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Coluna – Bonança após a tempestade

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A segunda-feira (13) marca o retorno de parte dos atletas da seleção brasileira paralímpica de tênis de mesa às atividades no Centro de Treinamento Paralímpico, em São Paulo. Por enquanto, só o quarteto Israel Stroh, Jennyfer Parinos, Bruna Alexandre e Danielle Rauen – todos andantes (não dependem de cadeira de rodas para locomoção) e medalhistas nos Jogos Paralímpicos de 2016, no Rio de Janeiro – treinará no local, entre os esportistas da modalidade. Israel e Jennyfer reiniciaram os trabalhos na parte da manhã. Bruna e Danielle o farão no desenrolar da semana.

Liberado para ser reaberto em 1º de julho após 111 dias fechado devido à pandemia do novo coronavírus (covid-19), o CT foi adaptado para atender aos protocolos de saúde do Comitê Paralímpico Brasileiro (CPB), com a instalação de um túnel de ozônio para desinfetar roupas e utensílios, e bloqueios orientando o caminho até os espaços de treino. Nesse primeiro momento, somente atletas medalhistas paralímpicos e nos Mundiais do ano passado, nas modalidades atletismo, natação e tênis de mesa, foram autorizados a voltar. Ou seja, cerca de um terço dos frequentadores habituais.

Todos são submetidos à verificação de temperatura ao chegarem ao CT, ainda dentro do carro. Seguindo o protocolo do CPB, caso o atleta apresente mais de 37,5 graus, não tem a entrada liberada. A utilização de máscaras é obrigatória, exceto, evidentemente, durante as atividades físicas.

A reabertura foi permitida pela prefeitura de São Paulo e o governo paulista pela capital estar na fase amarela do chamado Plano São Paulo. Trata-se do projeto de flexibilização de atividades no estado durante a quarentena, decretada em 22 de março. O plano é dividido em cinco etapas, e a amarela é a terceira. Quanto mais avançada a fase, maior é a liberação de atividades, por se entender que há um controle maior da disseminação do novo coronavírus nessas regiões.

7.07.20 - Volta aos treinos de Natação no Centro de Treinamento Paralímpico Brasileiro  depois de quarentena de 100 dias por causa do Coronavírus. Foto: Ale Cabral/CPB.7.07.20 - Volta aos treinos de Natação no Centro de Treinamento Paralímpico Brasileiro  depois de quarentena de 100 dias por causa do Coronavírus. Foto: Ale Cabral/CPB.

CT Paralímpico reabre seguindo protocolo rígido de segurança – Ale Cabral/CPB/Direitos Reservados

Em comunicado, o Comitê justificou o momento de reabertura com base em trabalhos científicos e a “experiência prática do treinamento esportivo”. Tendo em vista a realização dos Jogos Paralímpicos de Tóquio (Japão) em agosto do ano que vem, o entendimento é que os atletas precisariam de 12 a 15 meses de treino para alcançar os melhores resultados, isso em “condições normais”, o que já não é exatamente a realidade do momento. Ou seja: para atingir o melhor possível nos Jogos, este seria o momento para volta às atividades presenciais, com todo cuidado necessário.

Além do aspecto físico e técnico, há outro impacto relevante do retorno aos treinos. A volta ao CT, ou pelo menos a perspectiva disso para quem ainda não foi liberado, mexe positivamente com a cabeça dos atletas, após quase quatro meses de incerteza. Vale lembrar que, se por um lado os Jogos de Tóquio estão com data definida, eventos internacionais fundamentais para a conquista da vaga paralímpica ainda não foram remarcados. Manter o equilíbrio durante tanto tempo sem a rotina, em um momento tão decisivo do ciclo e diante de um cenário extraordinário, não foi fácil.

“A primeira coisa foi entendermos o que é uma pandemia e quais os efeitos colaterais. O que esse atleta vai sentir? Ansiedade, medo, frustração, inclusive felicidade para alguns, foram sentimentos presentes”, disse a psicóloga do CPB, Bruna Bardella, em live realizada pela entidade na última quarta-feira (8). “Em uma competição, temos uma expectativa do que vai acontecer com o atleta, de positivo ou negativo, mas, quando se vive um momento único, sem nada igual, é difícil saber como atuar. A partir dessa experiência ouvindo os atletas, acompanhando, ouvindo a equipe técnica, o que cada um tinha para trazer. É como se nos trouxessem várias fotos para criarmos um álbum e atuarmos da melhor forma”, completou.

