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Cinco séries de terror para fazer uma maratona na Netflix

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Para um amante de séries, é sempre bom ter um leque de opções para assistir e disso a Netflix entende. Quando o assunto é série de terror, esse leque fica repleto de produções harmonizadas com elementos do horror, com drama, suspense e mesmo sendo algo pra dar medo, rola até comédia. Pensando nisso, listamos cinco séries imperdíveis para assistir na Netflix.

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Séries de terror é a nova aposta da Netflix
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Séries de terror é a nova aposta da Netflix

  • O Mundo Sombrio de Sabrina

Um dos grandes sucessos da Netflix, “O Mundo Sombrio de Sabrina” é uma das principais séries de terror da plataforma de streaming. A série leva os fãs para a cidade de Greendale, onde tem uma garota que é metade bruxa e metade mortal. No seu 16º aniversário ela terá de escolher entre o mundo mágico da família ou o mundo dos humanos em que tem seus amigos.

Com cenas sombrias e elementos um tanto quanto perturbadores, “ O Mundo Sombrio de Sabrina ” é bem aclamado pelos usuários da Netflix e pela crítica especializada do assunto. O sucesso foi tanto que a série já está indo para a sua terceira temporada.

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  • Bates Motel

Com Freddie Highmore e Vera Farmiga no elenco de “Bates Motel”, interpretando Norman Bates e Norma Louise, mãe e filho, resolvem comprar um motel para administrar e esquecer as lembranças perturbadores que já viveram. Eles tiveram que enfrentar a morte misteriosa do pai e marido, e por isso decidiram recomeçar em um novo e afastado lugar.

Uma das séries misteriosas da plataforma de streaming. A série apresenta as origens de um dos psicopatas mais marcantes do cinema, o ainda jovem Norman Bates, que protagoniza eventos sombrios antecedem a história vista no filme de 1960 de Alfred Hitchcock, Psicose.

A história convida a descobrir como o lado sombrio e psicótico de Norman se formou, por meio de acontecimentos entre sua infância e adolescência.

  • Slasher

“Slasher” leva o público através de histórias complexas, terroristas e curiosas. A história da primeira temporada apresenta assassinatos em série, de procedência macabra e que recriam antigos crimes locais. Cada temporada de “  Slasher  ” é focada em uma história.

A série conta com três temporadas. A primeira faz referência ao clássico Pânico, a segunda tem o estilo e elementos de filmes como “Sexta-Feira 13”, “A Hora do Pesadelo” e “Halloween”. E a terceira temporada discute sobre questões de gêneros, preconceitos e intolerância.

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  • Scream

Uma das séries mais tradicionais de terror, “Scream” é baseada na franquia de filmes dos anos 90 que possui o mesmo nome, que no Brasil ficou conhecida como “Pânico”. A série começa após um incidente de cyberbullying que termina com um assassinato, que faz com que o passado da cidade seja trazido à tona.

A história de Brandon James parece ter reacendido, qual fora uma espécie de serial killer e parece ter inspirado alguém para “atormentar seu trabalho”. A série combina uma boa história de terror com suspense, além de ser uma ótima opção para ser surpreender.

  • Eu Vi

Nesta lista de séries de terror  , “Eu Vi” é uma das únicas que foi baseada em uma história real e isso faz com que os calafrios sejam ainda mais frequentes enquanto assiste a série. Essa produção também está entre os títulos mais relevantes da Netflix. “Eu Vi” tem apenas uma temporada com seis episódios, que duram cerca de 20 a 30 minutos.

Fonte: IG Gente
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Como fica a corrida pelo Oscar 2020 depois dos festivais outonais?

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Encerrados os principais festivais de cinema outonais, o triunvirato formado por Veneza, Toronto e Telluride, a rota para o Oscar 2020 está pavimentada e já é possível vislumbrar alguns dos principais concorrentes a figurar na maior e mais importante premiação do cinema.

