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Circuito Aprosoja chega à 14ª edição com novo formato e foco no produtor

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Fortalecimento Institucional

Circuito Aprosoja chega à 14ª edição com novo formato e foco no produtor

Entidade espera aproximadamente três mil pessoas nesta edição


03/04/2019

Um dos maiores e principais eventos da cadeia produtiva da soja no país, o Circuito Aprosoja entra na sua 14ª edição no próximo dia 22 de abril, levando informação e debates aos produtores rurais de todas as regiões de Mato Grosso. O evento criado e coordenado pela Associação dos Produtores de Soja e Milho de Mato Grosso (Aprosoja-MT) tem como tema central nesta edição “Custo + Tributação = Agricultura em Risco”. Ao longo de três meses, as equipes da Aprosoja percorrerão 24 municípios mato-grossenses, mais a Capital que será sede do encerramento, no dia 10 de junho.

Neste ano, a Aprosoja inovou e o Circuito terá como formato uma mesa redonda que permitirá uma maior integração entre os palestrantes e os produtores rurais, principal foco do projeto. Participarão dos debates, o apresentador e analista de política e economia do Canal Rural, Miguel Daoud, o diretor-executivo da Aprosoja Brasil, Fabrício Rosa, e o presidente da Aprosoja-MT, Antonio Galvan. A mediação será feita pelo jornalista e apresentador do programa Direto ao Ponto, Glauber Silveira.

“O tema escolhido esse ano está baseado em assuntos que temos discutido diariamente, pautas em que trabalhamos todos os dias em defesa do produtor. ‘Custo + Tributação = Agricultura em Risco’. Vamos abordar outras pautas também de interesse do setor, sempre ouvindo o produtor rural, as demandas e sugestões que vem de quem sente no dia a dia os impactos de uma tributação elevada, da falta de investimento em logística, entre outros. Será um bate papo, um feedback entre o presidente e toda diretoria com o produtor rural nos 24 núcleos da Aprosoja”, explicou Galvan.

O início dos trabalhos será pela Região Norte de Mato Grosso e percorrerá os municípios de Cláudia, Sinop, Vera, Sorriso, Lucas do Rio Verde, Tapurah e Nova Mutum. No início do mês de maio a caravana da Aprosoja segue para a Região Oeste com eventos nas cidades de Campos de Júlio, Sapezal, Campo Novo do Parecis, Tangará da Serra e Diamantino. Já na segunda quinzena do mesmo mês será a vez da Região Sul do Estado receber a equipe, sendo as cidades de Alto Taquari, Alto Garças, Rondonópolis, Primavera do Leste, Campo Verde e Jaciara.

Em junho, a equipe do Circuito Aprosoja percorrerá ainda a Região Leste de Mato Grosso com eventos em Gaúcha do Norte, Canarana, Querência, Porto Alegre do Norte, Água Boa e Nova Xavantina. O encerramento do Circuito será no Cenarium Rural, em Cuiabá, no dia 10 de junho, às 19h. 

“O Circuito é realizado desde o primeiro ano de existência da Associação, em 2005 e se tornou um dos nossos principais eventos e, sem dúvidas, uma referência no Brasil. Sempre tivemos como foco e diferencial levar a informação até à casa do nosso associado. Contamos com a participação de todos nessa 14ª edição”, convidou o presidente Antonio Galvan.

Fonte: Ascom Aprosoja


Assessoria de Comunicação

Contatos: Telefone: 65 3644-4215

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Estão disponíveis as agromensais de junho/2022

Publicado

Cepea, 06/07/2022 – O Cepea (Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada), da Esalq/USP, disponibiliza hoje as hoje as agromensais de junho de 2022.

Confira aqui!

Abaixo, alguns trechos das análises mensais:

AÇÚCAR: Os preços do açúcar caíram no spot do estado de São Paulo em junho. A queda esteve atrelada à flexibilidade por parte de algumas usinas, que baixaram os valores de suas ofertas, em especial para o cristal Icumsa 180, açúcar com maior volume disponível para as negociações no spot.
 
ALGODÃO: As cotações externas e internas do algodão em pluma caíram de forma consecutiva ao longo de junho. O cenário inflacionário e as perspectivas de recessão econômica mundial e de redução na demanda global, sobretudo por parte da China, foram alguns dos fatores que exerceram pressão sobre os valores internacionais e, consequentemente, domésticos. No Brasil, as cotações, que já estavam enfraquecidas há um tempo, voltaram a operar nos patamares observados final do ano passado.
 
ARROZ: Os preços do arroz em casca reagiram em junho, impulsionados pelas maiores demandas interna e externa. As cotações, inclusive, recuperaram parte das perdas registradas nos dois meses anteriores e voltaram aos patamares nominais observados na primeira dezena de abril. Com isso, ao contrário do registrado em 2021, os valores do arroz em casca e do beneficiado no atacado apresentam alta na primeira metade do ano.
 
