal Alexandre Frota aproveitou para agradecer uma honraria recebida de um perfil do Twitter: em votação, ele foi apontado como o ‘maior arrependido’ entre as pessoas que apoiaram o presidente Jair Bolsonaro nas últimas eleições.

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Em sua rede social, Frota postou um trecho de seu discurso, em que agradece a página do ‘ Movimento Jair Me Arrependi ‘ e apresenta a estatueta que ganhou após ficar com cerca de 77% dos votos apurados no pleito realizado pela página para o prêmio ‘Jairmé – Maiores e Melhores do Ano’.

“Gostaria de agradecer a página no Twitter, que fez a enquete e está entregando os troféus. Eles mandaram esse para mim, ganhei com 77% o prêmio de ‘ maior arrependido ‘ de ter lutado pelo Jair Bolsonaro . Quero agradecer ao pessoal que votou e me elegeu”, disse.

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Frota ainda complementou que se sente o mais arrependido por “ter ajudado um governo que está sempre trabalhando em cima do caos , em cima da confusão, sem nenhum tipo de proposta e fazendo com que esse ano tenha sido um ano tenso e intenso em diversos segmentos”.

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Política Nacional

CPI ouve nesta quarta sócio da Precisa Medicamentos sobre Covaxin

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A CPI da Pandemia vai ouvir nesta quarta-feira (23), a partir das 9h, o empresário Francisco Emerson Maximiano, sócio da Precisa Medicamentos. O depoente deve esclarecer se houve algum tipo de irregularidade no processo de compra da vacina Covaxin, produzida pelo laboratório indiano Barath Biotech.

A convocação obedece ao requerimento de autoria do senador Alessandro Vieira (Cidadania-SE), que quer saber dos “exatos termos das tratativas” entre a Precisa Medicamentos e o Ministério da Saúde para aquisição da Covaxin “apurando-se eventual beneficiamento ilícito”. Esse contrato foi o único realizado pelo Brasil que contou com a intermediação de uma empresa.

Uma das linhas de investigação da CPI é a apuração da negociação entre o empresário e o governo brasileiro sobre possível benefício para a aquisição de um imunizante que apresentava um preço quatro vezes maior, por exemplo, do que as vacinas que já estavam em tratativas no país, como a AstraZeneca. Os senadores buscam esclarecer também se houve alguma pressão para que a Agência de Vigilância Sanitária (Anvisa) autorizasse o uso do imunizante no Brasil. A compra e inclusão do imunizante no Plano Nacional de Imunização (PNI) foram realizadas antes mesmo da sua aprovação pela Anvisa.

Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

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Política Nacional

Vídeo: CPI da Covid faz um minuto de silêncio pelas mais de 500 mil mortes

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CPI da Covid faz 1 minuto de silêncio pelos 500 mil mortos vítimas da Covid-19
Reprodução/Youtube

CPI da Covid faz 1 minuto de silêncio pelos 500 mil mortos vítimas da Covid-19

CPI da Covid começou nesta terça-feira, 22, fazendo um minuto de silêncio pelas mais de 500 mil mortes da pandemia no Brasil e em respeito às famílias que perderam parentes. A solicitação pelo ato foi feita pelo senador Rogério Carvalho (PT-SE).

“Nós estamos aqui tentando justificar aquilo que nós não conseguimos justificar para o mundo: 502.817 brasileiros mortos. Neste momento, essa comissão tem que pedir um minuto de silêncio em homenagem a todas as vidas perdidas. Nós estamos de luto. São mais de 500 mil mortes no Brasil. Antes de começarmos qualquer coisa, queria pedir um minuto de silêncio em sinal e respeito às famílias que se desfizeram pela dor da perda, irreparável”, pediu Carvalho. Veja:

O pedido foi acatado pelo presidente da comissão, senador Omar Aziz (PSD-AM), que decretou a execução de um minuto de silêncio na sequência. Todos os senadores ficaram de pé durante um minuto, em silêncio. Alguns levantaram cartazes. Humberto Costa (PT-PE) segurava a palavra “responsabilidade”; Eliziane Gama (Cidadania-MA), Randolfe Rodriges (Rede-AP) e Otto Alencar (PSD-BA) seguravam cartazes escrito “vacina”; e o próprio Rogério Carvalho “mais de 500 mil mortes”.


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