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Divulgação/Netflix

Robert De Niro em cena de “O Irlandês”: ninguém viu o filme ainda, mas todos o consideram na lista final do Oscar

Há, claro, filmes que permanecem um mistério para a crítica, como o são “O Irlandês”, épico mafioso de Martin Scorsese para a Netflix , e “Adoráveis Mulheres”, o aguardado segundo filme de Greta Gerwig como diretora. É inegável que esses filmes são contenders naturais na temporada de premiações, mas estão longe de ostentar lugar cativo na disputa. Tudo porque a edição 2020 do Oscar se anuncia disputadíssima e vocacionada a surpreender.

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Divulgação/Warner Bros.

Cena de Coringa, que inesperadamente assumiu o status de ser um dos favoritos ao Oscar

“Coringa”, para todos os efeitos uma adaptação de HQ, é hoje um dos grandes favoritos da temporada . A conexão Veneza-Oscar, que favoreceu produções como “A Forma da Água”, “Nasce uma Estrela” e “Roma” nos anos anteriores deve vingar novamente. O surpreendente vencedor do Leão de Ouro deve receber indicações nas categorias de Filme, Ator, Roteiro Adaptado e Fotografia. Cogita-se até mesmo nomeação para Todd Phillips entre os diretores.

Outra convicção inerente deixada pelos festivais é de que a Netflix terá uma presença muito mais robusta no próximo Oscar. “O Irlandês”, resiste como a principal aposta da plataforma de streaming, mas há excelentes opções com chances de múltiplas indicações. São os casos de “Marriage Story”, comédia dramática de Noah Baumbach sobre um casal em crise; “Dois Papas”, longa de Fernando Meirelles sobre a inesperada sucessão no Vaticano; “A Lavanderia”, thriller de Steven Soderbergh sobre o escândalo conhecido como Panama Papers e “Meu Nome é Dolemite”, que marca o retorno de Eddie Murphy sob a batuta do diretor de “No Ritmo de um Sonho”.

Outros filmes bem cotados

“Waves”, de Trey Edwards Shults, está suscitando comparações com “Moonlight” e já é apontado como uma força do cinema independente no Oscar. “Era uma Vez… Em Hollywood”, novo de Quentin Tarantino, “Jojo Rabbit”, vencedor do Festival de Toronto e “Ford vs Ferrari” são outras produções bem posicionadas para o Oscar. Assim como o vencedor da Palma de Ouro “Parasita”. Uma tendência que deve ser forte do Oscar daqui para frente será a presença de ao menos uma produção estrangeira na categoria principal.

“O Relatório”, de Scoot Z. Burns, recebe elogios desde a estreia em Sundance e também é uma possibilidade forte na temporada. O musical “Cats” e o drama de guerra de Sam Mendes “1917” ainda são duas incógnitas, mas o apreço da Academia pelos gêneros que representam impõe atenção a eles.

As ficções científicas de cineastas prestigiados, “Ad Astra”, de James Gray, e “Projeto Gemini”, de Ang Lee, parecem ainda salgados demais para o paladar da Academia, mas podem ser boas surpresas na lista que será divulgada em janeiro.

Atuações

O interesse da indústria nesse momento se concentra em dois nomes bem atípicos na corrida pelo Oscar. Adam Sandler, elogiadíssimo, por seu papel em “Uncut Gems”, e Jennifer Lopez, que depois de 25 anos de carreira e estrelato pode chegar ao Oscar pelo papel da stripper golpista de “As Golpistas”. São dois nomes que precisam superar barreiras, umas óbvias, outras mais sutis, para receberem nomeações.

Brad Pitt deve receber sua quarta indicação ao Oscar como ator. Suas chances principais residem na categoria de coadjuvante por “Era Uma Vez… Em Hollywood”, mas suas chances na categoria principal por “Ad Astra” não podem ser desprezadas. Essa categoria tem Joaquin Phoenix (“Coringa”) e Adam Driver (“Marriage Story”) como principais cotados.

