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Economia

CNI diz que setores mais otimistas são os de borracha e metalurgia

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O Índice de Confiança do Empresário (Icei), edição de outubro, registrou alta em todos os 30 setores analisados pela Confederação Nacional da Indústria (CNI). Na comparação com setembro, houve aumento em 13 setores industriais e recuo em 16.

O setor que teve maior pontuação foi o de produtos de borracha (64,8 pontos), seguido por metalurgia (64,5); produtos de minerais não metálicos (64,1); e produtos de metal (exceto máquinas e equipamentos (64).

Segundo pesquisa da CNI, os setores com menor confiança foram os de biocombustíveis (54 pontos); obras de infraestrutura (54,3); equipamentos de informática, produtos eletrônicos e outros (56,7); couros e artefatos de couro (57,4); e produtos de limpeza, perfumaria e higiene pessoal (57,4).

O Icei varia de zero a 100 pontos. Quando acima de 50 pontos, ele indica confiança por parte do empresariado. Quanto maior for o índice, maior a confiança do setor.

Comparação

Os setores que apresentaram maior alta, na comparação com o levantamento anterior, foram os da indústria extrativa, que aumentou 3,8 pontos, atingindo 63,7; produtos de metal (alta de 3,4 pontos, chegando a 64); e o de impressão e reprodução de gravações, que cresceu 3 pontos, chegando a 58,6 pontos.

Já as maiores quedas ficaram com os setores de equipamentos de informática, que declinou 6,3 pontos; o de biocombustíveis (queda de 4,6 pontos); e o de produtos de material plástico, que apresentou queda de 3,9 pontos, ficando com 61,1 pontos.

Edição: Kleber Sampaio

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Economia

Pandemia provoca redução de investimentos estrangeiros no país

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A crise gerada pela pandemia do novo coronavírus (covid-19) tem levado à redução dos investimentos estrangeiros no setor produtivo do país. Já os investimentos em ações, títulos e fundos de investimento mostram sinais de reação, segundo dados do Banco Central (BC), divulgados hoje (25).

Os ingressos líquidos em investimentos diretos no país (IDP), que vão para o setor produtivo da economia, somaram US$ 1,793 bilhão no mês passado, ante US$ 8,221 bilhões em outubro de 2019.

De janeiro a outubro, o IDP chegou a US$ 31,914 bilhões, ante US$ 57,615 bilhões nos dez meses de 2019, com recuo de 44,6%.

Nos 12 meses encerrados em outubro de 2020, o IDP totalizou US$ 43,5 bilhões, correspondendo a 2,94% do PIB, em comparação a US$ 49,9 bilhões (3,29% do PIB) acumulados em 12 meses até setembro deste ano.

Segundo o chefe do Departamento de Estatísticas do BC, Fernando Rocha, as incertezas sobre a duração da crise gerada pelo novo coronavírus fazem com que investidores estrangeiros adiem os planos de aplicação de recursos no país. “O adiamento é para esperar ter menor incerteza se vai ter segunda onda, se vai diminuir a contaminação, quando vai ter vacina com efetiva imunização”, disse Rocha.

Até o dia 20 deste mês, o IDP somou US$ 558 milhões e a expectativa do BC é que feche em US$ 1 bilhão. “Os lucros [dos investimentos estrangeiros] estão aumentando em relação aos valores mais baixos registrados há alguns meses, mas ainda não estão nos mesmos patamares do ano anterior. Esse aumento da remuneração do investimento pode ser um indicador [de retomada], mas nos dados até outubro e na parcial de novembro vemos mais uma estabilidade do que melhora”, explicou Rocha.

Ações e títulos

Em outubro, os investimentos em carteira no mercado doméstico totalizaram ingressos líquidos (descontadas as saídas) de US$ 5,471 bilhões, dos quais US$ 2,671 bilhões em títulos de dívida e US$ 2,799 bilhões em ações e fundos de investimento.

Nos dez meses de 2020, houve saídas líquidas de US$ 21,603 bilhões contra o resultado também negativo de US$ 872 milhões, em período similar do ano passado.

