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Política Nacional

Ciro Nogueira foi “convencido” por Bolsonaro a aceitar Casa Civil, diz jornal

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Senador Ciro Nogueira (PP-PI)
Moreira Mariz/Agência Senado

Senador Ciro Nogueira (PP-PI)

Nesta quarta-feira (21), o senador Ciro Nogueira (PP-PI) teria aceitado o convite do presidente Jair Bolsonaro (sem partido) para comandar o Ministério da Casa Civil , de acordo com o colunista Igor Gadelha, do  Metrópoles . Segundo o ex-prefeito de Teresina e amigo pessoal de Nogueira, Sílvio Mendes (PSDB), ele foi “convencido” pelo mandatário a aceitar o posto.

A confirmação do convite teria ocorrido em uma reunião virtual com liderança do PV, PTB, PSDB e Progressistas do Piauí. “Há dias ele vem recebendo o convite do presidente (Bolsonaro), mas ontem terminou sendo convencido. Ele não queria ir, mas foi convencido pelo presidente Bolsonaro e ontem confirmou que irá assumir a Casa Civil no início da próxima semana”, disse Sílvio Mendes ao portal UOL . Ainda de acordo com ele, Nogueira antecipou a viagem que estava fazendo ao México e voltará ao Brasil até esta sexta-feira (23).

Segundo as informações do portal, a deputada estadual, Teresa Brito (PV), também confirmou que Ciro disse, na reunião, que assumirá a pasta. “Ele vai assumir o Ministério da Casa Civil e pode ser ainda está semana”, afirmou.

A assessoria do senador informou que ainda não vai se posicionar e que é preciso aguardar a oficialização do Palácio do Planalto. 

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Política Nacional

CCJ aprova homenagem a João Goulart em nome de rodovia

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Najara Araujo/Câmara dos Deputados
Breves Comunicados. Dep. Pompeo de MattosPDT - RS
Pompeo de Mattos apresentou parecer favorável ao projeto

A Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJ) da Câmara dos Deputados aprovou, nesta quinta-feira (5), o Projeto de Lei 4261/12, do Senado, que denomina “Rodovia Presidente João Goulart” o trecho da rodovia BR-153 compreendido entre a cidade de Cachoeira do Sul (RS) e a cidade de Marabá (PA).

O relator, deputado Pompeo de Mattos (PDT-RS), apresentou parecer pela constitucionalidade do texto. Como tramitou em caráter conclusivo, a proposta poderá seguir para sanção presidencial, a não ser que haja recurso para a análise pelo Plenário.

Trajetória
João Goulart assumiu a Presidência da República em 1961, após a renúncia de Jânio Quadros. Em 31 de março de 1964, ele foi deposto pelo golpe militar e morreu em dezembro de 1976, aos 57 anos, durante exílio na Argentina.

Em sua trajetória política, Jango, como também era conhecido, foi deputado estadual no Rio Grande do Sul, deputado federal, secretário estadual de Interior e Justiça no RS, ministro do Trabalho no segundo governo Vargas e, por duas vezes, eleito vice-presidente da República: durante os governos de Juscelino Kubitschek (de 1956 a 1961) e de Jânio Quadros.

Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei

Reportagem – Paula Bittar
Edição – Ana Chalub

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Política Nacional

Ministro do Turismo reclama dos altos preços das passagens aéreas

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Cleia Viana/Câmara dos Deputados
Audiência Pública - Planos e Programas do Ministério do Turismo para o ano de 2021. Ministro de Estado do Turismo, Gilson Machado Neto
Gilson Machado (E) fala a deputados da Comissão de Turismo

O ministro do Turismo, Gilson Machado, afirmou nesta quinta-feira (5) que o setor já está dando sinais de retomada depois do impacto causado pela pandemia do coronavírus, mas apontou entraves como os preços das passagens aéreas no mercado interno e a qualificação de mão de obra, principalmente para atender, em inglês, os turistas internacionais.

Em audiência pública na Comissão de Turismo da Câmara, Gilson Machado citou alguns números da recuperação do turismo, como o aumento nas reservas dos hotéis no mês de julho e uma ocupação de 75% nos voos. A retomada, segundo ele, se deve ao turismo interno. “O brasileiro, hoje, está viajando aqui dentro do Brasil. Nós temos que fidelizar esses 11 milhões de brasileiros que viajam aqui dentro. A retomada do turismo internacional será, eu acredito, para o final de 2022, com a vacinação, com uma segurança sanitária da ciência, com um aprendizado científico maior e devagarzinho a gente vai conseguir”, afirmou.

Machado reclamou, entretanto, do preço do combustível no País, o maior custo da aviação, que afasta investimentos internacionais. E sugeriu até uma Comissão Parlamentar de Inquérito para investigar as causas dos altos valores das tarifas.

Ele também anunciou ações para reduzir a burocracia no setor. “A gente tem, sim, que lutar pela diminuição dos custos, pela flexibilização de muita coisa que atrapalha o turismo, a quantidade de licenças exorbitantes que você precisa para montar um empreendimento turístico, é licença em nível estadual, federal, municipal, você podendo unificar tudo. Nós estamos trabalhando no que é possível, fazendo a revogação de mais de 400 medidas que diminuem a burocracia”, disse.

Orçamento
Parlamentares reivindicaram mais recursos orçamentários para o turismo e sugeriram gestões junto ao ministro da Economia, Paulo Guedes. Eles lamentaram que o País esteja na 60ª posição no ranking de atração de turistas estrangeiros, com 6 milhões de visitantes por ano.

O deputado Otavio Leite (PSDB-RJ) pediu que a Embratur tenha um orçamento permanente. “Nós, da comissão, precisamos fazer uma manifestação coletiva em prol de que se liberem mais verbas para o Ministério do Turismo fazer promoção interna dos múltiplos e milhares de atrativos e potenciais turísticos que o Brasil possui”, destacou.

O deputado Marcelo Álvaro Antonio (PSL-MG), ex-ministro da pasta, exemplificou como os investimentos em turismo se refletem na cadeia produtiva. “Quando você promove um destino, você estrutura turisticamente, o restaurante contrata, o hotel contrata, compra televisão, compra interfone e roupa de cama, garçom trabalha, a cozinheira, o táxi gira, o Uber, movimenta a economia de uma cidade de forma muito rápida”, disse.

Sobre o Orçamento, o ministro Gilson Machado pediu a ajuda do Congresso e declarou que o Ministério do Turismo está “fazendo mágica com pouco dinheiro”.

Turismo rural
Presidente da Comissão de Agricultura da Câmara, a deputada Aline Sleutjes (PSL-PR), sugeriu mais investimentos no turismo rural. “O produtor rural pode, além de produzir o nosso alimento, gerar emprego e renda agregando os recursos do turismo rural para beneficiar essas famílias, manter essas famílias na roça e dar mais possibilidade de novos recursos a esses municípios”, defendeu.

O presidente da Comissão de Turismo, deputado Bacelar (Pode-BA), pediu ao ministro Gilson Machado apoio para projetos que promovem mudanças no Fungetur, linha de crédito de apoio ao turismo, e para propostas que apoiam o Carnaval, as festas juninas e mantêm incentivos fiscais ao turismo.

Reportagem – Cláudio Ferreira
Edição – Geórgia Moraes

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