Para ter a dimensão do que foram os quase quatro meses longe do CT e o impacto do retorno, a Agência Brasil ouviu o depoimento de Phelipe Rodrigues. O nadador, um dos primeiros a voltar aos treinos no equipamento paralímpico, na última semana, relatou as dificuldades do período longe da piscina, a decisão de se isolar no interior paulista e a retomada da rotina de alto rendimento, adaptada, é claro, às restrições do novo normal.

Agonia na quarentena

Segundo Phelipe, o começo da quarentena não foi dos mais complicados, já que o momento coincidia com a realização de um torneio internacional no próprio CT, que seria seguido de um período de folga (a competição, que valia índices para Tóquio, foi cancelada devido à pandemia). “Nas três primeiras semanas, me sentia como se estivesse em férias antecipadas, digamos assim. Porém, não fiquei 100% parado. Estava fazendo exercícios em casa, muito abdominal e muito aeróbico, que era o que dava para fazer com o que tinha”, declarou.

“A ficha caiu”, conforme o nadador, com o anúncio de que os Jogos seriam transferidos para 2021. “Tudo começou meio que a desandar. Lembro que, na primeira semana [após o adiamento], a motivação estava meio que caindo. Na quinta para a sexta semana [de quarentena], já não estava com vontade de seguir a dieta. Porque é difícil. O atleta de alto rendimento está acostumado com uma carga de treino muito alta, então, do nada, você ter essa carga inteira e nada [de competição] para fazer por muito tempo, acaba sendo deprimente”, afirmou o medalhista, que disse ter sofrido com insônia durante o período. “Costumava dormir, no máximo, meia-noite. Durante a quarentena, eu ia dormir 4h, 5h. Às vezes, dormia às 6h”, contou.

O pernambucano, que complete na classe S10 (entre as categorias para deficiências físico-motoras, é a de menor grau de comprometimento), persegue a primeira medalha de ouro paralímpica. Em três participações, nos Jogos de Pequim (China), Londres (Reino Unido) e Rio de Janeiro, foram cinco pratas e dois bronzes. Realizar o sonho dourado em Tóquio foi o mantra que manteve Phelipe esperançoso. “Meu psicólogo sempre aconselhava a fazer o que podia no dia, não forçar. No fim de todas as conversas, sempre lembrávamos qual era a minha motivação: ser campeão paralímpico. Sempre ficava como se fosse aquela luz no fim do túnel”, recordou.

A busca por alternativas que o colocassem em contato com o meio líquido outra vez levou o nadador, “por conta própria”, a se isolar em Assis, no interior paulista. “Foi a melhor decisão que tomei. Não foi indicação de ninguém ou por obrigatoriedade. Sabia que precisava dessa mudança, de qualquer forma, a voltar a minha rotina”, disse Phelipe. “A estrutura que tinha lá era uma piscina de 25 metros que era só para nós. A própria academia também era só para nós. Então, tínhamos completa segurança para fazer os treinos e o descanso”, completou o atleta, que esteve com a também nadadora Carol Santiago, da classe S12 (atletas com baixa visão).

Retorno às atividades

Mas, não há lugar como o lar. No último dia 7 de julho, o medalhista pôde voltar à piscina do CT Paralímpico. Além dele, retornaram Carol Santiago, Ítalo Pereira e Wendell Belarmino. O processo até poder cair na água novamente, porém, foi extenso. “Tivemos que fazer o teste da covid-19 para voltar às atividades. Todos aqueles [da natação] que voltaram aos treinos testaram negativo, então, todos estavam em segurança. No CT, o contato é mínimo. Diariamente respondemos questionários para saber se estamos em condição [de treino] e se temos sintomas”, declarou.