Até o dia 20 deste mês, o resultado parcial indica ingresso líquido total de US$ 6,134 bilhões.

Segundo Rocha, os investimentos em ações, fundos e títulos foram os que reagiram mais rapidamente à crise gerada pela pandemia, com saída de recursos do país a partir de fevereiro. “Isso é esperado, os investimentos em portfólio reagem mais rapidamente mesmo. A partir de fevereiro e até maio, tivemos saída todos os meses. Essa saída atingiu US$ 35 bilhões, mas se concentrou em março, quando houve uma saída de US$ 22 bilhões. Se a gente lembrar, esse período de março a abril foi o mais difícil da pandemia tanto no Brasil quanto no exterior, com incerteza muito grande sobre o ritmo de contágio, a taxa de mortalidade e paralisação das atividades produtivas e comerciais em função do isolamento social. Depois disso, a atividade econômica começou a voltar gradualmente. A partir de junho até outubro e também em novembro se a parcial se confirmar, são seis meses de ingressos [desses investimentos]”, disse Rocha.

Rocha acrescentou que os estrangeiros estão voltando a investir no mercado brasileiro. “Os investidores estrangeiros estão recompondo suas exposições ao país, mas essa recomposição ainda é parcial”.

Edição: Fernando Fraga

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Economia

Em homenagem a Bolsonaro, empresa do Rio lança vinho ‘il Mito’, por R$ 139

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vinho homenagem jair bolsonaro
Divulgação

Empresa do Rio lançou vinho il Mito, que homenageia o presidente Jair Bolsonaro

Uma empresa do Rio de Janeiro lançou um vinho para homenagear o presidente Jair Bolsonaro (sem partido). O produto nomeado de “il Mito” é comercializado e distribuído pela Pacific Catering de Macaé, no Norte Fluminense. A bebida está em pré-venda por R$139, na versão tinto e espumante.

O ” il Mito ” já foi apresentado ao homenageado no início de novembro em Brasília, no Distritio Federal. Um dos sócios da empresa, Julio Cesar Costa de Lemos, compartilhou nas redes sociais que o encontro foi a “realização de um sonho”. Ele entregou o produto pessoalmente ao presidente ao lado da esposa, Maria Luiza de Lemos, e dos sócios Abílio e Silvana Almeida.

“Entregamos o espumante Vinho Bolsonaro nas mãos do nosso presidente. Obrigado pela receptividade e pelo carinho, foi simplesmente fantástico, sonho realizado!”, escreveu Lemos.

De acordo com a Pacific Catering , o vinho Bolsonaro “il Mito” é um “produto histórico para marcar este momento especial da história do Brasil. Para os amantes de vinho, um vinho impecável, de excelente qualidade, das uvas Cabernet Sauvignon ou Carmenere, e para os amantes da pátria, um troféu para demonstrar todo o orgulho de fazer parte deste momento”.

Nas redes sociais, a ideia gerou polêmica. Há quem esteja interessado, como uma internauta que pretende comprar o produto para “passar o réveillon comemorando 2 anos sem corrupção no governo”. Por outro lado, o novo produto também é alvo de muitas críticas. “Nem de graça”, “É muita idolatria”, “Mais uma desgraça de 2020”, são alguns dos comentários negativos que as publicações sobre o vinho receberam.

Sócio bolsonarista

Julio Cesar Costa de Lemos é bolsonarista convicto. Nas redes sociais, não hesita em defender o presidente. Diversas vezes demonstrou oposição ao uso de máscara e ao isolamento social durante a pandemia de Covid-19, como fez Bolsonaro. Lemos também já faz campanha para a reeleição de Bolsonaro em 2022 e costuma usar o jargão “Brasil acima de tudo, Deus acima de todos”, famoso na campanha para as eleições presidenciais de 2018.

O filho do empresário, João Lemos, trabalha na Pacific Catering e foi candidato a vereador em Macaé nas eleições deste ano pelo PSL, antigo partido do presidente. Ele obteve 740 votos, não se elegeu.

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