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Internacional

CIDH pede autorização para enviar observadores ao Chile

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A Comissão Interamericana de Direitos Humanos (CIDH), órgão vinculado à Organização dos Estados Americanos (OEA), solicitou formalmente hoje (6) ao governo do Chile autorização para enviar uma missão de observadores ao país para investigar denúncias contra a ação das forças de repressão durante os protestos sociais das últimas semanas.

No pedido, a comissão da OEA manifesta interesse em “uma visita in loco” ao Chile devido às solicitações formais recebidas “de dezenas de organizações de direitos humanos, movimentos sociais e povos indígenas, representantes de partidos políticos, legisladores, intelectuais e artistas”, bem como da Ouvidoria dos Direitos da Criança ”.

Uma missão enviada pelo Alto Comissariado da Organização das Nações Unidas (ONU) para os Direitos Humanos está no Chile desde o fim de outubro, colhendo informações sobre denúncias de tortura, detenções ilegais, abuso sexual, tiros em civis indefesos e todo tipo de abuso e maus-tratos atribuídos às forças da repressão.

Desde o início das manifestações de protesto, no dia 17 de outubro, 23 pessoas morreram e milhares foram feridas e detidas no Chile.

Os protestos começaram após o governo aumentar o preço das passagens do metrô. O presidente Sebastián Piñera cancelou o aumento, as manifestações não cessaram. Piñera anunciou também pacotes de medidas para conter a insatisfação dos chilenos, mas isso não foi suficiente para acalmar os protestos. 

São as mais violentas manifestações ocorridas no Chile nos últimos 30 anos.

*Com informações da Télam, Agência Nacional de Notícias da Argentina

Edição: Nádia Franco

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Internacional

Itália: após decretar fim da pandemia, província de Trapani registra novos casos

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Trapani
Reprodução/Wikmedia Commons

Após decretar fim, província voltou a registrar novos casos da doença nesta quinta-feira

Menos de 24 horas após declarar o  fim da pandemia do novo coronavírus (Sars-CoV-2), a província de Trapani, na Sicília, voltou a registrar quatro casos da doença após 28 dias.

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Segundo a agência sanitária local, as infecções foram registradas em quatro cidades diferentes em Trapani : uma em Calatafimi-Segesta, uma em Castelvetrano, uma em Marsala e uma em Mazara del Vallo. Ainda conforme o órgão, as pessoas contraíram a doença em outras localidades do país.

A infecção em Marsala é de uma mulher que já estava em isolamento preventivo desde 9 de maio após voltar da região de Marcas e o de Castelvetrano é similar, uma pessoa que já estava isolada após voltar de Verona. Em Mazara, trata-se de uma mulher que trabalha em um centro médico em Messina. Em Calatafimi, refere-se a um paciente que ficou internado no hospital Villa Maria Eleonora de Palermo.

A Província de Trapani tinha sido a primeira do país a ficar 28 dias sem registrar nenhum caso da doença o que, segundo a Organização Mundial de Saúde ( OMS ), é o maior indício para decretar o fim da pandemia na localidade. A entidade afirma que são necessários dois ciclos de incubação da doença para anunciar o fim.

Nesta quinta, no entanto, é a vez da província de Crotone decretar o fim da pandemia, já que a localidade zerou casos nos últimos 28 dias. Já Enna, que estava há 20 dias sem casos, também voltou a registrar uma contaminação. As três ficam na região sul da Itália , a menos afetada pela pandemia no país.

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O epicentro da crise sanitária é o norte do território, seguido pela região central. Apesar dos números estarem menores, as contaminações diárias continuam ocorrendo. Ao todo, são 231.139 casos confirmados da Covid-19 e 33.072 mortes.

Fonte: IG Mundo

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Internacional

OMS: mortes ligadas à Covid-19 dispararam na Europa desde março

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Desde o início de março, morreram cerca de 159 mil pessoas a mais do que era esperado normalmente em 24 países europeus, disse nesta quinta-feira (28) uma representante da Organização Mundial da Saúde (OMS), com “proporção significativa” desse pico ligada à covid-19.

Até agora, mais de 2 milhões de pessoas foram infectadas pelo novo coronavírus na Europa, um aumento de 15% nas duas últimas semanas. Rússia, Turquia, Bielorrúsia e Reino Unido lideram as novas infecções, informaram autoridades europeias da OMS. Mais de 175 mil pessoas já morreram.

Embora o número de mortes em excesso leve em conta todas as causas de mortalidade, Katie Smallwood, uma especialista em emergências da OMS, disse que o fato – registrado no momento em que milhares de pessoas estavam morrendo em unidades de tratamento intensivo em locais como o Norte da Itália, a França, a Espanha o e Reino Unido – mostra o impacto da covid-19.

“O que vimos muito claramente é o que pico de mortalidade em excesso corresponde ao pico da transmissão da covid-19 nesses países”, disse Smallwood aos repórteres. “Isso nos dá uma indicação muito boa de que uma proporção significativa dessas mortes em excesso está ligada e se deve à covid-19”.

Smallwood disse ainda que países como Alemanha, Suíça e outros que podem amenizar restrições a locais como bares, casas noturnas e outros pontos de aglomeração, precisam ter ferramentas robustas de detecção de doenças e sistemas de exame e rastreamento em funcionamento, para ajudar a impedir uma possível “segunda onda” da epidemia.

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