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Claudinei defende a implantação de Companhia Independente da PM na Vila Operária

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A Vila Operária, em Rondonópolis, é uma região que compreende mais de 100 bairros

Foto: SAMANTHA DOS ANJOS FARIAS

A Vila Operária, em Rondonópolis (MT), é uma região que abrange mais de 100 bairros e, devido a sua extensão territorial, o deputado estadual Delegado Claudinei (PSL) defende a necessidade da instalação de uma Companhia Independente da Polícia Militar na região. Essa demanda faz parte da Indicação n.º 4.668/2019 do parlamentar, que, na última semana, reforçou essa matéria durante reunião remota da Comissão de Segurança Pública e Comunitária da Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT). 

“A Vila Operária, de Rondonópolis, tem uma grande concentração de habitantes. Praticamente, é quase uma cidade, com população maior que a cidade de Barra do Garças. Essa Companhia Independente a ser construída é uma demanda muito antiga na Vila Operária. Eles não têm um prédio próprio, o que acaba que os policiais ficam concentrados no 5° Batalhão, que fica a uma distância de 10 a 15 km da Vila Operária”, salienta Claudinei.

De acordo com o comandante-geral da Polícia Militar, coronel Jonildo José de Assis, há mais de dois anos que existe um planejamento consolidado para a construção de uma companhia da PM na Vila Operária. Ele ressalta que a fase atual é de captação de recursos.

Vila Operária – Para o chefe da divisão de administração do 4° Comando Regional da Polícia Militar do Estado de Mato Grosso (PMMT), tenente-coronel Mauro Márcio Osório, se for avaliar o nível populacional e estratégico de Rondonópolis, a Vila Operária abriga mais da metade da população do município. “Então, a ideia nossa é descentralizar a atividade policial, transformando aquela Companhia Comunitária, que existe desde o ano de 2017, na Vila Operária, em uma Companhia Independente que na verdade atua como um Batalhão, mas com demandas de efetivo menor”, esclarece.

Foto: SAMANTHA DOS ANJOS FARIAS

Ele informa que, atualmente, Rondonópolis conta com cerca de 250 mil habitantes e seria interessante contar com dois batalhões, pois só existe o 5° Batalhão da PM. “Se conseguirmos concretizar a ideia, vamos conseguir atender aquela região da Vila Operária como unidade específica. Então, as guarnições de serviço não vão precisar ir até o 5° Batalhão, que fica no 4° Comando Regional, e poderá ter o atendimento mais aproximado da população”, explica Osório.

Segurança Pública – O tenente-coronel ressalta que a Vila Operária conta com unidades do Corpo de Bombeiros Militar, Companhia Ambiental e Delegacia da Polícia Judiciária Civil (PJC), que vai só faltar uma unidade da Polícia Militar para a região e será um amparo necessário para a população. Ele explica que a implantação da companhia vai permitir que o atendimento se estenda também para os municípios de São José do Povo, Guiratinga e Tesouro. “A ideia é ser a 17ª Companhia e atender a região da Vila Operária com seus mais de 90 mil habitantes e mais de 62 mil eleitores e abranger estes municípios”, enfatiza.

Osório destaca que hoje são cerca de 35 policiais militares que atendem a Vila Operária e que com a instalação da unidade policial vai favorecer para a efetivação de cerca de 50. “Na verdade, este é um anseio não só institucional, mas de toda a região da Vila Operária. A gente vê que essa unidade vai com certeza trazer um resultado positivo para a população, um atendimento mais rápido e resolução mais eficiente”, comenta.

Terrenos – Há três terrenos estratégicos que tanto o tenente-coronel e comandante-geral do 4°Comando Regional, Gleber Cândido Moreno, quanto o deputado Claudinei e o senador Wellington Fagundes (PL) já visitaram os locais, explica Osório. “A nossa intenção era colocar essa Companhia em um local estratégico, sendo uma área que fica na subida da avenida Bandeirantes, que é da União, outra na região da Coder (economia mista e municipalizada), que fica em frente à funerária e ao Corpo de Bombeiros e outro o local do antigo CSU (Centro Social Urbano), que é uma área do estado e repassada ao município, na região do Sumaré”, detalha.

Ele destaca que essas áreas favorecerão para que tanto os moradores da Vila Operária como dos três municípios tenham um acesso mais próximo para falar com a guarnição. “Nós dependemos desta parte estratégica dos políticos fazerem a intervenção e articulação para disponibilizar este espaço para erguer essa unidade tão sonhada. Na verdade, essa unidade vai estreitar o laço com a sociedade e a instituição”, conclui o Osório.  

Audiência pública – O deputado lembra que chegou a fazer uma audiência pública para abordar sobre este assunto, que contou com representantes da segurança pública, como a Secretaria de Estado de Segurança Pública de Mato Grosso (Sesp), polícias militar e civil, mas não teve a participação do prefeito municipal, José do Pátio (SD). 

“Não tivemos a participação do prefeito. Infelizmente, não se importa com a segurança pública da região que o elegeu. A Vila Operária é onde tem mais eleitores de Rondonópolis cadastrados. Não compareceu e nem nos atendeu na época para ver um terreno que poderia ser cedido pelo município. Então, a gente fica na correria por emendas estaduais e federais, acredito que a sociedade também iria ajudar. Agora vem a notícia desta emenda do senador Wellington, que é sempre parceiro das instituições de segurança pública”, pontua.