 
 
 

 
 
 
 
 

 
 

 
 
 

? Voltamos 113 dias depois. . ?? A sensação de voltar à piscina do Centro de Treinamento tanto tempo depois é um misto de emoções. Até o dia 16 de março, eu só não dormia no CT. Treinava 2x por dia, malhava e tomava café, almoçava e jantava aqui. Do dia pra noite, tudo isso parou. Foram dias de incertezas. . E agora, mesmo com tantas restrições, é maravilhoso poder voltar. ?? A sensação de que a rotina está voltando ao normal, mesmo que esse seja um ‘novo normal’. . —– ?? . ? And we are back! 113 days later! . ?? The feeling of being back at our training center after so long is a mix of feelings that I don’t know how to describe. Until March 16th, the only thing I didn’t do at the training center was sleep: training 2x a day, gym, breakfast, lunch, dinner, all there. All of the sudden this was gone. Days of doubt. . Now, even with a lot of restrictions, it is amazing to come back. ?? The sensation of the routine being back to normal, even knowing its a “new normal”. . ? @alecabral_ale / @ocpboficial . . . #centrodetreinamento #ctparalímpico #natação #swimming #tokio2021 #PraCimaPhelipe

Uma publicação compartilhada por Phelipe Rodrigues | natação (@rodriguesphelipe) em 7 de Jul, 2020 às 3:12 PDT

No caminho até a piscina, há a passagem pelo túnel de ozônio e as orientações para seguir o trajeto detalhado por setas distribuídas no chão. Não para por aí. “Na frente da piscina, foram demarcadas áreas de mais ou menos 10 metros quadrados para cada atleta ter seu espaço. A piscina tem 10 raias. Então, se uma tem atleta a outra fica vazia para termos a distância de segurança de dois metros no mínimo. Os técnicos têm de estar de máscara de proteção. Se, por ventura, for um tipo de treino que exige um grito mais alto, eles usam um face shield“, descreveu.

A manutenção das atividades no CT, porém, depende de que a capital siga na fase amarela do Plano São Paulo. “Se voltarmos à laranja [segunda etapa, de mais restrição], os treinos serão suspensos”, alertou Phelipe, que comemorou as condições para a retomada dos trabalhos. “A prioridade um do Comitê é nossa segurança, nossa vida. A dois é o alto rendimento. Sempre tivemos muita instrução deles sobre a higiene, desde a saída de casa. Particularmente, me sinto muito seguro no ambiente do CT. É uma vibe bem diferente. Mesmo com pouca gente, sentimos que estamos conseguindo voltar aos poucos”, conclui.

Edição: Fábio Lisboa

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Operário vence o Coritiba no Estádio Germano Krüger

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Foi o 16º gol do atacante em 40 jogos disputados com a camisa alvinegra

Mantendo o tabu de 10 anos sem perder para o Coritiba no Estádio Germano Krüger, o Operário Ferroviário venceu por 1 a 0, na noite deste domingo (25), com gol de Ricardo Bueno. Com o resultado, o Alvinegro chega aos 21 pontos, na 9ª posição, com seis vitórias, três empates e quatro derrotas.

O jogo
A primeira oportunidade da partida foi aos nove minutos, em chute de fora da área de Leandro Vilela, a bola vai em direção ao gol e Wilson espalma, mandando para escanteio. O jogo se caracteriza com melhores criações de jogadas do Operário, buscando o ataque e com maior número de posse de bola, até os 30 minutos. No minuto seguinte, aos 31, o adversário chega com perigo pela primeira vez. Após cruzamento de Guilherme Biro, a bola encontra na cabeça de Waguinho, o atacante visitante cabeceia no centro do gol e Simão defende, com tranquilidade.

O lance decisivo do confronto foi aos 35 minutos. Fábio Alemão, do campo defensivo, lança a bola em direção do ataque, Ricardo Bueno domina na intermediária, avança sozinho, entra dentro da área e bate cruzado, no canto direito do goleiro Wilson, abrindo o placar em Vila Oficinas. Com o marcador favorável, a equipe comandada por Matheus Costa administra os minutos finais da primeira etapa e desce com vantagem para o intervalo.

No segundo-tempo, o adversário da noite muda a postura e atua com maior posse da bola no campo ofensivo. Mas, a primeira oportunidade efetiva foi do Alvinegro. Aos 16 minutos, após cobrança de escanteio, a bola viaja em direção da área e o goleiro visitante tira, evitando a chance de finalização do zagueiro Fábio Alemão. Mesmo com o jogo controlado e sem sofrer na defesa, Leandro Vilela recebe o segundo cartão amarelo, aos 27 minutos, e é expulso do jogo, a partir disso, Fantasma com um a menos. Após a expulsão, a partida muda e a equipe visitante cresce nas tentativas de ataque, mas sem sucesso. Depois de uma tentativa de ataque do time da capital paranaense, aos 34 minutos, Silva avança pela direita, faz o corte para a perna canhota, chuta de longe no centro do gol e o arqueiro defende.

