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Política Nacional

Com 59% de aprovação, Sergio Moro é o ministro mais bem avaliado do governo

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Sergio Moro
Marcos Corrêa / PR

Sérgio Moro espera que pacote anticrime seja votado rapidamente na Câmara

De acordo com pesquisa do Datafolha, o ministro Sergio Moro tem aprovação de 59% das pessoas como comandante do Ministério da Justiça e da Segurança Pública, enquanto 17% avaliam seu desempenho como regular, e 15% classificam sua atuação como ruim. Não souberam opinar 2%.

Conhecido por 93% dos entrevistados, Sergio Moro
é o ministro
mais bem avaliado entre os 22 do governo Bolsonaro
. Além dele, apenas outros dois ministros são conhecidos pela maioria da população, Paulo Guedes e Damares Alves.

Leia também: Bolsonaro debocha de resultado da pesquisa Datafolha: “Não vou perder meu tempo”

O chefe da pasta da Economia é conhecido por 74% da população, tendo uma avaliação boa ou ótima para 30%, regular para 28%, e ruim ou péssima para 12%. Não opinaram 4%.

A ministra da Mulher, Família e Direitos Humanos é conhecida por 57% dos brasileiros, e tem seu desempenho aprovado por 25%.

Os demais ministros não são conhecidos pela maioria dos entrevistados. Entre os menos populares está o ministro da Educação, Ricardo Vélez, que deve deixar o cargo na próxima na semana
, e tem sua atuação aprovada por apenas 13% dos brasileiros.

Sergio Moro cria Twitter


selfie sergio moro
Reprodução/Twitter

Sérgio Moro publicou selfie no Twitter para “provar” identidade e virou piada

Ministro mais popular do governo, Sergio Moro agora está no Twitter. O ex-juiz federal criou a sua conta oficial nesta quinta-feira (4) e, segundo suas primeiras publicações, a intenção é de usar o canal para “divulgar os projetos e as propostas” da sua pasta. 

“Resolvi aderir ao twitter pois é um instrumento poderoso de comunicação. A ideia é divulgar os projetos e as propostas do Ministério da Justiça e Segurança Pública “, escreveu.

O Twitter vem sendo usado como canal de comunicação oficial do governo Bolsonaro. Além de  Sergio Moro
, o próprio presidente da República, Jair Bolsonaro, é uma figura que está frequentemente online na rede social.

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Política Nacional

Datafolha: 72% discordam da frase de Bolsonaro sobre armar população

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Bolsonaro
Marcos Corrêa/PR

Segundo levantamento, população discorda de posicionamento do presidente sobre armas

Na noite deste sábado (30), uma nova  pesquisa do Datafolha mostrou que mais de 70% da população discorda da ideia do presidente de dar armas para a população, frase proferida por ele durante a reunião ministerial que se tornou pública após autorização do ministro Celso de Mello.

Leia também: Bolsonaro ataca imprensa e fala em “negociar bilhões” para acabar com fake news

Segundo o levantamento, que ouviu, por telefone, 2.069 pessoas nos dias 25 e 26 de maio e tem margem de erro de dois pontos percentuais, 72% discordam da frase de que “povo armado não é escravizado”, enquanto outros 24% concordam, 2% não concordam e nem discordam e 2% não souberam responder.

Entre os grupos ouvidos, as maiores desaproações são de pessoas que consideram o governo Bolsonaro ruim ou péssimo (92%), quem votou em Fernando Haddad no segundo turno das eleições de 2018 (91%), mulheres (80%, contra 62% dos homens) e de quem recebe até um salário mínimo (77%).

Por outro lado, o único grupo que registra aprovação maior do que desaprovação ao discurso armamentista do presidente é o de apoiadores do governo que avaliam a gestão como ótima ou boa (54% aprovam, contra 40%).

Leia também: Com máscaras e tochas, grupo “300 do Brasil” protesta em frente ao STF; assista

A pesquisa Datafolha mostra que, mesmo em grupos que estão sintonizados com Bolsonaro – como empresários, a faixa da população que recebe mais de dez salários mínimos e até mesmo os eleitores do presidente no segundo turno na última eleição -, a aceitação não é das maiores: 50% dos empresários discordam, 60% de quem tem maior renda e 52% dos eleitores de 2018.

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Política Nacional

Bolsonaro ataca imprensa e fala em “negociar bilhões” para acabar com fake news

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Bolsonaro
Agência Brasil

Em postagem neste domingo, presidente voltou a criticar atuação de veículos de imprensa

Neste domingo (31), o presidente Jair Bolsonaro utilizou as redes sociais para, mais uma vez, criticar o trabalho da imprensa. Segundo ele, a “mídia podre” segue produzindo fake news sobre o governo e não apresenta provas sobre as acusações. Além disso, ainda questionou se negociar bilhões em propaganda poderiam ser a solução para o problema: “será que tudo isso se acaba?”.

Leia também: Bolsonaro critica notícias: ‘Tudo aponta para uma crise’

“O maior dos fake news é o “gabinete do ódio” inventado pela imprensa. Até o momento a Folha, Globo, Estadão… não apontaram uma só Fake News produzida pelo tal “gabinete”. Por outro lado, essa mesma mídia podre produz, diariamente, dezenas de Fake News contra o Presidente”, afirmou Bolsonaro .

Na sequência, ele listou alguns dos casos vistos por ele como fake news : a interferência na Polícia Federal, no qual o acusam de tentar trocar o comando da corporação no Rio de Janeiro para proteger familiares, a “fita bomba” da reunião ministerial , evento que o ex-ministro Sergio moro apontava como relevante para a situação da PF , e o “caso porteiro”, relacionado à investigação da morte da ex-deputada Marielle Franco.

“O caso da “interferência na PF” é um dos mais claros. A dita dita fita bomba foi mais um fiasco. O “caso porteiro” também… Agora investem no julgamento do TSE sobre “disparos em massa” de mensagens por ocasião da campanha. Falam em disparos mas não apontam uma só mensagens disparada contra quem quer que seja. Será que, se eu chamar essa imprensa e negociar com ela alguns BILHÕES DE REAIS em propaganda , tudo isso se acaba?”, finalizou o presidente .

Ato pró-Bolsonaro

O domingo será marcado também por mais um ato pró-governo nas ruas de Brasília, algo que se tornou comum nos últimos finais de semana e que tem reunido diversos apoiadores do presidente mesmo em meio à pandemia do novo coronavírus .

Leia também: É preciso mudar as regras da república, diz Weintraub

A expectativa é que a movimentação no local comece ainda na parte da manhã e conte com a participação de Bolsonaro mais uma vez.

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