BOI: Os preços médios mensais do bezerro estão em movimento de queda desde o começo de 2022. Esse cenário é resultado de maiores investimentos em tecnologias por parte de pecuaristas, do aumento de produtividade e, sobretudo, da redução no abate de matrizes.

 
CAFÉ: A temporada brasileira de café 2021/22 foi oficialmente encerrada no dia 30 de junho, com preços do arábica muito acima dos observados na safra passada (2020/21). Na temporada (de julho/21 a junho/22), o Indicador CEPEA/ESALQ do arábica tipo 6 teve média de R$ 1.325,65/saca de 60 kg, aumento expressivo de 522,90 Reais/sc (ou de 65,14%) frente à da safra anterior, em termos reais (os valores foram deflacionados pelo IGP-DI de maio/22). Trata-se, também, da maior média desde a safra de 1997/98.

 
ETANOL: Em junho, as médias mensais dos Indicadores semanais CEPEA/ESALQ dos etanóis hidratado e do anidro caíram com certa força no estado de São Paulo. A pressão veio sobretudo do baixo volume de negócios ao longo do mês. Distribuidoras se mostraram cautelosas em fechar novas compras, tendo em vista as vendas desaquecidas de combustíveis e também do cenário que se desenhava com a possibilidade de mudança tributária do etanol e da gasolina, que se consolidou somente no final do mês. 

 
FRANGO: A diferença entre as demandas internas e externas para a avicultura de corte criou situações distintas de liquidez e de preços entre as regiões e os produtos acompanhados pelo Cepea. Enquanto as vendas externas de carne foram aquecidas, devido à conjuntura internacional, a procura por parte da população brasileira esteve limitada pelo baixo poder de compra. 

 
MILHO: Os preços do milho registraram queda na maior parte de junho. As expectativas de segunda safra recorde já vinham pressionando as cotações e esse movimento de baixa foi reforçado pelo início da colheita no Centro-Oeste. Assim, em algumas regiões acompanhadas pelo Cepea, como Rio Verde (GO), Chapadão do Sul (MS) e Campinas (SP), os valores do cereal no mercado disponível chegaram a operar nos menores patamares deste ano. Com o início da colheita, produtores estiveram mais flexíveis nos valores de venda, enquanto compradores seguiram retraídos, apostando na continuidade das baixas. 

 
OVINOS: Apesar da oferta controlada de ovinos, devido ao período de entressafra para a criação de animais a pasto, junho foi marcado pela queda nas cotações do animal na maior parte das praças acompanhadas pelo Cepea, com exceção do Paraná, onde o movimento de recuperação da demanda e do preço seguiu firme pelo segundo mês consecutivo. Segundo colaboradores consultados pelo Cepea, o baixo poder de compra da população brasileira tem dificultado a melhora do desempenho do setor neste ano.

 
SOJA: Os preços da soja passaram a maior parte de junho em alta no mercado brasileiro, devido às preocupações com o desenvolvimento das lavouras nos Estados Unidos e à expectativa de aumento na demanda chinesa. Além disso, os dados do USDA apontando redução da área com soja naquele país em relação às estimativas iniciais (de março/22) também reforçaram o aumento. Assim, a alta dos valores domésticos da soja em boa parte do mês fez com que a liquidez aumentasse.

 
TRIGO: Apesar das fortes desvalorizações externas em junho e de estimativas apontarem safra recorde no Brasil neste ano, os preços internos do trigo seguiram firmes e operando em patamares recordes reais em alguns estados.  A sustentação veio da baixa disponibilidade de trigo no País e da valorização da moeda norte-americana.

ASSESSORIA DE IMPRENSA: Outras informações: [email protected] e (19) 3429 8836.

Fonte: CEPEA

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ARROZ/CEPEA: Demanda prevalece sobre a oferta e preços sobem

Publicado

Cepea, 06/07/2022 – Os preços do arroz em casca reagiram em junho, segundo informações do Cepea, impulsionados pelas maiores demandas interna e externa. As cotações, inclusive, recuperaram parte das perdas registradas nos dois meses anteriores e voltaram aos patamares nominais observados na primeira dezena de abril. O Indicador CEPEA/IRGA-RS (58% de grãos inteiros e pagamento à vista) avançou 3,76% no acumulado de junho. A média mensal foi de R$ 72,66/sc de 50 kg, 2,54% superior à de maio/22. Na parcial do ano, o Indicador acumula elevação de 19,01%. Fonte: Cepea (www.cepea.esalq.usp.br)

Fonte: CEPEA

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