O lance de maior perigo dos visitantes foi no minuto 38. Após cruzamento, Léo Gamalho, livre dentro da área, cabeceia e a bola vai para fora, passando próxima da trave de Simão. Mesmo na pressão recebida, por estar com um atleta a menos, as chances do adversário não foram efetivas. O Operário vence por 1 a 0, no 9º clássico disputado na temporada 2021.

Avaliação do treinador
Expulso da partida no minuto 40 do 2º tempo, o técnico Matheus Costa conversou com a imprensa, em entrevista coletiva online, após a vitória conquistada em Vila Oficinas. “Sabemos que em um jogo deste nível, seriam criadas poucas oportunidades para ambas as equipes. Quando essas chances aparecem, cabe a capacidade do atleta em definir a partida. Nós tivemos a felicidade que este lance caiu nos pés de um craque do nosso time. Fizemos um bom primeiro tempo, com maiores criações de jogadas do que o adversário. Obviamente, no segundo tempo, devido às trocas, o adversário se lançou ao ataque. Com a expulsão, tornou-se uma partida mais difícil. Mas, preciso ressaltar a entrega dos nossos jogadores, que se defenderam muito bem, ocuparam com excelência os espaços, sem dar grandes chances para o adversário. Por isso, é mérito total do grupo e equipe, por tudo que estamos trabalhando. Uma vitória como essa, contra um time que estava há 10 jogos sem derrota e nossa equipe retomar o caminho da vitória no Germano Krüger é muito importante.”

Ficha técnica
Operário 1 x 0 Coritiba
Campeonato Brasileiro – 14ª rodada
Estádio da Ressacada – 25/07/21 – 18h15

Operário: Simão; Alex Silva, Fábio Alemão, Reniê e Fabiano; Leandro Vilela, Rafael Chorão (Rodolfo Filemon) e Leandrinho (Marcelo Santos); Felipe Garcia (Thomaz), Ricardo Bueno (Jean Carlo) e Silva.
Téc: Matheus Costa
Banco: Thiago Braga, Henrique, Odivan, Tibagi, Rafael Oller.

Coritiba: Wilson; Matheus Sales (Robinho), Henrique, Luciano Castán e Guilherme Biro; Jhony Douglas (Willian Alves), Val e Rafinha (João Vitor); Waguininho, (Valdeci) Igor Paixão e Léo Gamalho.
Téc: Júlio Sérgio
Banco: Alex Muralha, Thalisson, Bernardo, Nathan Ribeiro, Wellington Carvalho, Romário.

Gol: 35´1T Ricardo Bueno (Operário).
Cartões amarelos: Leandro Vilela (2x), Simão, Leandro Niehues (Operário); Rafinha, Matheus Sales (Coritiba).
Cartões vermelhos: Leandro Vilela e Matheus Costa (Operário).

Árbitro: Ricardo Marques Ribeiro
Árbitro Assistente 1: Marcus Vinicius Gomes
Árbitro Assistente 2: Frederico Soares Vilarinho
Quarto Árbitro: Leonardo Sígari Zanon

Assessoria de Imprensa Operário Ferroviário
Fotos: André Jonsson/OFEC

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Jogando em São Januário, Vasco vence o Guarani pela 14ª rodada do Campeonato Brasileiro

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O Vasco da Gama venceu o Guarani por 4 a 1 neste sábado (24/07), pela 14ª rodada do Campeonato Brasileiro. Os gols vascaínos foram anotados por Marquinhos Gabriel, Germán Cano, Léo Jabá e Bruno Silva contra. Com esse resultado o Gigante da Colina chegou aos 22 pontos e assumiu a 5ª colocação. O próximo compromisso da equipe comandada pelo técnico Lisca será diante do São Paulo, na próximo quarta-feira (28), às 21h30, no Morumbi. A partida será válida pelas oitavas de final da Copa Do Brasil.