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Leonardo DiCaprio (“Era uma Vez… Em Hollywood”), Jonathan Pryce (“Dois Papas”), Antonio Banderas (“Dor & Gloria”), Eddie Muphy (Meu Nome é Dolemite”) e Taron Egerton (“Rocketman”) também estão no páreo. Há, ainda, Robert De Niro em um filme de Martin Scorsese (“O Irlandês), uma combinação que pode ser simplesmente irresistível.

Meryl Streep está novamente na corrida como atriz principal de “A Lavanderia” e como coadjuvante por “Adoráveis Mulheres”. A impressionante performance da já vencedora do Oscar Lupita Nyong`o em “Nós” deve motivar burburinho em torno de seu nome.

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Divulgação/Netflix

Meryl Streep em cena de “A Lavanderia”

Scarlett Jonhansson é outra estrela que pode receber sua primeira indicação, no caso pelo drama conjugal “Marriage Story” . Awkafina é bastante comentada pelo hit indie “The Farewell”. Já Reneé Zellweger ensaia um grande retorno com o papel título de “Judy”. A ala feminina da disputa, no entanto, parece menos engarrafada do que a masculina.

Os próximos meses, com alguns festivais ainda acontecendo, como Nova York e Londres, a campanha pelo Oscar 2020 deve se intensificar, mas definitivamente as cartas já estão na mesa.

Fonte: IG Gente
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Record TV aposta em Geraldo Luís para blindar audiência após saída de Gottino

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Nesta semana o “Balanço Geral”, noticiário vespertino da Record TV , sofreu um baque: seu apresentador titular Reinaldo Gottino deixou a emissora para embarcar em uma nova jornada na CNN Brasil , que ainda não têm data fechada para estrear. 

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Reinaldo Gottino arrow-options
Divulgação/ Record TV

Reinaldo Gottino

Tentando tapar o sol com a peneira, a Record TV escalou temporariamente Luiz Bacci, pupilo de Marcelo Rezende, para segurar as pontas no folhetim durante a semana. No primeiro dia sob o comando o Menino de Ouro, segundo dados da Kantar Ibope na Grande São Paulo, o “Balanço Geral” fechou com 8,4 de média, caindo 1,3 ponto em comparação com essa última segunda (16), quando registrou 9,7 na última edição com Gottino.

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Em contrapartida, o quadro “A Hora da Venenosa”, que conta com a participação de Fabíola Reipert, conseguiu manter bem seu nível de audiência. Ao lado de Bacci, ainda de acordo com dados do Ibope, Fabíola conquistou 9,9 pontos, comparado ao seu número frequente, 10 pontos, a venenosa, como é conhecida, decaiu poucos décimos. 

Na busca curar a ferida da audiência causada pela saída do apresentador titular, na quinta-feira (19) a emissora resolveu anunciar que escalou um velho conhecido do jornal para assumir o programa permanentemente, Geraldo Luís. Segundo o comunicado, o jornalista irá acumular a função com seu programa dominical, o “Domingo Show”. 

Geraldo, que já passou pelo “Balanço” entre 2007 e 2009, e depois de 2010 até 2014, irá retornar no mesmo dia da estreia do “Se Joga”, programa de Fernanda Gentil, na Globo, o que mostra um forte senso de confiança da emissora em seu potencial de concorrência.  

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Divulgação / Record Tv

Geraldo Luís

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Com uma nova estratégia, a Record TV perde um grande nome em tempos de forte concorrência. Mesmo sendo uma aposta segura, se Geraldo Luís será o suficiente para estabilizar o “Balanço” após a saída de Reinaldo Gottino , só o tempo dirá. Todavia, outro fato que pode-se extrair desta análise é que Fabíola Reipert é um elemento independente e estável e que, apesar de ter tido aumento de tempo em seu quadro, ainda pode conquistar mais dentro da transmissora.

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Fonte: IG Gente
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