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Economia

Colegiado da Eletrobras define novo presidente da empresa

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A Eletrobras realizou hoje (5) assembleia geral extraordinária (AGE) de acionistas da companhia, que definiu a composição do novo Conselho de Administração da empresa. Após a assembleia, o novo colegiado elegeu Wilson Ferreira Junior como presidente da empresa e Ivan Monteiro para a presidência do conselho.

Monteiro foi presidente da Petrobras e atualmente é presidente do Conselho de Administração do Credit Suisse no Brasil. Ferreira Junior retorna à presidência da Eletrobras, que comandou de julho de 2016 a março de 2021, quando conduziu o processo de reestruturação organizacional e financeira da empresa. Também foi confirmado o nome de Rodrigo Limp, atual presidente da companhia, como diretor de Regulação e Relações Institucionais, cargo que ocupa de forma interina desde julho. Ferreira Junior e Limp devem tomar posse até o dia 20 de setembro.

Na assembleia, somente uma chapa, composta por dez integrantes, concorreu ao pleito. Além de Monteiro, os donos de ações ordinárias indicaram: Carlos Augusto Leone Piani, Marcelo Gasparino, Marisete Pereira, Octavio Cortes Pereira Lopes e Vicente Falconi, todos nomes novos, para o colegiado. Três integrantes, também indicados pelos detentores de ações ordinárias, estão sendo reconduzidos para novo mandato: Daniel Alves Ferreira, Felipe Villela Dias e Marcelo de Siqueira Freitas. O conselheiro representante dos empregados, Carlos Eduardo Rodrigues Pereira, permanece no cargo. Já Pedro Batista de Lima Filho foi indicado pelos donos de ações preferenciais.

Além da definição da composição do Conselho de Administração, também foi aprovada a proposta apresentada por acionistas para fixar prazo para o mandato dos novos conselheiros, excepcionalmente, até a assembleia geral ordinária que será realizada em 2025, conforme autorizado no Regulamento de Governança Corporativa da Bolsa de Valores do Brasil (B3).

Edição: Fábio Massalli

Fonte: EBC Economia

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Economia

Única empresa a apresentar proposta, Aena leva Aeroporto de Congonhas

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A Aena arrematou o bloco mais esperado do leilão da sétima rodada do programa de concessões aeroportuárias, que incluiu entre os ativos o Aeroporto de Congonhas, localizado na zona sul da capital paulista, o segundo mais movimentado do país. A Aena já detém a concessão de seis aeroportos na Região Nordeste, entre o quais, os de Maceió e do Recife. A concessão é por 30 anos.

A empresa espanhola adquiriu todo o bloco SP-MS-PA-MG, que, além de Congonhas, inclui os aeroportos de Campo Grande, Corumbá e Ponta Porã, em Mato Grosso do Sul; Santarém, Marabá, Parauapebas e Altamira, no Pará; e Uberlândia, Uberaba e Montes Claros, em Minas Gerais. O valor oferecido foi R$ 2,45 bilhões, o que significou ágio de 231,02% sobre o valor de referência estabelecido em edital.

Não houve concorrência no leilão deste bloco, pelo qual apenas a Aena fez proposta.

Segundo a Agência Nacional de Aviação Civil (Anac), o programa de concessão aeroportuária do Brasil já havia repassado à iniciativa privada 77,5% do tráfego nacional entre os anos de 2011 e 2021. Com a sétima rodada, esse percentual deve atingir agora 91,6% de passageiros atendidos em aeroportos concedidos no país.

Outros blocos

Mais dois outros blocos foram leiloados na tarde de hoje na B3, a bolsa de valores de São Paulo. O Bloco Aviação Geral, formado pelos aeroportos de Campo de Marte, em São Paulo, e Jacarepaguá, no Rio de Janeiro, foi adquirido pela XP Infra IV FIP em Infraestrutura, que ofereceu R$ 141,4 milhões, ágio de 0,01%. Também não houve concorrência nesse bloco.

