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Cinco variações do Chevrolet Vectra que não tivemos no Brasil

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Lançado na Europa em 1988 como o substituto do Opel Ascona (como era conhecido o Monza no mercado europeu), o Opel Vectra acabou se tornando um produto internacional, sendo vendido também com as marcas Holden (Austrália) e Chevrolet (América Latina).

No mercado europeu, o modelo de porte médio-grande seria produzido em três gerações e ficaria em linha até 2008. No Brasil, o Vectra chegou em 1993, com produção na fábrica de São Caetano do Sul (SP). O modelo estava disponível apenas na carroceria sedã e com motores 2.0 de 8 e 16 válvulas.

Mas não tivemos por aqui a terceira geração do carro europeu, já que o nome Vectra acabou sendo usado entre 2005 e 2011 por um sedã e hatch baseados no médio Astra. Também passaram longe do Brasil outras variações de carroceria como a station wagon e a notchback , e os carros equipados com motores V6. Confira alguns Vectra que nunca chegaram às concessionárias brasileiras.

 1- Vectra Turbo 4×4

Opel Vectra Turbo 4x4
Divulgação

Opel Vectra Turbo 4×4: até mais interessante que o GSi que tivemos no Brasil, com motor aspirado de 150 cavalos, o mesmo do cupê Calibra


O Opel Vectra de primeira geração teve uma curiosa versão que combinava o sistema de tração 4×4 com uma versão turbo do motor 2.0 16V usado no GSi vendido no Brasil, que era capaz de desenvolver 204 cv.

Com este conjunto, o sedã acelerava de 0 a 100 km/h 6,8 segundos e atingia os 240 km/h. No Brasil, o Opel Vectra Turbo 4×4 ficou conhecido como o safety car do GP de San Marino de 1994, onde morreu o tricampeão de Fórmula 1 Ayrton Senna .

 2- Vectra Caravan

Vectra
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Opel Vectra Caravan: a perua poderia ter vindo ao Brasil como um carro para família com apelo esportivo, diferente as minivans, como a Zafira


Uma das novidades da segunda geração do Vectra na Europa (onde foi lançado em 1995, um ano antes do Brasil) foi a carroceria Station Wagon.

Vendida com o nome de Vectra Caravan, seguiu como uma das opções da linha até o fim do modelo no mercado europeu.

3 – Vectra V6

Vectra
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Opel Vectra i500: imagine o deleite que é assumir o volante desse belo sedã com o V6 roncando forte, algo que ficamos apenas na vontade


No mercado brasileiro, o Vectra de segunda geração foi oferecido com motores 2.0 e 2.2, de 8 ou 16 válvulas. Mas nenhum deles com mais de quatro cilindros.

Essa era uma exclusividade do modelo europeu. o 2.5 V6 era a opção mais potente da linha e chegou a ser oferecido na edição limitada i500, calibrado para desenvolver 195 cv.

 4 – Vectra “C”

Vectra
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Opel Vectra “C” com essa pintura azul erada versão esportiva OPC, com desempenho de tirar o fôlego


A terceira geração do Vectra, conhecida também como Vectra “C”, foi mostrada na Europa em 2002, três anos antes do fim do Vectra “B” no Brasil.

Na época, uma das razões para a “não-vinda” desse carro ao mercado brasileiro foi o tamanho. Feito sobre uma nova base, o Vectra tinha se tornado um modelo de porte grande. A station Caravan era maior até do que a Chevrolet Omega Suprema feito no Brasil nos anos 1990.

 5 – Vectra “D”

Insignia
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Opel Insignia ficou sofisticado demais para o mercado no Brasil, onde a GM deixou de ter modelos baseados na linha Opel alemã


Na Europa, o Vectra foi substituído em 2008 pelo Opel Insignia . Mas em alguns mercados da América Latina a General Motors decidiu seguir usando o nome Chevrolet Vectra no novo modelo.

Essa decisão do grupo americano fez com que, entre 2009 e 2011, houvessem dois Chevrolet Vectra à venda no mercado latino: o europeu Insignia rebatizado e o brasileiro baseado no Astra.

Fonte: IG CARROS

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Veja cinco dicas para limpar corretamente os vidros do carro

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A borracha do limpador do para-brisa pode grudar no vidro se esquecer de retirá-lo antes de deixar seu carro parado.


Mais do que apenas uma questão estética. O uso de produtos e técnicas corretos para a limpeza dos vidros do carro ajuda a evitar danos e também garante a visibilidade mesmo nas piores situações climáticas possíveis.


Por esse motivo, confira abaixo cinco dicas da Rodabrill, empresa fabricante de produtos de higiene automotiva, para a correta manutenção do para-brisa e dos outros vidros do veículo.

