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Com 100% das UTIs ocupadas, Sorocaba transfere pacientes com Covid-19 à capital

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Agentes fazendo a desinfecção de Unidades Básicas de Saúde em Sorocaba
Divulgação/Prefeitura de Sorocaba

Agentes fazendo a desinfecção de Unidades Básicas de Saúde em Sorocaba

A prefeitura de Sorocaba começou a transferir pacientes com Covid-19 para a capital após atingir 100% da ocupação das Unidades de Terapia Intensiva (UTIs) em meio à pandemia do novo coronavírus (Sars-CoV-2). Até agora pelo menos cinco deles foram transferidos para evitar que eles não precisassem esperar muito tempo para receber atendimento.

De acordo com a secretaria municipal da Saúde, a fila de espera é formada quando os leitos de UTI estão lotados e o doente aguarda vaga pelo sistema Cross (Central de Regulação e Oferta de Serviços de Saúde). Nesse modelo de funcionamento, os pacientes são encaminhados quando surgem vagas em outros hospitais, inclusive da capital, como foi o que aconteceu agora caso. “Cerca de cinco pacientes precisaram ser transferidos nos últimos dias”, informou a pasta por meio de nota.

Nesta terça-feira (23), a rede hospitalar pública da cidade operava com 92% de capacidade, o que significa dizer que havia apenas cinco leitos vagos. Durante o fim de semana e na segunda, no entanto, quando aconteceram as transferências, a ocupação era total.

Para socorrer o sistema, a prefeitura disse que até sexta 10 novos leitos entram em operação, sendo que também há previsão de outros dez leitos também no Conjunto Hospitalar de Sorocaba.

Segundo informações da Secretaria de Saúde desta terça, Sorocaba registrou 97 mortes desde o início da pandemia. Os casos confirmados são 3.617, sendo que os internados são 94 e os que estão em recuperação em casa são 471. Os recuperados são 2.955.

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Nacional

Homem compra tijolos pensando ser maconha: “Não existe mais traficante honesto”

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policial segurando tijolo
MagaiverTv/divulgação

O homem comprou dois tijolos comuns pensando ser maconha

Nesta quinta-feira (26), em Minas Gerais , um traficante foi preso após comprar tijolos comuns pensando que eram de maconha . A polícia acompanhou o trâmite para a troca do material. Além desse, outros três homens e uma mulher foram presos. As informações são do jornal Correio Braziliense .

O caso aconteceu durante uma operação das Polícias Civil e Militar em quatro cidades do Sul de Minas. Segundo os agentes, o trabalho começou por causa de denúncias anônimas e, além do tráico de drogas, a operação também prendeu pessoas por violência doméstica e roubo.

Durante a operação, também foram apreendidos 35 papelotes de cocaína e duas pedras da mesma droga, que não estavam fracionadas, dois tabletes de maconha, cigarros, balança de precisão, materiais para embalar a droga, dois celulares, um veículo e mais de R$3,5 mil. 

Tijolos 

De acordo com os policiais, uma das pessoas que foram detidas teria comprado um tijolo comum pensando que era de maconha e teria pago cerca de R$ 1,5 mil. O homem de 35 anos foi preso em Bom Jesus da Penha, junto com esposa dele, de 24.

“Durante a investigação, captamos a transação e o homem estava muito bravo com outro traficante, que vendeu o tijolo falso. Ele estava cobrando uma postura ética desse traficante. ‘Não existe mais traficante honesto hoje em dia’. Ele tinha dado o prazo para outro traficante fazer a troca desse tijolo”, ressalta delegado.

Ainda de acordo com a polícia, o homem seria um dos articuladores do tráfico da região. Ele é de Nova Resende e estaria morando em Bom Jesus da Penhas. “Ele achou que estando em uma cidade menor, não seria descoberto”, afirma.

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Caso João Alberto: polícia pede prorrogação das investigações

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carrefour
Reprodução / Twitter

O prazo do inquérito se encerraria nesta sexta-feira (27).

A Polícia Civil do Rio Grande do Sul pediu nesta quinta-feira (26) a prorrogação das investigações sobre o  espancamento seguido de morte de João Alberto Silveira Freitas , 40 anos, no estacionamento do  supermercado Carrefour na Zona Norte de Porto Alegre.

O prazo do inquérito se encerraria nesta sexta-feira (27), mas a polícia entende que ainda faltam  testemunhas a serem ouvidas e aguarda o laudo do óbito feito pelo Instituto-Geral de Perícia.

Na semana passada, o primeiro resultado da necropsia feita pelos peritos indicou morte por asfixia .

Já foram ouvidas cerca de 20 testemunhas e alguns dos funcionários do supermercado Carrefour relataram, mas sem provas, que João Alberto já teria tido desavenças anteriores no estabelecimento .

Eles não souberam informar as datas desses outros possíveis conflitos, o que dificulta a eventual comprovação dessas informações, segundo a polícia.

O Ministério Público se manifestou a favor da prorrogação das investigações. Agora, falta a Justiça analisar o pedido e dar aval ao prosseguimento do caso.

Nesta sexta-feira, o policial militar temporário Giovane Gaspar da Silva deve ser ouvido no inquérito.

Ele e Magno Braz Borges cumprem mandado de prisão preventiva desde a semana passada, quando foram detidos em flagrante após as agressões a João Alberto .

A defesa de Giovane tem dito que ele não teve intenção de matar João Alberto. Magno preferiu não prestar depoimento .

A diretora do Departamento Estadual de Homicídios e de Proteção à Pessoa (DHPP), delegada Vanessa Pitrez, frisa que ainda trabalha na apuração da motivação do crime .

Além dos dois segurançasa polícia ainda prendeu a fiscal de caixa de supermercado Adriana Alves Dutra na última terça-feira (24).

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