Germán Cano comemorando com os companheiros seu 14º gol na temporada (Foto: Vitor Brügger/Vasco)

O JOGO

O Vasco começou a partida estudando as ações do adversário e buscando descer em velocidade ao ataque. A primeira investida vascaína veio aos 8 minutos, Léo Jabá lançou para frente e encontrou Bruno Gomes na entrada da área. O camisa 23 apenas escorou para Marquinhos Gabriel, que entrou de frente para o gol e com um belo chute, deslocou o goleiro: VASCO 1 a 0. Aos 12 minutos foi a vez do Guarani incomodar, Regis cobrou falta com categoria e acabou parando na linda defesa do goleiro Vanderlei.

Aos 15 minutos, Gabriel Pec cobrou escanteio pela esquerda e encontrou Ernando. O zagueiro chegou finalizando de primeira e mandou por cima da meta. Aos 26, Léo Jabá tabelou com Zeca, invadiu a área e foi atropelado pelo zagueiro adversário, pênalti para o Gigante da Colina. Na cobrança Germán Cano deslocou o goleiro e ampliou o placar: VASCO 2 a 0.

O Gigante da Colina voltou para a segunda etapa com uma postura mais defensiva em relação aos primeiro tempo. Aos 23, Léo Jabá avançou pela esquerda, levantou a cabeça e cruzou na área. O volante Bruno Silva, desviou contra o próprio gol e ampliou o placar para o Gigante da Colina: VASCO 3 a 0. Aos 26, Bruno Gomes tabelou com Léo Jabá pela esquerda, percebeu o espaço e arriscou a finalização antes de entrar na área. A bola acabou pegando a curva para fora e se perdeu pela linha de fundo.

Aos 34, Gabriel Pec avançou pela direita e abriu no meio para Marquinhos Gabriel. O camisa 31 de primeira abriu na esquerda para Leó Jabá, que já chegou ajeitando para bater e finalizou colocado. A bola foi no canto do goleiro Gabriel Mesquita, que fez boa defesa. Aos 36, após cobrança de escanteio Lucão do Break ganhou da marcação e diminuiu: 3 a 1. Aos 39, Arthur Salles recebeu pela direita, cortou para o meio e achou um belíssimo passe em profundidade para Léo Jabá. O camisa 7 entrou de frente para o gol, tentou a finalização cruzada e acabou parando na defesa do goleiro.

Aos 41, Sarrafiore recebeu na intermediária, levantou a cabeça e achou um lindo passe para Léo Jabá, que entrava por trás da zaga. O camisa 7 avançou sem marcação, invadiu área e deu um toque sutil para tirar do goleiro: VASCO 4 a 1. Aos 48, Léo Matos avançou pela direita e cruzou na área. Daniel Amorim ganhou da marcação e cabeceou firme. A bola acabou ficando sem problemas na mão do goleiro.

FICHA TÉCNICA

VASCO 4 X 1 GUARANI

Campeonato Brasileiro – 14ª rodada

Local: São Januário (RJ)

Data: Sábado, 24/07/2021

Horário: 21h (Brasília)

Árbitro: Denis da Silva Ribeiro Serafim (AL)

Assistentes: Esdras Mariano de Lima Albuquerque (AL) e Brígida Cirilo Ferreira (AL)

Cartões Amarelos: Regis, Bruno Silva, Rodrigo Andrade (Guarani) / Zeca, Marquinhos Gabriel, Ernando (Vasco)

Gols: Marquinhos Gabriel 8’/1T; 26 Germán Cano 26’/1T; Bruno Silva 23’/2T (Contra); Lucão do Break 36’/2T; Léo Jabá 41’/2T

VASCO DA GAMA: Vanderlei, Léo Matos, Ernando, Leandro Castan e Zeca; Matías, Bruno Gomes (Juninho) e Marquinhos Gabriel (Sarrafiore); Léo Jabá, Gabriel Pec (Arthur Salles) e Germán Cano (Daniel Amorim) – Técnico: Lisca

GUARANI: Gabriel Mesquita, Pablo, Thales, Titi (Lucão do Break) e Bidu; Bruno Silva, Rodrigo Andrade, Bruno Sávio, Régis e Matheus Souza (Andrigo); Matheus Davó – Técnico: Daniel Paulista

fonte: https://vasco.com.br/jogando-em-sao-januario-vasco-vence-o-guarani-pela-14a-rodada-do-campeonato-brasileiro/

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