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Saúde

Com 631 novos registros, Brasil chega a 72,1 mil mortes causadas pela Covid-19

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Sepultamentos no Cemitério Nossa Senhora Aparecida
Alex Pazuello/Semcom

Ministério da Saúde atualiza situação pandêmica do Brasil


O novo levantamento do Ministério da Saúde divulgado neste domingo (12) mostra que o  Brasil registrou 631 novas mortes causadas pela Covid-19 em 24 horas. O total agora é de 72.100. O crescimento é de 0,9%. A taxa de letalidade é 3,9%.


Já o número de casos confirmados do novo coronavírus (Sars-CoV-2) foi para 1.864.681. Desse total, 24.831 casos só de ontem para hoje. O crescimento é de 1,3%.

A contagem de casos realizada pelas Secretarias Estaduais de Saúde inclui pessoas sintomáticas ou assintomáticas; ou seja, neste último caso são pessoas que foram ou estão infectadas, mas não apresentaram sintomas da doença.

O levantamento de ontem da pasta registrou 1.071 óbitos e 39.023 casos em 24 horas. Até então, o Brasil tinha 71.469 mortes e 1.839.850 pessoas infectadas pelo novo coronavírus.

O ranking de número de mortes segue liderado pelo estado de São Paulo, que tem 17.848 óbitos causados pela Covid-19. O Rio de Janeiro continua em segundo lugar, com 11.415 mortes.

Os estados que registram maior número de casos são: São Paulo (371.997), Ceará (136.785), Rio de Janeiro (129.684), Pará (125.714) e Bahia (105.763).

Fonte: IG SAÚDE

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Saúde

Fiocruz inaugura Unidade de Apoio ao Diagnóstico da Covid-19 no Rio

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O ministro Interino da Saúde, Eduardo Pazuello, disse hoje (10) que o Brasil vive um momento de esforço de guerra contra o novo coronavírus e que é preciso haver união no combate à pandemia. Para isso, segundo ele, não deve existir diferenças partidárias ou ideológicas. Ele disse que é importante contar com a participação da imprensa para fazer chegar informações corretas aos lugares de mais difícil acesso no país.

“Estamos em um esforço de guerra, lutando contra uma pandemia. O Orçamento [da União] que foi liberado é um orçamento de guerra. Quando as empresas aceitam as requisições de equipamentos e materiais isso é esforço de guerra. Quando a mídia chega conosco para, juntos, aumentarmos a capacidade do país em chegar ao mais longe rincão, levando a informação correta e necessária, estamos todos juntos nessa missão. Não existem, neste momento, diferenças partidárias ou ideológicas. Somos todos brasileiros combatendo, dia a dia, da melhor forma para que não haja mais mortos em nosso país”, disse Pazuello ao participar da cerimônia de inauguração da Unidade de Apoio ao Diagnóstico da Covid-19, na sede da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), na zona norte do Rio de Janeiro. 

A nova unidade vai ampliar a capacidade nacional de processamento de testes moleculares para detecção da covid-19 e está equipada com plataformas automatizadas. Em pleno funcionamento, a unidade terá a capacidade de liberar até 15 mil resultados de testes moleculares por dia.

O ministro destacou que a testagem inclui o acompanhamento e compreensão das curvas de casos, uma vez que o diagnóstico já foi feito anteriormente pelo médico. Pazuello acrescentou que dessa forma vai ser possível parar o sangramento que representa as mortes diárias pela covid-19.

“Já perdemos 100 mil brasileiros com nome, identidade, família e, podem acreditar, estamos todos os dias revendo nossos protocolos, procurando o que tem de melhor, e alterando aquilo que não estava dando certo. É nesse viés que posso afiançar: diagnóstico e testagem, que se encaixam com essa inauguração de hoje, são a base do tratamento precoce.”

Atendimento

O ministro recomendou que as pessoas que tiverem sintomas da doença que não esperem a situação se agravar para buscar atendimento. Segundo ele, não está correto ficar em casa até passar mal, com sintomas de falta de ar. Esse protocolo já foi alterado pelo Ministério da Saúde, explicou. “Isso não funciona, não funcionou e deu no que deu. Nós, há dois meses, já mudamos esse protocolo.

A qualquer sintoma, procure imediatamente a unidade básica de saúde, as triagens a UPA, procure o médico, que tem poder soberano de diagnosticar de forma clínica e epidemiológica, com exame laboratorial, com exames de imagens e testes para definir o diagnóstico”, disse o ministro,

Na sua visão, com esse procedimento, o paciente não vai ter o quadro agravado e necessitar de uma UTI. “O risco de morrer aí é muito pequeno, a partir do tratamento correto, do diagnóstico precoce e da compreensão de que não é ficar em casa aguardando a piora dos sintomas”, completou.

Gestão

De acordo com Pazuello, cabe aos municípios e estados a gestão de medidas preventivas e de afastamento social. Todas têm o apoio do governo, mas precisam ser seguidas de ações para identificar o diagnóstico da população. “Nós apoiamos todas, porque quem sabe o que é necessário, naquele momento precisa de apoio, e nós apoiamos.”

Legado

Com o início das operações da Unidade de Apoio ao Diagnóstico da Covid-19, segundo o ministro, a Fiocruz dá mais um passo em sua estrutura interna, deixando um prédio que ficará como legado, o centro de testagem. A logística nacional de testagem do Brasil não é simples por ser um país continental, explicou. “Nossos Lacens [Laboratório Central de Saúde Pública] não têm estrutura e capacidade de fazer toda a demanda de testagens, processamentos. Cabe à Fiocruz, aqui e em São Paulo, receberem a demanda para reforçar os Lacens . O Lacen não puder fazer no seu estado, faremos a logística, traremos para cá, e com isso, a gente faz o aumento da nossa capacidade de testagem”.