O Bloco Norte II, integrado pelos aeroportos das capitais do Pará, Belém, e do Amapá, Macapá, foi o único que teve concorrência, sendo disputado em muitos lances de viva voz pelo Consórcio Novo Norte Aeroportos e pela Vinci Airports. Esse bloco acabou sendo vencido pelo Consórcio Novo Norte, que ofereceu a proposta de R$ 125 milhões, o que representou ágio de 119,78%.

Segundo a Anac, os 15 aeroportos que foram leiloados hoje (18) respondem por 15,8% do total do tráfego de passageiros no Brasil, o que equivale a mais de 30 milhões de viajantes por ano.

Edição: Nádia Franco

Fonte: EBC Economia

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Economia

Caixa tem lucro de R$ 1,8 bi no 2º trimestre, queda de 70,7% em um ano

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Caixa tem lucro de R$ 1,8 bi no 2º trimestre, queda de 70,7% em um ano
Marcelo Camargo/Agência Brasil – 13.09.2019

Caixa tem lucro de R$ 1,8 bi no 2º trimestre, queda de 70,7% em um ano

A Caixa Econômica Federal registrou lucro líquido de R$ 1,8 bilhão no segundo trimestre de 2022. O valor representa uma queda de 70,7% em relação ao mesmo período do ano passado, quando obteve ganhos com a abertura de capital da Caixa Seguridade, que movimentou R$ 5 bilhões, e com a venda das ações do Banco Pan. 

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Os dados foram divulgados pela Caixa nesta quinta-feira (18). Em relação ao primeiro trimestre deste ano, o lucro recuou 27,9%.

Os dados são referentes aos últimos meses de gestão de Pedro Guimarães, que pediu demissão em julho em meio a denúncias de assédio moral e sexual.

Carteira de crédito

A carteira de crédito ampliada da instituição, por sua vez, cresceu 13,7% em um ano, totalizando R$ 928,2 bilhões. No último trimeste, foram concedidos R$ 127,8 bilhões em crédito para a população brasileira, aumento de 18,6% em relação ao trimestre anterior e de 17,5% em relação ao mesmo período do ano passado.

Já a inadimplência da carteira de crédito fechou o segundo trimestre em 1,89%, redução de 0,57 pontos percentuais (p.p.) sobre o primeiro trimestre de 2021. A cobertura da provisão finalizou o período em 244,6%.

Recorde no crédito imobiliário

A Caixa segue como o maior financiador da casa própria no país. No segundo trimestre deste ano, o banco registrou o maior volume de contratação trimestral da história em crédito imobiliário: R$ 39,7 bilhões, com crescimento de 15,4% sobre os três primeiros meses do ano e de 9,6% sobre o mesmo período do ano passado.

Com isso, a estatal teve saldo de R$ 595,2 bilhões na carteira de crédito imobiliário, 11% maior se comparado ao mesmo período do ano anterior.

Também foram contratados R$ 16,3 bilhões pelo Programa de Habitação Popular, incluindo os subsídios, o equivalente a 93,9 mil novas unidades habitacionais.

Auxílio Brasil

A Caixa Econômica Federal ainda informou ter realizado 51,5 milhões de pagamentos do benefício para 17,8 milhões de beneficiários do Auxílio Brasil, que receberam, ao total, um montante de R$ 21,3 bilhões.

Antecipação do Saque-Aniversário do FGTS

A operação de crédito para Antecipação do Saque-Aniversário do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) resultou na contratação de R$ 2,2 bilhões, distribuídos em 2,1 milhões de operações.

Com ela, os cidadãos não precisam aguardar seu mês de aniversário para resgatar os valores.

Saque extraordinário do FGTS

Os pagamentos do saque extraordinário do FGTS começaram em abril e foram liberados de acordo com o mês de nascimento do trabalhador. Cerca de R$ 29,9 bilhões foram liberados para, aproximadamente, 43,4 milhões de brasileiros.


Fonte: IG ECONOMIA

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