1 – De olho na química

Antes de comprar ou usar um produto de limpeza nos vidros do carros, leia a sua composição química e fuja daqueles que trazem amônia. O mesmo vale para soluções caseiras.

A explicação para isso é que a amônia é um produto muito alcalino. Nos carros equipados com película nos vidros, o efeito de longo prazo é o ressecamento e a necessidade de troca do insulfilm.

2 – Pano correto

Não basta escolher um pedaço de pano qualquer. Utilize na limpeza dos vidros apenas panos de microfibra ou papel toalha.

A razão para isso é que outros tipos de tecidos ou materiais podem provocar riscos na superfície do vidro ou na película.

3 – Insulfilm

Para evitar danos na película dos vidros, o ideal nesses casos é sempre borrifar o produto de limpeza no pano ou papel toalha.

Feita a limpeza, é importante também secar a área. Sempre utilizando um outro pano macio, que esteja limpo e seco 

4 – Fim da gordura

Nos casos em que o vidro do carro estiver muito engordurado, é possível recorrer a uma folha de papel jornal amassada e úmida.

Após esse procedimento e ainda com o vidro úmido, use uma folha de jornal seca para dar o acabamento final.

5 – Embaçamento

Para ajudar a evitar o embaçamento dos vidros, use produtos como limpa-vidros e anti-embaçantes.

Eles funcionam quebrando a tensão superficial da água e diminuindo as gotículas que se acumulam nos vidros .

Fonte: IG CARROS

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Chevrolet Onix Plus é o carro que menos perde valor, aponta estudo

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Onix
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Chevrolet Onix Plus: em um anos, perde apenas 7,6% do valor de tabela conforme o estudo da Agência Autoinforme

O Chevrolet Onix Plus foi eleito o modelo que menos perde valor depois de um ano na 7ª edição do Selo Maior Valor de Revenda, com apenas 7,6% de depreciação entre agosto de 2019 e o preço do mesmo carro (portanto com um ano de uso) doze meses depois. Foram consideradas 15 categorias, ante 19 do ano passado.

Segundo o idealizador da certificação, Joel Leite, “este ano, decidimos extinguir Hatch Médio, Hatch Premium, Perua e Sedã Grande porque esses segmentos apresentaram apenas um modelo em comercialização, ou significaram vendas abaixo de mil unidades no período de 12 meses”, disse ele. “Além disso, veículos elétricos e híbridos foram separados porque, mesmo sem altos volumes, conquistaram representatividade no mercado brasileiro”, completou.

A pesquisa considerou os 102 modelos novos mais vendidos, de 20 marcas. Foram analisados modelos das marcas BMW, Caoa Chery, Citroën, Ford, Kia Motors, Land Rover, Lexus, Mitsubishi, Nissan, Peugeot e Suzuki. Segundo os organizadores, “seis modelos vencedores desta edição pioraram suas posições em relação à sexta edição do estudo, com índices de depreciação maiores. São os casos dos modelos VW Up!, VW Saveiro, VW Tiguan, Fiat Toro, Jeep Compass e Toyota SW4.

Apenas dois modelos – Toyota Corolla e Toyota Hilux – conseguiram melhorar ainda mais os seus índices de depreciação. Essas variações refletem o comportamento do mercado – oferta e demanda – e o trabalho da indústria e sua rede de distribuição no quesito pós-vendas”.

Na avaliação de Luiz Cipolli Junior, do Departamento de Pesquisa da Agência Autoinforme, “a depreciação depende de vários fatores: do tamanho do carro, da marca, da rede de revendedores, do cuidado que a marca tem em relação ao pós-vendas, ao segmento, a origem, ao fato de ter grande volume de venda, à sua aceitação no mercado. Daí a importância do selo”.

Confira abaixo os vencedores de cada uma das 15 categorias com a porcentagem que mostra quanto cada um desvaloriza em um ano.

  • Entrada: VW Up! (8,1%)
  • Elétrico: Renault Zoe (9,9%)
  • Hatch compacto: Hyundai HB20 (9,2%)
  • Híbrido: Volvo XC60 Hybrid (9,8%)
  • Monovolume: Honda Fit (9,4%)
  • Picape pequena: VW Saveiro (15,1%)
  • Picape Compacta: Fiat Toro (13,7%)
  • Picape média: Toyota Hilux (9%)
  • Sedã de entrada: Hyundai HB20S (12,9%)
  • Sedã Compacto: Chevrolet Onix Plus (7,6%)
  • Sedã Médio: Toyota Corolla (8,9%)
  • SUV de entrada: Honda HR-V (9,2%)
  • SUV Compacto: Jeep Compass (11,7%)
  • SUV Médio: VW Tiguan (10,9%)
  • SUV Grande: Toyota SW4 (10,1%)
Fonte: IG CARROS

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