O ministro destacou que a testagem efetiva trata de epidemiologia, acompanhamento e compreensão das curvas de casos. O diagnóstico já foi feito anteriormente pelo médico. Pazuello acrescentou que dessa forma vai ser possível parar o sangramento que representa as mortes diárias pela covid-19.

“Espero ter sido claro nessa posição, claro que estou falando para que a imprensa divulgue. Esse é o papel que espero de todos nós. Fica clara a missão: é preciso que todos compreendam o que tem que ser feito para que possamos parar o sangramento e as perdas. Todos os dias nós sofremos as perdas. Não é um número. Não 95 mil, 98 mil, 100 ou 101 que vão fazer a diferença. O que faz a diferença é cada um brasileiro que se perde. A gente precisa compreender como parar o sangramento e parar o sangramento é diagnóstico precoce, tratamento imediato, compreensão do suporte ventilatório antes da UTI”, afirmou.

Fiocruz

A presidente da Fiocruz, Nísia Trindade, disse que a entidade tem atuado em diversas frentes no combate ao novo coronavírus, desde os testes moleculares, ações educacionais e de pesquisa, uma vez que ainda há muitas questões sem respostas, que afligem o país e o mundo. Nísia lembrou que a Fiocruz está à frente do desenvolvimento da vacina de Oxford.

A presidente agradeceu à Iniciativa Todos pela Saúde, que conta com recursos do Itaú Unibanco e participa do projeto de início da operação da Unidade de Apoio ao diagnóstico da Covid-19. Agradeceu também ao ministério da Saúde pelo apoio a esta ação fundamental no enfrentamento à pandemia, com a ampliação da capacidade de realização dos testes.

“A política e capacidade de testagem é fundamental hoje em todas as etapas, por isso, a Fiocruz nos seus 120 anos, com os importantes apoios aqui mencionados, com muito compromisso, faz ela faz essa entrega hoje. Lamentamos as perdas de vidas durante essa pandemia e reforçamos o nosso compromisso com ações de saúde pública, de ciência e tecnologia que nos permitam nosso país superar este quadro e caminhar no sentido de fortalecimento do nosso Sistema Único de Saúde e da base científica e tecnológica tão importante para isso”, disse.

Nísia Trindade disse que a inauguração é um fortalecimento de todo o sistema de vigilância no qual os Laboratórios Centrais dos estados têm papel relevante. “Nosso objetivo é somar, contribuir e em um momento tão delicado somarmos forças”, acrescentou, afirmando, que após a pandemia a Unidade de Apoio será certamente uma contribuição fundamental no campo da vigilância sanitária do país.

Recursos

A vice-presidente do Banco Itaú e representante da instituição no Comitê Gestor da Iniciativa Todos pela Saúde, Claudia Politanski, lembrou que a instituição colaborou com a construção do Hospital de Campanha de Manguinhos, estrutura permanente que pertence a Fiocruz, além do centro de testagem da Fundação o banco também destinou recursos para o centro de testagem do Ceará.

“A gente sabe a importância da testagem no combate à pandemia e no controle da gestão epidemiológica dessa doença. Temos também a oportunidade de ajudar na estruturação do projeto de vacinação a gente sabe também da importância no contexto todo”, informou, destacando que a Unidade de Apoio ao Diagnóstico permanecerá depois da pandemia e vai atender a outros desafios no âmbito da saúde pública que possam se apresentar.

O presidente da Comissão Externa do Coronavírus na Câmara Federal, Luiz Antônio Teixeira Júnior, o deputado Luizinho (PP/RJ), disse que Pazuello vai marcar a gestão dele como ministro, pelo apoio à Fiocruz, que é a mola da saúde pública brasileira.

“Sai daqui, desses cérebros, dessas equipes a possibilidade de transformação da saúde pública brasileira. Cada investimento aqui dentro é uma decisão de legado”, observou, acrescentando que está na Fiocruz a esperança de libertação dos brasileiros com o desenvolvimento da vacina contra a doença.

“Daqui vai sair a libertação do povo brasileiro nesse momento tão difícil. É daqui, dessa casa de 120 anos que vai nascer a vacina, que com certeza absoluta, vai devolver a norma

Edição: Maria Claudia

Fonte: EBC Saúde

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Saúde

“Estamos no meio do caminho”, diz secretário de saúde de SP sobre quarentena

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Aglomeração
Reprodução

Aglomerações foram comuns em bares durante a final do campeonato paulista, no sábado (8)

A final do campeonato paulista de futebol ocasionou vários pontos de aglomeração na capital durante o fim de semana. Questionado pela repórter do iG , Eduarda Esteves sobre a efetividade das ações para inibir ocorrências, o governo de São Paulo afirmou que, embora existam medidas de fiscalização, o distanciamento depende da colaboração da sociedade.

“O Plano São Paulo é um pacto com a sociedade. É como se disséssemos ‘fiquem em casa enquanto organizamos a situação dos hospitais’ e assim fizemos”, defende o secretário de saúde, Jean Gorinchteyn. “É claro que as pessoas estão saindo, aos poucos, daquela restrição de ir e vir”, completou o secretário.

Para Gorinchteyn, o estado está “no meio do caminho” entre o isolamento completo e a flexibilização das medidas de distanciamento, mas cada município ainda depende da permanência dos índices para que a fase não volte a retroceder. “Se não mantivermos, algumas regiões vão precisar involuir”.

Sobre a fiscalização, Gorinchteyn também reforçou que o estado “não possui braços” para garantir, sozinho, a manutenção da quarentena. “Vamos ser realistas, a sociedade precisa manter o pacto para que a gente consiga impedir o aumento de casos”, disse.

Fonte: IG SAÚDE

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