PM Vila Operária – No ano de 2001, foi criado o Núcleo de Polícia Militar, localizado na Vila Operária, onde permaneceu por 16 anos até se transformar em Companhia Independente, no ano de 2017, pelo 4° Comando Regional da Polícia Militar. Há mais de um ano, o prédio foi desocupado por não ter as condições mínimas de permanência.     

Fonte: ALMT

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Ibope em Cuiabá mostra empate técnico entre Abílio e Emanuel; Gisela reage e encosta em Roberto França

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Emanuel chegou a 25% das intenções de voto e Abílio manteve 26%; Gisela foi a 16% e está empatada com França, que recuou três pontos

A segunda rodada de pesquisa do Ibope, divulgada no início da noite desta sexta-feira (30), pela TV Centro América, manteve o candidato do Podemos, Abílio Júnior, na frente pela disputa da prefeitura, com 26% das intenções de voto, repetindo seu desempenho no primeiro levantamento. Abílio está praticamente empatado com o candidato à reeleição, o prefeito Emanuel Pinheiro (MDB), com 25%.

Em terceiro aparecem empatados o ex-prefeito de Cuiabá, Roberto França (Patriota), com 16% e Gisela Simona (Pros), também com 16%. Em 16 de outubro, Abílio tinha 26%, e manteve. Emanuel Pinheiro aparecia com 20%, agora está com 25%, Roberto França (Patriota), tinha 19% na pesquisa anterior, agora apareceu com 16% e Gisela Simona (Pros), que estava com 11%, foi para 16%.

Julier Sebastião (PT), tinha 3% e manteve na pesquisa desta sexta-feira, 3%, Aécio Rodrigues apareceu com 2% e manteve os 2%, Paulo Henrique Grando (Novo), tinha 2%, agora não pontuou na nova pesquisa do Ibope. Brancos e nulos somavam 11%, agora são 7%, não souberam ou não responderam, eram 7%, agora 4%.

O Ibope também fez várias simulações de segundo turno. Entre Abílio Júnior e Emanuel Pinheiro, Abílio venceria, com 42% e Pinheiro ficaria com 40%. Numa disputa entre Abílio e Roberto França, Abílio venceria com 41% e França teria 36%. Um segundo turno entre Abílio e Gisela Simona, apontou a vitória da ex-superintendente do Procon, com 43% dos votos e Abílio teria 37%.

O Ibope também avaliou o índice de rejeição dos candidatos. Conforme a pesquisa, o prefeito Emanuel Pinheiro lidera o índice de rejeição com 42%, seguido pelo vereador Abílio Júnior e pelo ex-prefeito Roberto França, com 31%. Julier Sebastião, do PT, vem em terceiro no índice de rejeição, com 8%, Aécio e Gilberto estão empatados com rejeição de 8%, e Paulo Grando tem 6%. 10% não responderam a pesquisa e 1% disse que poderia votar em qualquer um dos candidatos.

O Ibope ouviu 602 entrevistados no período de 28 a 30 de outubro e a pesquisa está registrada no Tribunal Regional Eleitoral de Mato Grosso sob o número 05058/2020.

 

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Frical acusa Jaime de ter enriquecido na política e garante que vai abrir a “caixa preta” da prefeitura de Várzea Grande

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Em entrevista à TV Cuiabá, candidato disse que o atual senador e a família Campos ficaram ricos e VG pobre durante os anos [Foto – O Documento]

O empresário Flávio Vargas (PSD), o Flávio Frical, candidato a prefeito de Várzea Grande, em entrevista ao vivo nesta sexta-feira (30), na TV Cuiabá – HDTV 47.1, no programa Comando Geral, afirmou que a família Campos terá que explicar muita coisa aos várzea-grandenses até o dia da eleição.

“Muita coisa essa família tem que explicar. O que fizeram em Várzea Grande e também, o Jaime Campos, tem que explicar para a população como que em 82, quando não tinha nada, e em 38 anos de política, ficou um dos dez homens mais ricos do Brasil sem nunca dar um emprego na Várzea Grande”, disparou o candidato.

Conforme Flávio Frical, “enquanto ele (Jaime) e a família enriqueceu, Várzea Grande empobreceu. Essa mágica que ele tem que explicar para a população e, com certeza, nós, lá dentro, vamos descobrir qual foi a mágica que ele fez”, afirmou.

Flávio Frical garantiu que vai abrir a caixa preta da Prefeitura de Várzea Grande. “Vou abrir a caixa preta da prefeitura. É obrigação, de quem ganhar, mostrar a realidade de Várzea Grande, de tantos recursos que vieram para o município durante 40 anos e a cidade está parada no tempo, não tem nada”, observou.

Segundo Frical, “as obras grandes, como a ponte nova, foi Dante que fez, pega a Sérgio Mota, foi Dante que fez. Essa família, em duas gestões de senador, duas de governador, deputado federal, prefeito a vida inteira, e não temos uma obra que a cidade mereça, uma obra grande relevância, um parque para o várzea-grandense passar o fim de semana, é uma vergonha”.

Flávio Frical aponta que os Campos nunca pensaram na população. “Não pensaram na população, agora colocaram esse aí (Kalil) candidato, só para promover politicamente, não pensaram na população. Colocaram ele para gerir a maior pandemia da história do mundo, uma pessoa desqualificada, sem condições de assumir, e aí deu no que deu, quase 500 mortos em Várzea Grande, simplesmente por pensar só na política, em nenhum momento na população”, completou.

 

 

 

 

 

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